Arquivo da categoria: Estréia

SPFC 2×0 Botafogo: Distantes

Leia o post original por Rica Perrone

Um placar de 2×0 não é exatamente o que separa hoje São Paulo e Botafogo. Tecnicamente a diferença é brutal, financeiramente e estruturalmente idem.  Em campo, porém, essas coisas as vezes ficam de fora e o peso das camisas igualam jogos. O Botafogo teve momentos. Quando 1×0, no começo do segundo tempo, o Fogão até…

Brasil 1×1 Suiça

Leia o post original por Rica Perrone

Provavelmente “assustada” com a dificuldade das protagonistas vencerem na estréia, a seleção brasileira entrou determinada a não ser mais uma delas. Jogou por 25 minutos o que se espera dela. Toques rápidos, pressão, controle absoluto do jogo. Gol do Coutinho. 1×0. Ufa! Não vamos tropeçar na estréia. O gol que era um problema se demorasse…

A continuação

Leia o post original por Rica Perrone

Acabou como se fosse um turno. Descansa-se, prepara e volta pro mesmo torneio, do mesmo jeito, com o mesmo favoritismo e o mesmo futebol.  O Grêmio estreou na Libertadores de 2018 jogando exatamente como em 2017.

Óbvio, isso não pode ser ruim.

O time viaja pro Uruguai e tem 79% de posse de bola. Toques curtos, mais de 700 passes trocados. Número atingido hoje por Bayern, Barcelona e se não me engano City. O restante do mundo troca menos de 500 por partida em média.

O Defensor, pra se ter idéia, trocou menos de 200 passes.

Não se transforma esses números em placares elásticos porque é parte da limitação técnica do Grêmio essa forma de atuar. Inteligente, sabendo que no confronto aberto tem time mas não tem uma seleção imbatível, ele fica com a bola e tenta errar pouco.

O baile de números não se transforma em gols. Nem dá. Falamos de Cícero, Everton, Ramiro.Na frente só tem um jogador de fato goleador: o Luan. E que hoje atua mais recuado. Mas exatamente por ter nestes jogadores o toque de bola e a movimentação, troca-se passes o tempo todo até achar o espaço.

O Grêmio volta com um ponto e é bom. Poderia sair com 3 mole, não fosse a bobeira de deixar um jogador cabecear sem sair do chão dentro da área.  Um erro grotesco de marcação que custou 2 pontos.

Mas são 2 pontos num cenário pouco perigoso. O Grupo é ruim, o Grêmio vai se classificar e portanto não fará tanta falta.

A estréia do Tricolor é a continuação de 2017.  Quem sabe os resultados também sejam?

abs,
RicaPerrone

Volta de Gabriel

Leia o post original por Flavio Prado

Gabriel voltou ao Santos com gol. Sempre foi artilheiro com a camisa santista, marcou mais de 50 gols no time profissional.

Foto: Ivan Storti/SFC

O melhor momento de Gabriel pelo Santos foi entre os anos de 2015 e 2016. Nestes 2 anos, Gabriel jogou aberto pela direita com Ricardo Oliveira de centroavante. No seu retorno contra a Ferroviária, Gabriel foi centroavante, Sasha que fez a função contra o Palmeiras foi deslocado para a esquerda no lugar do suspenso Copete com Arthur Gomes mantido na direita. No atual elenco, existe uma carência na posição de centroavante. Rodrigão nunca conseguiu tomar conta da posição e Sasha não é exatamente um camisa 9, pelos lados sobram opções, Arthur Gomes, Copete, Bruno Henrique, Sasha e Rodrygo. Provavelmente Gabriel fará muitos jogos no centro do ataque.

Um grande defeito de Gabriel é a falta de intensidade, acredito que este fator contribuiu no insucesso na Europa. Gabriel é artilheiro, mas participa pouco do jogo. No futebol brasileiro, mais lento e espaçado, deve funcionar mais uma vez, mas pensando em Europa e seleção ele precisa melhorar muito neste quesito.

Aquele jogo que você respeita

Leia o post original por Rica Perrone

Os mais de 50 mil torcedores no Maracanã para ver um jogo de abertura entre dois times que tem algo mais importante na temporada indicavam: é clássico. E por mais impossível que seja cravar o maior dos interestaduais, é sem dúvida um deles. O Galo tem o melhor time do país, o Flamengo um dos …

São Paulo fez bom primeiro tempo na estreia de Ceni

Leia o post original por Flavio Prado

O São Paulo jogou bem no primeiro tempo contra o River Plate. O time iniciou com Denis: Bruno, Maicon, Breno e Buffarini: Rodrigo Caio: Welington Nem, Thiago Mendes, Cueva e Luiz Araújo: Chavez.

Rodrigo Caio jogou como volante e fez boa partida. Tem bom passe e qualifica a saída. A proposta era girar rápido a bola, atacar pelos lados e pressionar sem a bola. Funcionou bem, o time dominou o adversário e criou oportunidades, mas errou muito na finalização, principalmente com Chavez.

No segundo tempo, Ceni modificou toda a equipe. O sistema foi mantido, mas o ritmo caiu e o jogo não fluiu com a mesma naturalidade.

As ideias foram colocadas e são boas. Saída de bola com qualidade, velocidade no ataque e pressão para retomar a posse. Todo trabalho precisa de tempo, é cedo para avaliações definitivas, mas Rogério deixa boa impressão nos primeiros momentos como técnico de futebol.

#Paz

Leia o post original por Rica Perrone

De todas as necessidades básicas da seleção brasileira há algum tempo venho dizendo que a mais determinante no nosso desempenho era a paz. Explico. O time viajava pra se reunir sabendo que ia apanhar da entrada até a saida. Que ninguem presta, que a imprensa faria da oposição a Dunga um 7×1 todo santo dia …

Um por todos…

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez pela ansiedade, talvez pela carga da obrigação de vencer bem. Talvez pela expectativa criada na “magia” do trio de ataque. Seja lá qual for o motivo, a seleção jogou uma partida impressionantemente igual hoje. Repetiu do primeiro ao último minuto as mesmas tentativas esperando que uma hora desse certo. E daria, é verdade. Gabriel …

Brasil começa mal

Leia o post original por Flavio Prado

(Foto: Evaristo Sá/AFP)
(Foto: Evaristo Sá/AFP)

Não foi boa a estreia do Brasil na Olimpíada. O resultado, claro que não foi bom, mas a atuação é sempre o que mais preocupa.

Como já falei em outras oportunidades, gosto da ideia de jogo do técnico Rogério Micale, mas ela não foi bem executada contra a África do Sul.

Com a marcação adiantada, contra um adversário fechado, as inversões de jogo são necessárias para mexer com a linha de defesa adversária e isso pode abrir espaços. Faltou também paciência para trabalhar a bola, o time acelerou muito, isso dificulta para entrar em uma defesa fechada e dá chance para o contra-ataque.

O Brasil tem um time forte, está com praticamente sua força máxima sub-23, pode e deve crescer ao longo da competição, mas algumas situações dentro da proposta de jogo de Micale devem ser melhoradas.