Arquivo da categoria: Felipão

Esse Verdão do Felipão é CASCUDO ou AMARELÃO???

Leia o post original por Craque Neto

Apesar da rivalidade natural, não dá pra negar e até corintianos, santistas e são-paulinos reconhecem que vai ser difícil segurar o Palmeiras nessa temporada. Em 2019 o time do Felipão entrou em campo 30 vezes e venceu nada mais, nada menos do que 20 vezes. Perdeu apenas duas! Fez 48 gols e sofreu apenas oito. Número dignos de uma equipe campeã. Mas curiosamente, sempre que exigido emocionalmente esse elenco patinou. Isso desde o ano passado, diga-se de passagem! Ou seja, na maioria dos mata-matas contra clubes do mesmo porte o Palmeiras refugou. Foi assim no Paulistão da temporada passada quando […]

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Vai ser difícil segurar o Hepta do Verdão nesse Brasileirão, viu?

Leia o post original por Craque Neto

Os palmeirenses podem não gostar de mim, até pelas verdades que eu falo (que doem, diga-se de passagem), mas fato é que o clássico deste sábado (18) deu um claro sinal de vou ser obrigado a elogiar muito o Verdão até o final desta temporada. Dificilmente terá algum time no País capaz de segurar a turma do Felipão nesse Campeonato Brasileiro. O Flamengo, que tanto é exaltado por aí, foi atropelado pelo Galo em Minas. O próprio Santos, que disseram ser uma baita novidade nas mãos do Sampaoli, foi completamente encurralado pela força e entrosamento da equipe alviverde. Não dá […]

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“Respeite quem pode chegar…”

Leia o post original por Rica Perrone

“… onde a gente chegou!”, disse Jorge Aragão num dos mais memoráveis sambas deste país. As vezes a gente exagera. Por clubismo, paixão, burrice ou mera arrogância, tanto faz. A gente quase sempre exagera. Você pode olhar pro seu mercado e achar os maiores nomes dele uns merdas. É um direito seu. No esporte isso…

São Paulo na final e com justiça. Triste foi o choro do Felipão!

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo chegou a final do Campeonato Paulista e foi justo. Verdade que se classificou nas cobranças de pênaltis , mas o eliminado foi o Palmeiras dentro de sua casa. Esses mulekes tem grande futuro e Cuca pode formar um time bem competitivo ao longo do ano. O tricolor no embalo que esta pode até vir a ser campeão paulista de 2019. São Paulo que não ganha nada de importante faz um tempão.

Fonte

Opinião: São Paulo coloca em xeque quatro pilares do Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Ao eliminar o Palmeiras no Allianz Parque e se classificar para a final do Campeonato Paulista, o São Paulo colocou em xeque quatro pilares do adversário. São pontos de confiança da torcida alviverde que estão sob discussão.

Leila Pereira e Crefisa

Com o apoio da empresária e suas empresas, o Palmeiras muitas vezes foi colocado como time quase imbatível. O clube alavancou suas receitas e passou a ser um adversário duro em todas as disputas por bons jogadores. Nos últimos cinco anos, o alviverde investiu cerca de R$ 314, 9 milhões em reforços. São aproximadamente R$ 194,6 a mais do que o valor gasto pelo São Paulo. Não chegar na final do Estadual, algo alcançado na temporada passada com um vice-campeonato, deixa dúvidas sobre até onde vai o poder dos milhões despejados por Leila para fazer o Palmeiras ganhar tudo. Tanto que palmeirenses que protestaram depois da eliminação cantaram: “eu não sou otário, vai tomar no ** esse time milionário”.

Fernando Prass

Existem alguns jogadores nos quais a torcida deposita toda a sua confiança em determinadas situações. Esse é o caso de Fernando Prass nos pênaltis. Sempre foi uma segurança para o palmeirense ter Prass na meta nas disputas de pênaltis. Ele não teve culpa na eliminação, chegou a fazer defesa de cobrança, mas não foi o herói capaz de impedir a derrota de seu time. Do outro lado, Volpi brilhou mais.

Felipão

Luiz Felipe Scolari reforçou a fama de ser “o cara” para a torcida do Palmeiras com a conquista do título brasileiro do ano passado. Em seus trabalhos pelo clube, o torcedor aprendeu a confiar em seu estilo de jogo e esperar pelos resultados. Em disputas de mata-mata, então, sua fama de especialista se tornou mítica. Desde o início de 2019, Felipão sofre críticas de parcelas da imprensa e da torcida por não fazer o time jogar em alto nível. As queixas aumentaram imediatamente após a queda na semifinal estadual.

Allianz Parque

A confiança do palmeirense em seu estádio como caldeirão capaz de derreter os adversários sofrera duríssimo golpe com a perda do título paulista de 2018 para o Corinthians. A vaga para a final arrancada pelos tricolores lá dentro abala mais essa fama de alçapão.

Molecada de Cotia aumenta CHORADEIRA do Palmeiras e detona sonho do ‘Paulistinha’

Leia o post original por Craque Neto

Quase 40 mil pagantes estiveram no Allianz Parque nesse domingão para acompanhar a semifinal entre Palmeiras e São Paulo. Era mais uma vez o duelo do favorito supertime do Verdão, talvez o elenco mais caro das Américas, contra o ‘azarão’ Tricolor, renovado pelo técnico Vágner Mancini com um montão de moleque das categorias de base. Com a bola rolando o jogo foi bem equilibrado, com lances de perigo para as duas partes. O primeiro tempo foi mais amarrado, mas a etapa final foi agitada. O Tricolor fez um gol com o garoto Liziero, mas acabou anulado corretamente pelo árbitro de […]

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Afastado de política, grupo do Palmeiras valoriza taça do ‘Paulistinha’

Leia o post original por Perrone

Enquanto a diretoria do Palmeiras diminui o Estadual chamando a competição de “Paulistinha”, jogadores e comissão técnica valorizam um eventual título do campeonato. O discurso interno é de se afastar da briga política, apesar de atletas já terem criticado a FPF nesta temporada, e se empenhar para levantar a taça.

Neste domingo (7), os palmeirenses fazem o segundo jogo com o São Paulo, agora no Allianz Parque, na disputa por uma vaga na final. São vários os motivos para o grupo enaltecer uma possível conquista de título. Um deles é considerar forte o nível da competição com os quatro grandes nas semifinais. Outro é a importância que a torcida dá para vitórias e derrotas diante de seus maiores rivais. Além disso, o clube deu a volta olímpica no Estadual pela última vez em 2008. Quebrar o jejum daria fôlego ao elenco e a Felipão, cobrados por torcedores para apresentarem resultados compatíveis com o investimento feito pela diretoria. A eliminação nas semifinais ou a perda do título na final, pela segunda vez seguida, azedariam o clima pouco antes da estreia no Brasileirão.

Apesar das provocações da diretoria à FPF, ostentar o título paulista no currículo é algo que o mercado do futebol valoriza e isso também é colocado na balança pelos palmeirenses. Felipão, por exemplo, nunca venceu o estadual de São Paulo. É uma das raras lacunas em sua galeria de troféus de Copa do Mundo, Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil, entre outros. Quem convive com o treinador enxerga nele motivação de sobra para ganhar a competição.

Os ataques à federação acontecem desde que o alviverde deixou escapar o título em casa na final do Estadual de 2018 e alegou ter ocorrido interferência externa na arbitragem na anulação de pênalti a favor do Palmeiras que perdeu o caneco para o Corinthians.

A bronca dos dirigentes palmeirenses  com a FPF não passou. E nem a vontade de detonar a competição. Mesmo assim, você deverá ver os jogadores da equipe comemorando muito se passarem para a final. E o mesmo numa eventual conquista de título.

Para Palmeiras, aproveitar pouco os reforços faz parte do planejamento

Leia o post original por Perrone

Zé Rafael é um dos reforços pouco aproveitados por Felipão. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Felipão tem apanhado nas redes sociais por aproveitar pouco a maioria dos seis reforços contratados pelo Palmeiras para esta temporada. Porém, para a diretoria está tudo dentro do roteiro, conforme a estratégia do clube para 2019. Assim, o discurso alviverde é de que não há desconforto com as escolhas do treinador.

Para entender esse raciocínio é importante lembrar que o alviverde não desmanchou o time campeão brasileiro do ano passado. A partir daí, a tese da diretoria é que em sua maioria os reforços buscados são jovens promissores, o que não vale para o já experiente Ricardo Goulart, titular de Felipão. O entendimento da direção foi o de que se os principais jogadores permaneceriam não era uma questão de vida ou morte trazer atletas prontos para a titularidade.

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A conversa é de que a intenção foi buscar jogadores com grande potencial. E sem pressa para aproveitá-los. O mais importante seria adaptá-los ao clube, à comissão técnica, aos companheiros, ao estilo de jogo do time, à cidade, aos rivais, à torcida e até a imprensa local.

Por essa versão, o plano é preparar os reforços para entrarem aos poucos até ficarem prontos para substituir os campeões brasileiros. É o caso de Zé Rafael, contratado depois de se destacar no Bahia. O meia de 25 anos está sendo preparado para ocupar o posto de Dudu, na hipótese de ele ser vendido. Hoje, no entanto, a máxima é de que Dudu é quem precisa ser cobrado para decidir jogos, não Zé Rafael. Ao mesmo tempo há a compreensão de que peças fundamentais na conquista do Brasileirão tenham mais oportunidades em caso de alguns desempenhos ruins. Ao mesmo tempo, nada impede os mais jovens de atropelarem os medalhões.

Arthur Cabral, 20 anos e que arrebentou pelo Ceará, segundo a lógica da direção palmeirense, esta sendo moldado para repor uma futura saída de Borja. O colombiano, porém, está mal e não consegue se manter no time titular. Mesmo assim, Arthur só jogou 68 minutos. Apesar do pouco tempo em campo, o atacante já fez um gol. Existe a avaliação no clube de que uma contusão no púbis, tratada logo em sua chegada à Academia, atrasou a trajetória de Arthur no alviverde.

O volante Matheus Fernandes, de 20 anos, contratado junto ao Botafogo, também está na lista dos que a diretoria considera como sendo forjados. Neste caso, especificamente para cobrir uma eventual saída de Bruno Henrique. Matheus passou por um intenso trabalho de reforço muscular. O meio-campista não foi nem inscrito no Campeonato Paulista. Nesse ponto, entra em campo outro argumento palmeirense: o limite de 26 atletas profissionais inscritos por clube no Estadual. No Brasileirão, esse número subirá para 40. Por isso e pelo fato de ser um campeonato mais longo a expectativa é de que todos tenham mais oportunidades.

Dentro do planejamento para este começo de temporada, a comissão técnica sente falta de Carlos Eduardo, que foi contratado para de cara ser mais aproveitado. O clube gastou cerca de R$ 25 milhões para tirá-lo do Pyramidis, do Egito, por entender, que não tinha nenhum atacante rápido como ele. Porém, o jogador não foi bem no começo e acabou retirado da lista do Paulista depois de machucar o tornozelo. A análise é de que sua velocidade fez falta na derrota por 1 a 0 para o San Lorenzo, na última terça, pela Libertadores, na Argentina. No clube, há quem aponte que ele sentiu emocionalmente o peso do clássico contra o Corinthians, pela primeira fase, e que por isso não foi bem. Seria um dos sintomas de que o atacante de 22 anos ainda precisa ser lapidado, assim como outros de seus novos companheiros em busca de afirmação no Palmeiras.