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O “azarão” não lhe cabe

Leia o post original por Rica Perrone

Um treinador desconhecido, um clube vindo da série B, uma rápida retomada e sim, surpresa. Não se esperava tanto tão rapidamente. E então o Inter se recoloca no cenário competitivo de alto nível do Brasil e começa se deparar com jogos como Nacional e Cruzeiro, onde se posta como um “azarão” fora, se defende bem,…

O “azarão” não lhe cabe

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Um treinador desconhecido, um clube vindo da série B, uma rápida retomada e sim, surpresa. Não se esperava tanto tão rapidamente. E então o Inter se recoloca no cenário competitivo de alto nível do Brasil e começa se deparar com jogos como Nacional e Cruzeiro, onde se posta como um “azarão” fora, se defende bem,…

Ainda há “Flamengo” no Flamengo

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Se os salários tão em dia, o Barra Music não atrai o elenco, a paz está reinando e o clube virou exemplo de gestão, algo tinha que permanecer intacto: a vocação. Hoje cedo eu conversava com um amigo rubro negro, o Dudu, e falávamos exatamente no cenário. Casa cheia, time bem, euforia, favoritismo… conhecendo futebol,…

Suas idéias não correspondem aos fatos

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Quando o Galo abriu mão dos titulares na Sulamericana o recado era claro: não dá pra disputar 3 campeonatos, vamos focar em dois. Sendo óbvio que a Copa do Brasil é o alvo mais realista e bem pago. Compreendi. Faria também. Acho a Sulamericana um torneio fraco e superestimado por ser “internacional”. Mas entendi que…

Você num guenta, Diego!

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Diego Souza está perto dos 33 anos, portanto, indo pro final da carreira. Poucos jogadores de talento – como é seu caso – jogaram em tanto time grande quanto ele. E dos que jogaram, talvez nenhum tenha saído com tão poucas medalhas no peito.

Trata-se do jogador diferenciado, mas que não aguenta. Nunca decide decisões. Quando protagonista, some. Quando coadjuvante, brilha.  E brilha feito vaga-lume. Porque já já some, e aí vocë nem sabe onde vai piscar de novo na próxima.

Eu não estou escrevendo isso por causa do pênalti. Seria covardia.

Mas a bola nos pés dele nos acréscimos, de frente pro Cassio, e ele corre pra lateral pra fazer cera ao invés de matar o jogo, é o simbolo de um jogador que não sabe decidir.

Aí vem os penaltis. Ele abre, e ele erra. Era um roteiro facil, convenhamos. 90% de quem assistia ao jogo disse “ele vai perder”. Mas o Aguirre é novo no futebol nem desconfiou que era melhor abrir com um jogador menos abalado do que o quem fudeu o jogo nos minutos finais.

Diego Souza joga muita bola. Mas joga quando quer. E quando precisa, nunca quer. Tem gente que nasceu pra vestir a camisa do São Paulo, do Flu, do Grêmio, e tem gente que nasceu pra ficar no Sport. Com todo respeito, há uma diferença.

E se você não sabe qual é, tá explicado hoje pela milésima vez.  Tem camisas que tu não guenta, Diego.  Volta pro Sport, volta.

abs,
RicaPerrone