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Egito 1×3 Rússia

Leia o post original por Rica Perrone

Embora empolgante, a campanha da Rússia não deve criar expectativas absurdas. Foram duas grandes vitórias, belos gols, mas é sempre muito importante ponderar os adversários. Egito e Arábia Saudita são muito fracos. Classificada. Pode dizer sem medo. O Uruguai não tem capacidade de perder pra Arábia amanhã. Nem se jogar com 10 dá pra perder…

Uruguai vence no sufoco

Leia o post original por Flavio Prado

Não foi uma boa estreia do Uruguai na Copa do Mundo. Tabarez renovou o meio-campo, a intenção era deixar o time mais leve e técnico, mas não funcionou tão bem. Cavani e Suarez devem ser mais bem acionados, a bola não chega redonda.

O time teve dificuldades para criar, o Egito bem armado por Hector Cuper fechou bem os espaços, mas sem Salah, pouco ameaçou no ataque.

Dentro da lógica, o Egito terá que vencer a Rússia. O saldo dos donos da casa deve dar a vantagem do empate aos russos no confronto direto. O Egito também vai jogar com a Arábia Saudita, mas não é simples ter a obrigação de golear.

Já o Uruguai deve confirmar sua classificação na próxima rodada contra a Arábia e com boas possibilidades de ser o primeiro do grupo.

Uruguai vence no sufoco

Leia o post original por Flavio Prado

Não foi uma boa estreia do Uruguai na Copa do Mundo. Tabarez renovou o meio-campo, a intenção era deixar o time mais leve e técnico, mas não funcionou tão bem. Cavani e Suarez devem ser mais bem acionados, a bola não chega redonda.

O time teve dificuldades para criar, o Egito bem armado por Hector Cuper fechou bem os espaços, mas sem Salah, pouco ameaçou no ataque.

Dentro da lógica, o Egito terá que vencer a Rússia. O saldo dos donos da casa deve dar a vantagem do empate aos russos no confronto direto. O Egito também vai jogar com a Arábia Saudita, mas não é simples ter a obrigação de golear.

Já o Uruguai deve confirmar sua classificação na próxima rodada contra a Arábia e com boas possibilidades de ser o primeiro do grupo.

Tomar gol do Egito é brincadeira, hein?

Leia o post original por Neto

Neymar deixou a marca dele contra o Egito

Não quero parecer nostálgico, mas sou do tempo em que encarar o Egito era amistoso para golear e treinar a equipe. Até aí foi o que o Brasil pareceu fazer nessa estréia dos Jogos Olímpicos de Londres. Enfiou logo três de cara. Mas depois pareceu pesar esse inicio de competição. Muitos erros de passe. Quando fui dar por conta os africanos tinham marcado duas vezes. Uma vergonha para uma equipe que tem defensores tão valorizados como Thiago Silva (vendido ao PSG por dezenas de milhões de euros) e Marcelo, titular do sempre galáctico Real Madrid. Motivo para desespero? Nem tanto. Ainda prefiro por a culpa na estréia.

Só tem uma coisa: se o Brasil apresentar essa mesma bolinha no restante do torneio, certamente não chegara nem na final. E para um grupo tão qualificado quanto o nosso, isso tem significado de fracasso total.

Por essas situações que não vejo o Mano tendo fôlego para chegar no cargo ate a Copa de 2014. Agora é obvio que individualmente o Brasil é muito superior aos rivais no quesito técnico. Por isso ainda me resta esperança de dias melhores. Me impressiona ver como o futebol mudou tanto, viu? Tomar dois gols do Egito é piada!

As lições da estreia brasileira em Cardiff

Leia o post original por André Rocha

– Assim como a compactação dos setores e a marcação adiantada, a movimentação do trio de meias-atacantes é parte importante da execução moderna do 4-2-3-1 de Mano Menezes. Pela direita, Oscar serviu Rafael e Damião. À esquerda, Hulk cruzou para Neymar, centralizado, encaminhar a vitória sobre o Egito em Cardiff;

– Mas é possível dosar melhor as combinações e voltar a aproveitar a mais básica: Hulk pela direita e Neymar do lado oposto trabalhando com pés invertidos e concluindo, Oscar mais centralizado distribuindo o jogo. Ou posicionar a nova contratação do Chelsea pela esquerda e deixar a Joia santista no meio;

– Rafael pode ser boa opção ofensiva pela direita. Os espaços às costas do ofensivo Ramadan mal cobertos pelo lento zagueiro Eldin deram a confiança necessária para o jovem lateral se soltar e até ir às redes. Com a cobertura de Thiago Silva, o perigo de bolas nas costas é bem menor;

– Já Marcelo precisa ser mais cauteloso. Mano preferiu apostar no limitadíssimo Juan e reforçar o ataque com Hulk, deixando David Luiz e Dedé de fora. Agora precisa criar compensações para proteger o lado frágil da zaga. Sempre pela direita, o Egito marcou com Aboutrika, Salah e criou mais duas boas oportunidades. Se Marcelo se mandar ou relaxar na marcação, o Brasil vai sofrer;

O 4-2-3-1 brasileiro marcando à frente e movimentando o trio de meias-atacantes por trás de Damião explorando pela direita os avanços de Ramadan e a lentidão de Elmin na cobertura.

– Os volantes foram corretos na proteção da retaguarda e na saída de bola. Mas caíram de produção junto com o time. Sandro e Rômulo podem e devem jogar mais. Danilo entrou relativamente bem e será “sombra” importante para não diminuir o ritmo da dupla titular;

– Mais uma vez a seleção olímpica foi intensa e objetiva na primeira etapa e desatenta e inconsistente no segundo tempo. Natural pela vantagem relativamente confortável. Mas novamente as entradas de Ganso e Pato, desta vez nas vagas de Hulk e Damião, pouco acrescentaram. Se o Brasil precisar de força e fôlego para reverter um cenário desfavorável, como será?

Danilo entrou bem no meio, mas Ganso e Pato pouco acrescentaram ao 4-2-3-1 brasileiro; na retaguarda, Juan foi a peça frágil mais uma vez e penou contra Salah.

– O triunfo sofrido na estreia pode ser encarado como positivo para afastar a soberba e o favoritismo exagerado. Mas também deve deixar lições para o Brasil seguir forte e competitivo na busca do ouro inédito.


Brasil ganha na estreia graças ao goleiro egípcio

Leia o post original por Mion

A verdade com ou sem dor

A estréia sempre mexe com o emocional das principais seleções ou grandes equipes. É normal e faz parte, porém o Brasil  me deixa com certa preocupação porque não demonstrou nenhuma organização tática, principalmente erros de posicionamento na defesa. Os egípcios tiveram uma postura mais correta, é evidente que a melhor qualidade técnica do time brasileiro deixou a impressão de a equipe estar bem estruturada. E é bom deixar claro, o Egito não é ruim, longe disso, tem um time de boa qualidade tanto que vive brigando por títulos em seu continente. No fundo vale a vitória por 3 a 2, entretanro o goleiro adversário falhou feio em dois gols, assim  a nossa seleção poderia até perder.

Houve acomodação no segundo tempo e quando o time de Mano tentou reagir, os egípcios tomaram gosto do jogo. O Brasil continua pecando nas saídas de bola, os volantes são limitados demais e o vício de sair correndo com a bola em busca de contra-ataques e fazer os gols. Tudo na correria e excesso de dribles desnecessários. Falta toque de bola, dominar o adversário mostrar que é o dono do campo. O que sobra nas seleções principais da Espanha, Alemanha e Itália, as principais equipes do futebol mundial no momento (a Eurocopa mostrou isso), falta no Brasil. Não joga futebol, recupera a bola e sai correndo para fazer gol.

Não ouvi ninguém salientar que dos três gols brasileiros, dois o goleiro Shenawi falhou feio em dois. No segundo gol brasileiro, saiu que nem um louco varrido e ficou no meio do caminho. Damião finalizou com a trave guarnecida apenas por um zagueiro desesperado que nada pode fazer. No terceiro, a cabeçada de Neymar é fraca, vai em direção de suas mãos que acaba espalmando para dentro do gol. Não gostei do comportamento tático, o Brasil aproveitou as falhas do goleiro adversário e prevaleceu a individualidade para vencer o Egito. Muito pouco, porém ainda é cedo, vamos esperar a próxima partida.

Engessando Neymar, Brasil passa sufoco contra o pobre Egito. Pior mesmo, só o som baixinho do Baixinho Romário

Leia o post original por miltonneves

Ufa!

3 a 2!

Com as calças na mão!

Alô, Mano Menezes, liberte o menino Neymar!

O forte dele é o improviso e proibindo o menino de praticar o futebol-moleque que sabe, torna-se comum.

Um Hulk sem físico.

No mais, deu pro gasto.

Mas o goleiro Neto é fraco, Juan é duro feito pau e Oscar é craque.

E se o autor do segundo gol do Egito fosse um pouquinho melhor, teríamos… perdido!

Creiam.

Mas, querem saber, com tanta seleção ruim vamos ganhar o ouro olímpico pela primeira vez.

Nisso, acertará Romário, que é excelente comentarista.

Mas que tal o pessoal da Record aumentar o áudio do Baixinho?

Afinal, microfone é igual picolé: tem que botar na boca!

E o Mano Menezes?

Nos dois primeiros gols do Brasil, ao invés de gritar, pular, vibrar, comemorar e incentivar, espalmou as mãos pedindo… calma!!!

Ora, na hora do gol use as duas mãos para… aplaudir, Mano!!!

OPINE!!!

Estreia brasileira ressalta falhas do São Paulo com Oscar, Hulk e Lucas

Leia o post original por Perrone

Dispensado das categorias de base do São Paulo, Hulk deixou sua marca na apertada vitória da seleção olímpica sobre o Egito ao cruzar para Neymar marcar o terceiro gol brasileiro.

Um brilhareco, se comparado com o brilho intenso de Oscar, que os são-paulinos perderam para uma parceria formada por empresários e pelo Inter. O novo jogador do Chelsea mostrou classe como garçom nos dois primeiros gols do time de Mano, quando o jogo estava uma moleza.

Lucas, que o São Paulo (ainda) não vendeu, apesar de o Manchester United oferecer mais por ele do que o Chelsea pagou por Oscar,  assistiu a tudo do banco de reservas, de onde terá dificuldade para se afastar.

Nesse cenário, a estreia olímpica da seleção  terminou com a certeza de que os cartolas do Chelsea estão vibrando com a contratação de Oscar. Enquanto os são-paulinos devem estar ainda mais arrependidos por já não terem dito sim ao United.

Claro, os 3 a 2 deixaram também a desconfiança de que o torcedor brasileiro vai sofrer com um time irregular. Como o Corinthians dos tempos de Mano, que era atraído perigosamente para a defesa quando o jogo parecia ganho.