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Especialista vê crime em ameaça a filho de Fágner. Ação depende de queixa

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Especialista em direito digital e cibercrimes, o advogado Luiz Augusto Filizzola D’Urso tira dúvidas sobre o episódio em que o filho do lateral Fágner, Henrique Lemos, de dez anos, recebeu ameaça de um suposto torcedor corintiano em sua conta no Instagram. Confira abaixo entrevista concedida por D’Urso ao blog.

Fágner  diz que da próxima vez tomará providências. Apesar de ele não apresentar queixa agora, Ministério Público, Juizado do Torcedor ou Polícia Civil podem fazer algo?

Nenhum órgão poderá tomar providências, pois o crime de ameaça depende da representação da vítima ou de seu representante legal, vale dizer, de autorização para que o Estado possa agir.

Quem fez a ameaça pode ser acusado de quais crimes e quais penas podem ser aplicadas?

 Quem ameaça alguém, seja criança ou adulto, pode responder pelo crime de ameaça, previsto no Art. 147 do Código Penal, que prevê punição de um a seis meses de detenção e multa.

Precisamos lembrar que para caracterizar o crime de ameaça, a vítima deve compreender que está sendo ameaçada e se sentir nesta condição, vale dizer, uma ameaça dirigida a um bebê não é crime, todavia, digirida a uma criança de 10 anos pode caracterizar o crime.

O fato de o alvo ter sido uma a criança poderia agravar acusações e penas?

Neste caso, mesmo a vítima sendo criança, não há nenhuma previsão legal de agravamento específico de pena.

Existe a possibilidade de a ameaça ter sido feita de modo que não seja possível identificar o autor?

As redes sociais têm obrigação legal de armazenar os registros e logs de IP, de acordo com o Marco Civil da Internet. Estes dados são utilizados para investigar e localizar o criminoso, mesmo quando este se utiliza de perfil falso, sendo possível sua identificação.

Na sua opinião, o crime de ameaça está configurado nesse caso?

Sim, está configurado. Além da vítima já ter idade e maturidade para entender, as ameaças são graves, inclusive de invadir a residência da família.

Expulsões de Fagner e Avelar mostram que problema corintiano é mais grave

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 As expulsões de Fagner e Danilo Avelar na derrota por 2 a 0 para o Palmeiras nesta quinta (10) mostram que o problema do Corinthians é mais grave do que se pensava. Vai além de falta de qualidade técnica e de força tática.

Quando dois atletas experientes são expulsos de maneira infantil deixando o time em situação dramática contra seu maior rival é porque o nível de concentração e de controle emocional está perto de zero.

E o que está provocando isso?  É trabalho da comissão técnica e da diretoria descobrir. Os dois lances que geraram cartões vermelhos indicam que algo pode estar perturbando o emocional de alguns jogadores.

Não é demais lembrar que eles chegaram a ficar quatro meses sem receber salários. Nesta semana foram acertadas três dessas remunerações. Os atrasos podem ter gerado a desconcentração de alguns? Pode, mas não é uma certeza.

Certo é que Fagner, jogador de Copa do Mundo, foi infantil. Não se trata de analisar se a bola entraria no gol. A questão é que era muito cedo para tentar evitar um gol em troca de um pênalti e uma expulsão. Qualquer jogador com a cabeça no lugar sabe que esse tipo de escolha não é vantajosa no primeiro tempo. Ainda mais num clássico.

Já no final do jogo foi a vez de Avelar perder a cabeça e fazer uma falta digna de cartão vermelho.  Fazer isso sabendo que sua equipe está levando de 2 a 0 do maior rival e que já tem um a menos é perder a cabeça 

Sorte do Corinthians que o Palmeiras não teve apetite para golear. Se forçasse um pouco mais desde o início do segundo tempo, o  alviverde teria saído de Itaquera com um resultado histórico.

Luxemburgo precisa fazer seu time ter mais vontade nesses momentos. Trabalho bem mais complexo terão diretoria e comissão técnica do Corinthians para descobrir o que faz seus jogadores chegarem a esse nível de vacilo.

 

Ranking de faltas: D. Alves bate mais do que F. Melo e Fágner no Paulista

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A dura entrada de Felipe Melo em Yuri Alberto, do Santos, neste sábado (29), ressuscitou uma antiga discussão nas redes sociais. O debate é sobre quem bate mais: o zagueiro palmeirense ou o lateral corintiano Fágner.

Este blogueiro foi checar os números para tirar a dúvida e tropeçou numa curiosidade. O são-paulino Daniel Alves fez mais faltas no Campeonato Paulista até aqui (antes do confronto com a Ponte Preta neste domingo) do que os dois adversários com fama de mais violentos e foi menos advertido com cartões amarelos.

De acordo com o site especializado em estatísticas Footstats, o jogador do São Paulo acumula 14 infrações em sete jogos com média de duas por partida.

Fágner atingiu oponentes faltosamente em 12 oportunidades nas suas oito apresentações no estadual. A média é de 1,7 falta por jogo.

O polêmico Felipe Melo registra menos da metade de infrações cometidas por seus dois colegas de profissão em questão. Segundo o Footstats, o palmeirense fez apenas cinco faltas em sete jogos, anotando média de 0,7 infração por jogo.

Ele me deu um amarelo que não existe, tem jogadores dando voadora e fazem vista grossa.

Felipe Melo sobre o lance com Yuri Alberto em entrevista ao canal Premiere

Obviamente, os números não medem a brutalidade e a imprudência das faltas. No entanto, o ranking de cartões amarelos indica como os juízes interpretam essas jogadas.

Apesar de ser o mais faltoso entre os três, Daniel Alves é o que menos foi advertido pela arbitragem. Só tomou um cartão amarelo até aqui. Fágner levou dois. Do trio, o zagueiro palmeirense é o recordista com três amarelos. Nenhum desses jogadores foi expulso.

Tite acertou em tirar Neymar! Caiu na pressão???

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Enquanto algumas pessoas imaginavam que Tite pudesse cortar o Neymar da Copa América – por causa de todas as polêmicas que vem causando, inclusive agredindo um torcedor na arquibancada -, o técnico da Seleção Brasileira puniu o jogador de outra forma: tirando dele a braçadeira de capitão. Na minha visão isso não chega a ser uma punição, até porque nem o Neymar queria esse status. Mas não vou dar uma de chatão aqui: o comandante acertou na atitude. Nunca teve o menor cabimento esse rapaz acumular essa responsabilidade. O escolhido para a função foi o experiente lateral Daniel Alves de […]

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Opinião: cinco fatores dificultam missão de Carille no Corinthians

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A maior parte da torcida do Corinthians comemorou o anúncio da volta de Fábio Carille como um gigantesco reforço. Por seu currículo vencedor no alvinegro, o treinador tem praticamente o status de salvador da pátria. Porém, na opinião deste blogueiro, uma série de fatores torna a missão do técnico mais difícil em relação a seus feitos anteriores. Leia a seguir.

1 – Qualidade do elenco

Em seu retorno, Carille encontra um elenco de qualidade inferior ao que teve durante o maior tempo de sua passagem anterior pelo clube.

Do time que venceu o Palmeiras na final do Paulista de 2018, Balbuena, Sidicley, Rodriguinho e Maycon saíram e não foram substituídos no mesmo nível.

Claro que a diretoria pode trazer reforços de bom nível para a próxima temporada. O problema é a falta de dinheiro para isso.

2- Novidades

Um dos trunfos de Carille para conquistar dois estaduais e um Brasileirão foi conhecer a fundo o grupo de jogadores do clube. O domínio, inclusive das categorias de base, facilitou a remontagem da equipe para o início de 2018, por exemplo.

Neste momento, o elenco já tem nove jogadores novos em relação à última vez em que o treinador comandou o time. Hoje, esse número corresponde a mais de 25% do time.

Quase todas as caras novas são de atletas que não foram escolhidos por ele, pois o técnico já havia deixado o Corinthians quando essa leva foi contratada. Danilo Avelar é exceção. O lateral tinha sido indicado por Carille.

As primeiras contratações para 2019 (Gustavo Mosquito, Michel Macedo e André Luis) foram feitas antes de o retorno do treinador se concretizar.

3 – Base

Arana e Maycon são exemplos de como os jogadores vindos das categorias de base foram importantes na passagem anterior de Carille pelo clube.

No retorno, porém, ele deve ter dificuldades para garimpar jovens cem casa. As principais promessas dos últimos anos do popular “terrão” corintiano já foram negociadas ou estão no time principal (Pedrinho e Léo Santos).

No Parque São Jorge, quem conhece bem as categorias de base diz que a próxima safra não é animadora.

4 – Vendas

Carille corre o risco de perder jogadores antes mesmo de a próxima temporada começar. Com pouco dinheiro para contratar, o clube não deve recusar ofertas interessantes por seus atletas.

Pedrinho interessa ao Borussia Dortumund, da Alemanha. Há outros caras valorizados no grupo, principalmente Fágner e Cássio, que estiveram com a seleção brasileira na Copa da Rússia.

5 – Salário acima do teto

Indiscutivelmente, Carille é querido pela maior parte dos atletas que trabalharam com ele no clube. Porém, em tese, o fator financeiro, pode complicar a relação com alguns.

O treinador deve ganhar R$ 500 mil mensais, sem contar eventuais luvas. A quantia supera o teto salarial estipulado pela diretoria de R$ 400 mil. Jadson, por exemplo, aceitou reduzir seus ganhos para se enquadrar nessa política. A dúvida é como ele e outros profissionais que não puderam ganhar mais vão reagir ao salário superior do chefe.

Minha Seleção do Brasileirão 2018

Leia o post original por Craque Neto

Aí galera que me acompanha no Blog, eu sei que as festas de ‘jabás’ da CBF com a Globo e de outras emissoras vão acontecer a partir da próxima segunda-feira, mas eu vou antecipar aqui – antes desta última rodada que não vale nada – a minha Seleção do Brasileirão 2018. Depois comente deixando a sua! Marcelo Grohe (Grêmio) – Apesar de não jogar o campeonato inteiro por causa da disputa da Libertadores, pra mim foi o goleiro mais regular da competição. Tem grande mérito na força defensiva do time do Renato. Fágner (Corinthians) – É verdade que o Timão […]

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Migué na Seleção?

Leia o post original por Craque Neto

Tenho visto muita gente da imprensa especulando um possível ‘migué’ do lateral Fágner para não disputar os amistosos da Seleção Brasileira. Segundo consta essa atitude teria como objetivo prepará-lo para o primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil contra o Flamengo. Vale lembrar que o Paquetá, meia rubro-negro, está nos Estados Unidos com o time verde-amarelo e obviamente não estará em campo nesta quarta (12) no Maracanã. Sinceramente não consigo acreditar muito nisso. Poxa vida! O cara acabou de ser titular em quase todas as partidas da Copa da Rússia. Tem uma moral monstra com o técnico Tite, com […]

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Me ajuda a te ajudar, CBF!

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Eu não carrego comigo nenhuma “raiva” da CBF como a maioria foi induzida pela mídia a ter. Entendo que ela é uma organização política e portanto qualquer exigência sobre sua motivação pró espetáculo é uma ilusão de quem não conhece o sistema e quer muda-lo pelo twitter. Mas entendo que ela tem defeitos graves. Especialmente…

Diretoria do Corinthians cita demissões em rivais para seduzir elenco

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As trocas de treinadores nos rivais Palmeiras e Santos viraram argumento da diretoria do Corinthians para seduzir seus jogadores.

Em Brasília, antes da vitória sobre o Vasco, a direção do clube conversaou com líderes da equipe. A diretoria disse que teria sido mais fácil para os cartolas demitir Osmar Loss, que amargou sequência negativa, assim como Santos e Palmeiras fizeram com Jair Ventura e Roger Machado.

O argumento usado foi de que as demissões servem para transferir a responsabilidade. A culpa pelos maus resultado fica na conta de quem sai e a pressão pela melhora na de quem entra, segundo essa tese.

No entanto, os cartolas alvinegros argumentaram que preferiram assumir a responsabilidade e encarar o risco de eventuais críticas pela manutenção do treinador.

O discurso soa como uma tentativa de fortalecer os laços entre grupo, comissão técnica e diretoria.

A explicação foi ouvida por líderes do time  como Cássio, Fágner e Sheik. Pela diretoria, participaram o presidente Andrés Sanchez, principal responsável por conduzir a argumentação, Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol, e Jorge Kalil, diretor adjunto.