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Palmeiras jogou mal na Bolívia

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: AFP

O Palmeiras mais uma vez não jogou bem na Libertadores. Aliás, o Palmeiras ainda não fez uma grande partida em cinco jogos na competição.

Na escalação inicial, Eduardo Baptista colocou em campo uma equipe mais próxima do que fez na maioria dos jogos do ano, manteve o sistema e as novidades foram a ausência de Borja e a presença de Michel Bastos na lateral. Nos dois jogos anteriores fora de casa, Eduardo optou por um time mais físico, com Felipe Melo e Thiago Santos juntos em Tucuman e três zagueiro em Montevideo.

Mesmo com um time mais técnico em campo, o Palmeiras não manteve a posse da bola e não conseguiu impor seu ritmo ao jogo.

O time pode e deve jogar mais, quando a qualidade técnica é maior, a melhor forma de demonstrar é ficar com a bola, tentar levar o jogo para um ritmo mais cadenciado, mais para o lado técnico do que para o físico.

Pelo investimento feito, a cobrança é grande e até exagerada. Essa cobrança também atrapalha na busca por um melhor desempenho.

Entendo o desabafo do Eduardo Baptista.

Leia o post original por Nilson Cesar

Sinceramente entendo bem o desabafo do Eduardo Baptista, técnico do Palmeiras. Quando todos duvidam de sua capacidade , vivendo sob pressão e desconfiança, e muitos descontentes, querendo que o cara perca o emprego . Isso não é fácil não. Eduardo me parece um cara sério e trabalhador. Não está ainda totalmente maduro na profissão, mas inegavelmente vem evoluindo. Vai continuar aprendendo com os seus erros. Assim é a vida de todos nós em qualquer profissão. O resultado da equipe dentro de campo que irá determinar a sua aceitação ou não. Essa é a vida de treinador de futebol aqui no Brasil e ponto. Só não gosto quando o cara quer pautar a imprensa. Cada um faz o seu trabalho do jeito que acha que deve ser feito. Por enquanto Eduardo está bem. O Palmeiras vai seguir em frente na Libertadores e pode sim brigar pelo título de campeão da América.

Palmeiras não se apavorou

Leia o post original por Flavio Prado

Na vitória contra o Jorge Wilstermann, o Palmeiras precisou de calma e paciência para conseguir o resultado.

O Palmeiras investiu pesado, formou um elenco forte e naturalmente vem a cobrança por títulos e grandes atuações. Essa cobrança pode atrapalhar o andamento da temporada, mas no jogo da Libertadores a torcida apoiou e jogou com o time.

Eduardo Baptista trabalhou bem. O time boliviano jogou com uma linha de 5 defensores, colada com uma segunda linha com 4 atletas, os espaços eram pequenos e Eduardo colocou jogadores nas pontas para abrir o adversário, esticar a linha defensiva boliviana e abrir buracos. As entradas de Keno e Roger Guedes foram fundamentais na vitória.

Mesmo em uma noite apagada de Dudu e Tchê-Tchê e com Borja perdendo muitos gols, o elenco pesou e outras jogadores fizeram diferença.

Palmeiras ainda em fase de ajustes

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Djalma Vassao/Gazeta Press

O Palmeiras ainda busca um melhor rendimento na temporada. No primeiro tempo contra o Red Bull, Eduardo Baptista repetiu o 4-2-3-1 utilizado contra a Ferroviária. Zé Roberto formou uma dupla de volantes com Felipe Melo, Dudu jogou centralizado na linha de 3 meias, desta vez com um armador pelo lado direito, o venezuelano Guerra e Keno pela esquerda.

O time começou bem, marcação alta, sufocando o adversário. Ainda no primeiro tempo diminuiu o ritmo e correu riscos. No intervalo, entraram Michel Bastos e Borja nas vagas de Guerra e William. O sistema também mudou, voltou para o 4-1-4-1. Felipe Melo centralizou como único volante, Zé Roberto jogou mais adiantado com Michel Bastos por dentro, Dudu foi para a ponta esquerda e Keno, depois substituído por Róger Guedes, foi para o lado direito.

O time de 2017 está mais modificado do que o esperado em relação a equipe campeã de 2016. Todos sabiam que Gabriel Jesus sairia, mas ninguém esperava pelas contusões de Tchê-Tchê e Moisés, jogadores fundamentais no Brasileirão.

O Palmeiras ainda oscila no seu rendimento, situação normal para uma equipe que ainda não completou 10 jogos oficiais na temporada. O grande problema é a cobrança, muitas vezes exagerada. O investimento foi alto e muitos esperam que o time vença e dê espetáculo rapidamente e isso ainda está longe de acontecer.

Palmeiras vence bem

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O Palmeiras conquistou uma vitória tranquila contra a Ferroviária. Destaque para Borja, o colombiano entrou no segundo tempo e marcou pela primeira vez no novo clube.

A derrota no clássico contra o Corinthians deixou o ambiente mais pesado ou pelo menos aumentou o som das cornetas prematuras em cima de Eduardo Baptista.

O futebol é coletivo, o tempo é necessário para que as peças se encaixem, ainda mais em um time que é cobrado para ganhar e dar espetáculo, mas as coisas não acontecem de uma hora para a outra.

O time está mais modificado do que o esperado. Eduardo não conta com três peças fundamentais na conquista do título brasileiro. Destas peças, ele sabia que não contaria com Gabriel Jesus, mas contava com Tchê-Tchê e Moisés que estão lesionados.

No jogo coletivo, isso não significa uma simples mudança de peças. Os jogadores tem características diferentes, as peças precisam se encaixar, os movimentos devem acontecer de forma natural e isso leva tempo.

Palmeiras com ótimas chances de títulos em 2017

Leia o post original por Nilson Cesar

O Palmeiras têm um elenco forte demais e  sem dúvida  ótimas possibilidades de conquistar títulos em 2017. Eduardo Batista terá muito trabalho para escolher onze titulares. Tem peças excelentes de reposição e condições para variar bastante seu esquema tático. O elenco é bem melhor em relação a temporada passada, mesmo com a saída de Gabriel Jesus. Resta saber se Eduardo Batista terá condições de administrar egos . Certamente não conseguirá agradar a todos os atletas e “carinhas” feias irão aparecer no elenco ao longo do ano. Eduardo Batista mostra personalidade forte a exemplo do pai Nelsinho Batista, e acho que têm tudo para realizar um grande trabalho no comando técnico do Palmeiras. O ano promete coisas boas para o verdão.

Palmeiras é o Real Madrid da América

Leia o post original por Nilson Cesar

O Palmeiras esta contratando sem parar. Montando sem dúvida uma equipe de muito respeito e quer conquistar a Copa Libertadores da América. Se Eduardo Baptista conseguir administrar egos o time tem tudo para dar certo. Claro que o  verdão vai querer conquistar todos os títulos que disputar, mas a sua prioridade será a conquista da competição da América. Para disputar tantas competições um grande elenco é mais do que necessário.Tomara que o ambiente continue bom dentro do Palmeiras e todos saibam aproveitar e desfrutar. A gestão do Palmeiras vem se mostrando bem profissional e isso é indispensável para a obtenção dos resultados dentro de campo. Espera-se que os diretores do clube também não entrem em atritos. Vaidades nesse momento acabam aparecendo e podem atrapalhar todo o projeto profissional. Vamos aguardar e ver se na prática o Palmeiras conquista os resultados que todos estão esperando.

Eu queria jogar no Flamengo

Leia o post original por RicaPerrone

Como todo ser humano de sexo masculino, as vezes me pego pensando “como seria”.  O povo, o campo, a bola, o golaço e eu correndo de braços abertos para comemorar. Sempre aos 44, sempre numa decisão, afinal, se é pra sonhar que seja pra valer a pena.

Eu não ia a um estádio desde a final da Copa do Mundo, curiosamente no mesmo Maracanã.  Naquele dia eu fui pra secar, ver o desespero alheio e dizer, pro resto da vida, que estive numa final de Copa.

Hoje fui pra ver gente. Muita gente.  O jogo em si pouco me interessava pois o futebol do Flamengo é pobre, cansativo, não vale nem o ingresso. Mas eles, que pagam pra entrar, deviam cobrar quando saem.

É repetitivo, os rivais enlouquecem, a “Flapress” aparece, mas…  como eu queria jogar no Flamengo. Um dia, só uma vez. Mas eu queria saber como é perder a identidade por alguns minutos.

Deixar de ser fulano pra ser parte de uma massa que te empurra numa direção sem mais se importar com sua vontade própria.

Aos 10 minutos do segundo tempo, como que avisados por alguém ou ensaiados de véspera, aquele povo todo começou a pular e cantar numa altura de final de campeonato.  O Atlético foi recuando e o time do Flamengo perdeu rostos.  Ninguém viu quem errou passe, quem fez o gol, quem sofreu o pênalti. Não havia mais qualquer individualidade no Maracanã.

Da cativa ao camarote, do treinador ao centroavante, era uma certeza de que algo aconteceria a seu favor quase inabalável.  Eu diria, agora, após o jogo, que eles já sabiam. Pois nem assistindo a um VT de um jogo eu consigo ter tanta fé no resultado.

Aos berros, empataram. E como quem psicografa um livro, tomados por espíritos que não são deles, os jogadores do Flamengo foram ganhando confiança, talento, vontade, divididas e o campo adversário.

Até que Eduardo empurrou pro gol e correu na direção do povo.  Você pode jurar que quando um jogador vira uma partida e corre pra torcida ele quer dizer: “Eu sou foda! Me aplaudam!”.

Mas eu juro que neste caso, e talvez somente neste clube, ele correu dizendo “obrigado!”.

abs,
RicaPerrone

Como não cai?

Leia o post original por RicaPerrone

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Dizem por aí nas arquibancadas rubro-negras que “time grande não cai”. Eu discordo, muito, e espero não ter que vê-los convencidos do contrário em dezembro. Mas na real, se há uma tese a ser desenvolvida sobre isso talvez seja que “o Flamengo não cai”, mesmo tendo flertado tantas vezes, e porque não cai.

É repetitivo falar da torcida dos caras e isso revolta tricolores, botafoguenses e vascainos. Óbvio, é o ponto pouco discutível de uma lenda criada, mantida e hoje comprovada sobre a tal “força da nação”.

Não me diga que não é verdade, menos ainda que não faz tanta diferença. Estamos na rodada 14, os caras estão na lanterna. Qualquer um estaria fazendo protestos e só juntando cacos pra empurrar nas rodadas finais e desesperadoras.

Eles se anteciparam. Estão lá ao dobro do valor do ingresso cobrado pelo Flu, também carioca, vice líder até domingo.

Não é promoção, nem futebol, menos ainda pelo nível do adversário. Não me diga que é “flapress”, fica até desagradável numa segunda-feira como essa.

São os donos das ruas, comemoram não a vitória, mas a grande atuação que tiveram.

Não o time. Eles mesmos!

É raro, talvez único. Mas rubro-negros avaliam seu desempenho após o jogo como se fossem um jogador.

E não são?

Quem cruzou aquela bola ontem? Quem empurrou de cabeça? Quem não desistiu mesmo merecendo vaias e empurrou como se merecessem aplausos aos 40 do segundo tempo?

Era dia dos pais. Todo rubro-negro tinha todos os motivos do mundo pra não estar lá.

Mas enquanto todo mundo acorda e pergunta “porque ir ao Maracanã”, o rubro-negro se pergunta “porque não”?

abs,
RicaPerrone