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Corinthians precisa melhorar e muito .

Leia o post original por Nilson Cesar

Agora tem Wagner Love e precisa de mais reforços . O Carille irá ter muito trabalho para ajeitar o Timão . Os caras precisam render muito mais . Ramiro , Richard e Sornoza precisam jogar o que podem . Por enquanto estão bem abaixo do que se espera . Palmeiras tem um time pronto . São Paulo me parece bem melhor que a temporada passada e o Santos claramente pode evoluir . Cabe ao Corinthians melhorar . Sem duvida teremos um Paulistão com muitas emoções reservadas. O bicho vai pegar .

Palmeiras quase campeão e o Corinthians vai lutar muito para não cair .

Leia o post original por Nilson Cesar

O Palmeiras é o virtual campeão brasileiro de 2018. Tem um elenco bem melhor que os outros e é merecedor do título . Só acho que o Verdão está distante de ser um super time . Por outro lado o Corinthians vai lutar e muito para não cair para a série B do campeonato brasileiro . O Corinthians está cumprindo a cartilha do rebaixamento . Talvez isso só não ocorra pois existe alguns times piores . Teremos muitos emoções ainda até o final . A briga lá embaixo será sensacional . Na parte de cima da tabela as coisas estão já quase definidas . E as férias já estão chegando .

Libertadores, emoções para todos os gostos e sofrimento

Leia o post original por Mion

A realidade com ou sem dor

A realidade com ou sem dor

    Não precisou ser torcedor do Atlético-PR para viver emoção intensa na partida diante do Sporting Cristal. Já acompanhei milhares de jogos, poucas conseguiram despertar tal sentimento. Os atleticanos fizeram um teste cardíaco, quem passou, pode ter certeza não morrerá tão cedo por problemas no coração. A Libertadores realmente é um torneio diferenciado e para superar obstáculos precisa de algo mais. A meninada do Furacão mostrou que tem este algo a mais e a partir desta classificação suada, amadureceram barbaridade. Já o Botafogo proporcionou emoções bem opostas. Antes do jogo aquele clima de insegurança, entretanto bastou Wallison mostrar porque veio e a galera explodiu de alegria. O clube carioca não só ganhou a vaga como tem um novo candidato a ídolo depois da saída traumática de Seedorf.

A festa brasileira diante de seus adversários sul-americanos deu a largada oficial do ano de 2014. Não há como negar que até então com os campeonatos estaduais desprezados pela maioria dos grandes clubes, o futebol ainda estava naquele período de aquecimento. Logicamente o Botafogo viverá uma nova fase. A saída de Seedorf esfriou a esperança dos botafoguenses. A bela partida de Lodeiro e o surgimento do carrasco Wallison recoloca o Fogão no prumo, estado que permaneceu durante todo o ano de 2013.

Sem dúvida o Furacão tem que comemorar em dobro. Durante a partida por duas vezes estava desclassificado, manteve o equilíbrio para reverter. Uma equipe que tem em média 24 anos poderia tremer, não foi isso que vimos. Ao contrário com maturidade instantânea superou todas as fragilidades, assumiu o espírito de Libertadores e carimbou seu passaporte para a fase de grupos. As duas vitórias comprovam que Furacão e Fogão estão na briga e vão incomodar outros tidos como favoritos.

Zenon: “sou humano, sinto emoções”

Leia o post original por Wanderley Nogueira

* Publicado em 07/06/1981

Zenon_1A vida de um homem é repleta de variações. Bons e maus momentos. Talvez esteja nestas alterações, o verdadeiro sabor de viver, de vencer, de construir. A vida apresenta situações interessantes, entusiasmantes e emocionantes. É comum um homem emocionar-se ao voltar no lugar em que nasceu. Pelo seu cérebro passam milhares de recordações e apesar dos olhos abertos, ele sonha por algum tempo. Os sonhos mostram fatos agradáveis e péssimos, mas não deixam de ter a moldura gostosa de todos os sonhos.

Mas o homem não fica emocionado somente ao voltar ao lugar do nascimento. Ele sente prazer e delicia as lembranças, sempre que retorna ou reencontra velhos amigos, antigos cenários, momentos de tristezas e alegrias. O homem não é insensível. O homem está acima do profissional. O homem comanda as reações do profissional.

Quando Zenon ingressar no estádio do Guarani de Campinas, o coração catarinense certamente estará um pouco mais acelerado que o normal. Foi ali que o seu futebol se firmou, surgiu, confirmou desde 1976. Seus lançamentos, sua criatividade, sua habilidade levaram-no a uma espécie de liderança dentro do Guarani até o momento de sair para os dólares dos árabes. Zenon não esconde o carinho que tem pelo Guarani, por Campinas e sabe que ele é daqueles jogadores que quando passam por uma agremiação, os torcedores nunca esquecem.

“São as emoções, os sentimentos, que diferenciam um racional de um irracional. Não seria correto esconder que para mim é emocionante jogar em Campinas, contra o Guarani, defendendo o Corinthians. Recebi da torcida campineira o mesmo carinho que estou recebendo da torcida corinthiana. A torcida do Guarani soube respeitar-me em todos os momentos e eu procurei agradá-la em todas as situações”.

“Sou humano, sinto mágoas, alegrias, emoções…”.

“No Guarani enfrentei obstáculos da vida e consegui superá-los. No período em que estive jogando pelo Guarani muitas coisas boas aconteceram: conheci minha mulher, conquistei títulos, consegui vitórias inesquecíveis e foi no Guarani que o meu futebol começou a ficar conhecido. Nunca escondi que gosto de sentir que as pessoas gostam de mim. Não é excesso de vaidade, mas a alegria de ver um trabalho reconhecido e aplaudido. Isso gera uma maior responsabilidade. Gosto de ser visto como ídolo pelo fato de sentir obrigação de jogar bem, para não decepcionar os torcedores que confiam em mim”.

“O carinho e a atenção recebidas por mim em Campinas, exigiram que os meus treinamentos fossem mais intensos, até cansativos, e os chutes começaram a se aproximar da perfeição. Percebi que não é a força e sim a malícia, o veneno, o efeito, a colocação. Mas somente os treinamentos permitem uma execução perfeita”.

Zenon não deixa de anunciar publicamente o desejo de jogar pelo selecionado brasileiro: “Na minha maneira de ver as coisas, um lançador como eu, teria vez no selecionado do técnico Telê Santana. Ainda tenho esperanças de ser lembrado por ele”.

“Mas voltando ao jogo contra o Guarani, apesar de instantes de emoção, espero jogar muito bem pelo Corinthians. Garanto que a torcida de Campinas entenderá. Verá o profissional dedicado e que defendeu com lealdade as suas cores. Devo fazer o mesmo com relação ao Corinthians”.

“Ficará feliz ao sentir que a dupla Zenon-Sócrates está se entrosando, o mesmo entrosamento que existiu no Guarani comigo, Zé Carlos e Renato, além de tantos outros jogadores. Sabe, a afinidade entre Zenon e a torcida do Guarani é muito grande”.

“É claro que o Guarani terá a sua torcida, terá esta força tão importante, mas tenho certeza que serei recebido como um verdadeiro filho pródigo que a casa retorna. Estarei trabalhando numa outra empresa, com outros funcionários, com outros patrões, com outros torcedores, mas não são motivos suficientes para o rompimento entre Zenon e os torcedores do Guarani”.

“Digo mais, acho que não teria conseguido o sucesso que consegui se não tivesse tido o apoio que tive da torcida bugrina”.

“Quando ingressar no gramado do estádio do Guarani não poderei deixar de recordar os jogos mais importantes que ali atuei. Lembrar de um time veloz, criativo, batalhador e repleto de humildade e convicção do seu poderio”.

É comum a comparação Didi-Zenon. O chute, a grande arma de ambos é sempre enaltecida. Zenon admite que há necessidade de coragem para chutar:

“O jogador precisa ter confiança no seu trabalho, nos seus treinamentos e naquilo que ele pode fazer em campo. Assumi a condição de chutador e quando a chance se apresenta em jogo, eu chuto e procuro acertar, mas não fico nervoso se não atingir o alvo”.

“Dessa maneira os gols começaram a surgir e a confiança foi crescendo. Hoje, sei que posso chutar de longe, que posso levar preocupação para os goleiros e é o que procuro fazer sempre. Isso vale também para os lançamentos longos. Há acertos e erros, mas não posso deixar de tentar. Nunca apreciei a omissão”.

“O futebol brasileiro passou a ser jogado excessivamente no meio de campo e à base de toques. São poucos os chutes ao gol. Agora, há determinações de se chutar ao gol e de sair rapidamente ao ataque. Gosto de chutar e sempre que possível marco os meus gols”.

Zenon consegue mesclar suas emoções com profissionalismo. Diz que sua passagem pelo futebol árabe foi boa e que se um dia surgir uma oferta milionária ele não terá dúvidas em aceitá-la:

“E isso não é ser mercenário, mas apenas um profissional consciente de que a carreira não é longa e que há necessidade de uma boa fase financeira. Entretanto, uma coisa eu tenho estabelecida: sempre dar o máximo das minhas condições técnica e física, ao clube que estiver defendendo. Foi assim no Guarani, é assim no Corinthians”.

“Com 27 anos de idade estou sentindo uma incrível alegria em jogar futebol. Não só pelo fato de ser profissional, mas é algo que parte do interior do meu peito. Tenho satisfação em entrar em campo, tabelar, driblar, correr, chutar e vencer”.

“Admito que a minha presença neste jogo contra o Guarani provocará instantes de revanchismo entre as torcidas do Guarani e do Corinthians, mas servirá para gerar um entusiasmo ainda maior em mim”.

A torcida que estiver no estádio do Guarani hoje à tarde certamente verá em Zenon o seu personagem principal. Um moço que no campo das emoções terá seu coração com um ritmo alterado, mas que tentará acertar ainda mais a eficiência da dupla que forma com Sócrates. Zenon é uma atração em Campinas e merece ser visto.

Sabadão de gols e emoções no Brasileirão

Leia o post original por Mion

Em posição duvidosa, Rafael Moura marcou o terceiro gol da virada histórica.

A vitória do Fluminense sobre o Atlético-GO ficará para a história. Após levar dois gols, em 9 minutos, marcou 3 gols e venceu a partida. Não é todo dia que acontece. Ficou provado que o Fluminense não é tão dependente de Fred. Pelo contrário, Rafael Moura é hoje o principal goleador tricolor bem a frente de Fred.

O São Paulo chorou a semana inteira por não contar com 12 jogadores. A equipe reserva superou todos os obstáculos e venceu um Figueirense desatento e confiante. Se a diretoria do clube e o técnico Adilson Batista precisavam de alguma prova ela está aí: a meninada tricolor não ganha só Copa São Paulo. Os meninos sob a batuta de Rivaldo podem dar muitas alegrias.

Para finalizar o Galo voltou a sorrir. Após vencer o Atlético-PR em Curitiba passou bem pelo Avaí. Cuca consegue respirar e além da vitória os mineiros jogaram bem. Não foi uma vitória do acaso.

Os três jogos deixaram o torcedor satisfeito com gols e de boa qualidade técnica. Ao todo 10 gols o que dá uma média superior a três gols. Como ponto destoante o terceiro gol do Fluminense, Rafael Moura estava um pouco adiantado. A emoção era tão grande no estádio com a virada sensacional que o bandeira esqueceu de levantar o seu instrumento de trabalho.