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Porto e Corinthians divergem sobre pagamentos referentes a Felipe

Leia o post original por Perrone

Corinthians e Porto divergem sobre a situação dos pagamentos referentes à compra do zagueiro Felipe pelos portugueses. Como mostrou o Uol Esporte, o alvinegro alega que não recebeu duas parcelas, uma de R$ 1,8 milhão e outra de cerca de R$ 3,6 milhões. Um dia após a publicação da reportagem, o Porto emitiu uma nota à imprensa contestando a informação que fora confirmada por Emerson Piovezan, diretor financeiro corintiano, e alegou que o dirigente se desculpou com os portugueses.

“A verdade é que ontem à tarde recebemos um e-mail assinado pelo próprio diretor financeiro do Corinthians que se desculpava e confirmava que o plano de pagamentos está a ser cumprido”, afirmou o clube português.

Porém, Piovezan contesta essa versão. “Não quero polemizar, como você gosta, mas não reflete a realidade. Só isso”, declarou o dirigente ao blog por mensagem via celular. O cartola respondia se procedia a informação do Porto de que ele pediu desculpas e reconheceu não haver atrasos.

Confira a declaração oficial do Porto divulgada na newsletter oficial do clube para a imprensa portuguesa:

“Ontem circulou no Brasil uma notícia que relatava um alegado atraso do FC Porto no cumprimento do plano de pagamentos da transferência de Felipe do Corinthians para o nosso clube. Isso é falso e essa mesma informação já tinha sido prestada ao jornalista que anteontem nos tinha contactado. O texto apresentava a versão do FC Porto, mas com muito menos destaque do que a versão apresentada por Emerson Piovezan, diretor financeiro do clube brasileiro. A verdade é que ontem à tarde recebemos um mail assinado pelo próprio diretor financeiro do Corinthians, que se desculpava e confirmava que o plano de pagamentos está a ser cumprido”.

 

Palmeiras comemora, Corinthians reclama

Leia o post original por Fernando Sampaio

cleitonxavierpalmeirascorinthiansbrasileiro12062016sergiobarzaguigazetapressO Palmeiras venceu o clássico.

O Corinthians reclama do apito.

Bobagem.

Lembrei do gol do Adriano, em cima do William, anulado pelo Sálvio.

Faz parte, eu não anularia nenhum dos dois gols.

Choques normais.

Mas, não acho maluquice quem acha que houve falta do Felipe.

Prass fez muito mais diferença que Raphael Claus na partida.

Aliás, dois bons profissionais que foram muito bem no clássico.

 

O velho clássico valeu por um tempo

Leia o post original por Antero Greco

Vamos esquecer os primeiros 45 minutos, em que os times tiveram pouquíssimas e reais chances de marcar. Não que tenha sido horrível, mas digamos que tenha sido apenas razoável. Dito isto vamos para o segundo tempo de Palmeiras 1 x 0 Corinthians – este sim foi um jogo digno da história quase centenária das duas grandes equipes: muita disputa, emoção, cerca de 40 mil pagantes e um herói ao final do derbi disputado na arena verde.

O herói foi Cleiton Xavier, que entrou no intervalo, porque o Palmeiras não conseguia segurar a bola em seu ataque.

Herói porque pouca gente acreditava que ele poderia ser útil ao clube em seu retorno, marcado por um longo período de contusão. Nem bem entrou, aproveitou o rebote do goleiro Walter, após um chute de Moisés, para tocar de cabeça. Gol.

O resultado pôs fim a série de quatro vitórias do velho rival de 99 anos no campeonato. Melhor que isso para os alviverdes: o Palmeiras completou sua terceira vitória consecutiva e avançou para a vice-liderança do Brasileiro, apenas um ponto atrás do Internacional.

Mas, se ao invés do gol de Cleiton Xavier, fosse o Corinthians que tivesse marcado logo na sequência, num chute de Cristian, que raspou o travessão de Fernando Prass? Ou no chute de Guilherme que, caprichosamente, foi à trave e voltou às mãos do goleiro alviverde?

Aí, com certeza, seriam os corintianos que teriam o domínio da etapa final, usando contra-ataques e colocando em perigo o gol adversário, como no lance em que Yago salvou o segundo gol palmeirense, com Walter já batido na jogada.

Mesmo sem muita coordenação, o Corinthians ainda tentou o empate até o último dos 50 minutos que durou a partida.

Bola levantada na área e o zagueiro Felipe subiu com Thiago Santos e Fernando Prass, cometendo falta. Na sequência com o jogo já paralisado, o ataque corintiano chutou para o gol. Não valia nada.

Restou o choro de Felipe, que se despediu do Corinthians. Ele vai para o futebol português, com um gosto amargo na boca.

(Com participação de Roberto Salim.)

Corinthians sobra no Paulista

Leia o post original por Antero Greco

A primeira fase do Campeonato Paulista embica na reta final e uma constatação pode ser feita: o Corinthians sobra. A equipe de Tite é a que mais pontuou até agora, garantiu classificação com antecedência e supera desafios com naturalidade. Nem parece que está sendo remontada após desmanche.

A escalação que esteve em campo em Itaquera, na noite deste sábado, é a que apresenta força máxima. Só faltou Elias, em fase final de recuperação. No mais, é o grupo que tem atuado com frequência também na Libertadores. Tite parece ter definido, e bem antes do previsto, o grupo titular. E os resultados aparecem.

O placar contra o Ituano aponta 1 a 0, magro, básico e clássico. Conseguido aos 42 minutos da etapa final, em cabeçada de Felipe, comandante da zaga e convocado por Dunga para a seleção. Mas as traves evitaram que o estrago fosse maior: quatro bolas beijaram os postes. Sinal de que o Corinthians criou, e isso é o que conta.

Tite consegue ajustar o elenco com torneios em andamento. Mas, seja por competência dele, qualidade dos jogadores, uma pitada de sorte (que é necessária em tudo na vida), as vitórias se acumulam com rapidez. Isso torna o trabalho de refinamento muito mais fácil. A tarefa dele tem sido mais amena do que a de seus colegas, Bauza, Cuca e Dorival Júnior porque saiu quase de terra arrasada para a construção de uma nova equipe.

Até agora, tudo flui com tranquilidade. Os testes maiores virão a partir da segunda fase das duas competições. Mas até lá, pelo visto, o Corinthians estará ainda mais afinado.

Vai sair estátua pra Tite no Parque São Jorge?

 

Mexe aqui, muda ali, e Tite remonta time

Leia o post original por Antero Greco

Ele não corria risco em Ribeirão Preto. O Corinthians podia até perder a terceira partida consecutiva que ninguém pediria cabeça, como já pedem a de Edgardo Bauza ou como cortaram a de Marcelo Oliveira.

Mas Tite, como sempre nos últimos tempos, mostrou trabalho diferente, que rende frutos.

O Corinthians modorrento do início da temporada, quando um terremoto levou os melhores jogadores embora, mantém o processo de remontagem. E dá sinais de renascimento. Mesmo com um mistão – sem seis titulares e Elias machucado – se comportou bem diante dos botafoguenses.

O zagueiro Balbuena já disse a que veio, o jovem Maycon, da base, joga futebol de gente grande. Outros reservas mostraram serviço. Deixaram no ar a esperança de que, na quarta-feira, contra o Cerro, pela Libertadores, vai lembrar o time do ano passado.

Soa otimismo exagerado, mas foi a impressão que ficou da vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo, no estádio Santa Cruz. Não fosse a atuação do veterano goleiro Neneca, a turma de Ribeirão teria amargado uma goleada daquelas. Embora, ressalva se faça, não é nenhuma maravilha.

O time de Márcio Fernandes começou marcando forte e tentou impedir as triangulações corintianas. Mas não conseguiu, principalmente pelo lado esquerdo da defesa.

No ataque, o centroavante Alemão também não conseguiu repetir o feito de outras ocasiões contra o Corinthians: no juvenil do Santos, ele tinha feito dois gols e sofrido um pênalti numa semifinal de campeonato paulista sub-20. E jogando pela Ponte Preta já tinha feito gol no “Timão”, no campeonato paulista de 2014.

Panorama ideal para o Corinthians cumprir a missão. E assim foi. Aos 16 minutos, o zagueiro Felipe fez 1 a 0. No comecinho do segundo tempo, Danilo desviou de cabeça e Neneca não pôde fazer nada: 2 a 0. Aos 20 minutos, Neneca tentou cortar um cruzamento e a bola sobrou para Maycon: 3 a 0.

Conta fechada.

Com paciência, inteligência e respaldo, Tite aos poucos forma nova versão do Corinthians.

(Com participação de Roberto Salim.)

Time reserva do Corinthians humilha o São Paulo com goleada de 6 x 1

Leia o post original por Quartarollo

Corintians fez história de novo. Bateu o São Paulo por 6 x 1, na Arena Corinthians, popularmente conhecida como Itaquerão, jogando com time reserva.

O alvi-negro devolveu uma goleada com o mesmo placar que ocorreu em favor do tricolor no longínquo ano de 1933, há mais de 80 anos.

Isso não acontece todo o dia. Foi um placar anormal mesmo diante das diferenças atuais de Corinthians e São Paulo.

Dos titulares habituais só entraram em campo Cássio, Felipe e Ralf, o capitão que no fim levantou a taça de campeão brasileiro de 2015 merecidamente.

Foi um massacre para não dizer que foi uma humilhação. O São Paulo ficou a mercê do Corinthians, foi irreconhecível para quem viu o mesmo time bater o forte Atlético Mineiro por 4 x 2 no meio de semana, no Morumbi.

Não há explicação plausível para a surra que levou. Bruno Henrique, Romero e Edu Dracena fizeram os três gols da primeira etapa. Todos nasceram de escanteios e os jogadores do São Paulo ficaram vendidos nos três.

No segundo tempo, Milton Cruz tirou Bruno e o insosso Wesley para colocar Luís Fabiano e o não menos insosso Reinaldo.

Tudo continuou na mesma. O Corinthians fez mais três gols e poderia ter feito mais.

Lucca, Hudson contra e Cristhian batendo pênalti completaram o placar. Carlinhos diminuiu para o São Paulo e Alan Kardec ainda perdeu um pênalti que Cássio defendeu.

Corinthians fez sua festa particular e o São Paulo foi embora preocupado com o futuro.

O time, por incrível que pareça, termina a rodada no G-4 com 56 pontos ganhos e uma vitória a mais que o Internacional que se igualou em pontos hoje ao vencer o Grêmio, 1 x 0, no Beira Rio.

O Santos que poderia ultrapassa-lo continua na sua sina de não fazer nada certo fora de casa. Acabou perdendo, em Curitiba, para o Coritiba por 1 x 0 e caiu para a sexta posição em jogo com portões fechados, ou seja, sem pressão nenhuma para a equipe reserva de Dorival Júnior.

Enquanto o Corinthians pensa em futuro deslumbrante para 2016, o São Paulo procura técnico e também jogadores com mais qualidade, ou porque não dizer, com mais personalidade.

Corinthians provou que tem elenco para suportar jogos difíceis. No Paulista, o técnico Tite andou se aventurando com a equipe B e se deu bem em vários jogos também.

Já o São Paulo tem uma equipe A com cara de C e jogadores bastante discutíveis no elenco.

Mas ao mesmo tempo, por uma dessas coisas que só acontecem no futebol, esse elenco pode ainda levar o time a pré-Libertadores salvando em parte o ano de 2015.

Nessa goleada corintiana muitos se queimaram de vez com a diretoria. Até o bom Milton Cruz ficou chamuscado.

Rogério Ceni está se despedindo, Luís Fabiano vai embora e outros também devem sair. O problema é onde encontrar substitutos para tanta gente que precisa deixar o tricolor para o oxigenar o ambiente e o elenco também.

São Paulo ofensivo, Corinthians defensivo, Vuaden decisivo

Leia o post original por Fernando Sampaio

polemica1São Paulo e Corinthians fizeram um belo clássico.

Foi um jogo movimentando, com velocidade e duas equipes buscando a vitória. Cada uma com a sua proposta. O Tricolor sempre ofensivo, estilo Osório. O Timão mais defensivo, esperando o contra-ataque, estilo Tite.

O São Paulo terminou buscando a vitória, o Corinthians o empate.

Neste sentido o clássico foi surpreendente.

O Tricolor vem perdendo jogadores, titulares e opções de banco, estava desfalcado, sem Pato e Rodrigo Caio. Osório foi obrigado a fazer duas estreias: Breno e Luis Eduardo. Um não joga há anos, outro nunca jogou clássico. Complicado e bem arriscado.

O Corinthians era favorito, time completo, mais entrosado, vice-líder. Se fosse na Arena Itaquera eu teria apostado no Timão. No Morumbi cravei 1×1 no Bolão. Apesar de ter acertado o resultado, eu esperava um domínio corintiano no clássico. Disse na Jovem Pan que o empate seria bom resultado para o São Paulo.

Não foi o que aconteceu.

No final o empate foi melhor para o Corinthians.

No primeiro tempo o São Paulo dominou, pressionou, mandou três na trave e saiu perdendo. Hoje, mais uma vez, faltou tranquilidade na finalização. O Corinthians aproveitou sua única oportunidade e virou na frente.

O segundo tempo foi mais equilibrado.

O São Paulo empatou com Luis Fabiano, continuou buscando a vitória e criando oportunidades. O Corinthians criou oportunidades no contra-ataque, Ceni trabalhou mais. Osório mexeu, Tite mexeu, o duelo tático foi bom.

Depois da expulsão do Felipe, Tite fechou o time e lutou pelo empate.

Vuaden foi decisivo.

O árbitro cometeu dois grandes erros: Expulsão do Felipe e pênalti do Uendel. Felipe roubou a bola sem falta no Centurión. Já Uendel levou o braço em direção à bola, fez a defesa intencionalmente e desviou para escanteio. Pênalti e cartão vermelho.

Pelo tempo de jogo, o erro foi decisivo.

Mas calma, no pontos corridos os erros de arbitragem influem mas não decidem.

E não podemos esquecer que os jogadores erram e decidem bem mais em 38 jogos.

Corinthians relaxa e toma castigo

Leia o post original por Antero Greco

Há no futebol cochilos inadmissíveis e imperdoáveis. Uma delas é a de um time que briga por liderança se acomodar depois de vantagem – e vantagem por diferença mínima, sobre rival na zona de rebaixamento. Acha que está tudo bem, situação sob controle e três pontos mais no bolso. Até relaxar perto do fim e tomar gol de empate. Castigo para o desleixo e para a falta de apetite.

Pois bem, esse resumo se encaixa no que fizeram Corinthians e Coritiba, no jogo disputado na tarde deste domingo, no Couto Pereira. O time paulista briga pela ponta do Brasileiro ponto a ponto com o Galo, que fez a parte dele no sábado e venceu. Vai ao Paraná, topa com um adversário preocupado com o fantasma do rebaixamento, faz 1 a 0 ainda no primeiro tempo e… abre mão de forçar e aumentar a diferença.

O Corinthians repetiu estratégia de outras partidas, em que a filosofia da “goleada por 1 a 0” se mostrou eficiente. Depois do gol de Felipe, ao desviar cobrança de escanteio, se acomodou, apostou na intranquilidade do Coxa para eventualmente fazer outro gol e deixou o tempo passar. Trocou passes, virou para cá e pra lá, fez a alegria dos amantes de estatísticas de posse de bola e mal chutou a gol.

Para ser justo, teve um lance, em cabeçada de Edu Dracena que obrigou Wilson a defesa espetacular. E mais nada. Enrolação, conversa mole pra boi dormir, até despertar o Coritiba, que se lançou ao ataque na boa vontade, na ânsia de driblar outra derrota e o fundo da tabela. Foi premiado com Evandro aos 46 minutos.

O Corinthians baseia muito a confiança na qualidade do sistema defensivo – que, de fato, é bom. E na regularidade do meio-campo. Mas abusa no pão-durismo de jogadas ofensivas e às vezes se dá mal. Como no duelo com o Coritiba. Resultado ruim para quem tem pretensões de título. Além de mesmice sem graça para um técnico como Tite, que é visto como inovador.

 

Você contrataria o Felipe?

Leia o post original por Odir Cunha

O ex-goleiro dos dois times bajulados pelo sistema está desempregado. Com mais de 30 anos, personalidade rebelde, Felipe não está conseguindo arrumar emprego. Tecnicamente não é ruim, mas sua boca é grande e já andou falando mal do Santos por aí. Nos bastidores da Vila Belmiro tem gente importante que quer traze-lo, diante do afastamento de Vanderlei e da pouca confiança em Vladimir, Gabriel Gasparotto e demais. O que você faria se fosse o presidente do Santos? Esqueceria o passado e traria, quase de graça, o ex-goleiro desafeto do Santos?

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Salário atrasado tem cura

O salário dos jogadores está atrasado de novo e a dívida, a curto prazo, é de R$ 20 milhões. Teme-se, a meu ver sem motivo, que o time não jogue tudo o que pode domingo, desmotivado pela falta de pagamento. Acho justamente o contrário. O jogo de domingo é tão importante, que quem dar um salto na carreira tem de comer grama pela vitória. Profissional é profissional e, se aceitou entrar em campo, é porque vai jogar como homem. Agora, a falta de dinheiro tem cura. Para começar, a diretoria tem de deixar de ser teimosa, deixar de ouvir meia dúzia de formadores de opinião da cidade, e passar a jogar onde o time tem visibilidade e pode atrair mais do que a turma de sempre que vai aos acústicos na Vila Belmiro.

Ricardo Oliveira fica

Com propostas que, em cerca de um ano, elevarão seu salário para 200 mil reais, Ricardo Oliveira parece ter sido convencido pelo Santos a ficar no clube. O contrato não está assinado, mas ao menos o jogador está motivado para o clássico de domingo e até fala em fazer gols…

Robinho de grátis?

Como Robinho – a exemplo de Neymar – só joga muito e dá show com a camisa do Santos, o Alvinegro Praiano usará isso para fazer uma proposta quase indecente ao Milan: proporá ficar com o jogador até o final de 2016 sem gastar um tostão, só salário. A alegação do Santos é a de que Robinho aparece mais e é mais valorizado no Brasil, a ponto de ter sido convocado para a Seleção Brasileira mais uma vez. Com isso, se souber esperar, o Milan poderá negociar o passe de Robinho por um valor melhor no futuro. O clube italiano pagou 22 milhões de euros por Robinho e não sabe como recuperar o investimento. Se mantiver Robinho no Santos, ao menos o clube italiano não precisará pagar seu salário e poderá esperar um melhor momento para negociá-lo. Resumindo: Robinho é o Leandro Damião do Milan.

Que o Santos, geograficamente, é de Santos, todo mundo sabe, principalmente o Armando Gomes e sua trupe. Agora, quando se pensa em algo maior, como o sentimento de paixão pelo time que envolve a todos os santistas, não dá para negar que o Santos, na verdade, é de todos que o amam, como esses felizes e apaixonados santistas de Londrina:

Surge um novo matador? Decida você mesmo ao ver esses dois gols de André, o 9 do Santos, pela Copa do Brasil Sub-17. No primeiro, uma bela roubada de bola e uma conclusão melhor ainda. Depois, um gol no estilo Ricardo Oliveira, com direito a chapéu no goleiro. Veja os gols de Santos 2 x 0 Chapecoense, pela Copa do Brasil Sub-17:

E aí, você ficaria com o Felipe? O Ricardo Oliveira? O Robinho?


Coerência ou competência?

Leia o post original por Neto

Tite escolheu Danilo para substituir Guerrero no ataque corintiano

Tite escolheu Danilo para substituir Guerrero no ataque corintiano

Nesta quarta-feira o Corinthians recebe o arquirrival São Paulo em Itaquera. Jogo válido pela Libertadores. E sem poder contar com o suspenso Guerrero o técnico Tite vai optar por escalar Danilo no comando do ataque. Muitos torcedores podem pensar: “Mas por que o Danilo? Ele não é meia-armador?”. Sim, é verdade. Mas o Danilo é um jogador que tem bom passe, posicionamento, cabeceio e finalização. Ou seja, executa com tranquilidade a função do peruano lá na frente. Ainda conta a favor o fato dele ter um estilo de jogo mais cadenciado e de muita inteligência tática. Sabe segurar a bola quando precisa.

Teve gente apostando que o treinador investiria todas as fichas no recém-contratado Vágner Love. A verdade é que ele ainda não está preparado fisicamente. Se apresentou até meio gordo. Só que ele é um atacante diferenciado e chegou justamente para cobrir situações como essa. E nesse duelo entre os dois o Tite mostra que tem coerência no trabalho. Afinal não é porque o cara tem nome que precisa jogar. Aliás, chegou ontem pô! Respeito o Tite por dar moral pra quem já faz parte do elenco. É arriscado mas é louvável!

Veja o caso de outro setor do campo. Na defesa o jovem Felipe deverá compor a zaga com o Gil. Portanto o experiente Edu Dracena ficará como opção no banco de reserva. Aí eu pergunto: tecnicamente o Dracena não é melhor que o Felipe? Lógico que é! Mas o Felipe vem atuando bem e merece a confiança do comandante. É assim que se constrói um grupo forte.

Tite está no caminho certo. O Timão está no caminho certo. Mas que o Guerrero vai fazer falta nesse clássico isso eu não tenho a menor dúvida.