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Cleber está bem?

Leia o post original por Odir Cunha

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A foto acima é do jornal Bild, um dos mais bem informados sobre futebol na Alemanha. Ela foi feita no dia 24 de novembro, portanto há cerca de um mês. Ela diz que o ideal no caso do joelho de Cleber seria uma cirurgia, mas esta não seria realizada este ano, pois o médico do clube, o senhor Götz Welsch, decidiu optar por um tratamento conservador. Será que os dirigentes do Santos contrataram Cleber sabendo que ele precisará de uma cirurgia no joelho se o tratamento conservador não der certo?

Cléber está bem?

Como se sabe, o Santos assinou com o zagueiro Cleber um contrato de quatro anos. Nascido em São Francisco do Conde, Bahia, em 5 de dezembro de 1990, Cleber Janderson Pereira Reis Cabral acabou de completar 26 anos e é um jogador experiente, que se destacou na Ponte Preta, passou pelo alvinegro de Itaquera e foi contratado pelo Hamburgo por quatro milhões de euros. Pesquisei na imprensa alemã sobre a situação de Cleber no Hamburgo e fiquei com uma pulga atrás da orelha: alguns veículos dizem que ele tem “um persistente problema no joelho”.

Em abril de 2015 ele sofreu uma ruptura capsular do joelho direito durante o chamado derby do Norte, contra o Werder Bremen, e desde então ficou um bom tempo fora do time e atualmente estava na reserva. Seu último jogo ocorreu em novembro, em Dortmund e há semanas ele sofre de problemas no joelho.

Recebi uma denúncia, vinda de Santos, de que o clube contratou Cleber por quatro anos sem fazer um exame médico no rapaz, o que, no caso, seria temerário. Um site diz que Cleber teria apresentado um exame médico feito pela CBF tempos atrás. Enfim, fica essa dúvida e este espaço está à disposição da direção do clube para o devido esclarecimento.

Quanto ao preço pago pelo passe, as informações são contraditórias. Uns dizem que o Hamburgo pediu quatro milhões de euros, mas o Santos pagou três. Outras fontes afirmam que o valor ficou em dois e meio. Como o jogador tem contrato com o Hamburgo até 30 de julho de 2018, caso seja negociado nesse período, o clube alemão ficará com 60% do valor.

O torcedor santista se preocupa com o estado clínico de Cleber porque o clube já passou por algo assim antes. Em 2009, por indicação do técnico Vanderley Luxemburgo, o Santos contratou Émerson, ex-volante do Real Madrid e da Seleção Brasileira. Mas o jogador veio machucado, não conseguiu jogar e em 2010 entrou com uma ação trabalhista contra o clube.

Ainda segundo a imprensa alemã, Cleber tem afirmado que está bem e poderia ser escalado, mas o técnico está preferindo outros jogadores. Disse ainda que a mudança para Santos será ótima para sua família. “Santos é um lugar onde minha família se sentirá bem”, afirmou.

Tarimbado, com porte atlético de 1,83m, Cleber pode ajudar muito o Santos na Copa Libertadores, mas isso, é claro, desde que esteja cem por cento física e clinicamente. Com seus dois melhores zagueiros em recuperação – Gustavo Henrique e Luiz Felipe –, o Alvinegro Praiano não pode se dar ao luxo de contratar mais um jogador de defesa com problemas.

E você, o que acha disso?

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Mano pode dar um jeito no Cruzeiro

Leia o post original por Quartarollo

Nesta terça-feira, o Cruzeiro apresentou Mano Menezes como novo treinador para o lugar do demitido Vanderlei Luxemburgo.

Ele assinou contrato até dezembro de 2016, portanto, é um trabalho pretensamente mais longo que o usual.

Mano é ótimo treinador. No ano passado, mesmo contrariando alguns colegas, penso que fez ótimo trabalho no Corinthians onde teve inúmeros problemas, entre eles o de ficar os últimos meses sem receber salários.

Mesmo assim levou o time à Libertadores da América e só fez um ponto a menos que o São Paulo que tinha um elenco muito melhor.

Conviveu com contusões, suspensões e convocações de jogadores para a Seleção.

Várias vezes ficou sem Guerrero, seu principal jogador e foi tocando como dava.

Nunca reclamou da situação, ao contrário, buscou soluções e conseguiu algumas interessantes.

Teve jogo que foi obrigado a escalar Romero, Romarinho e Malcon no ataque.

Malcon, que diga-se de passagem estava verde de tudo, acabou jogado às feras com a confiança de Mano.

Houve um momento que ofereceram Welington Nem que queria voltar ao Brasil e a posição do treinador foi direta: “Se Welington vier Malcon não vai jogar nunca. Vamos dar chance ao garoto que já está aqui”

Hoje Malcon é titular, é mais jogador que no ano passado e pode ser considerado revelação nesse time do Corinthians.

Foi com Mano também que alguns medalhões tiveram que deixar o clube. Coube a ele a reestruturação de uma equipe envelhecida e super valorizada pelo Mundial do Japão.

Emerson foi emprestado ao Botafogo depois de passar seis meses antes da volta de Mano apenas morgando e recebendo salários.

Mano não se deu bem com ele. Não se deu bem também com a indolência de Alexandre Pato que não queria nada com nada e pouco acrescentava ao time.

Pato acabou no São Paulo por empréstimo em troca de Jadson em definitivo.

Foi bom para os dois, mas no começo também Jadson teve problemas para se soltar.

Digo tudo isso por respeito a um treinador que é muito questionado principalmente pela sua passagem na Seleção Brasileira.

Na minha opinião, quando começou a ajustar o time foi demitido de forma intempestiva pelo indefectível José Maria Marin, hoje preso na Suiça acusado de corrupção no futebol, enquanto Mano seguiu seu caminho naturalmente.

O Cruzeiro contratou alguém que pode ajuda-lo. É bom também para o futebol brasileiro que tem de volta à vitrine um técnico de nível internacional.

Mano não ficou parado esse tempo todo. Foi buscar informações, fez curso na Europa, foi buscar intercâmbio e pode acrescentar muito ao Cruzeiro.

Boa sorte para ele e para a Raposa mineira.

Será que os “craques” negociados pelo São Paulo fazem tanta falta para Osório?

Leia o post original por Quartarollo

A justificativa para o aborrecimento do técnico Juan Carlos Osório mais do que as últimas três derrotas para Goiás (3 x 0); Ceará (2 x 1) e Flamengo (2 x 1), foi o fato da diretoria ter negociado 8 jogadores de uma tacada só para tentar equilibrar as contas do clube. Se sentiu traído.

Também há o fator México nessa posição de Osório. Houve uma proposta não aceita pelo treinador para ganhar mais na Seleção Azteca visando a Copa de 2018, na Rússia.

Não foi aceita, mas foi levada à mesa pelo treinador para discutir a sua permanência no clube.

Será mesmo que o técnico perdeu tanto do seu elenco como querem fazer crer seus adeptos futebolísticos e da imprensa?

Vamos analisar: Saíram Rafael Tolói, Dória, Paulo Miranda, Denílson, Souza, Jonathan Cafu, Ewerton e Boschilia.

Nenhum deles é absoluto no time de Osório. O zagueiro Tolói foi o último da turma a dar adeus.

Foi para o Atalanta numa boa negociação para o São Paulo e não vinha sendo aproveitado nos últimos jogos embora Osório o tenha rotulado como bom zagueiro.

A explicação é que ele estava em negociações e o técnico parou de utiliza-lo.

Mas como ele disse que foi surpreendido com mais uma venda no fim de semana, então parto do princípio que não sabia que Tolói estava de saída.

Dória não era do São Paulo. Estava por empréstimo até o meio do ano e o São Paulo não conseguiu prorrogar o contrato com o Olympique, de Marselha.

Tentou, mas não conseguiu e por isso foi contratado o tosco Luiz Eduardo que é um zagueiro de pé esquerdo como queria Osório.

Denílson e Souza eram muito criticados, no Morumbi, e não eram absolutos na cabeça de área e nem na cabeça do treinador.

Jonathan Cafu é jogador para time pequeno. Veio da Ponte Preta, mas nem na Ponte teria lugar hoje. É fraco.

Ewerton pode ter futuro e vai ganhar rodagem no Atlético Paranaense. Duvido que seria utilizado por Osório no time principal.

E Boschilia era uma promessa que podia se confirmar, mas tem muitos defeitos para ser o meia que o time precisa.

Erra mais do que acerta no jogo. Não era também homem para mudar o estilo do tricolor.

Ou seja, Osório lamentar a saída dos atletas é compreensível, mas não é coisa para se esgoelar. Devagar aí, professor.

O elenco não foi desfeito. O São Paulo aproveitou boas chances de negociação com jogadores discutíveis que pouco acrescentam neste momento.

O técnico Tite perdeu jogadores muito mais importantes no Corinthians e seguiu a vida.

Remontou o time e é líder do Campeonato Brasileiro mesmo com saudades de Guerrero, que era o melhor jogador do time; Emerson, Fábio Santos e até Petros, que ajudava quando podia.

Não devemos valorizar demais o que não tem tanto valor. Ficar órfãos desses 8 jogadores vendidos pelo São Paulo beira a heresia.

Agora só falta Edson Silva ser mesmo negociado com  Bahia, Vitória ou Botafogo, que dizem se interessar por ele.

Se for, será bom negócio para o tricolor. Ele é muito ruim, não tem futebol para jogar na zaga sãopaulina e deve ganhar um bom salário pelo que joga.

Mas com certeza Osório vai lamentar também mais um desfalque.

Ele gosta de jogador para fazer rodízio.

Mas todos são carne de segunda. Picanha está em falta, Osório.

Por isso a Churrascaria Morumbi está em crise.

 

Guerrero e Emerson em campo contra o Corinthians

Leia o post original por Quartarollo

Se eu fosse dirigente do Corinthians esta manchete seria verdadeira amanhã à tarde, no Maracanã, no jogo com o Flamengo.

Os dois jogadores já estão treinando e jogando pelo Flamengo. Ainda teriam contratos com o Corinthians, mas foram liberados por economia dos últimos meses de salários no cofre do time paulista.

Houve um acordo verbal e também assinado entre os clubes que eles não poderia jogar amanhã de jeito nenhum.

Mas cá entre nós. Que chance perderam os dois times, hem.

Se eu fosse o presidente Roberto de Andrade, do Corinthians, proporia o seguinte.

Bota os dois para jogar, faz o Guerrero estrear contra a gente e vamos dividir essa renda ou pelo menos fico com uma porcentagem dela.

Com Guerrero estreando contra o Corinthians daria para lotar o Maracanã. Seria o grande assuntos da semana e todos poderiam ganhar mais.

No aspecto técnico, é claro que o Flamengo ficaria mais forte como já mostrou com Guerrero em campo contra o Internacional, em Porto Alegre, no meio de semana, mas e daí?

Todos estariam mais motivados e poderia dar um jogo melhor que é o que estamos precisando urgentemente neste Campeonato Brasileiro.

Fica tudo, no entanto, para o segundo turno aqui no Itaquerão quando Guerrero e Emerson, salvo imprevisto de último hora, estarão em campo contra o Corinthians.

Dá para fazer uma festa aqui também. Vamos aguardar. Lamento que ambos não estejam em campo amanhã. Perdeu o futebol e perderam a chance de ganhar mais dinheiro.

É a minha opinião.

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Nesses tempos de Jara, Neymar, Emerson e outros mais, só restava mesmo ao inventor do Fair Play sair de cena

Leia o post original por Quartarollo

Morreu o tcheco Masopust aos 84 anos de idade. Estive com ele há algum tempo em uma visita antes da Copa do Mundo ao Memorial da América Latina.

Esse merece ser reverenciado. Para quem não conhece a história, escrevi na ocasião esse texto abaixo aqui no Blog:

O HOMEM QUE INVENTOU O FAIR PLAY

Hoje a frase já é muito batida. Todo mundo a repete a exaustão, mas em 1962 ninguém imaginava que era preciso cunhar o jogo limpo pois o jogo já devia ser limpo por natureza.

Também haviam os mais agressivos, aqueles que queriam ganhar a todo custo e de qualquer jeito.

Mas um gesto marcou a história para sempre. Virou símbolo de respeito humano, de dignidade esportiva e de jogo limpo e no futuro que é hoje é chamado de FAIR PLAY.

Corria o segundo jogo do Grupo 3 da Copa do Mundo do Chile, em 1962, há exatos 50 anos no último dia 2 de junho no gramado do estádio Sausalito na bonita cidade de Viña del Mar.

O dono do gesto foi Masopust indicado como melhor jogador da Europa em 62, era o homem que comandava a equipe da então Tchecoslováquia neste jogo contra o Brasil quando Pelé sentiu uma contusão muscular que o tiraria da Copa do Mundo.

Na época não havia substituições e muitos jogadores contundidos iam jogar na ponta-esquerda para fazer número até terminar a partida.

Há muitas histórias de jogadores que viraram heróis já que ficavam parados no ataque sem nenhuma atenção do adversário porque estavam contundidos e como ainda participavam do jogo não custava nada também chutar a gol se a bola passasse por perto. Muitos deram vitórias importantes para os seus times.

Com Pelé não foi assim. Ficou mesmo fazendo número. Quando sentiu a contusão houve um momento de comoção em todo o estádio.

Silêncio total com Pelé morrendo de dor parado a frente do grande Masopust.

O tcheco poderia dominá-lo facilmente, armar o contra-ataque se aproveitando da contusão do adversário e no entanto ficou esperando o camisa 10 brasileiro tocar a bola  para sair de campo.

E saiu amparado por Masopust que lhe deu o ombro amigo, mas com camisa de outra cor.

O gesto lhe rendeu o apelido de “Cavaleiro” tcheco e aplausos de todos os presentes em Sausalito naquela tarde.

Pelé voltou capengando para o campo e notou que outros jogadores tchecos também não lhe combatiam respeitando a sua dor.

“Nesse jogo, experimentei uma emoção diferente; a do respeito dos tchecos pela minha situação física. O Masopust e o Popluhár, quando me viam com a bola, deixavam que eu concluísse a jogada, não me pressionavam, não tentavam o desarme. Também o lateral Lála, quando passei a fazer número na esquerda, facilitava minha movimentação. Os tchecos também lutavam pela classificação, precisavam da vitória, mas colocavam em primeiro lugar o adversário ferido! Isto foi muito emocionante e é uma das mais gratas revelações do mundial de 1962″, conta no livro “Pelé – O Supercampeão”, de Orlando Duarte.

Masopust conta assim o lance com Pelé: “Vi que o Pelé recebeu a bola na direita do campo e corri até ele, mas quando percebi que o brasileiro estava machucado, brequei a dois metros dele… e esperei ele fazer o passe” e ainda acrescentou ” “Sempre defendi o fair play no esporte”

Não só defendia como mostrava como fazer. Esses foram outros tempos. Tempos em que valia a pena jogar pelo jogo e respeitar a dor do adversário. Tempos que o futebol era apenas um esporte.

Hoje no Memorial da América Latina encontrei Masopust convidado pelo Ministro do Esporte Aldo Rebelo para abrir a Exposição sobre o Mundial do Chile.

Foi homenageado e trouxe consigo alguns companheiros do vice mundial de 62.

Lá estavam também os brasileiros bicampeões mundiais Coutinho, Zagallo, Pepe, Jair da Costa, Mengálvio e Gilmar dos Santos Neves, que mesmo em cadeira de rodas fez questão de aparecer.

Foi algo impressionante e nostálgico. Todos já com idade avançada e com muita história bonita para contar.

Fiquei olhando aquele senhor tranquilo carregando nos ombros seus 81 anos, um respeitoso cavaleiro.

Cavaleiro que um dia diante de Pelé também teve seu momento de Rei e deixou uma lição que não envelhece nunca. Por isso é tão respeitado.

Não é à toa que os brasileiros o observavam com tanta reverência e talvez até mesmo com um gesto de agradecimento. Ele merece.

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De que adianta vender tantos jogadores se os clubes continuam endividados?

Leia o post original por Quartarollo

São Paulo vai fazer quase 50 milhões na venda de três jogadores nessa janela internacional.

Saíram Rodrigo Caio, Denílson e até o fraco Paulo Miranda.

O São Paulo é o time que melhor vende no futebol brasileiro e já faz um bom tempo.

Conseguir vender Denílson para o Betis, de Sevilha, por quase 30 milhões de dólares na época foi uma proeza.

Vender Lucas por 108 milhões de reais para o Paris Saint Germain outra proeza.

E daí? O clube continua com dívidas. O que fazem com todo esse dinheiro. Ficam sem o jogador e sem o dinheiro.

Cadê o dinheiro do Lucas? Dizem que mais da metade quitou empréstimo bancário, mas quando a nova diretoria assumiu a dívida continuava alta.

O Santos vendeu Neymar e está pobre de novo. Não satisfeito em perder o melhor jogador do futebol brasileiro dos últimos 20 anos, resolveu fazer uma dívida de mais de 40 milhões por um atacante médio chamado Leandro Damião.

Agora vai perder o jogador na justiça por descumprimento de contrato e ficará só com a dívida. Que belo negócio, não?

Palmeiras diz que vai pagar por produtividade, mas contrata um veterano como Lucas Barrios pagando um altíssimo salário.

Uma incoerência para quem dizia que não podia gastar muito. As informações dão conta de que serão 450 mil por mês.

O Corinthians contrata Pato por 40 milhões e agora não sabe o que fazer com ele. A única certeza é que vai perder muito dinheiro.

Deve muito, tem que pagar o estádio e o elenco perde qualidade a cada mês.

Não pagaram Guerrero, mas pagarão o Pato e pagarão muito caro.

O Flamengo veio com aquela mesma conversinha de que agora iria equacionar sua imensa dívida que é a maior do país e que não gastaria mais do que pode pagar.

Essa mesma diretoria vai gastar os tubos para ter Guerrero e Emerson. Durma-se com tanta incoerência.

O problema é que eles não fazem conta de nada. O Santos podia pelo menos tentar segurar Neymar com os milhões que emprestou para ter Damião.

Pelo menos seria uma dívida altamente justificável e o Corinthians poderia dar um pouco do que deu por Pato para manter o Guerrero no elenco.

Isso devia ser feito bem antes. Precisamente quando o Corinthians foi campeão do mundo.

Era sentar e prorrogar o contrato do peruano, mas resolveram investir em Alexandre Pato que era quase um reserva de luxo do Milan que se livrou dele de bom grado.

Salve o pobre rico futebol brasileiro, o paraíso dos maus negócios.

Os empresários agradecem. Eles adoram essa situação. Alguns dirigentes de clube também adoram. São sócios.

 

 

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O Corinthians precisa de reforços urgente

Leia o post original por Nilson Cesar

O Corinthians não tem mais Guerrero e Emerson Sheik e com isso perdeu todo o seu poder de ataque. Sem ataque, sem gols. A diretoria está sem dinheiro e diz estar correndo atrás. Claro que fica difícil repor gente da mesma qualidade dos dois que saíram. A tarefa do Corinthians este ano não será nada fácil, e com esse grupo que aí está dificilmente chega entre os quatro primeiros no campeonato brasileiro. Tite começa a ser questionado pelo torcedor, mas na verdade a culpa do treinador não é tão grande assim. Coloca em campo aquilo que tem e com esse grupo fica difícil fazer milagres. A diretoria precisa urgentemente resolver a situação financeira do clube. Cristian, Vagner Love entre outros foram mal contratados e custam caro demais. Não será fácil para o Corinthians colocar a casa em ordem, e o torcedor precisa ter calma e muita paciência até esse ciclo passar. O ciclo de vitórias passou e agora resta tentar aceitar o momento atual. Essa é a realidade.

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Violência pode

Leia o post original por Rica Perrone

Na Libertadores da América é assim.  Boca e River podem trocar voadoras no peito por 90 minutos.  Os times do Chile podem atirar bolas de golfe no gramado, e os estádios não precisam ter nem chuveiro pra receber um jogo na Venezuela. Mas manda um brasileiro pra julgamento pra ver o que acontece… Emerson Sheik […]

Saiba porque Valdivia só pegou dois jogos de suspensão e Emerson quatro

Leia o post original por Quartarollo

Departamento Jurídico do Palmeiras trabalhou bem e desqualificou a denúncia de Valdivia de agressão para ato hostil. Chileno só pegou dois jogos de suspensão, um já cumprido, e ficou no lucro após o pisão em Amaral, volante do Flamengo, no … Continuar lendo

Renovar elenco não é tão simples como se pensa

Leia o post original por Neto

Pentacampeão Lúcio vem treinando separado no São Paulo

Pentacampeão Lúcio vem treinando separado no São Paulo

Com a má fase dos clubes de São Paulo e do Rio já tem muito torcedor pensando em renovação total de elenco. Afinal é difícil aguentar gente sem vontade ocupando o lugar de quem merecia ou queria estar ali. Pois bem, mas fazer esse tipo de trabalho não é tão simples quanto se imagina. Os dirigentes amarram muitas vezes contratos longos com multa rescisória que fica difícil desvincular o cara depois.

Vejam o caso do zagueiro Lúcio. O pentacampeão chegou em fim de carreira no São Paulo e não conseguiu atuar em alto nível. Pois bem, com contrato em vigor os dirigentes do Tricolor tiveram que afastá-lo. Ou seja, ficou treinando separado do grupo. Mas não tinha como mandá-lo embora porque senão teria que pagar o valor correspondente ao fim do vínculo. É muita grana!

No Corinthians tem muita gente querendo a rescisão dos mais experientes do time, casos por exemplo do Emerson, Danilo e Douglas. Mas se fizerem isso o clube quebra porque não tem dinheiro pra bancar a saída dos três. Então é muito provável que o Timão comece a pré-temporada com o mesmo elenco que terminou 2013. A não ser, é claro, que a direção consiga emprestar alguns deles. Pelas informações que tenho o Flamengo quer o Emerson e o Douglas. De repente é bom negócio para os dois. Afinal os caras são bons jogadores, só precisam de uma nova motivação já que ganharam tudo no Corinthians.

No Flu, que ainda tem muitos remanescentes do título brasileiro de 2010, acontece algo parecido. Vários renovaram seus contratos e para o clube fazer a limpa tem que abrir o cofre. O problema é que está todo mundo quebrado financeiramente. Portanto é bom esse pessoal ficar esperto antes de contratar algum medalhão. A alegria da vinda muitas vezes se transforma na dor de cabeça da ida.