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Sem conta fechada

Leia o post original por Antero Greco

Meus amigos palmeirenses e corintianos, não venho aqui para iludir nem secar ninguém. Quem sou eu para tirar alegria de quem quer que seja ou afundar a tristeza dos outros. Só digo uma coisa: não fechou ainda a conta nessa pendenga entre Corinthians e Palmeiras.

Evidente, óbvio, está na cara que a rapaziada palestrina deu passo enorme para o título, com o 1 a 0 deste sábado de Aleluia. Ainda mais por ter sido na casa do adversário. Placar que enche de moral para a volta, domingo que vem, no Allianz. Momento desejado há 19 anos, desde a última vez em que a taça do Estadual foi decidida no dérbi.

Mas engano mortal imaginar que o Corinthians já era. Besteira cair nessa lorota. E não se trata de lugar-comum. Nunca, mas nunca mesmo, se pode cravar como irreversível um deslize quando esses rivais estão na parada. Assim como, claro, não imutável a vantagem.

Não é média com lado nenhum; apenas bom senso, com base na história.

A primeira parte, porém, mostrou dois fatos, que merecem registro. Vamos lá. O Palmeiras esteve irretocável no começo, ao partir para cima e chegar ao gol, com Borja. Depois soube aguentar o tranco, sem muito sofrimento. Deu campo para o Corinthians e buscou o contra-ataque. Teve até chance de fazer o segundo e, aí sim, o estrago seria estupendo.

Roger agiu bem ao não inventar nada e se limitar à volta de Borja no lugar de Keno, Não mexeu na maneira de jogar que tem dado certo. Com a diferença de que o time foi vigilante do início ao fim. Jaílson apareceu pouco.

Outra constatação: o Corinthians tem esquema eficiente, mas se enroscou de novo ao trombar com um adversário que marca forte. Tinha sido assim contra o São Paulo, e Roger percebeu o calcanhar de Aquiles. E que falta faz um jogador como Jô!

Para complicar, Rodriguinho não brilhou, Sheik sumiu e Clayson tomou vermelho de bobeira. (Aliás, na confusão, os corintianos perderam mais, porque viram o ataque enfraquecer. Já o Palmeiras manteve a pegada, mesmo sem Felipe Melo, pois Moisés entrou bem.)

Tecnicamente não foi um dérbi maravilhoso. Teve emoção, é verdade. Mas esperava mais futebol. A fatura está aberta, tem espaço para emoção na semana que vem no Allianz.

Jogador do exterior, quase sem mercado lá e que está louco para voltar de olho na seleção, deveria era pagar pela exposição em nossos clubes e não exigir absurdos de cartolas trouxas do Brasil!

Leia o post original por miltonneves

 

A volta milionária de Luís Fabiano valeu a pena?

Bem, pelo menos isso faz tempo e o quase ex-Fabuloso não foi oportunista.

Agora, com mais gols e menos confusões, expulsões e contusões, até volta para a seleção.

É o que atualmente todo mundo quer lá de fora.

Os bem sucedidos, os que estão cumprindo tabela e grandes contratos e os que perderam espaço e prestígio.

O negócio agora é voltar e cobrar pelo que valiam, mesmo não sendo mais os mesmos.

Todos eles de olho na seleção, no Felipão, nas Copas que vêm aí e no real sempre forte.

E o curioso é que nossos “espertos” cartolas não sacam e querem pagar pelo jogador notas cinco e seis de hoje o que valiam quando eram notas oito e nove.

O Pato já se ajeitou, via Nike FC.

O Corinthians deu sorte de novo tirando proveito na briga titânica mundial entre Adidas e Nike.

Pelo menos que, no Brasil, Pato não faça grandes duelos nos hospitais de São Paulo com Ganso e Valdívia, belíssimos pacientes.

E Elias, Diego Tardelli, Grafite,Josué, Kaká, Nenê, do PSG, o “brasileiro” Lugano e Carlos Eduardo não saem da mídia com suas “voltas imediatas”.

Lúcio e Dida já se ajeitaram.

O goleiro Júlio César e o volante Felipe Mello, a dupla que “brilhou” contra a Holanda em 2010, também adorariam ter um “retorno triunfal”.

Vagner Love e o errante Emerson Sheik, ao contrário, estão bem resolvidos e podem é voltar ao exterior para “mais uma porrada”.

Ou seja, mais uns US$ 10 milhões por nova transferência.

Nada ilegal, são inteligentes.

É o que falta aos nossos cartolas.

Loucos para “reforçar” seus times aceitam pagar pelo passado do craque, hoje quase uma miragem.

É o caso de Robinho.

De “Pelezinho”, atualmente é  7% de Neymar.

E quer quase 100% do que realmente vale o único craque do Santos e do Brasil.

E LAOR, pressionado porque Neymar vai embora – e bem antes de 2014 – quer montar às pressas um “timão de papel.”

É que a bomba-relógio “Neymar-2014”, explodindo mesmo pós Copa do Mundo, transformaria Luís Álvaro no presidente mais burro do mundo quando o Santos receberia zero real pela saída do jogador.

LAOR , hoje quase sozinho, entre os executivos que levantaram sua bandeira e que já caíram fora, é o mandatário mais atormentado do planeta.

Sua saída, em dois anos, cheira à terra arrasada na Vila.

Está aí o motivo de seu desespero atrás de Robinho e Montillo.

Robinho não vale hoje o que pede.

Ele e muitos dos “loucos para voltar”.

Que os nossos cartolas acordem e deixem de sandices.

Tem jogador lá fora que deveria era pagar pela exposição aqui.

Tipo “mercadoria sob consignação”!

Ou estou errado?

Opine!