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Os jogos em números – Rodada 1

Leia o post original por Rica Perrone

Em parceria com a Opta o blog levantou alguns dos números mais relevantes dos jogos da primeira rodada do Brasileirão e comparou. Não ficou difícil notar que Figueirense x Sport foi um jogão, Vasco e Goiás uma pelada e que os índices da rodada são bastante aceitáveis. A não ser pelo número de faltas ainda […]

Largada Fair Play

Leia o post original por Gaciba

Quatro rodadas, quarenta jogos; já podemos fazer um balanço deste “preocupante” início de Brasileirão.

Você sabia que já foram marcadas 1384 faltas no Brasileirão 2014?

A média de 34,6 faltas por partida pode ser considerada normal?

Fizemos um levantamento para que possamos comparar nosso campeonato com os principais do mundo.

Vejam na tabela abaixo que somos, disparados, o campeonato com maior média de paralizações:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com os cartões, a coisa é um pouco diferente. São 178 amarelos que nos dá uma média de quase quatro cartões e meio por jogo e 11 vermelhos com uma média de quase 3 atletas expulsos por rodada.

Mas, além dos 11 atletas expulsos; na próxima rodada, a quinta da competição; 5 atletas já cumprirão suspensão por acumular três amarelos nas quatro primeiras partidas de suas equipes. Rafael Lima (Chapecoense), Edinho (Grêmio), Aranguiz (Internacional), Valdivia (Palmeiras) e Alvaro Pereira (São Paulo) desfalcarão suas equipes no fim de semana. Isso, sem contar com Paulo Roberto (Figueirense) que obteve um indesejável 100% de amarelos nas três primeiras rodadas e já não jogou contra o Santos nesta rodada.

Pouco? Ainda temos mais 25 jogadores estão “pendurados” com 2 advertências entre as equipes da série “A”.

Quem nos acompanha sabe que contabilizamos a três temporadas faltas, cartões e expulsões numa corrida “fair play” que determina qual é a equipe que joga “mais limpo” na temporada. Ano passado a CBF tornou o prêmio oficial e o capitão do VITÓRIA, o goleiro Wilson, recebeu com orgulho o troféu no programa “Bem Amigos”.

Nestas primeiras rodadas a liderança apertada pertence ao FLUMINENSE.

Vejam o quadro geral (ao término do post, critérios para obtenção da média PP (média de pontos perdidos):

 

Até o momento,  28 árbitros foram sorteados com 2 estreias Braulio da Silva Machado (MS) e Renan Roberto de Souza(PB). Confiram seus números:

 

Critérios para o TROFÉU FAIR PLAY:

BOTAFOGO é FAIR PLAY!

Leia o post original por Gaciba

Caso estivéssemos na Europa, a bolsa de apostas estaria BOMBANDO!

Quem será o centésimo jogador expulso no campeonato brasileiro? Isso se chegarmos ao 100º vermelho!

O campeonato brasileiro de 2012 mostra uma sensível diminuição no números de expulsões em relação ao ano passado. Em 2011, nos 380 jogos da competição, tivemos 142 jogadores expulsos contra 99 até o encerramento da trigésima sexta rodada deste ano. A média de expulsões “despencou” de 0,37 vermelhos por jogo para 0,27 em 2012.

Pouco? Não acho! Caso não tenhamos expulsões nas últimas duas rodadas, serão 43 vermelhos a menos, ou seja uma diminuição real de 11,3%.

Na última rodada somente um atleta foi expulso. Paulo Sérgio do Flamengo recebeu o vermelho direto nesta jogada na partida contra o Palmeiras:

Torço para que o recorde do ano passado não seja repetido este ano onde a última rodada (a rodada dos clássicos) foi a com o maior número de expulsões da  competição com “surpreendentes” 12 vermelhos em 10 jogos!

TROFÉU FAIR PLAY 2012

O Fogão ultrapassou o Peixe e é o novo líder da corrida fair play do brasileirão. A duas rodadas do final a equipe do Botafogo volta para a ponta da tabela que já foi do Vasco e do Santos.

Segunda equipe com menor número de faltas cometidas na competição, menor número de cartões amarelos e vermelhos recebidos o Fogão só não é líder com maior folga pela expulsão de dois membros de sua comissão técnica e uma de seu treinador.

Se você não conhece os critérios da disputa, leia-os no segundo quadro e confira a atualização do TROFÉU FAIR PLAY a duas rodadas do fim da competição: 

 

Alguns números interessantes a ressaltar:

CARTÕES AMARELOS: 4 equipes já superaram a marca de 100 amarelos recebidos na competição: Cruzeiro (115), Bahia (109), Palmeiras (103) e Internacional (103) e pagam um preço alto por vários desfalques por suspensão a cada rodada. Entre as 4 equipes que menos receberam cartão estão três Cariocas: Botafogo (66), Flamengo (77), Vasco (79) e Santos (79).

CARTÕES VERMELHOS: Neste critério a liderança indesejada é do Figueirense (9) seguido de perto por Grêmio, Atlético MG e Sport (8 expulsões cada). Os que menos perderam jogadores por expulsão (2 cada) são o Botafogo, o Corinthians e o Bahia.

FALTAS COMETIDAS: Neste critério o número alcançado pelo Cruzeiro é alarmante! A Raposa já cometeu 790 faltas numa impressionante MÉDIA de 21,9 faltas feitas por jogo. Para notarmos a diferença para o resto das equipes, a segunda com mais faltas cometeu praticamente 100 faltas a menos no campeonato ( Internacional – 698 ). Comparando com o Santos então, equipe com o menor número de faltas ( 542 – média 15,1 ) esta diferença é de 248  infrações.

E você? Acha que estes números refletem a realidade da competição?

O Botafogo é o time mais disciplinado? O Cruzeiro realizada tanto o “anti-jogo”? Sua equipe sofreu com atletas suspensos? Quem será o 100º atleta expulso do campeonato? Deixe seu recado!

E SEGUE A CORRIDA “FAIR PLAY” A 20 JOGOS DO FINAL DA COMPETIÇÃO…

DEZ MIL VEZES FORA DE JOGO!

Leia o post original por Gaciba

Nesta quinta-feira (04.10.2012) você pode fazer uma aposta com os seus amigos:

QUEM SERÁ O ATLETA QUE TERÁ A “HONRA” DE FAZER A FALTA NÚMERO DEZ MIL DO BRASILEIRÃO?

SIM, nesta quinta-feira levando em conta as médias estatísticas por volta dos 20 minutos de jogo algum atleta do Flamengo, Bahia, Portuguesa, Sport, Coritiba ou Ponte Preta cometerá a infração número 10.000 do campeonato (Prometo que acompanharei a rodada e na quinta-feira mesmo colocarei ao término deste post o nome do “sorteado”).

Seria engraçado, caso não fosse preocupante… o campeonato brasileiro soma (conforme dados estatísticos utilizados pela rede globo) a incrível quantia NOVE MIL NOVECENTOS E SETENTA E NOVE faltas cometidas em 270 jogos realizados, ou seja, estamos a 21 FALTAS da marca das dez mil infrações.

Estamos beirando a média de 37 faltas cometidas (HOJE, exatamente a média é de 36,95 faltas por partida)! É falta demais para pouco jogo!

Primeiro vamos a dados comparativos para termos uma noção qual é a realidade dos principais campeonatos do mundo em relação a nossa competição. Dos campeonatos considerados “de ponta” na Europa a maior média de faltas marcadas é do campeonato ALEMÃO com 33 faltas marcadas por jogo. Realidade semelhante vive o campeonato FRANCÊS com uma média de 31 faltas cometidas por partida. Segue o campeonato ITALIANO (30 por jogo) e ESPANHOL (28 por espetáculo). Do outro lado da moeda estão os campeonatos INGLÊS e ARGENTINO (para citar o principal campeonato da América juntamente com o Brasil) ambos com surpreendente média de 21 faltas cometidas por jogo.

Caso comparemos com o Ingês e o Argentino, assusta; mas se olharmos o Alemão até que o bicho não é tão feio!

Outro dado legal de observar é a COPA DO MUNDO que, na sua última edição teve uma média de faltas de 31,42 por jogo. Acho legal comparar por que aqui é o verdadeiro encontro de culturas. Esta média é a miscigenação de árbitros, dirigentes e jogadores de todo mundo. Na África do Sul chegamos a ter uma partida com 55 faltas cometidas (Paraguai e Japão) enquanto o jogo com o menor número de faltas ocorreu entre Alemanha e Inglaterra (13 faltas). A final da competição entre Holanda e Espanha foi a 4ª partida com o maior número de faltas: 47 (um recorde histórico e uma “peleia” que todos lembramos bem).

Trazendo para a nossa realidade, no brasileirão de 2012 o jogo com o maior número de faltas foi Náutico e Cruzeiro válido pela 2ª rodada com 60 faltas marcadas. Menção honrosa para o recorde positivo de 16 faltas num jogo fica para Vasco e Bahia na 23ª rodada.

Em relação ao ano passado (primeiro campeonato que cobri na íntegra como comentarista) nossa média vem aumentando (outro dado preocupante). Em 2011 nossos árbitros assinalaram 13749 faltas nos 380 jogos da competição com uma média de 36,2 faltas por jogo.

Outra comparação bacana é quando nos deparamos com a média de faltas sofridas por atletas de ponta. No campeonato espanhol, por exemplo, MESSI recebe 2,2 faltas em média por jogo; já CRISTIANO RONALDO recebe um pouco mais (2,4 por partida). No brasileiro, inegavelmente a maior vítima dos marcadores é NEYMAR que sofre impressionante média de 7,20 faltas por jogo (exatamente o triplo de Cristiano Ronaldo).

Falando individualmente 4 atletas na competição tem uma média maior do que 3 faltas cometidas por partida (levando-se em conta os que disputaram um mínimo de 10 jogos). São eles: Charles do Cruzeiro com 3,26 por jogo (62 em 19 jogos), Welington Paulista também do Cruzeiro com média de 3,14 por partida (66 em 21 jogos), Denilson do São Paulo com 3,12 por partida (78 faltas em 25 jogos) e Jô do Atlético MG com 3,05 por jogo (58 em 19 partidas).

Quando se fala de “caçados” que recebem uma média superior a 3 faltas por partida (dentro do mesmo critério de um mínimo de 10 jogos disputados) chegamos a 12 atletas. Além de Neymar do Santos (7,20) temos Valdivia do Palmeiras (4,75), Renê Jr da Ponte Preta (4,19), Kieza do Náutico (4,18), Kleber do Grêmio (3,73), Caio do Figueirense (3,63), Ananias da Portuguesa (3,45), Wellington Nem do Fluminense (3,42), Lucas do São Paulo (3,29), Martinez do Corinthians (3,17), Rhayner do Náutico (3,20) e  Wesley do Atlético GO (3,05).

Falando em equipes, as maiores médias de faltas cometidas estão com Cruzeiro (22,33), Atlético MG (20,37) e Figueirense (20,30). Do outro lado as menores médias de faltas cometidas são de Santos (14,52), Náutico (15,78) e Flamengo (16,81).

O primeiro passo para a mudança é MOSTRAR e ADMITIR  a realidade! Causas e motivos, para não me estender, são assuntos para outro debate.

Questiono: QUAL O PRINCIPAL MOTIVO DESTES NÚMEROS?

A. A arbitragem brasileira “segura” o jogo demais marcando “pequenos contatos”?

B. Os nossos atletas “caem” demais e optam por receber a falta ao invés de prosseguir na jogada?

C. Os marcadores brasileiros já vão para a disputa de bola visando o adversário e não a bola?

D. É simplesmente uma questão cultural?

E. É a soma de todos estes fatores?

CONFIRA O DEBATE DOS ESPECIALISTAS SOBRE O TEMA REALIZADO HOJE (04.10.2012)  NO REDAÇÃO SPORTV:

A FALTA Nº 10000 FOI COMETIDA AOS 14 MINUTOS DO PRIMEIRO TEMPO DO JOGO ENTRE PORTUGUESA x SPORT, REALIZADA POR MICHAEL DA PORTUGUESA.

Para parte da diretoria do Flamengo, Adriano não pode ser tratado como demais jogadores

Leia o post original por Perrone

 Entre os dirigentes do Flamengo que defendem uma nova chance a Adriano sobressai o argumento de que o Imperador merece ser tratado com mais compreensão do que os colegas. E com uma dose de paternalismo.

A justificativa é de que o atacante tem um histórico de fragilidade emocional que exige tratamento diferenciado. Quem pensa assim crê que tal prática não configuraria privilégio.

O fato de Adriano ainda não ter estreado também pesa. Em tese, sua nova falta não prejudica o time. Como está em recuperação, o treinador já não contava com ele. Assim, não precisa ser tratado com o mesmo rigor que deve ser dispensado aos que estão atuando.

Quem defende o Imperador alega ainda que afastar o jogador por ter cometido a sua terceira falta em cerca de um mês seria punir o próprio clube. O rubro-negro seria privado de contar com um atleta talentoso mais na frente. Enfim, por mais que Adriano dê motivos para o Flamengo jogar a toalha, ainda há na Gávea gente disposta a apostar em sua recuperação, cada vez mais improvável.

Neymar apanha, mas exagera nos “saltos ornamentais”

Leia o post original por Mion

Falta clara em Neymar. O problema é o “salto ornamental” que o joia para valorizar a falta.

As quedas de Neymar são sensacionais dignas de um malabarista, entretanto não dá para negar que apanha demais. Algumas faltas até fortes, outras bem valorizadas por seus extravagantes tombos. Em algumas vezes parecem “saltos ornamentais”.  O que interessa mesmo é se foi ou não falta. A cada 10 faltas marcadas pelo menos 8 são incontestáveis, uma ocorre em virtude da diferença de peso, um zagueirão de 89 quilos chega mais forte, os 65 quilos da joia não suportam o choque. É uma diferença considerável: 24 quilos. Neymar se aproveita para valorizar e dar os seus mergulhos cheios de peripécias. Também tem aquela forjada, cavadinha como acontecem com outros jogadores. Jorge Henrique do Corinthians chegou a ser perseguido por alguns árbitros porque adorava mergulhar no gramado a cada chegada da marcação. Melhorou muito e hoje se preocupa em jogar bola.

Neymar é leve, ágil, habilidoso e veloz. Pesadelo para qualquer marcador. Fica difícil marcá-lo. Quando o zagueiro estica a perna para tirar a bola, ela já não está mais no lugar e fatalmente há o esbarrão nas pernas do atacante que aproveita para maximizar em busca de um cartão amarelo para o adversário. É uma artimanha irritante, porém o excesso de faltas também não é opção de tática de jogo e sim um acidente. Porém tem muito time que comete um monte de infrações para quebrar o ritmo do jogo ou impedir a sequência do adversário de mais qualidade.

No fundo o maior prejudicado é o próprio Neymar. Ele impede que o jogo possa fluir mais, o Santos tem qualidade suficiente, a cada falta e as quedas, a partida fica parada muito tempo. Ele impede o embalo normal da partida, muitas vezes prefere cair ao invés de continuar a jogada. Pelé tinha mais esta virtude. Batiam e ele continuava, geralmente dava em gol. Messi é assim, derrubar o pulguinha argentino não é fácil. Neymar ainda precisa amadurecer neste sentido. E o mais perigoso de todo este assunto. Os marcadores “brucutus” do futebol brasileiro são tão ignorantes que Neymar corre sério risco: sofrer uma fratura ou lesão muito grave. Qualquer dia um deles perde a cabeça e entra pra quebrar de verdade, aí sim tudo isso terá um final triste para o futebol brasileiro que poderá perder o único craque do futebol brasileiro.

 

Média de cartões despencando no Brasileirão 2012

Leia o post original por Gaciba

Desde o início do Brasileirão deste ano, a média de cartões amarelos e vermelhos vem tendo uma queda significativa. Você reparou?

Perceba o quadro comparativo das 12 rodadas iniciais dos últimos 5 anos da série “A” e note o número de cartões e as médias durante os 120 primeiros jogos da competição:

Chamo a atenção para o decréscimo, em especial das advertências deste ano que, pela primeira vez no período baixam da média de 5 cartões por jogo. Somente para o ano passado, são 73 cartões a menos.

Nas expulsões, um novo e inédito índice de aproximadamente 1 expulsão a cada 5 jogos, ou seja, 2 por rodada. Caso compararmos com o período de 2008 a 2010, a média cai em mais da metade.

De forma antagônica, a média de faltas marcadas, segue praticamente inalterada em relação aos anos anteriores. Veja e compare as médias de 2008 a 2011 (toda competição – 380 jogos) com a edição de 2012 em seus primeiros 130 jogos (até 13ª rodada):

 

Os números nos chamam a uma reflexão: Qual o motivo da média de cartões ter diminuído tanto?

Como o número de faltas segue o mesmo, os imediatistas e mais críticos diriam que os árbitros não estão coibindo a violência. Com sinceridade, a partir do momento em que passei a ter um contato maior com o público, posso sentir uma “temperatura” e o foco das reclamações de torcedores e lhes garanto: O número de reclamações por jogadas disciplinares não coibidas são baixos. Na minha opinião, o campeonato não pode ser considerado violento, aliás, longe disso!

Alguns instrutores ao ver estes números imediatamente perguntaram: Seriam os árbitros assistentes adicionais (árbitros de gol)? Eu particularmente não creio que a inclusão destes profissionais possa ter influenciado tão significativamente nesta redução. Talvez alguns cartões foram “poupados” com atitudes preventivas, mas nada para uma mudança tão grande.

Uma outra hipótese estaria no fato de os árbitros estarem um pouco mais “conhecidos” em relação a alguns anos atrás. O grupo de elite da CBF hoje é mais experiente que nos campeonatos anteriores. A renovação foi forte neste período e agora, os que conseguiram se firmar na primeira divisão, já são mais conhecidos dos atletas (que os testam menos) e não encaram mais um jogo da primeira divisão como novidade (o que aumenta a utilização do cartão como “escudo”). Árbitros mais experientes conseguem manter o jogo sob controle sem ter a necessidade de apresentar muitos cartões.

Seria uma mudança de “filosofia” da arbitragem brasileira? Não creio. A comissão segue orientando o combate ao jogo violento com a mesma ênfase nestes 5 anos. Teriam os árbitros “aprendido” a valorizar os cartões em jogadas realmente dolosas?

Afinal de contas, são números que nos permitem diversas interpretações. E você, o que pensa sobre os dados que tem a sua disposição. Você acredita em alguma destas teses ou tem sua própria teoria. Gostaria muito de debater o tema com vocês. Um grande abraço.

PS: Amanhã, o quadro disciplinar dos clubes da série “A” e os números dos árbitros que estão apitando o Brasileirão 2012. Na sexta, será a vez de voc~e ver como está o seu time e seus adversários em quesitos técnicos e dos cartolas receberem dicas em ítens específicos da competição como: faltas cometidas, sofridas, finalizações, defesas difíceis…

 

Fratura de Kleber serve de alerta por Neymar

Leia o post original por Mion

Leo chega atrasado e força excessiva no tornozelo de Kleber.

A falta sofrida por Kleber no lance em que resultou a fratura da fíbula da perna direita não foi nada de assustador. Não houve violência, ao contrário foi uma falta corriqueira de jogo. Com isso não estou querendo isentar o zagueiro Leo Carioca. Não houve maldade, porém a justificativa já é conhecida: chegou atrasado. Vamos somar mais dois fatores: força exagerada e a obrigação do zagueiro evitar que a bola passe, caso não consiga, barre o atacante.

Neymar sofre pelo menos umas quatro faltas por jogo desse nível, chegadas atrasadas por trás. Depois ainda reclamam que a joia santista pula. Tem que pular, caso não consiga se esquivar vai sofrer o mesmo de Kleber. O Gladiador apanha barbaridade sempre escapa ileso, dessa vez não conseguiu. A falta de conceitos na arbitragem proporciona lances mais ríspidos principalmente por trás. A punição neste lance deveria ser radical: vermelho e pronto. Assim os zagueiros pensariam duas vezes antes de entrar atrpelando. A perda de Kleber é lamentável, um dos melhores centroavantes do país, quero ver quando acertar Neymar, como ficará o futebol brasileiro sem o seu melhor jogador.

Paulistão 2012 – Balanço disciplinar

Leia o post original por leonardo.gaciba

Completada a 6ª rodada do Campeonato Paulista, alguns números já começam a chamar a atenção na disputa.

Vejamos um resumo destes números dos clubes e árbitros ao final de praticamente 1/3 das rodadas da fase classificatória já jogadas.

Caso o campeonato terminasse hoje, num hipotético “troféu FAIR PLAY”, este seria concedido ao PALMEIRAS, equipe mais disciplinada com 8 amarelos, nenhuma expulsão e 14,0 faltas em média por jogo.

Maros Assunção, o especialista!

 

 

FALTAS

A média de faltas do Paulistão é de 31,4 por partida sendo uma média inferior, por exemplo, ao campeonato Brasileiro da série “A” de 2011 que teve uma média de 36,2 faltas por partida.

A partida entre Corinthians e Bragantino, válida pela 5ª rodada, é a com o maior número de faltas com surpreendentes 56 marcações (25-31) feitas pelo árbitro Leonardo Ferreira Lima. Do outro lado da moeda, o confronto entre Oeste e Mirassol, válido pela 3ª rodada teve não menos surpreendentes 18 intervenções (9-9) feitas pelo árbitro Guilherme Ceretta de Lima.

Confira os clubes com as menores e maiores médias de faltas por jogo:

1º SÃO CAETANO     (12,5)

2º SANTOS                  (13,2)

3º PALMEIRAS         (14,0)

18º ITUANO               (17,3)

19º CORINTHIANS (18,2)

20º BRAGANTINO (19,0)

TEMPO DE BOLA EM JOGO

Dos 90 minutos programados na regra VII, o Paulistão tem 60 minutos e 30 segundos de bola rolando em média na competição. Pode parecer pouco, mas é um limite considerado “aceitável” pela FIFA.

Quem pagou ingresso e viu mais futebol (literalmente) foram os torcedores de Catanduvense e Palmeiras válido pela 3ª rodada que ganharam 67 minutos de bola em jogo (muito próximo do “ideal” alçado pela FIFA de 70 minutos), partida esta dirigida pelo árbitro Luiz Vanderlei Martinucho. Já Palmeiras e Portuguesa pela 2ª rodada teve somente 53 minutos de futebol, sendo o jogo com menor tempo de bola rolando sob  a batuta do árbitro Leonardo Ferreira Lima.

CARTÕES AMARELOS

Já foram mostrados 261 (127-134) cartões amarelos nos 60 jogos deste ano. A média da competição é de 4,35 por jogo, uma média baixa para os padrões Brasileiros. Como comparação, o Brasileiro de 2011 teve uma média de 5,22 por partida.

Confira os clubes com menores e maiores médias de cartões amarelos válidos por jogo:

1º PALMEIRAS                    8  amarelos (1,33 por jogo)

1º XV DE PIRACICABA    8  amarelos (1,33 por jogo)

3º SÃO CAETANO               9 amarelos (1,50 por jogo)

18º LINENSE                       18 amarelos (3,00 por jogo)

19º COMERCIAL                19 amarelos (3,17 por jogo)

20º BRAGANTINO           23 amarelos (3,83 por jogo)

CARTÕES VERMELHOS

Foram 20 expulsões (10-10) de atletas nestas 6 rodadas, chegando a média de 0,33 por partida. Uma média muito semelhante ao Brasileiro de 2011 (0,37 por partida).

Restam cinco clubes estão “invictos” na competição (nenhuma expulsão), são eles: GUARANI, ITUANO, PALMEIRAS, SÃO CAETANO e SÃO PAULO.

Outros cinco já tiveram dois atletas expulsos, segue: COMERCIAL, GUARATINGUETA, MIRASSOL, MOGI MIRIM e PAULISTA.

ÁRBITROS

Robério Pereira Pires

     O árbitro com maior número de jogos até a 6ª rodada é Robério Pereira Pires, com 4 jogos.

  Os árbitros que menos deram cartões amarelos tem apenas 1 jogo no campeonato. Flávio   Rodrigues de Souza e Welton Orlando Wohnrath apresentaram apenas 2 advertências em seus respectivos jogos.

     Já Leandro Bizzio Marinho, dirigiu 2 jogos e mostrou 19 amarelos, uma média de 9,5 por jogo.

    O “campeão” dos vermelhos, até o momento, é o árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araujo que, nas duas partidas que dirigiu expulsou 3 jogadores (média de 1,5 por jogo).

A menor média de faltas é de Luiz Flávio de Oliveira (23,0) e a maior de Leonardo Ferreira Lima (43,0 por jogo).