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Dudu no Catar fará um grande sucesso !

Leia o post original por Nilson Cesar

Ainda alguns detalhes burocráticos adiam o anúncio definitivo de Dudu no futebol do Catar. Será um negócio excelente para todos . Trata-se de um jogador de grande qualidade que vai ganhar muito dinheiro em um momento do ápice de sua carreira . Pode ainda voltar a jogar no futebol do Brasil para encerrar a carreira . Dudu ganhou quase tudo com o Palmeiras. Tecnicamente é o melhor jogador da equipe .

Fonte

Roubaram nossas figurinhas?

Leia o post original por RicaPerrone

Há cerca de 3 dias as figurinhas da Copa se tornaram algo raro no Rio de Janeiro. Ao procurar em mais de 8 bancas pela cidade, a informação é bem pouco animadora.

“Roubaram um carregamento de 500 mil pacotes que seria distribuido pela cidade. Por isso está em falta e sem previsão para reposição”, disse uma dona de Banca na Barra da Tijuca.

Outras bancas confirmaram a notícia de que a falta de figurinhas se deve a um grande roubo na distribuidora. “Houve um assalto grande, parece”, disse outro vendedor.

O blog procurou a Panini através do e-mail de contato comum do site e aguarda resposta.

RicaPerrone

Falta não deveria ser estratégia de jogo e sim fatalidade

Leia o post original por Mion

Forte fisicamente, Zé Maria entrava firme no adversário, mas visava a bola. Ganhava a maioria das jogadas sem pancada.

Os saudosos do futebol praticado nas décadas de 70 e 80 descrevem partidas inesquecíveis, jogadas maravilhosas, dribles e gols antológicos. Também admitem que a “pauleira comia solta”. Hoje também há vigor físico, mas desproporcional, como tática de barrar o adversário de maneira desleal e antidesportiva. Há algum tempo não entendia bem a orientação da FIFA: agarrou o adversário pela camisa, cartão amarelo. Muitas vezes o marcador dava pancada mais forte e não recebia nenhuma punição, apenas verbal. Aos poucos assimilei a intenção da entidade, ou seja, impedir o marcador de maneira proposital, evitar que o jogador com a bola possa fazer a jogada. Agarrar pela camisa é pura baixaria.

Em décadas passadas os jogadores marcavam visando, na grande maioria das vezes, a bola. Conheci muito lateral que chegava chutando bola, canela e tudo, mas a prioridade era a bola. Hoje há uma enorme diferença: na maioria das vezes, a falta é nitidamente provocada objetivando apenas a perna do adversário. A bola está um metro na frente e o zagueiro chega rasgando as pernas. É evidente que se um zagueiro alto e pesado for marcar um jogador de estatura média, rápido e hábil muitas vezes erra a bola e comete a falta. Isso acontece, faz parte do jogo.

Pego como exemplo o ex-lateral Zé Maria do Corinthians (década de 70). Um dos jogadores mais fortes e duros na marcação, porém jamais desleal. Em todos os lances visava tirar a bola do adversário, muitas vezes cometia faltas, até violentas, mas por ansiedade de evitar que o ponta-esquerda avançasse. A prioridade do Zé era roubar a bola e arrancar para o ataque.

Com o tempo fazer falta tornou-se um recurso projetado e calculado. Já ouvi muito técnico passar a seguinte orientação: “olha, o cara passou por você, corremos risco do contra-ataque, dá um “trança perna” que ele cai”. Falta não deveria ser um recurso tático-técnico e sim fatalidade. O marcador chega para marcar e acaba derrubando ou acertando o seu oponente. Infelizmente o futebol fica truncado porque infração é algo comum, faz parte da partida como se fosse um passe, chute a gol ou drible.

Também temos o outro lado. Tem jogador que quando o marcador procura cercar, já se joga e rola como fosse atropelado. Também é uma prática comum e que deve ser penalizada com o mesmo rigor. Enfim a falta deveria ser apenas uma fatalidade, um erro não proposital. Culpam excessos de jogos, gramados ruins e outras coisas pelo grande número de jogadores machucados, jovens com lesões crônicas. Na verdade é a pancadaria proposital e estratégica que está acabando com os joelhos e tornozelos de tantos jogadores.

VANTAGEM OU POSSE DE BOLA?

Leia o post original por leonardo.gaciba

 

Permanentemente tenho visto algo nas conduções dos jogos de futebol (em todas suas esferas) que tem me preocupado (aliás, sempre preocupou!).

A diferença entre VANTAGEM e POSSE DE BOLA não vem sendo bem compreendida por diversos árbitros de futebol.

 

Vamos à lei: Regra V – Poderes e deveres do Árbitro

* Permitirá que o jogo continue, se a equipe que sofreu a infração se beneficiar de uma vantagem e punirá a infração cometida inicialmente se a vantagem prevista não se concretizar naquele momento.

 

Vamos analisar juntos algumas situações: Uma equipe tem a posse de bola na meia lua da grande área e sofre uma falta nesta linha frontal ao gol, o jogador que sofreu esta falta consegue passar a bola para o lado para um companheiro seu que está correndo para a linha de fundo para fazer um cruzamento. É indiscutível que esta equipe ainda possui a POSSE DE BOLA, mas, o árbitro realmente está dando uma VANTAGEM para ela se abstendo de punir a falta? Creio que não! Neste caso específico, a maior VANTAGEM seria uma bola parada frontal a meta adversária com adversário a distância de 9,15m, ou seja, abstendo-se de punir a falta, o árbitro está concedendo uma VANTAGEM a equipe INFRATORA! Concordam comigo?

Outro caso: Um lateral ou ala, de costas para o gol, sofre um carga faltosa próximo a linha lateral a 10 metros da linha de fundo, portanto, um belo lugar para um cruzamento; mas prossegue com a bola nos pés depois de cair, ainda de costas para o gol. Caso o árbitro na sancione a falta, não estará dando uma VANTAGEM para a equipe atacante e sim sinalizando uma POSSE DE BOLA. Afinal, o objetivo deste ala é ir à linha de fundo e cruzar a bola para a área e todos nós sabemos que a tarefa fica facilitada quando a bola está parada! Estou errado?

Pensem nisso, opinem, façam comentários, e aos árbitros que lerem este post, apliquem na prática este conceito. Talvez seja muita pretensão de minha parte, mas lhes confidencio que esta ideia não surgiu na análise de uma partida de futebol e sim de milhares de observações no campo de jogo.

Ah, aproveitando o post, já que estamos falando de vantagem, outro toque! Tinha este defeito no começo de minha carreira e ele é de difícil percepção! Ainda bem que tive orientadores e assistentes que me alertaram!

É comum, quando uma disputa de bola acontece na frente do árbitro e a bola é “roubada” de forma limpa, o árbitro fazer sinal de vantagem porque não ocorreu infração. Isto não é vantagem! Para os que estão olhando, você está dizendo: “Foi falta e não vou punir pela vantagem”! Ora, que vantagem é essa se o defensor ficou com a bola.

Substituí este sinal errôneo por um que não consta na lei, sempre que uma disputa era “limpa” e precisava informar que não houve falta, apontava para a bola com uma das mãos (a regra permite que o árbitro faça gestos explicativos não convencionais para demonstrar claramente sua decisão, desde que não se torne uma rotina!)

Gostaria muito de debater este assunto com vocês… obrigado pelas visitas e comentários… grande abç!