Arquivo da categoria: fernando diniz

Cadê o Soberano? Morreu de vez para o G-4?

Leia o post original por Craque Neto 10

Olha como são as coisas, durante essa semana o que mais vi pelas ruas foram os torcedores são-paulinos bem contentes com a posição no G-4 e confiantes no trabalho do técnico Fernando Diniz. E por mais que eu tenha um baita pé atrás com o que ele fez na carreira – que é quase nada!, …

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Torcida do São Paulo pode se empolgar com Fernando Diniz?

Leia o post original por Craque Neto 10

O São Paulo recebeu o Fortaleza no Pacaembu e por mais que tenha feito um jogo um tanto irregular no primeiro tempo – abafando nos 30 minutos iniciais, é verdade!-, venceu por 2 a 1 no apito final e segue brigando firme e forte por uma posição no G-4. Essa foi a primeira vitória do Tricolor sob o comando do novo técnico Fernando Diniz, que recentemente substituiu o Cuca no cargo. A pergunta que fica é: será que a troca de comando está mesmo empolgado o torcedor? Eu particularmente não gosto do estilo dele. Nada pessoal. Só acho que o […]

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Opinião: troca de comando técnico no Fluminense deve ser sofrida

Leia o post original por Perrone

A diretoria do Fluminense não merece ser criticada pela decisão de demitir Fernando Diniz. O treinador não conseguia corrigir antigos problemas do time e era preciso reagir. Mas a troca de comando deve ser dolorosa, independentemente de quem for o substituto.

Diniz montou o elenco sob medida para seu estilo de jogo, que valoriza a posse de bola, não tolera chutões na saída da defesa e prima pela ofensividade. As características são bem peculiares. É difícil encontrar no mercado brasileiro alguém com a mesma filosofia. E imagino que nem seja isso que a diretoria quer.

O mais provável é que o Flu busque um técnico conservador, que arrume a defesa e jogue com segurança. Encontrar alguém assim não é tarefa difícil. O problema é reestruturar o estilo de jogo com o fantasma do rebaixamento por perto.

Quem chegar terá que mudar a mentalidade tática dos atletas de forma radical. Isso costuma levar tempo, algo que o Fluminense não tem. Por isso o processo deve ser sofrido. A boa notícia para o torcedor tricolor é que ainda há muito Brasileirão pela frente. Apesar das dificuldades, a recuperação é amplamente possível.

 

Sampaoli é um fanfarrão da bola! Quem acredita?

Leia o post original por Craque Neto 10

Acompanhei atentamente pela Rádio Craque Neto o jogo de volta entre Santos e Atlético/MG. Depois do empate sem gols em Minas o Peixe tinha a oportunidade de garantir a vaga nas quartas da Copa do Brasil dentro do Pacaembu. Mas posso falar? Com o Sampaoli no banco não dá. Me desculpem. Sei que tem um monte de gente que paga pau pra esse argentino, mas a verdade é que ele é um fanfarrão como treinador. Muda a escalação toda hora e desequilibra tudo quando só lança o time pra frente. Nitidamente o gol da vitória do Galo, marcado pelo Chará […]

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CADÊ o mínimo de PROFISSIONALISMO, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Acho essa relação de cautela dos clubes brasileiros com os treinadores até um tanto igual. Ou seja, do mesmo jeito que o empregador dá o boné (leia-se DEMITE!) o cara MUITO antes do término de seu contrato, também acho natural um treinador fazer o mesmo quando tem uma proposta de trabalho melhor. É claro que desde que se respeite as regras contratuais. Só que na minha visão o que o técnico Fernando Diniz fez com o Guarani foi uma tremenda sacanagem. Pelo amor de Deus! O sujeito foi apresentado em dezembro e colocaram uma baita esperança dele resgatar o Bugre […]

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Timão está entre Roger e Eduardo Baptista! Mas por que não apostar em Fernando Diniz?

Leia o post original por Milton Neves

tecnicos blog

Cristóvão Borges tinha 12,94% de culpa pela má fase do Corinthians, mas acabou “pagando o pato” e perdeu o seu emprego após a derrota no clássico diante do Palmeiras.

Agora, os mandatários alvinegros garantem que Fábio Carille, que trabalha desde 2009 no clube, será o treinador até o final do ano.

Mas, não sejamos ingênuos: se a equipe não engrenar – o que é muito provável -, os cartolas do Timão vão antecipar a chegada de um novo comandante.

Por enquanto, os colegas jornalistas que acompanham o dia a dia do Corinthians cravam que Roger Machado e Eduardo Baptista são os favoritos.

Boas apostas, é verdade.

Mas por que o Timão não pensa em Fernando Diniz, técnico que surpreendeu a todos no Paulistão deste ano?

Se ele tivesse a oportunidade de assumir o Corinthians hoje, poderia montar a equipe para o ano que vem.

E se ele conseguiu levar o inexpressivo Audax para a final do Paulistão – eliminando o São Paulo e o próprio Corinthians -, certamente terá sucesso em um clube de orçamento infinitamente maior.

Pensem nisso, cartolas corintianos!

Opine!

Lobby por técnico estrangeiro no São Paulo enfrenta rejeição de Leco

Leia o post original por Perrone

Parte dos diretores e conselheiros do São Paulo faz lobby pela contratação de um treinador estrangeiro. A ideia, porém, enfrenta um enorme obstáculo: a rejeição de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do clube.

Reunião do Conselho Deliberativo tricolor nesta terça serviu para medir o desejo dos cartolas. Em conversas fora da discussão formal do encontro, Reinaldo Rueda, atual campeão da Libertadores pelo Atlético Nacional, da Colômbia, e Facundo Sava, do Racing, da Argentina, despontaram como preferidos. Além disso, dois diretores disseram ao blog preferirem um estrangeiro.

Leco não estava presente por não ter se sentido bem antes da reunião, mas membros da direção afirmam que o presidente deseja um brasileiro para substituir Edgardo Bauza. Isso por entender que um técnico do exterior precisaria de mais tempo de adaptação, o que poderia prejudicar o time no Brasileirão.

O presidente e Gustavo Vieira de Oliveira, executivo de futebol do São Paulo, tratam em sigilo a sucessão de Patón. Com pouco poder de influência, conselheiros do clube enxergam raras opções entre os brasileiros. Abel Braga é o mais comentado por eles. Depois aparece Fernando Diniz, do Oeste.

Vila consagra Ricardo Oliveira, o goleador

Leia o post original por Antero Greco

Um dia, talvez no ano 2.116, quando um pesquisador for estudar o Campeonato Paulista de futebol, verá que as decisões ocorridas na Vila Belmiro eram especiais. Jogos que consagraram nomes como Araken Patusca, Pagão, Coutinho, um certo Pelé, Pepe, Juari, Serginho, Robinho, Neymar e agora Ricardo Oliveira.

Foi dele o gol do título de 2016. O Santos conquistou seu 22.º título estadual. Então jogou melhor do que o Audax Osasco?

Não. O vice esteve melhor, teve o dobro das chances para levar a taça, acertou duas vezes a trave do gol de Vanderlei, ficou com a posse de bola praticamente o jogo todo. E o técnico Fernando Diniz foi mais corajoso, mais ousado do que o excelente Dorival Júnior.

Por que o Santos ganhou, então, por 1 a 0? Porque tem no grupo três jogadores de seleção. E ainda um goleiro excepcional. E teve neste domingo a sorte dos campeões. Porque sem ela teria perdido a partida.

Esta é a verdade!

Dos três craques santistas, logo aos 20 minutos, Lucas Lima deixou o campo sentindo a contusão no tornozelo direito. Gabriel, forte e bom de bola, é também um cabeça-quente. Por enquanto, acha que joga mais do que joga. E quase foi expulso, numa admoestação incomum do árbitro Raphael Claus que o advertiu cabeça a cabeça.

Então sobrou o definidor: o escolhido.

E ele definiu, na única chance de verdade que o Santos teve no primeiro tempo. Vitor Bueno interrompeu o ataque do Audax e iniciou um contra-ataque que acabou com um lançamento para o centroavante de 36 anos: Ricardo Oliveira passou a bola no meio das pernas do zagueiro inimigo e fuzilou na saída do goleiro Sidão.

Foi o que bastou.

No segundo tempo, o Audax alugou o meio-de-campo como diziam os antigos. Ricardo Oliveira foi substituído, extenuado. O time de Osasco ficou com a posse da bola, mas não furou a defesa santista.

Já no finalzinho, o juiz anulou erroneamente um gol de Joel e Ronaldo Mendes perdeu o gol mais feito da partida.

Seria 2 a 0 para o Santos. Ou 3 a 0. Mas seria injusto.

Quando tudo acabou e Ricardo comemorava o título com lágrimas nos olhos, a revelação: ele era dúvida até o início da partida. Não revelou o problema que sentia. Apenas jogou no sacrifício, fez o gol e foi campeão mais uma vez.

Daqui a cem anos quem pesquisar saberá disso.

E saberá também que a Vila Belmiro tem o feitiço alvinegro.

(Com participação de Roberto Salim.)

Tite? Guardiola? Feliz é Fernando Diniz que não tem ninguém para encher o saco

Leia o post original por Quartarollo

Tite? Guardiola? Feliz é Fernando Diniz que não tem ninguém para encher o saco

Dois dos melhores técnicos da atualidade, na minha opinião, vivem semana similar. Cada um num canto do mundo.

Guardiola mais uma vez foi eliminado da Liga dos Campeões. De nada adiantou a posse de bola contra o hermeticamente fechado Atlético de Madrid.

Mesmo em dois jogos não conseguiu se classificar. Foi vaiado no fim de semana porque podia ter sido campeão antecipado na Alemanha, e não seria a primeira vez, e quando saiu do estádio, em Munique, também havia pressão pela eliminação na Liga.

Os gritos de “Fora, Guardiola” são uma afronta ao futebol. Mas ele tem contra si a sombra do técnico anterior      (Jupp Heynckes) que ganhou não só a Bundesliga, mas também Supercopa e Copa da Alemanha e a Liga dos Campeões.

A verdade é que não é preciso ser Guardiola para ganhar jogos e títulos, mas o time dele joga bem futebol e isso é agradável aos olhos, mas nem sempre para quem perde.

Enalteço o trabalho de Simeone no Atético de Madrid. Um técnico tem que saber da limitações da sua equipe e não se expor mesmo. Nada contra, só estou analisando a beleza do jogo e o trabalho em campo.

Como Guardiola fez um trabalho futurista e grandioso no Barcelona, embora sempre diga que o que o seu time jogava  é o que o Brasil jogava em 1982, é sempre cobrado por títulos e espetáculo.

Mas agora só o espetáculo não basta. O futebol é profissional, precisa de dinheiro e para consegui-lo é preciso ganhar também no campo.

Ainda com um crédito incomensurável, Guardiola não fica sem emprego. Vai para o Manchester City, que teve no chileno Manuel Pellegrini um grande treinador.

E Tite? O que tem com isso?

Tite vive uma outra realidade, mas também é um treinador extraordinário e foi eliminado na Libertadores, uma espécie de Liga dos Campeões do lado de cá do mundo.

Viveu, guardadas as devidas proporções, uma semana parecida com a de Guardiola.

Tinha sido eliminado do Paulista há poucos dias e o time no primeiro jogo, em Montevidéu, jogou bulhufas. Foi muito mal, não deu um chute ao gol adversário.

Acabou empatando em casa em 2 x 2 com o Nacional uruguaio e está fora da competição.

Tite começa a ser questionado novamente. É a sina do treinador no mundo todo pelo jeito.

Já ouvi que ele não ganha mata-mata. Mentira, ganhou uma Libertadores invicto e o Mundial no mata-mata. Ganhou Copa do Brasil com o Grêmio contra o próprio Corinthians também no mata-mata.

Na saída do estádio ontem cheguei a ouvir: “Ele não pode escalar Rodriguinho, é muito fraco, podia ter colocado o Guilherme”.

Guilherme? Aquele que todos criticavam e que ainda não se adaptou ao time? Ah, bom, aquele que a mesma torcida queria fora da equipe?

Sempre o de fora é o melhor quando o time perde. “Ah, tem que treinar pênaltis”. Sinceramente você acha que ninguém treina pênaltis no Corinthians? Claro que treina, mas é verdade, não tem dado certo.

Ao contrário de Guardiola, Tite conta com o que tem. Chegou em janeiro para comandar o time que tinha acabado de ser campeão brasileiro (é isso mesmo, se vocês esqueceram o time foi campeão brasileiro há poucos meses) e encontrou o elenco desfalcado por negociações para o exterior.

Teve que repor essas peças com os jogos em andamento. É consertar avião no ar e de vez em quando uma peça ficava pelo caminho.

Quase perdeu Elias e Cássio para o exterior. Daí seriam 9 baixas em relação ao time campeão do Brasil.

Queria ver Guardiola retornando de uma temporada vitoriosa e encontrando o Bayern sem Douglas Costa, Lahm, Neuer, Thiago Alcântara, Robben, Lewandowski e outros mais. Iria embora na mesma hora e ainda chamaria aquilo de imensa falta de profissionalismo.

Agora que ele está indo para o City já enviou a lista de reforços e ela começa só com Neymar e tem outros que não podem passar por equipes brasileiras nem em sonho. Os preços são impraticáveis para nós.

Terá milhões para gastar na montagem do elenco e vai dispensar muita gente boa também. E todos aplaudem.

Acho que Tite gostaria de viver uma situação como essa. Garantia total de emprego por três anos, um salário altíssimo e um dinheirão à disposição para contratar gente boa.

Garanto que não jogaria com Alan Mineiro, Romero, Guilherme e outros. Pensaria mais alto, com certeza.

Por isso que eu digo, feliz mesmo é Fernando Diniz, técnico do audacioso Audax, que já é no mínimo vice-campeão paulista.

Se perder está bom, se empatar está bom e se vencer está ótimo. Não será pressionado, não será cobrado por torcida que o time não tem, não verá seu nome pichado no muro em meio a palavrões, não será obrigado a ouvir insultos e pressões nos vestiários.

Vai continuar a vida e ainda será chamado por nós da imprensa como impetuoso e moderno. Responsabilidade zero.

Mas também não terá os salários de Tite e muito menos os de Guardiola. São os ônus que carregam o bônus. Você ganha mais, também será mais cobrado e precisa vencer mais também.

É o paradoxo do futebol atual e do chamando mundo capitalista. Não há mais romantismo na quentura dos estádios. Só em Osasco para o feliz Diniz.