Arquivo da categoria: Estatísticas do Apito

136 jogos, 108 suspensos

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Metade dos treinadores da série “A” do Campeonato Brasileiro terão dor de cabeça extra nesta rodada pelos desfalques em suas equipes motivados pelo acúmulo de 3 cartões amarelos ou expulsões. São 16 atletas que estão sem condições de jogo, levando-se em conta apenas suspensões automáticas.

O maior prejuízo, nesta rodada, será da Portuguesa que não poderá contar com 4 jogadores; seguida do Cruzeiro que não terá 3 profissionais disponíveis (veja quadro completo abaixo).

Aliás, a Lusa é a campeã no quesito suspensões (10) seguida de perto por Bahia e São Paulo ambos com 9 suspensos.

Todos os clubes do campeonato já perderam jogadores. O destaque positivo vai para Nautico, Santos e Vitória com apenas 1 suspensão.

No total, os clubes somam 108 suspensões em 136 jogos, sendo 74 por cartões amarelos e 34 por vermelhos.

As desagradáveis três maiores médias de cartão amarelo ficam com: Bahia (2,93 por jogo), Botafogo (2,64 por patida) e Vasco (com 2,57). Do outro lado com o menor índice de amarelos estão: Flamengo (1,21 por jogo), Nautico e Corinthians (ambos com 1,50 por partida).

Já no critério de cartões vermelhos os “recordistas” são: São Paulo (5 em 13 jogos), Portuguesa (5 em 14 partidas) e o Fluminense (com 4 expulsos em 14 jogos). Temos 6 clubes “invictos”, sem nenhuma expulsão: Atlético PR, Botafogo, Coritiba, Nautico, Vasco e Vitória.

Levando-se em conta que já disputamos aproximadamente 1/3 da competição e mantendo-se as médias atuais, teremos aproximadamente TREZENTAS SUSPENSÕES até o final do ano.

E olha que estamos com a média de advertência mais baixa dos últimos anos. Neste Brasileiro foram apresentados, até agora 567 amarelos em 136 jogos com média de 4,17 por partida. Para termos uma exata noção, nas últimas competições estas médias, na mesma altura do torneio eram: 2008 (5,63), 2009 (5,91), 2010 (5,14), 2011 (5,02) e 2012 (4,41).

Os 34 cartões vermelhos apresentados este ano significam uma média de 1 expulsão a cada 4 partidas diputadas; a mesma dos dois últimos anos. Caso levemos em conta os últimos 5 anos, esta média era muito mais alta, alcançando 1 expulsão a cada 2 jogos.

Observem no quadro abaixo os números de todas equipes do campeonato e os atletas suspensos na 15ª rodada:

OS RECORDISTAS:

Falando exclusivamente dos atletas, ninguém supera Ferdinando (Portuguesa) e Hugo (Goiás). Ambos já foram suspensos 3 vezes na competição sendo 2 vezes por cartões vermelhos e uma por acúmulo de amarelos. Ferdinando, nos critérios de desempate ainda “vence” Hugo pois recebeu 4 amarelos contra 3.

Quando se fala de cartão amarelo, aí Gabriel (Botafogo) não tem concorrentes. O jogador já recebeu 7 advertências na competição (suspenso, obviamente 2 jogos). Nesta competição bizarra, seguem de perto: Pará (Grêmio), Luan (Cruzeiro) e Rogério (Portuguesa) com 6 cartões amarelos e Victor Ramos (Vitória), Leonardo Silva (Atlético MG) e Willians (Internacional), estes últimos com 5 amarelos.

Para os citados, talvez seja um momento de reflexão!

Num campeonato tão parelho, disputado ponto a ponto, estes números poderão (e farão) a diferença no final.

O ovo ou a galinha?

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Quando éramos crianças, em algum momento das brincadeiras, um adulto chegava a nossa frente e com um sorriso escondido no rosto largava a perturbante pergunta: Quem nasceu primeiro; o ovo ou a galinha? Normalmente a resposta automática era “o ovo”; essa era rebatida com outra pergunta: Mas quem botou o ovo? E assim uma confusão formava-se em nossas cabeças perturbando-nos durante anos!

Antes de me chamarem de louco ou pensar que troquei de profissão; esclareço que utilizo esta pergunta para o debate quando o tema é o número de faltas excessivas marcadas no futebol brasileiro. Quem é o grande vilão nesta história: Os árbitros ou os jogadores brasileiros?

A primeira vertente crava a resposta automática de que os únicos culpados são os árbitros que, como forma de proteção, apitam qualquer contato físico para “travar” o jogo. A segunda rebate dizendo que os árbitros só apitam porque os jogadores caem ao sentir o menor contato físico maximizando-os de forma artística  portanto, caracterizando a infração.

A grande verdade é que este é um debate longo que não chegará tão fácil a conclusão de que existe apenas UM CULPADO para a discussão. Em minha opinião, é uma questão cultural que não é fácil de ser combatida.

Agora, que o recorde de campeonato Nacional com o maior número de faltas do mundo é chato de ostentar, isso não tenho dúvidas. Um pessimista diria que isso não tem solução. Um otimista (me incluo no grupo) falaria que os extremos já foram maiores.

Enquanto Ingleses e Argentinos tem suas partidas paralisadas 18 vezes em média para marcação de faltas, Espanhóis tem 28, Italianos 30, Franceses 31 e Alemães 33; nós estamos com uma média de 33,3 faltas por jogo (Foram 2665 em 80 partidas).

Outro dado legal de observar é a COPA DO MUNDO que, na sua última edição teve uma média de faltas de 31,42 por jogo. Acho legal comparar por que a Copa é o verdadeiro encontro de culturas. Esta média é a miscigenação de árbitros, dirigentes e jogadores de todo mundo. Na África do Sul chegamos a ter uma partida com 55 faltas cometidas (Paraguai e Japão) enquanto o jogo com o menor número de faltas ocorreu entre Alemanha e Inglaterra (13 faltas). A final da competição entre Holanda e Espanha foi a 4ª partida com o maior número de faltas: 47 (um recorde histórico e uma “peleia” que todos lembramos bem).

Em 2011 nossos árbitros assinalaram 13749 faltas nos 380 jogos da competição com uma média de 36,2 faltas por jogo. Já no ano passado, foram marcadas 13987 faltas nas 380 partidas com uma média de 36,8 infrações por jogo. Estamos evoluindo? Mesmo estando nas primeiras rodadas, uma diminuição de aproximadamente 10% é fato para ser comemorado.

E  para você, quem é o culpado: O ovo ou a galinha?

Confira as médias de faltas cometidas dos clubes da série “A” nesta temporada:

Confira também as médias dos árbitros que até agora apitaram na competição:

Cartões começam a incomodar… 30 suspensos!

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Ao término da 7ª rodada (mais o jogo adiantado da 11ª rodada entre São Paulo e Bahia), com 71 jogos disputados, os cartões começam a ser dor de cabeça para os clubes do Brasileirão 2013.

Já temos (ou teremos na próxima rodada) 16 atletas suspensos por 3 cartões amarelos e mais 14 expulsos. Ou seja, 30 jogadores já cumpriram ou irão cumprir penas automáticas de suspensão.

As equipes que mais perderam atletas até o momento foram o SÃO PAULO (7 jogadores – 5 vermelhos e 2 por amarelos) seguido do BAHIA  (5 punidos – 1 expulsão e 4 por amarelos) e a PORTUGUESA (4 atletas – 2 por vermelhos e 2 por amarelos).

Outro dado interessante é que, após o retorno da Copa das Confederações, somente o São Paulo teve atletas expulsos (2 contra o Bahia e 1 contra o Vitória). Do outro lado, os treinadores de ATLÉTICO PR, CORITIBA, NAUTICO, PONTE PRETA, SANTOS, VASCO e VITÓRIA; puderam contar com todo seu plantel nestas rodadas já que não tiveram (ou terão nesta rodada) nenhum atleta suspenso.

Confira a relação dos 30 suspensos, da qual chamamos a atenção para três jogadores que já foram punidos duas vezes: Denilson e Wellington, do São Paulo e Diones, do Bahia. A “rodada” que consta na tabela é relativo ao jogo que o atleta cumpriu ou cumprirá a punição.

Além dos 30 citados, mais 60 atletas já estão “pendurados“, ou seja, já receberam dois cartões amarelos e, caso sejam advertidos mais uma vez, também serão suspensos.

Até agora foram marcadas 2375 faltas em 71 jogos o que nos dá uma média de 33,5 faltas em média por partida disputada. Neste ponto, as equipes com maior média de faltas são: BAHIA, com 21,6 faltas por jogo; ATLÉTICO MG, com 20,6 faltas por partida e a PONTE PRETA com 20,0 faltas cometidas em média. Já os destaques positivos neste critério são: SANTOS, com 12,1 faltas por jogo; FLAMENGO, com 12,3 faltas por partida e NAUTICO com 13,0 de média por jogo.

Caso goste de números e curiosidades, confira os quadros abaixo que tratam dos maiores e menores números da competição:

 

Duas partidas merecem o destaque positivo pelo fato de não ter sido apresentado um cartão sequer durante o jogo: Grêmio 2×0 Nautico, apitado por Guilherme Ceretta e Vitória 3×2 Nautico, dirigida por Anderson Daronco.

É bom que os clubes prestem atenção nestes dados pois, em um campeonato de pontos corridos com 38 jogos para ser disputados, suspensões farão a diferença na reta de chegada.

Confederações – 1ª rodada

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Hoje, o enfrentamento (ou a festa) ocorrido entre Nigéria e Taiti em Belo Horizonte marcou o término da primeira rodada da Copa das Confederações.

Bons e interessantes jogos em que a arbitragem não foi motivo de reclamação enfática de nenhuma das seleções. Mas, para aqueles que gostam, vale a pena ressaltarmos os destaques (positivos e negativos) desta rodada. Números e lances óbvios e interessantes de cada uma das 8 seleções que lutam pelo título.

MÉDIA DE GOLS MARCADOS: 16 em 4 jogos (EXCELENTE MÉDIA: 4,0 POR JOGO)

GOLEADORES: Oduamadi (Nigéria) 3 gols; Echiejile (Nigéria) 2 gols; Jô, Neymar e Paulinho (Brasil); Pedro e Soldado (Espanha); Baloteli e Pirlo (Itália); Hernandez (México); Jonathan Tehau (Taiti) e Suarez (Uruguai), 1 gol cada.

GOLS MAIS RÁPIDOS: Neymar – BRA (Brasil x Japão) 2’53″; Echiejile – NIG (Nigéria x Taiti) 4’54″; Odumadi – NIG (Nigéria x Taiti) 9’42″.

FALTAS COMETIDAS: 119 em 4 jogos. Alta média (para os padrões internacionais) de 29,75 faltas por jogo (Para aqueles que consideram as médias de nosso futebol absurdas o Brasileirão de 2013, até a quinta rodada tem média de 33 faltas marcadas por jogo – até que não estamos tão longe).

EQUIPES MENOS FALTOSAS: Aplausos ao TAITI que só fez 5 faltas contra a Nigéria. A própria NIGÉRIA é a segunda menos faltosa com 13 faltas cometidas. Óbvio que Nigéria e Taiti foi a partida com menos faltas marcadas: 18.

EQUIPES MAIS FALTOSAS: Uruguai (21), México (19) e Itália (17). México x Itália e Espanha x Uruguai somaram 36 faltas em suas partidas.

OS CAÇADORES: Os jogadores que mais cometeram faltas foram – Ogude (Nigéria) com 8 faltas (e não levou cartão amarelo); Lugano (Uruguai), Uchida (Japão), Rodriguez e Torrado (México) todos com 4 faltas feitas.

OS CAÇADOS: Os jogadores que mais sofreram faltas foram: Alvin Tehau (Taiti) 6 faltas e Pirlo e Baloteli (Itália) 5 faltas recebidas cada.

ATLETAS ADVERTIDOS COM  1 CARTÃO AMARELO: Pendurados no torneio que pune com uma partida de suspensão os atletas que receberem 2 cartões – Omeruo (Nigéria); Barzagli, de Rossi e Baloteli (Itália); Giovani dos Santos e Héctor Moreno (México); Hasebe (Japão); Lugano e Cavani (Uruguai); Arbeloa e Piqué (Espanha). Somente Brasil e Taiti não tiveram jogadores advertidos.

Foram 11 amarelos em 4 jogos, uma boa e baixa média de 2,75 advertências por jogo. Não houve nenhum cartão vermelho na primeira rodada.

Confira os lances que mais charam a atenção nos jogos da primeira rodada para a arbitragem:

A ASSISTÊNCIA

A Nigéria não precisava mas teve uma mãozinha (na verdade uma perna) de ajuda do árbitro Joel Aguilar de El Salvador em seu primeiro gol contra o Taiti. O corte de cabeça do defensor encontrou Joel mal posicionado e a bola que bateu no árbitro serviu-se para Echiejile chutar para o gol. Nas estatísticas da FIFA, Aguilar larga com uma assistência para gol. Retirando o tom de brincadeira essa é uma das jogadas que mais frustra um árbitro de futebol. Não fiz nenhuma assistência para gol em minha carreira mas ofereci alguns “passes” e realizei alguns “desarmes”. Nestas situações só resta rezar para que o desfecho não seja semelhante ao de Aguilar e pedir desculpas a equipe prejudicada. Faz parte…

O EQUÍVOCO

A alta velocidade do ataque Espanhol e o drible surpreendente de Soldado pegou o árbitro Japonês Nishimura mal colocado no final da partida contra o Uruguai. Soldado foi derrubado em situação clara e manifesta de gol, fora da área e a arbitragem não detectou a infração. Falando tecnicamente para os árbitros que nos visitam (e pessoas que gostam de “entender” a arbitragem), neste tipo de jogada o árbitro deve “fechar” sua diagonal rapidamente para que possa ver a situação de forma lateral. Ao procurar “abrir” sua diagonal, Nashimura ficou com os corpos dos atletas entre seu campo de visão e a bola e não percebeu a infração. Perceba na “capa” do vídeo a colocação do árbitro ao fundo.

A POLÊMICA

A jogada de mais difícil interprtação, na minha opinião, ocorreu na partida entre a Itália e o México. Pirlo dribla dentro da área Mexicana, o defensor afasta a bola e na sequência atinge a perna do Italiano. Pênalti?

Lance bacana de ser discutido. Tenho visto uma vertente dizer que o atleta, após atingir a bola não pode atingir o adversário pois deve ser considerado infração. Não é bem assim mas, neste lance, não teremos unanimidade em opiniões. Eu, considero o lance como faltoso já que houve um pequeno “raspão” na bola e um contato forte com o adversário (imprudência). Agora, se o atleta pegasse em cheio a bola e depois atingisse Pirlo, era outra história. Mais uma prova que nenhuma jogada é igual a outra no futebol. Um exemplo que utilizam para defender que não houve falta nesta jogada é comparar a uma saída de gol dos goleiros nos pés dos atacantes. Muitas vezes o goleiro tira a bola e posteriormente se choca com o adversário e observamos a jogada como normal já que o goleiro tocou primeiro na bola. Vale ou não vale uma discussão? Escreva a sua opinião!

Me permitam fazer uma observação para que possamos diferenciar o analista de arbitragem do árbitro. Vendo o lance em velocidade normal, ou seja, tendo os recursos que Osses (muito próximo da jogada) teve dentro do campo de jogo, provavelmente eu não marcaria a penalidade também pelo fato da bola ter trocado de trajetória. Minha opinião baseia-se no replay por ângulo invertido. É importante sempre lembrarmos as diferenças entre “o jogo do campo” e “o jogo da TV”!

PAULISTÃO 2013 – Números da Primeira Fase

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Terminada a fase de classificação do campeonato paulista é a hora da verdade nos cruzamentos. Para arbitragem foi uma primeira fase tranquila, sem grandes críticas.

Já neste sábado a Globo transmitirá a primeira das quartas de final envolvendo Santos e Palmeiras, na Vila Belmiro. Domingo, cobriremos, direto de Campinas, Ponte Preta e Corinthians. Ainda se enfrentam no sábadao, Mogi Mirim x Botafogo e no domingo São Paulo e Penapolense.

Os sorteios para definir os árbitros destes jogos será realizado nesta quinta-feira na sede da FPF. Sempre lamento que os melhores não possam ser premiados com as escalas dos jogos mais importantes por causa desta “maldita” e “infeliz” lei do sorteio. Uma lei tão “pouco inteligente” que coloca sob suspeita somente os árbitros centrais dos jogos e permite que assistentes, adicionais e reservas sejam escalados. Já pensou sortear atletas juvenis e profissionais para ver quem irá jogar nestes jogos decisivos. Um absurdo!

Em conversa com a comissão de arbitragem hoje a tarde, apuramos que a mesma pretende levar aproximadamente 15 árbitros para o “globo” nesta quinta-feira. Todos seus árbitros da categoria especial mais dois da 1ª categoria que serão “premiados” pelo bom campeonato que realizaram. o problema é que o sorteio, normalmente, é feito para todas partidas, então, por ter trabalhado em jogos de equipes classificadas na 19ª rodada a federação perderá Luiz Flávio de Oliveira (apitou Santos e Penapolense), Luiz Martinucho (apitou Corinthians), Flavio Rodrigues de Souza (apitou Palmeiras), Rodrigo Braghetto (Mogi e São Paulo), Thiago Duarte Peixoto (Ponte Preta) e Marcelo Prieto Alfieri (Botafogo).

Talvez, para ser mais justo, fosse bom fazer uma divisão dos jogos e designar árbitros específicos para cada uma das partidas decisivas, afinal, assim como os clubes, os árbitros também lutam para conseguir alcançar as finais e este é o maior estímulo da temporada para os apitadores. Para pensar!

Confira um balanço disciplinar destes 190 jogos da primeira fase e as curiosidades numéricas da competição:

Cartões amarelos: 865 – média de 4,55 por partida;

Cartões vermelhos: 78 – média de 0,41 por jogo;

Faltas cometidas: 6036 – 31,77 por partida;

Equipe com menor número de advertências: Santos – 28 amarelos

Equipe com maior número de advertênciasBotafogo – 60 amarelos

Equipe com menor número de expulsões: Corinthians – nenhum vermelho

Equipe com maior número de expulsões: Botafogo – 10 vermelhos

Equipe com menor média de faltas cometidas: Corinthians – 12,5 por jogo

Equipe com maior média de faltas: Botafogo – 21,5 por jogo

Maior número de faltas num jogo:  XV de Piracicaba 2×0 Bragantino – 56 faltas – árbitro Vinicius Dias Araújo;

Menor número de faltas num jogo: São Paulo 0×1 XV de Piracicaba – 15 faltas – árbitro Rodrigo Guarizo do Amaral;

Número de árbitros centrais utilizados: 27.

Árbitro mais sorteado: Luiz Flávio de Oliveira – 10 jogos.

Árbitros com maior média de amarelos: 1. Paulo Cesar Oliveira – 6,33 por jogo; 2. Luiz Martinucho – 5,88 por jogo e 3. Leonardo Lima – 5,50 por partida.

Árbitros com menor média de amarelos: 1. Guilherme Cereta – 3,38 por jogo; 2. Raphael Claus – 3,57 por partida e 3. Rodrigo Braghetto – 3,71 por jogo.

Árbitros com maior média de vermelhos: 1. Guilherme Cereta e Leonardo Lima – 1,00 por jogo e 2. Luiz Martinucho e Vinicius Furlan – 0,75 por partida.

Árbitros que não expulsaram: Aurélio Santanna Martins (8 jogos), Marcio Henrique de Gois (7 jogos), Flavio Rodrigues Guerra (6 jogos) e Antonio Prado (3 jogos).

Árbitros com maior média de faltas marcadas: Antonio Prado – 46,0 por jogo; Fabio Volpato Mendes – 35,1 e Vinicius Dias Araujo – 34,6.

Árbitros com menor Média de faltas marcadas: Raphael Claus – 27,43; Marcelo Aparecido – 27,63 e Robério Pires – 28,17.

Abaixo o quadro disciplinar de cada um dos 27 árbitros escalados:

Boa sorte aos clubes envolvidos, aos “afortunados” que vencerem os sorteios e assistentes e adicionais escalados.

Que vença o melhor, em todos os sentidos!

Brasileiros em alta

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Não são somente as equipes brasileiras (que conseguiram um feito inédito de classificar seus 6 representantes para fase de oitavas de final) que estão fazendo história na Libertadores deste ano. Após longo tempo os árbitros brasileiros recobraram a liderança em número de escalas na competição. Se nas pistas de atletismo as coisas não andam muito bem, parece que dentro dos gramados nossos árbitros vem agradando a Conmebol.

Em 2012, na mesma competição, ao final da fase de grupos os brasileiros somavam 15 escalas ficando atrás dos argentinos (17 designações) e dos uruguaios (16 indicações) em 108 jogos disputados. Com o mesmo número de partidas este ano a liderança no ranking de escalas é do Brasil com significantes 24 escalas contra  14 de argentinos e colombianos. Pulamos de 13,9% das escalas possíveis para 20,4%.

Confira o quadro comparativo abaixo por País nas edições de 2012 e 2013:

Quando o assunto é número de faltas marcadas, os árbitros brasileiros seguem sendo uma das maiores médias (28,2 por jogo) praticamente empatados com os chilenos (28,3). Uma melhora em relação a média do campeonato brasileiro de 2012 que ficou com um excessivo número de 37 faltas marcadas em média por partida. Neste quesito, o número mais surpreendente é o dos árbitros argentinos que marcam apenas 20,8 faltas em média por jogo. “Siga la pelota”!

Infelizmente, mais uma vez, um confronto entre brasileiros, apitado por um árbitro brasileiro (e bem) foi a partida com o maior número de faltas entre as 108 disputadas. Assim como Santos e Internacional com 42 faltas foi o recorde de 2012; São Paulo e Atlético MG chegaram a alarmantes 50 infrações este ano.

Em confrontos diretos, somadas as duas partidas, o recorde negativo coube a Corinthians e Tijuana. Foram 92 faltas somando os jogos do México (49) e do Brasil (43). Como curiosidade, a partida com o menor número de faltas ocorreu entre Olimpia e defensor, ainda na 1ª fase apitada pelo árbitro brasileiro Heber Lopes. O jogo só foi paralisado 10 vezes por este motivo.

A média de faltas da competição deu um salto. Neste momento (final da fase de grupos) em 2012 apresentava 19,9 faltas marcadas em média por jogo e hoje é de 25,8 por partida (muito semelhante a Liga dos Campeões da Europa – 26 por jogo).

Confira o quadro comparativo dos árbitros por País e suas respectivas médias na competição:

Se a média de faltas marcadas aumentou, os cartões amarelos diminuíram. Sim, mais faltas, menos cartões amarelos. Terminamos  a segunda fase da competição de 2012 com 534 amarelos apresentados (4,94 por jogo) e  em 2013 foram apresentados 508 amarelos (média de 4,70 por partida) Seria o efeito da punição por um jogo para aqueles que somarem 3 advertências? Creio que sim! Percebi menos cartões por reclamações, o que já é um avanço! Também nas expulsões tivemos uma pequena melhora de 42 vermelhos em 2012 (0,39 em média) para 40 em 2013 (0,37 por partida).

Tivemos um “jogo perfeito” (sem a apresentação de nenhum cartão). Na primeira rodada do grupo 7 o árbitro equatoriano Omar Ponce não precisou retirar as “tarjetas” do bolso na partida entre Universidad do Chile e Deportivo Lara da Venezuela. Fato bem diferente do que ocorreu no grupo 2 na partida entre Sporting Cristal do Peru e Libertad do Paraguai onde o árbitro Roberto Silvera do Uruguai “abriu o bolso” 11 vezes (10 amarelos e 1 vermelho) no jogo com maior número de cartões na competição.

Na relação por Países, impressiona os números dos argentinos que apresentam “apenas” uma média de 3,1 cartões amarelos por jogo e a severidade fica por conta dos colombianos que usam o amarelo em média 5,9 vezes por partida. Filosofia ou coincidência?

Individualmente o árbitro com o maior número de escalas foi Wilmar Roldan da Colômbia com 7 jogos seguido de perto por Roberto Silvera do Uruguai com 6. Entre os brasileiros, Heber Lopes, com 5 jogos, foi o mais designado. Roldan, aliás, é o árbitro com a maior média de amarelos por jogo (7,0) com Silvera em segundo com 6,5 por partida (se levarmos em conta os árbitros que apitaram no mínimo duas partidas). Um aviso da Conmebol?

Usando o mesmo critério de um mínimo de duas partidas apitadas; Carlos Vera do Equador (5 em 5) Antonio Arias do Paraguai (4 em 4) e PC Oliveira do Brasil (3 em 3) são os árbitros com maior média de vermelhos 1,00 por partida.

Na média de faltas maracadas (no mesmo critério) Ricardo Marques do Brasil tem a maior média de todos: 34,3 por jogo e Saul Laverni da Argentina a menor 18,3 por partida.

Ao todo a Conmebol escalou 37 árbitros para estas 108 partidas. Confira o quadro disciplinar de todos os apitadores abaixo:

 

Agora é aguardar o “mata-mata” para sabermos quem chegará a final.

Libertadores – 10ª Fecha

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Encerrada a 9ª e penúltima semana de competição na fase de grupos da Copa Libertadores da América, a disputa por vagas está cada vez mais apertada.

Já foram encerrados 3 grupos e os outros 5 farão seus 10 jogos restantes na próxima semana. Das 32 equipes que estão na disputa desta fase, 11 já asseguraram vaga para as oitavas de final. Outras 11 lutam pelas 5 vagas restantes. 10 já deram adeus ao sonho de ser a melhor equipe da América do Sul.

Dos Brasileiros; Atlético, Corinthians e Palmeiras já alcançaram a classificação enquanto Fluminense, Grêmio e São Paulo jogam pela vaga na última rodada.

Vejam a situação dos clubes brasileiros e as projeções de cruzamento para as oitavas de final:

ATLÉTICO MG: Literalmente o Galo cantou mais alto nesta fase de grupos da Libertadores. Única equipe 100% da competição com 5 vitórias pode se dar ao luxo de perder para o São Paulo na última rodada, no Morumbi que assim mesmo terá a melhor campanha entre os 16 classificados. A possibilidade do Atlético enfrentar o segundo colocado do seu próprio grupo (The Strongest, São Paulo ou Arsenal) é gigantesca. Outra possibilidade é o cruzamento com o segundo colocado do grupo 8.

SÃO PAULO: Entre os brasileiros o Tricolor é o que enfrenta a pior situação. Sem depender de suas próprias forças o São Paulo precisa vencer o Galo para ter alguma chance de prosseguir adiante no torneio. Empate ou derrota eliminam o São Paulo independente de qualquer combinação. Caso vença, o São Paulo torce por um empate ou derrota do The Strongest (desde que não seja por 6 gols de diferença) para o Arsenal na Argentina.

Há ainda uma combinação maluca que pode, inclusive, levar a vaga para sorteio. Vitória do São Paulo por 2×1 e empate do The Strongest por 1×1. Neste caso, ambos ficariam empatados em saldo, gols pró e número de gols marcados como visitante e a vaga seria na “moedinha”!

Caso passe adiante, o são Paulo certamente enfrentará o próprio Atlético nas oitavas de final pois seria necessariamente o segundo colocado de pior campanha com 7 pontos ganhos.

SÃO PAULO X ATLÉTICO MG – 17.04.2013 – 22:00 hs

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (BRA) Assistentes: Kleber Lucio Gil e Fernando Henrique Correa (BRA) 4º Árbitro: Francisco Nascimento (BRA)

CORINTHIANS: Já jogou seus 6 jogos e terminou em primeiro de seu grupo. É a terceira melhor campanha até o momento. Pode cair duas posições. Para que isso não ocorra torce por derrota ou empate do Santa Fé e empate ou derrota do Nacional do Uruguai ou até mesmo vitória por diferença menor que 3 gols. Hoje, enfrentaria o Libertad (PAR).

PALMEIRAS: Numa campanha de superação, o Verdão já está classificado para a terceira fase. Na última rodada o Palmeiras enfrenta o já eliminado Sporting Cristal no Peru para defender a liderança do grupo. Em caso de vitória simples garante a primeira colocação. Caso empate torce por um empate entre Libertad e Tigre no Paraguai ou vitória dos argentinos. Caso perca, ainda pode ser primeiro desde que o Tigre vença o Libertad (diferença inferior a 3 gols). Hoje é a 7ª melhor campanha dos primeiros colocados. Com vitória simples pode ser, na melhor das hipóteses, a sexta melhor campanha entre os primeiros. Tem a vantagem de jogar na quinta-feira e ser o penúltimo grupo a ser encerrado. Provavelmente saberá qual adversário enfrentará dependendo do resultado que obtiver.

SPORTING CRISTAL X PALMEIRAS – 18.04.2013 – 19:45 hs

Árbitro: Enrique Osses (CHI) Assistentes: Carlos Astroza  (CHI) e Sérgio Roman (CHI)  4º árbitro: Manuel Garay (PER)

FLUMINENSE: O Flu joga diante de sua torcida contra o também vivo Caracas dependendo de um empate simples para passar a próxima fase. Caso seja derrotado o Tricolor estará eliminado. Em caso de vitória garante além da classificação a liderança do grupo. Hoje, o Fluminense é o 8º melhor primeiro colocado e enfrentaria o Tijuana do México na próxima fase. Poderá terminar, na melhor das hipóteses como o 6º melhor primeiro. O grupo do Fluminense tem uma vantagem importante: será o último a ser encerrado e talvez possa “optar” por um cruzamento menos complicado.

FLUMINENSE X CARACAS – 18.04.2013 – 22:00 hs

Árbitro: Nestor Pitana (ARG) Assistentes: Diego Bonfá (ARG) e Ernesto Uziga (ARG)    4º Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (BRA)

GRÊMIO: Em situação muito semelhante a do Fluminense, joga por um empate simples para garantir a vaga. A dificuldade é que o jogo será contra o também pretendente Huachipato no Chile. Caso seja derrotado o Tricolor estará fora da competição. Caso vença, o Grêmio pode ser líder de seu grupo caso a partida entre Fluminense e Caracas termine empatada ou os venezuelanos vençam. O empate lhe dará a certeza da segunda colocação no grupo e, com 8 pontos será a 7ª ou 8ª campanha o que lhe dará um cruzamento ou com Atlético MG ou com a segunda melhor campanha entre os primeiros colocados (Olimpia – PAR, Santa Fé – Colômbia ou Nacional – URU).

HUACHIPATO X GRÊMIO – 18.04.2013 – 22:00 hs

Árbitro: Martin Vasquez (URU) Assistentes: Migual Nievas e Nicolas Taran (URU)       4º Árbitro: Eduardo Gamboa (CHI)

 

CONFIRA COMO ESTÃO OS CONFRONTOS DAS OITAVAS E FAÇA SUA PROJEÇÃO:

 

IMPEDIMENTOS e impedimentos!

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Ao acompanhar os jogos das quartas de finais da Liga dos Campeões, fica claro qual o lance no futebol é o grande “calcanhar de Aquiles” da arbitragem na atualidade: O impedimento!

Nas oito partidas disputadas em sistema de ida e volta, foram marcados 23 gols, uma média de quase 3 gols por partida. O impressionante é que 5 destes gols foram marcados em posições irregulares dos atacantes. Em TODOS confrontos no mínimo uma gol estava impedido. veja os lances debatidos no “show do intervalo” desta quarta-feira:

Utilizamos estas jogadas para que consigamos ver que existe “tamanho” no impedimento. Eu escuto muitas vezes que não há jogador pouco ou muito impedido, ou está ou não está, mas, vendo as jogadas de forma separada, creio que vamos concordar que existe “tamanho” em impedimento SIM!

 

De forma lúdica e aproveitando o fato de serem equipes européias (para não corrermos o risco de a paixão falar mais alto do que a razão) vejam a comparação com gols perdidos por atletas:

1. Gol do Real Madrid: O bico da chuteira de Cristiano Ronaldo está na frente da linha da bola. Nesta jogada, considerar o erro do assistente como “grande erro” seria o mesmo que considerar que sua equipe foi desclassificada por um atleta de seu time “perder” um gol de bicicleta!

2. Gol do Bayern: O pé do defensor que fica para trás, mesmo com a imagem parada suscita dúvidas. Ou seja, parece uma jogada fácil, mas analisada no detalhe se mostra mais difícil. Este é aquele gol perdido pelo atacante na cara do goleiro, mas, quando vimos a câmera lenta, percebemos que um momento antes do seu contato com a bola, uma imperfeição no campo fez com que ela subisse tirando-a da posição mais adequada para o chute.

3. Gol do Málaga: Faltou velocidade ao assistente para acompanhar a bola. Observem que na hora do chute ele estava quase dois metros e meio atrás da linha. Era possível alcançar a linha da bola? Agora, vai explicar para torcida do Borussia que este lance é um erro menor do que o gol validado no final.

4. Gol do Borussia: Aí não tem volta. Dois impedimentos no mesmo lance. Seu centroavante perdeu duas oportunidades na cara do gol. Você o perdoaria pelo lance ter ocorrido no último minuto de jogo? Creio que não!

5. Gol do PSG: Total desatenção do assistente. Este erro comparo a um pênalti perdido pelo atacante. Acontece, mas não deveria!

Uma coisa, que não é a regra, é clara: A velocidade do futebol aumentando a cada dia que passa aumenta na mesma proporção e dificulta o trabalho de assistentes e árbitros. A regra do impedimento atualmente é uma “roleta russa” para assistentes em muitas oportunidades. Já em outras, lances de fácil interpretação acontecem em jogadas aparentemente tranqüilas. Classificar o tamanho do equívoco é o mais difícil nesta história pois, o resultado é sempre o mesmo (prejuízo técnico para uma equipe).

Mas, você consegue ver diferenças nas jogadas ou colocamos tudo em um baú de erros? Debate comigo! Abraço.

Libertadores em processo de adaptação

Leia o post original por Gaciba

Que a punição de suspensão por uma partida para o jogador que somar 3 cartões amarelos na competição traria mudanças significativas nas condutas dentro dos campos, todos sabíamos. Agora, a velocidade com que esta nova realidade seria aceita era motivo de grande curiosidade.

Ainda é cedo, a amostragem ainda não é grande, mas a realidade é que a média de cartões amarelos está caindo em relação ao ano passado. A queda ainda é pequena, mas a tendência é que com a chegada das ausências por cartões amarelos os jogadores e os clubes comecem a “tirar o pé” do acelerador evitando “cartões bobos” que outrora não eram evitados.

Ao alcançar 73 jogos (até as partidas realizadas no dia 13.03.2013) os árbitros já apresentaram 323 cartões amarelos e expulsaram 25 atletas.

Wellington: Com três cartões amarelos é desfalque do São Paulo contra o Arsenal (Foto: Ale Cabral/Futura Pess)

O novo regulamento já “vitimou” 5 atletas com a punição já cumprida (ou por cumprir) pela sequência de três cartões amarelos. São eles: Peñalba (Tigre), Aránguiz (U. de Chile), Elano (Grêmio), Wellington (São Paulo) e Cazulo (Sporting Cristal).

Elano: Da alegria do gol em Caracas a frustração do 3º amarelo que o tira da partida contra o Fluminense (Foto: Lucas Uebel / Grêmio, DVG)

Aqui, vale a pena prestar atenção num detalhe interessante que não vi ninguém falar. Dos 5 punidos, três disputaram a primeira fase e “trouxeram” estes cartões para a fase de grupos. Ou seja, a todos os fatores óbvios da importância da conquista de uma vaga direta para a segunda fase da competição (fase de grupos), os clubes também deverão pensar neste detalhe nas competições vindouras. Quem joga a primeira fase, tem mais dois jogos expostos aos riscos dos cartões e aumenta suas probabilidades de ter atletas punidos na fase de grupos prematuramente.

O mais impressionante é o número de atletas PENDURADOS com 2 advertências, ou seja, que se receberem um cartão amarelo nas próximas partidas desfalcarão suas equipes nesta reta final da fase de grupos: 38. Como a tendência é as disputas ficarem mais acirradas, vale a pena se cuidar.

Em competições sob a batuta da FIFA e da UEFA onde 2 amarelos já afastam os atletas do próximo jogo, o número de punidos já seria de 43 jogadores. Já ouvi de vozes influentes dentro da CONMEBOL que existe uma grande vertente que já pensa em trazer esta realidade para a Libertadores de 2014. Será?

Comparando os dados com a Libertadores de 2012, vimos um quadro positivo com a diminuição de aproximadamente 10% no número de advertências. Em 2012 foram apresentados 701 amarelos em 138 partidas, mostrando-nos uma média de 5,08 cartões por jogo. Em 2013, nas 73 partidas disputadas, 323 cartões já foram mostrados, uma média de 4,42 cartões por jogo. Já as expulsões seguem num nível muito semelhante: Em 2012 foram 0,37 por partida contra 0,34 em 2013.

Oxalá os números não sejam apenas coincidência e que o número de “botinadas” e condutas inconvenientes possam ser cada vez menor na maior competição interclubes da América. O futebol agradece.