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Prestou!

Leia o post original por Rica Perrone

A euforia rubro-negra é justificável.  Do time que nada funcionava pro time que agora é coeso e ganha jogos com alguma tranquilidade. Do inferno ao céu, do “fora todo mundo” pro “cheirinho de hepta”. Flamengo, o time mais bipolar do mundo. E assim será até dezembro, com o cheiro se confirmando ou sumindo no ar. …

A fórmula Flamengo

Leia o post original por RicaPerrone

Nem começa, recalcado. Esse post talvez sirva mais pra você, não rubro-negro, do que pra eles. E não é um dos posts que gosto de fazer fomentando paixão pós jogo e exaltando vitórias. Ao contrário, é um post de dia seguinte onde quero encontrar explicação para que o “momento Flamengo” seja compreendido e, talvez, dele, se tire alguma lição.

Não é básico, nem lógico. Todos querem explicar e juram ter na ponta da língua uma resposta que resuma tudo isso. Mas não tem, e não é fácil assim entender o que está acontecendo. Mas talvez, com algum esforço, possamos tirar disso uma grande lição.

Porque a torcida do Flamengo está indo aos jogos, mesmo os que não valem nada, pagando ingressos caros e com um time que sequer tem um ídolo ou um craque em campo?

“Aqui é Flamengo!”, “É amor!”, ok, ok, ok.  Mas vamos aos fatos. Esse amor sempre desapareceu pra qualquer torcida do mundo quando o time vai mal.  Apareceram quando o time “precisou”.  Ok, já vi também em muitos casos.

Mas porque ficaram?

O Flamengo não está ameaçado de rebaixamento há muito tempo. Os jogos não são decisivos, os adversários não são confrontos diretos, o foco é na quarta-feira e não no domingo. E os caras estão metendo sequencialmente de 30 a 40 mil pessoas por jogo.

Tem alguma coisa aí que não conseguimos enxergar ainda.

Não é promoção, nem a qualidade do espetáculo, nem o estádio, nem um ídolo. Ou seja, estamos falando de um caso raro, talvez único, onde conseguiu-se fazer a torcida ir ao estádio, pagar o que o clube quer, não oferecer um grande time, nem mesmo um grande objetivo.

Qual é a mágica do que está acontecendo?

Não levem pro lado delirante e delicioso da paixão. Quero encontrar razão, não “rubro-negrismo”. Esse já conheço, é fato, é lenda, é história.

Talvez nesse misterioso pacote que está fazendo uma torcida viver um time “mediocre” aos domingos em busca de porra nenhuma seja o grande ponto que não encontramos ainda. O que de fato quer o torcedor brasileiro?

Um grande jogo, um grande rival, um grande time, um preço barato, um estádio confortável?

Não me diga “todos”. Porque destes, o Flamengo não tem nem um grande time, nem preços, nem está lotando contra grandes rivais.  Estão indo por hábito, criando uma rotina de estar no Maracanã pra ver o Flamengo jogar, desde que…?

Desde que…?

Essa é a pergunta.  E aqui, enquanto discutem “fla press”, “Flamengo é Flamengo”, entre outros, temos um ponto que pode mudar o futebol brasileiro e a relação torcida/clube.

Não esperem um final de post conclusivo. Pois não tenho a conclusão. Tenho a dúvida, e a compartilho aqui na esperança de encontrar uma tese mais aceitável do que “Flamengo é Flamengo”.

Até porque, com outros times melhores do que esse, disputando posições melhores que a décima, a ingressos mais baratos, cansamos de ver o Maracanã vazio.

Esse time/fase tem algo. E é preciso descobrir o que é.

abs,
RicaPerrone

A fórmula Flamengo

Leia o post original por RicaPerrone

Nem começa, recalcado. Esse post talvez sirva mais pra você, não rubro-negro, do que pra eles. E não é um dos posts que gosto de fazer fomentando paixão pós jogo e exaltando vitórias. Ao contrário, é um post de dia seguinte onde quero encontrar explicação para que o “momento Flamengo” seja compreendido e, talvez, dele, se tire alguma lição.

Não é básico, nem lógico. Todos querem explicar e juram ter na ponta da língua uma resposta que resuma tudo isso. Mas não tem, e não é fácil assim entender o que está acontecendo. Mas talvez, com algum esforço, possamos tirar disso uma grande lição.

Porque a torcida do Flamengo está indo aos jogos, mesmo os que não valem nada, pagando ingressos caros e com um time que sequer tem um ídolo ou um craque em campo?

“Aqui é Flamengo!”, “É amor!”, ok, ok, ok.  Mas vamos aos fatos. Esse amor sempre desapareceu pra qualquer torcida do mundo quando o time vai mal.  Apareceram quando o time “precisou”.  Ok, já vi também em muitos casos.

Mas porque ficaram?

O Flamengo não está ameaçado de rebaixamento há muito tempo. Os jogos não são decisivos, os adversários não são confrontos diretos, o foco é na quarta-feira e não no domingo. E os caras estão metendo sequencialmente de 30 a 40 mil pessoas por jogo.

Tem alguma coisa aí que não conseguimos enxergar ainda.

Não é promoção, nem a qualidade do espetáculo, nem o estádio, nem um ídolo. Ou seja, estamos falando de um caso raro, talvez único, onde conseguiu-se fazer a torcida ir ao estádio, pagar o que o clube quer, não oferecer um grande time, nem mesmo um grande objetivo.

Qual é a mágica do que está acontecendo?

Não levem pro lado delirante e delicioso da paixão. Quero encontrar razão, não “rubro-negrismo”. Esse já conheço, é fato, é lenda, é história.

Talvez nesse misterioso pacote que está fazendo uma torcida viver um time “mediocre” aos domingos em busca de porra nenhuma seja o grande ponto que não encontramos ainda. O que de fato quer o torcedor brasileiro?

Um grande jogo, um grande rival, um grande time, um preço barato, um estádio confortável?

Não me diga “todos”. Porque destes, o Flamengo não tem nem um grande time, nem preços, nem está lotando contra grandes rivais.  Estão indo por hábito, criando uma rotina de estar no Maracanã pra ver o Flamengo jogar, desde que…?

Desde que…?

Essa é a pergunta.  E aqui, enquanto discutem “fla press”, “Flamengo é Flamengo”, entre outros, temos um ponto que pode mudar o futebol brasileiro e a relação torcida/clube.

Não esperem um final de post conclusivo. Pois não tenho a conclusão. Tenho a dúvida, e a compartilho aqui na esperança de encontrar uma tese mais aceitável do que “Flamengo é Flamengo”.

Até porque, com outros times melhores do que esse, disputando posições melhores que a décima, a ingressos mais baratos, cansamos de ver o Maracanã vazio.

Esse time/fase tem algo. E é preciso descobrir o que é.

abs,
RicaPerrone

Vida ou morte: a Seleção Brasileira não pode perder

Leia o post original por Pedro Ernesto

Terminou o recreio. A primeira fase é suave. Dá para perder, empatar e ainda classificar. Nela, os adversários são quase sempre mais fracos. Neste sábado, começa a fase de oitavas de final. O jogo é contra o Chile, que tem uma seleção muito respeitada pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Só que o maior problema é ser este um jogo eliminatório. Qualquer erro, qualquer descuido, um erro de arbitragem pode ser fatal. E será assim daqui para a frente. O campeão do mundo terá de passar por quatro jogos eliminatórios. Será preciso ter competência e boa dose de sorte. Adiante Brasil.

Mistério

A substituição de Paulinho por Fernandinho está sendo considerada certa. O mistério montado por Luiz Felipe está na lateral direita. No treino realizado na granja Comary, o primeiro tempo foi de Daniel Alves. Depois foi a vez de Maicon, que errou tudo e até gol contra marcou.

Neste caso, o mistério pode ser por dúvida real. Daniel tem jogado muito mal e Maicon tem treinado pior ainda. Só uma hora antes do jogo que saberemos quem joga.

Clausura
A seleção chilena está concentrada na Toca da Raposa, local de treinamento e concentração do Cruzeiro. Só abre por regulamento da Fifa, que exige a presença da imprensa por 15 minutos. Daí em diante, tudo é fechado. Um processo de clausura, no qual os jogadores colocam foco na necessidade de fazer história. Este é o perigo que corre a Seleção Brasileira.

Que o Chile recupere a autoestima saindo da condição de freguês para buscar um fato histórico. Para isso, Jorge Sampaoli é um mestre.

Semelhança
A Copa do Mundo remete a semelhanças impressionantes com a Copa Libertadores. Nesta competição, os campeões, os famosos, os mais ricos, foram eliminados. Até o Bolívar continua na competição, mas os brasileiros, por exemplo, investindo milhões, estão eliminados.

Na Copa, alguns campeões de mundo foram eliminados na primeira fase dando lugar para Costa Rica,  Colômbia, México, entre outros. A conclusão é que não adianta gastar muito quando não se tem bom critério e que camisa não ganha jogo.

Demmmaaaiiissss
A Copa do Mundo é um espetáculo tão emocionante que faz as pessoas disputarem um ingresso a tapas. Os cambistas estão vendendo ingressos a R$ 5 mil para o jogo deste sábado. E o que mais surpreende é que, apesar do preço astronômico, não faltam compradores. Por falta de espaço nos estádios, a Fifa criou a Fan Fest, que também se tornou um grande sucesso.

De menos
A Copa do Mundo de 2022 pode sair do Catar. São muitas denúncias informando que esse pais tenha gasto mais de US$ 11 milhões (perto de R$ 25 milhões) de propina para dirigentes da Fifa. Um escândalo que precisa ser consertado sob pena de o produto futebol perder muito em credibilidade.

Já não são poucos os rumores de interferência de patrocinadores no futebol. Claro que muito é viagem das pessoas, mas essa questão da Copa do Catar precisa ser resolvida.

Click do Dia

AFP

AFP

Um jovem torcedor brasileiro conseguiu driblar a segurança e abraçar o meio-campista da França Moussa Sissoko, no treino de sexta-feira, no Estádio de Santa Cruz, em Ribeirão Preto.