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Futebol feminino desperdiça oportunidade com caos em final do Brasileiro

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Fila depois do início da final do Brasileiro Feminino Foto: Ricardo Perrone/UOL

Não foi só o Corinthians que perdeu ao ser derrotado nos pênaltis pela Ferroviária, após empate sem gols, na final do Campeonato Brasileiro feminino no domingo (29). A modalidade desperdiçou grande chance de dar um salto em sua escalada de desenvolvimento por conta do caos enfrentado por torcedores que foram ao Parque São Jorge.

O primeiro problema foi o horário de início do jogo: 14h, cerca de uma hora depois da vitória da equipe masculina do alvinegro bater o Vasco por 1 a 0 em Itaquera. A proximidade entre o fim de um evento e o começo do outro fez torcedores alvinegros chegarem atrasados na decisão ou desistirem de ir.

Quem resolveu acompanhar a final feminina, porém, teve uma desagradável surpresa. Filas gigantescas para entrar no setor mais barato (arquibancada por R$ 5) e para comprar ingressos. Eram apenas dois portões disponíveis para os alvinegros. Um, com baixa procura enquanto a partida já estava rolando, dava acesso às cadeiras. O outro, abarrotado de gente, permitia a entrada para as arquibancadas. A situação estimulava o torcedor a procurar outra coisa para fazer no domingo ensolarado.

Entre os que encararam o desafio, muitos perderam o primeiro tempo inteiro. Do lado de dentro, pelo menos os que estavam na arquibancada, sofreram mais. Sob forte calor, água era um artigo raro. Corintianos se amontoavam num portão que dava acesso à rua para matar a sede comprando a bebida de ambulantes. Também havia mais filas pela frente. Dessa vez, para ir aos banheiros químicos instalados para o público que estava na arquibancada lateral.

Ficou nítido que os organizadores não avaliaram corretamente o interesse dos torcedores para a decisão. Por determinação das autoridades, o Corinthians só foi autorizado a vender 8 mil ingressos. Oficialmente, foi anunciado público pouco superior a 6 mil pessoas, o que destoa da quantidade de gente que tentava entrar na Fazendinha ainda no intervalo da decisão.

Foto: Bruno Teixeira/Ag. Corinthians

Uma final carregada de sofrimento para o público era tudo que o futebol feminino brasileiro não precisava. O interesse gerado deu a oportunidade de uma partida com presença histórica de torcedores. No entanto, era preciso de um horário melhor, com mais tempo para os que foram ao jogo em Itaquera, e um estádio com capacidade e estrutura para receber mais gente.

Com condições melhores, mais corintianos se sentiriam estimulados a acompanhar a equipe feminina não só em jogos decisivos. Além disso, uma marca épica de público presente teria um efeito cascata fazendo outras torcidas abraçarem seus times femininos. Foi assim com a história de apoiar equipes masculinas embarcando no aeroporto antes de grandes jogos e em treinos abertos em véspera de partida importante, por exemplo.

Mas, infelizmente, o Brasileiro feminino terminou com desorganização e quase nenhum estímulo para o torcedor voltar. Nem tudo foi perdido porque a partida foi agradável e de bom nível, merecendo mais respeito por parte dos organizadores. A organização não está à altura do que a elite do futebol nacional feminino apresenta em campo.

Corinthians projeta assinatura de renovação de Gustagol depois do Paulista

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Assim como o atacante Gustavo, o Gustagol, o Corinthians não tem pressa para concretizar a renovação antecipada de contrato do jogador. Inicialmente, o clube projeta a assinatura do novo compromisso depois da participação do clube no Campeonato Paulista.

A ideia é acertar verbalmente o acordo com o estafe do atleta e só chamá-lo para a assinatura depois do Estadual. As conversas estão evoluindo.

Com essa estratégia, o clube acredita deixar Gustagol concentrado nos mata-matas do Paulista. Nesta quarta (27), a equipe joga por uma vaga nas semifinais contra a Ferroviária, em Itaquera.

A diretoria alvinegra e o goleador mostram estar em sintonia. Nesta terça (26), o atacante afirmou que não se envolve nas negociações para ficar focado na fase decisiva do Estadual.

Assim que Gustagol começou a se destacar, o clube entendeu que deveria dar uma aumento a ele para que o jogador se sinta valorizado. Então, fez a proposta de reajuste salarial acompanhada da extensão do vínculo atual, que vai até 2020.

Opinião: entre grandes, só SPFC evoluiu no início da 2ª fase do Paulista

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Na opinião deste blogueiro, entre os considerados grandes, o São Paulo foi o único time que evoluiu na abertura das quartas de final do Paulista em relação à sua média na competição. O nível baixo em que a equipe  se encontrava, tem peso decisivo nesse status. Porém, apesar de vacilar no gol do Ituano durante a vitória por 2 a 1, no último domingo (24), o clube do Morumbi apresentou um futebol competitivo, capaz de jogar em igualdade de condições com seus principais rivais estaduais.

Mancini deixou o time mais jovem e leve graças a jogadores como Luan, Igor Gomes, Liziero e Antony. As dificuldades na armação foram superadas e os são-paulinos frequentemente invadiram a área adversária. De acordo com o site “Footstats”, a equipe tricolor fez na partida 21 finalizações, sendo oito certas. Sua média no campeonato é de 12,6 arremates por jogo.

No entanto, a defesa voltou a bobear e levou um gol que mantém a briga pela vaga nas semifinais equilibrada. O treinador interino ainda precisa corrigir falhas de posicionamento no setor defensivo.

Em relação à sua partida anterior, em que foi derrotado por 4 a 0 pelo Botafogo, com vários reservas, o Santos evoluiu na vitória por 2 a 0 sobre o Red Bull. Em alguns momentos do jogo, o time de Sampaoli voltou a apresentar o toque de bola envolvente de seus melhores momentos no Estadual. Mas não dá pra dizer que houve evolução em relação à média do desempenho santista no campeonato.

Já o Corinthians regrediu um pouco no empate em um gol fora de casa com a Ferroviária. O time de Carille exagerou nas trocas de passes laterais, teve dificuldade na armação e para aproximar seus meias e atacantes, numa repetição de problemas que vinham diminuindo nas últimas rodadas. Depois de levar o gol, os corintianos tiveram dificuldade em fazer a leitura do jogo e reagir. Em suas apresentações anteriores, a equipe começava a mostrar entrosamento para fazer exatamente o que precisava.

Por sua vez, o Palmeiras penou mais do que deveria para empatar com o Novorizontino também em um gol. De novo, o time de Scolari não fez valer em campo a superioridade técnica de seus jogadores. Também de acordo com o “Footstats”, o alviverde fez apenas uma finalização certa a mais do que o rival: 7 contra 6. No total, os palmeirenses executaram 13 arremates diante de 11 do adversário.

Entre os times do interior, o Red Bull jogou abaixo do que apresentou na primeira fase. Novorizontino, Ituano e Ferroviária fizeram boas apresentações. O resumo é que apenas o Santos, em tese, entra na segunda rodada das quartas de final respirando mais aliviado, apesar de nada estar definido. Os outros três confrontos prometem ser mais emocionantes.

Opinião: discurso de Mancini mostra como SPFC se atrasa por Cuca

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Ao explicar a ida de Diego Souza para o Botafogo, Vagner Mancini disse que “dentro do planejamento, daquilo que vai ser feito no São Paulo, optou-se por isso”. A declaração dada depois do empate deste sábado com a Ferroviária em um gol, no Pacaembu, mostra, na opinião deste blogueiro, o quanto o clube do Morumbi se atrasa ao esperar por Cuca.

A afirmação poderia ser completada com “depois que o novo treinador chegar”. O sinal de compasso de espera é claro. A explicação também dá a entender que a saída de Diego Souza foi um pedido de Cuca e que ele se livrou do desgaste de trombar com o veterano, pois chegará com a “casa arrumada” para iniciar seu trabalho. O plano parece ser o mesmo em relação a Nenê.

Ou seja, o São Paulo está se preparando para receber seu treinador quando deveria aproveitar o tempo de sobra sem a Libertadores para chegar no Brasileirão na ponta dos cascos. A equipe evolui devagar com Mancini. E corre alto risco de passar por mais mudanças com Cuca, retardando mais ainda sua evolução. A chance de chegar no Nacional mais afinado do que os rivais desgastados pela Libertadores vai diminuindo.

Prova desse atraso é a dependência que a equipe mostrou contra a Ferroviária em relação a Hernanes, autor do gol de empate. Apagado no primeiro tempo, ele foi o jogador tricolor mais importante na etapa final, atuando como segundo volante. Uma sequência executando a mesma função já poderia ter feito seu futebol crescer, mas o problema não é esse. Depender de veteranos é algo dramaticamente arriscado no Brasileiro.

O próprio São Paulo sentiu isso na pele no Nacional de 2018. Diego Souza e Nenê foram muito bem no primeiro turno e fizeram o torcedor sonhar com o título. No segundo, porém, caíram de rendimento e deu no que deu. É muito difícil para todo jogador se manter em alto nível durante o Brasileirão inteiro. Ainda mais para veteranos por causa de questões físicas. Com Hernanes não vai ser diferente. Nesse estágio do ano já era para a equipe do Morumbi ter mais gente dividindo a responsabilidade de decidir com ele.

Antony desponta como o futuro do São Paulo. Sua habilidade é acima da média do futebol brasileiro. A maturidade do destaque da última Copa São Paulo também. Mas ele precisa de um time com projeto e estilo de jogo definido para evoluir. Esse ritmo de “vamos tocando enquanto o professor não chega” é péssimo pra ele. Cuca tem muito a contribuir para a carreira da joia são-paulina.

Taticamente, o São Paulo evolui lentamente com Mancini. A questão não é se estaria melhor com Cuca. O ponto é que a partir da chegada do novo técnico, em tese, o São Paulo tem um rumo definido, não fica sujeito a subir dois degraus e descer um. A diretoria, mais uma vez, pode perceber o tamanho do risco de sua aposta quando for tarde demais.

Dorival ganha elenco e sombra ao mesmo tempo

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A diretoria do São Paulo está extremamente descontente com Dorival Júnior. Mesmo assim, optou por manter o treinador no cargo após o empate sem gols com a Ferroviária, no último domingo. O que mais pesou para a decisão, conforme apurou o blog, foi o pedido de jogadores para que o comandante continue.

Com a manutenção, automaticamente, a direção divide a responsabilidade com os atletas, que passam a ser mais cobrados. Os dirigentes também evitam o risco de serem acusados de prejudicar a preparação do time antes do jogo com o CRB, nesta quarta, pela Copa do Brasil, em caso de fiasco.

O posicionamento de Raí, defensor da tese de que treinadores precisam de tempo para trabalhar, também pesou.

Apesar de se segurar no cargo, Dorival está longe de ter estabilidade assegurada. Dificilmente ele sobreviverá a um eventual novo tropeço. Antes do jogo contra o time de Araraquara, a diretoria já havia deixado claro para o funcionário que entendia não haver mais espaço para o clube perder pontos diante de equipes com orçamentos inferiores.

Ao mesmo tempo em que ganha o apoio do elenco, Dorival passa a conviver com a sombra de André Jardine. O treinador das categorias de base deve ser anunciado como membro da comissão técnica. Parte da diretoria entende que é importante ele viver a rotina do time principal para minimizar danos caso o treinador seja demitido e haja demora para a contratação de um substituto. Assim, a presença de Jardine na comissão técnica daria fôlego para a direção no caso de a demissão de Dorival ser consumada. Imediatamente, ele assumiria como interino. Seu trabalho é reconhecido pela torcida, o que em tese daria tranquilidade para a busca de um comandante mais experiente.

Falta de gols aumenta irritação da diretoria do São Paulo

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Em 9 jogos no Campeonato Paulista, o São Paulo fez sete gols, média de 0,7 por partida. No empate com a Ferroviária, o ataque passou em branco e aumentou a irritação da diretoria com a dificuldade do time em balançar as redes.

Os tricolores fizeram até aqui só a metade dos gols anotados pelos rivais Palmeiras e Santos no Estadual. O time do Morumbi está bem atrás também do Corinthians, autor de 13 gols.

Nos últimos jogos, a equipe são-paulina tem criado chances, mas pecado pela falta de pontaria.

A escassez de gols já gerou bronca pública de Dorival nos atletas. Ele afirmou que treinador não faz gol. A diretoria não gostou e repreendeu o treinador internamente. Na avaliação da direção, em última instância o técnico é responsável. Esse é um dos motivos que aumentam a possibilidade de queda do comandante.

A situação ficou especialmente delicada após o empate com o clube de Araraquara porque a diretoria havia dito a Dorival que não via mais espaço para perda de pontos contra equipes com menor orçamento. A conversa, porém, não teve efeito prático.

Como mostrou o UOL Esporte, apesar da insatisfação com o trabalho do técnico, a tendência é que ele seja mantido no cargo após reunião de rotina com a diretoria nesta segunda. O fato de o time já jogar na quarta com o CRB pela Copa do Brasil é um ponto favorável a permanência. O tempo seria curto para o time se reorganizar antes de um jogo importante.

Até aqui, o posicionamento de Raí tem sido fundamental para segurar o treinador. Ele defende a tese de que técnicos precisam de tempo para desenvolver seus trabalhos. Porém, os sinais no Morumbi de que Dorival está muito próximo do fim da linha são cada vez mais fortes.

Diretoria do São Paulo não aceita mais perder pontos para pequenos

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Um dos principais incômodos da diretoria do São Paulo em relação ao trabalho de Dorival Júnior é a perda de pontos para equipes que investiram muito menos na formação de seus elencos. O entendimento é de que não há mais espaço para tropeços diante de pequenos. E o treinador já sabe que a direção pensa assim. Por isso, o jogo com a Ferroviária, domingo (25), no Morumbi, tem grande importância para o futuro do técnico no clube.

No Campeonato Paulista, os tricolores já entregaram seis pontos para São Bento e Ituano nas derrotas por 2 a 0 e 2 a 1, e outro para o Novorizontino no empate sem gols. O fato de, mesmo com a campanha irregular a equipe liderar seu grupo ao lado da Ponte Preta, com dez pontos, não acalma os dirigentes. A avaliação é de que pela diferença orçamentária e, consequentemente, no nível de contratações, o São Paulo tem a obrigação de passar convincentemente pelos rivais menores.

Conforme mostrou o UOL Esporte, apesar de a diretoria valorizar as contratações que fez, Dorival diverge de algumas delas, como as de Nenê e Tréllez. Pelo menos no caso do ex-vascaíno, os cartolas não entendem a rejeição.

Além do desempenho fraco diante de alguns pequenos, dirigentes se queixam dos “brilharecos” da equipe. São alguns minutos de bom futebol que Dorival não consegue prolongar com o passar dos treinamentos.

Essa falta de evolução gera outro desconforto. A diretoria começa a se preocupar com o Campeonato Brasileiro. Há o temor de que a demora para o time evoluir faça com que o São Paulo comece o torneio nacional atrás de seus principais adversários.

Mesmo insatisfeita, a diretoria manteve até aqui o seu desejo de ter uma postura diferente da adotada com Rogério Ceni, demitido apenas cerca de seis meses após ser contratado. Em meio às cobranças de conselheiros e treinadores para derrubar o técnico, a direção preferiu falar tudo o que pensa do trabalho dele para o próprio e ouvir as queixas do funcionário também.

A aposta é de que esse jogo da verdade faça o time evoluir diante da Ferroviária. Se isso não acontecer e novos pontos forem desperdiçados diante de um adversário com poderio financeiro menor, poderá ficar em xeque a decisão dos cartolas de prolongar a permanência de Dorival no Morumbi.

Volta de Gabriel

Leia o post original por Flavio Prado

Gabriel voltou ao Santos com gol. Sempre foi artilheiro com a camisa santista, marcou mais de 50 gols no time profissional.

Foto: Ivan Storti/SFC

O melhor momento de Gabriel pelo Santos foi entre os anos de 2015 e 2016. Nestes 2 anos, Gabriel jogou aberto pela direita com Ricardo Oliveira de centroavante. No seu retorno contra a Ferroviária, Gabriel foi centroavante, Sasha que fez a função contra o Palmeiras foi deslocado para a esquerda no lugar do suspenso Copete com Arthur Gomes mantido na direita. No atual elenco, existe uma carência na posição de centroavante. Rodrigão nunca conseguiu tomar conta da posição e Sasha não é exatamente um camisa 9, pelos lados sobram opções, Arthur Gomes, Copete, Bruno Henrique, Sasha e Rodrygo. Provavelmente Gabriel fará muitos jogos no centro do ataque.

Um grande defeito de Gabriel é a falta de intensidade, acredito que este fator contribuiu no insucesso na Europa. Gabriel é artilheiro, mas participa pouco do jogo. No futebol brasileiro, mais lento e espaçado, deve funcionar mais uma vez, mas pensando em Europa e seleção ele precisa melhorar muito neste quesito.

Vexame corintiano em Araraquara!

Leia o post original por Milton Neves

Ferroviária 1 x 0 Corinthians

Definitivamente, o ano será muito difícil para os corintianos.

Quebrado, o Timão contratou muito pouco para a temporada, e o resultado disso já começa a ser visto em campo.

Neste domingo, a Ferroviária, que luta contra o rebaixamento no Paulistão, venceu com muita tranquilidade o time comandado por Fábio Carille, com gol de pênalti do ex-corintiano Alan Mineiro.

E sem polêmica, gente: a bola BATEU no braço do Alan Mineiro na jogada, o árbitro foi muito bem ao validar o gol.

E o vexame só não foi maior porque a equipe de Araraquara tirou o pé no final do jogo.

Se pressionasse mesmo, faria mais dois ou três, sem dúvidas.

Que coisa, hein, Timão?

Mas e agora, será que ainda dá tempo de a diretoria do Corinthians correr atrás de reforços para esta temporada?

Afinal, com os atletas que tem hoje, o Timão terá que lutar MUITO para escapar do rebaixamento no Brasileirão.

Opine!

Palmeiras vence bem

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O Palmeiras conquistou uma vitória tranquila contra a Ferroviária. Destaque para Borja, o colombiano entrou no segundo tempo e marcou pela primeira vez no novo clube.

A derrota no clássico contra o Corinthians deixou o ambiente mais pesado ou pelo menos aumentou o som das cornetas prematuras em cima de Eduardo Baptista.

O futebol é coletivo, o tempo é necessário para que as peças se encaixem, ainda mais em um time que é cobrado para ganhar e dar espetáculo, mas as coisas não acontecem de uma hora para a outra.

O time está mais modificado do que o esperado. Eduardo não conta com três peças fundamentais na conquista do título brasileiro. Destas peças, ele sabia que não contaria com Gabriel Jesus, mas contava com Tchê-Tchê e Moisés que estão lesionados.

No jogo coletivo, isso não significa uma simples mudança de peças. Os jogadores tem características diferentes, as peças precisam se encaixar, os movimentos devem acontecer de forma natural e isso leva tempo.