Arquivo da categoria: Edu Dracena

Parabéns ao Verdão do Felipão!

Leia o post original por Craque Neto

Quero pedir licença aos torcedores de outros times, mas excepcionalmente não farei os ‘Pitacos’ da rodada do Brasileirão. Até porque, convenhamos, já acabou qualquer tipo disputa. O post de hoje é dedicado à Sociedade Esportiva Palmeiras. Claro que o torcedor alviverde tem os dois pés atrás comigo pela identificação que tenho com o arquirrival Corinthians. Mas é fato que o Verdão mereceu demais esse título do Brasileirão. A diretoria conseguiu montar um baita elenco mas foi o toque final do Felipão que deu liga nesses caras. Confesso que tenho minhas ressalvas com o técnico Luiz Felipe Scolari. Falei que ele […]

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Minha Seleção do Paulistão

Leia o post original por Craque Neto

A Federação Paulista de Futebol fez uma festança nesta segunda-feira para divulgar os melhores do Paulistão segundo votação de jornalistas escolhidos em todo o Estado. Sinceramente fiquei com uma pulga atrás da orelha até porque tem cada aberração que é doído, viu! Primeiro não consegui entender o ponte-pretano Aranha no gol. Que me desculpe a FPF, mas só jornalista de Campinas votou? Pelo amor de Deus! O Cássio fechou o gol nesse campeonato e foi o líder da defesa menos vazada da competição. Chega a ser piada o nome dele não estar. Os laterais são os corintianos Fágner e Guilherme […]

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Aperitivo palestrino com gosto bom

Leia o post original por Antero Greco

Gostou do aperitivo do Palmeiras, no jogo com o Libertad? Primeira apresentação do ano da turma de Marcelo Oliveira, 2 a 0 sobre os paraguaios e vaga na final do torneio de Montevidéu, contra o ganhador de Nacional x Peñarol. Ora, ora, nem bem começou 2016 e já tem taça na parada. A decisão será na noite de sábado.

Claro que tem exagero nessa história de troféu. O torneio de tiro curto não passa de etapa de preparação para a temporada, uma chance para o treinador observar jogadores, avaliar a condição dele, fazer ajustes no time. Seria absurdo cravar sentenças definitivas, otimistas ou negativas, por causa de um amistoso.

A partida valeu como treino de luxo – e não passa disso. A base da equipe é aquela que conquistou a Copa do Brasil e ganhou o direito de participar da Libertadores, logo mais. Algumas mudanças ocorreram por causa de atletas que acabaram de chegar. Mas, em síntese, não há como nem por que mudar intensamente a escalação que fechou 2015.

Na defesa, Marcelo manteve Prass (intocável, sem dúvida), Lucas e Zé Roberto. No miolo da zaga, entrou Edu Dracena, com atuação segura. Ao lado dele, Leandro Almeida, que deve ir para o banco na hora em que Vitor Hugo estiver bem para entrar.

No meio, o Palmeiras começou com Matheus Sales, Arouca e Robinho, com Dudu e Gabriel Jesus pouco mais à frente. No ataque, Alecsandro, pois Barrios ficou em São Paulo aprimorando a forma. No meio-campo, ainda deve voltar Gabriel, titular até se machucar no meio do ano.

O Palmeiras teve dificuldades na armação, não criou muito, mas fez o suficiente para os dois gols, ambos no segundo tempo (Allione e Moisés). Não pelo gol, mas pelo espírito de iniciativa, Moisés deu conta do recado. É um dos que chegaram e pode ser usado com frequência.

Enfim, exibição normal. Marcelo e atletas sabem que serão mais cobrados, porque o elenco é praticamente o mesmo, acrescido de contratações. O nível de exigência do palestrino subirá.

Como antepasto, valeu. Vamos ver como será quando for o momento do prato principal.

Time reserva do Corinthians humilha o São Paulo com goleada de 6 x 1

Leia o post original por Quartarollo

Corintians fez história de novo. Bateu o São Paulo por 6 x 1, na Arena Corinthians, popularmente conhecida como Itaquerão, jogando com time reserva.

O alvi-negro devolveu uma goleada com o mesmo placar que ocorreu em favor do tricolor no longínquo ano de 1933, há mais de 80 anos.

Isso não acontece todo o dia. Foi um placar anormal mesmo diante das diferenças atuais de Corinthians e São Paulo.

Dos titulares habituais só entraram em campo Cássio, Felipe e Ralf, o capitão que no fim levantou a taça de campeão brasileiro de 2015 merecidamente.

Foi um massacre para não dizer que foi uma humilhação. O São Paulo ficou a mercê do Corinthians, foi irreconhecível para quem viu o mesmo time bater o forte Atlético Mineiro por 4 x 2 no meio de semana, no Morumbi.

Não há explicação plausível para a surra que levou. Bruno Henrique, Romero e Edu Dracena fizeram os três gols da primeira etapa. Todos nasceram de escanteios e os jogadores do São Paulo ficaram vendidos nos três.

No segundo tempo, Milton Cruz tirou Bruno e o insosso Wesley para colocar Luís Fabiano e o não menos insosso Reinaldo.

Tudo continuou na mesma. O Corinthians fez mais três gols e poderia ter feito mais.

Lucca, Hudson contra e Cristhian batendo pênalti completaram o placar. Carlinhos diminuiu para o São Paulo e Alan Kardec ainda perdeu um pênalti que Cássio defendeu.

Corinthians fez sua festa particular e o São Paulo foi embora preocupado com o futuro.

O time, por incrível que pareça, termina a rodada no G-4 com 56 pontos ganhos e uma vitória a mais que o Internacional que se igualou em pontos hoje ao vencer o Grêmio, 1 x 0, no Beira Rio.

O Santos que poderia ultrapassa-lo continua na sua sina de não fazer nada certo fora de casa. Acabou perdendo, em Curitiba, para o Coritiba por 1 x 0 e caiu para a sexta posição em jogo com portões fechados, ou seja, sem pressão nenhuma para a equipe reserva de Dorival Júnior.

Enquanto o Corinthians pensa em futuro deslumbrante para 2016, o São Paulo procura técnico e também jogadores com mais qualidade, ou porque não dizer, com mais personalidade.

Corinthians provou que tem elenco para suportar jogos difíceis. No Paulista, o técnico Tite andou se aventurando com a equipe B e se deu bem em vários jogos também.

Já o São Paulo tem uma equipe A com cara de C e jogadores bastante discutíveis no elenco.

Mas ao mesmo tempo, por uma dessas coisas que só acontecem no futebol, esse elenco pode ainda levar o time a pré-Libertadores salvando em parte o ano de 2015.

Nessa goleada corintiana muitos se queimaram de vez com a diretoria. Até o bom Milton Cruz ficou chamuscado.

Rogério Ceni está se despedindo, Luís Fabiano vai embora e outros também devem sair. O problema é onde encontrar substitutos para tanta gente que precisa deixar o tricolor para o oxigenar o ambiente e o elenco também.

Corinthians joga como campeão

Leia o post original por Quartarollo

Foi assim ontem à noite, no Itaquerão, contra o Goiás. O Corinthians venceu e jogou como campeão.

3 x 0 foi pouco pelo que o time produziu. Pode se dizer que o adversário era fraco e era mesmo, mas era o mesmo que goleou o São Paulo, no Morumbi, e bateu no Palmeiras.

É o tipo de jogo que o time tem que se impor e fazer o resultado e o Corinthians não é à toa, é o melhor mandante do Campeonato, faz isso muito bem. Joga para fazer valer fator campo e torcida.

Edu Dracena teve sua melhor atuação com a camisa do Corinthians não só pelo gol que marcou, mas pelo que fez em todo o jogo.

Jadson continua sendo o melhor meia do país flutuando em várias posições do meio-campo e dando passes açucarados para os companheiros à frente e entrando na área também.

Vagner Love não fez gol, até perdeu um, mas jogou muito bem. Não foi fominha quando deu a bola para o gol de Malcon, o segundo do Corinthians e Rodriguinho que jogou no lugar de Elias foi muito bem.

O terceiro gol foi dele numa bela pancada de fora da área bem ao seu estilo e do jeito que Tite quer.

Vai ser difícil tirar o título do Corinthians que confirmou a distância de cinco pontos do segundo colocado, o Atlético Mineiro, e precisa fazer muita besteira para não ganhar o Campeonato deste ano.

Outro ponto importante: O Corinthians não deu muitos chutões, não rifou a bola, saiu tocando lá de trás, só o goleiro Cássio reclamou talvez porque jogue  muito mal com os pés.

Tite disse que o Corinthians tem por ideal jogar dessa maneira, mas às vezes o adversário tem mérito também e não deixa.

Não é bem assim, ontem o Corinthians tentou fazer isso, em outros jogos às vezes rifa demais a bola, o meio-campo só fica olhando a bola passar sobre sua cabeça e o adversário se recoloca no jogo rapidinho.

É um tal de brigar pela segunda bola para se organizar novamente. Como me disse uma vez o técnico Nelsinho Batista: “Se o time sai certo lá de trás, chega certo e inteiro na frente também”

É uma boa tese que se bem aplicada dá pouca chance aos adversários. O time fica com a bola e dita o ritmo de jogo, mas para isso é preciso ter jogadores com boa técnica e isso o Corinthians tem de sobra.

Corinthians vê o título no horizonte

Leia o post original por Antero Greco

Claro que a função de todo mundo é a de secar quem está à frente de um campeonato. Não é diferente agora, no Brasileiro, em que o Corinthians concentra a atenção dos demais por estar na liderança e caminhar firme para o título. Pois não tem adiantado nada mandar fluidos negativos para a rapaziada de Tite – ela está imune a mau olhado e, mais do que cima, é irrefreável.

A mais recente vítima alvinegra foi o Goiás, nos 3 a 0 do início da noite desta quinta-feira. O público que foi ao Itaquerão viu um Corinthians jogar com o autocontrole e a autoridade costumeiras, uma equipe compacta, inabalável, consciente do que deseja alcançar e como fazê-lo.

O Goiás havia batido Palmeiras, São Paulo e Santos, além de segurar os corintianos com empate em Goiânia no primeiro turno. Ponderou que poderia aprontar de novo. Engano que se desfez em 25 minutos apenas. Em dois lances decisivos, o Corinthians criou vantagem inatacável, com os gols de Edu Dracena (de cabeça) aos 15 e Malcom aos 25. O zagueiro foi o melhor em campo.

O Corinthians percebeu logo que a fatura estava liquidada e o alviverde, batido. Por isso, dosou energia, tocou a bola, gastou o tempo e criou outras oportunidades com naturalidade, na calma, na maciota. Pressa para quê? Afinal, a encrenca a resolver era do Goiás.

Por isso, sem acelerar, e na toada tranquila, ainda fechou a conta com belo gol de Rodriguinho, aos 43 minutos do segundo tempo, com chutão no ângulo. Outra missão cumprida sem atropelo, de novo cinco pontos à frente do Atlético-MG e a certeza de que só uma sequência pouco provável de erros pode tirar-lhe o hexa do Brasileiro.

Corinthians relaxa e toma castigo

Leia o post original por Antero Greco

Há no futebol cochilos inadmissíveis e imperdoáveis. Uma delas é a de um time que briga por liderança se acomodar depois de vantagem – e vantagem por diferença mínima, sobre rival na zona de rebaixamento. Acha que está tudo bem, situação sob controle e três pontos mais no bolso. Até relaxar perto do fim e tomar gol de empate. Castigo para o desleixo e para a falta de apetite.

Pois bem, esse resumo se encaixa no que fizeram Corinthians e Coritiba, no jogo disputado na tarde deste domingo, no Couto Pereira. O time paulista briga pela ponta do Brasileiro ponto a ponto com o Galo, que fez a parte dele no sábado e venceu. Vai ao Paraná, topa com um adversário preocupado com o fantasma do rebaixamento, faz 1 a 0 ainda no primeiro tempo e… abre mão de forçar e aumentar a diferença.

O Corinthians repetiu estratégia de outras partidas, em que a filosofia da “goleada por 1 a 0” se mostrou eficiente. Depois do gol de Felipe, ao desviar cobrança de escanteio, se acomodou, apostou na intranquilidade do Coxa para eventualmente fazer outro gol e deixou o tempo passar. Trocou passes, virou para cá e pra lá, fez a alegria dos amantes de estatísticas de posse de bola e mal chutou a gol.

Para ser justo, teve um lance, em cabeçada de Edu Dracena que obrigou Wilson a defesa espetacular. E mais nada. Enrolação, conversa mole pra boi dormir, até despertar o Coritiba, que se lançou ao ataque na boa vontade, na ânsia de driblar outra derrota e o fundo da tabela. Foi premiado com Evandro aos 46 minutos.

O Corinthians baseia muito a confiança na qualidade do sistema defensivo – que, de fato, é bom. E na regularidade do meio-campo. Mas abusa no pão-durismo de jogadas ofensivas e às vezes se dá mal. Como no duelo com o Coritiba. Resultado ruim para quem tem pretensões de título. Além de mesmice sem graça para um técnico como Tite, que é visto como inovador.

 

Coerência ou competência?

Leia o post original por Neto

Tite escolheu Danilo para substituir Guerrero no ataque corintiano

Tite escolheu Danilo para substituir Guerrero no ataque corintiano

Nesta quarta-feira o Corinthians recebe o arquirrival São Paulo em Itaquera. Jogo válido pela Libertadores. E sem poder contar com o suspenso Guerrero o técnico Tite vai optar por escalar Danilo no comando do ataque. Muitos torcedores podem pensar: “Mas por que o Danilo? Ele não é meia-armador?”. Sim, é verdade. Mas o Danilo é um jogador que tem bom passe, posicionamento, cabeceio e finalização. Ou seja, executa com tranquilidade a função do peruano lá na frente. Ainda conta a favor o fato dele ter um estilo de jogo mais cadenciado e de muita inteligência tática. Sabe segurar a bola quando precisa.

Teve gente apostando que o treinador investiria todas as fichas no recém-contratado Vágner Love. A verdade é que ele ainda não está preparado fisicamente. Se apresentou até meio gordo. Só que ele é um atacante diferenciado e chegou justamente para cobrir situações como essa. E nesse duelo entre os dois o Tite mostra que tem coerência no trabalho. Afinal não é porque o cara tem nome que precisa jogar. Aliás, chegou ontem pô! Respeito o Tite por dar moral pra quem já faz parte do elenco. É arriscado mas é louvável!

Veja o caso de outro setor do campo. Na defesa o jovem Felipe deverá compor a zaga com o Gil. Portanto o experiente Edu Dracena ficará como opção no banco de reserva. Aí eu pergunto: tecnicamente o Dracena não é melhor que o Felipe? Lógico que é! Mas o Felipe vem atuando bem e merece a confiança do comandante. É assim que se constrói um grupo forte.

Tite está no caminho certo. O Timão está no caminho certo. Mas que o Guerrero vai fazer falta nesse clássico isso eu não tenho a menor dúvida.

Não tem erro. É só fazer o que a maioria quer

Leia o post original por Odir Cunha

democracia

A vontade coletiva geralmente se mostra mais sábia do que a individual. Digo isso porque vemos que o Santos se desfez dos jogadores rejeitados pela maioria dos santistas que opinaram na enquete deste blog, e a equipe realmente melhorou. Se eu tivesse de dar um único conselho ao presidente Modesto Roma, diria: faça o que a maioria dos santistas quer e terá pouquíssima chance de cometer erros.

Dos 13 jogadores com mais de 70% de rejeição na nossa enquete, cujo resultado foi publicado neste blog no dia 17 de dezembro sob o título “Estes jogadores o torcedor não quer mais ver no Santos”, sete já não fazem mais parte do elenco santista, ou 61%.

Bruno Uvini, Vinicius Simon, Edu Dracena, Mena, Souza, Leandro Damião, Rildo e Alan Santos já se foram. Daquela lista, continuam no Santos: Vladimir, Cicinho, Renato, Patito Rodríguez e Thiago Ribeiro. Dos jogadores que o santista queria que permanecessem no clube em 2015, apenas o volante Arouca se foi.

Isso quer dizer que se a direção de futebol do Santos fosse dirigida por uma mente coletiva, que refletisse os anseios da maioria dos santistas, as decisões seriam muito mais acertadas do que as do carí$$imo diretor de futebol que montou o elenco oneroso e ruim do ano passado.

Usemos a mesma filosofia para outras questões importantes do clube, e saberemos onde é melhor jogar, qual o caminho mais rápido para se equilibrar as finanças e manter o Santos próspero etc etc. Isso não requer prática, nem tampouco perfeição. Requer uma qualidade que parece inacessível para algumas pessoas: a velha e boa humildade.

Aliás, o que é a verdadeira democracia se não um profundo exercício de humildade de quem está no poder? Só quele que, mesmo podendo fazer as coisas do jeito que quer, ainda ouve a voz da maioria, pode ser definido como um líder democrático.

Mas nem sempre a voz da maioria é a voz de Deus, responderão alguns. Eu serei obrigado a concordar, mas desde que essa maioria seja movida pela ignorância dos fatos, o que geralmente não ocorre com o futebol – e isso é provado aqui neste blog, em que muitos leitores sabem mais do que o blogueiro e meia dúzia de comentaristas de tevê juntos.

Futebol é o arroz e feijão do brasileiro. Disso ele conhece bem mais do que qualquer doutor de canudinho embaixo do braço. Se ainda fosse um ramo científico pouco conhecido, como a Astronomia, vá lá… Não foi à toa que o italiano Galileo Galilei quase foi morto pela Inquisição no século XVII por afirmar que a Terra não era o centro do Universo, como queriam o Vaticano e os católicos. Então, a religião já desvirtuava a verdade.

Mas, voltando ao século XXI e ao nosso Santos, eu aconselharia ao Ilmo presidente Modesto Roma e aos seus diretores que, na dúvida, sigam a opinião da maioria nas questões importantes para o clube. Vocês foram colocados no poder por uma minoria de sócios, mas é mais inteligente administrar pensando na maioria. Agindo assim, estarão seguindo, com a humildade própria dos grandes líderes, o caminho certo.

Você não acha que o Santos deveria fazer o que seu torcedor quer?


Veja como Dracena pode esticar contrato até 2017 e levar R$ 350 mil por mês

Leia o post original por Perrone

O contrato de Edu Dracena com o Corinthians tem cláusulas que podem turbinar o salário dele, além de aumentar o tempo em que o beque ficará no alvinegro. E ele nem precisa ser titular absoluto do time para que isso aconteça.

Aos 33 anos, o zagueiro recebe cerca de R$ 280 mil mensais em seu primeiro ano de contrato. Porém, se, em 2015, Dracena fizer ao menos 25 jogos, ele passará a receber na temporada seguinte R$ 312 mil. Para prorrogar seu compromisso com o Corinthians, atualmente válido por dois anos, o ex-santista precisará apenas atuar ao menos 25 vezes também em 2016. Uma cláusula prevê a renovação automática até 2017, caso ele atinja essa marca no ano que vem. E com um salário ainda melhor no terceiro ano: aproximadamente R$ 350 mil.

Para se ter uma ideia do que representam 25 jogos numa temporada, só com o Brasileirão, a primeira fase do Paulistão, pré-Libertadores e a etapa de grupos do torneio continental (caso a vaga seja obtida), o Corinthians fará 61 partidas. Ou seja, obter todos os bônus previstos em seu contrato não é, em tese, tarefa das mais árduas para Dracena.