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Opinião: mudar formato aumenta crise de identidade do Mundial de Clubes

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Desde sempre a disputa pelo título de campeão mundial de clubes sofre uma crise de identidade. Os diferentes formatos e nomenclaturas geram desnecessárias polêmicas entre torcedores sobre quem é legítimo detentor do título e desvaloriza o produto.

Tudo que a competição não precisava é de mudança, como a anunciada agora pela Fifa. De cara, a decisão de realizar o torneio a cada quatro anos cria o incômodo de quebrar a tradição de se definir quem é o melhor de cada ano.

Os critérios para a escolha dos participantes, ainda não definidos oficialmente, têm potencial problemático. A Conmebol, por exemplo, pretende enviar como seus representantes os campeões das quatro Libertadores anteriores à edição do Mundial a ser disputada. Como a qualidade dos times no continente sofre brutais mudanças rapidamente, é possível ver equipes absurdamente enfraquecidas entrando em campo.

Os europeus sofrem menos com a irregularidade de seus clubes. Um modelo assim, em tese, reduziria ainda mais as chances de representantes de outros continentes levantarem a taça. A tendência é que os times da Europa dominem as fases mais agudas da competição. Será que faz sentido um torneio assim diante do sucesso que é a Champions?

Com tantas incertezas, a Fifa deveria se preocupar mais em ouvir jogadores e torcedores antes de escolher um caminho. É preciso saber o que mais motiva atletas e fãs para que o Mundial seja, enfim, um sucesso. Também é necessário que o novo formato tenha vida longa. Cada vez que uma fórmula é testada e abandona, menos credibilidade tem a competição. E mais discussões pouco produtivas acontecem.

Santos desiste de tentar suspender Neymar por seis meses no CAS

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Foto: Charles Platiau/Reuters

O Santos desistiu de tentar suspender Neymar dos gramados por seis meses por conta de suposta irregularidade na transferência dele para o Barcelona, em 2013. Porém, o clube brasileiro segue pedindo no CAS (Corte Arbitral do Esporte) uma indenização de aproximadamente 55 milhões de euros por entender que foi ludibriado pelo atleta e pelo time catalão.

A Fifa já havia rejeitado o pedido santista. Então, o clube recorreu ao CAS, mas recentemente retirou por escrito o pedido de gancho. Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, o Santos afirmou que não comenta ação em trâmite.

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O processo segue com as outras pretensões alvinegras e na próxima fase terá audiência na Suíça. A ação foi iniciada na Fifa em 2015. Sob a presidência de Modesto Roma Júnior, a agremiação do litoral alegou que o atleta teria quebrado seu contrato e ferido o regulamento de transferências da Fifa e o código disciplinar da entidade.

A principal reclamação é de que Neymar teria começado a negociar sua transferência enquanto ainda estava sob contrato com o Santos e sem autorização do clube. A defesa do jogador nega irregularidades e apresenta como um de seus argumentos carta assinada pelo então presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, já falecido, autorizando em 2011 o jogador a iniciar tratativas com equipes interessadas.

Apesar de não ter sido responsável por entrar com a ação, o atual presidente santista, José Carlos Peres, já estava no comando quando foi tentado o recurso no CAS.

Preso, Marin já se desfez de mais de R$ 40 milhões em imóveis

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Condomínio em que fica apartamento vendido por Marin em dezembro do ano passado Imagem: Ricardo Perrone/UOL

Obrigado a pagar despesas processuais, multa e indenizações, José Maria Marin já se desfez de pelo menos quatro imóveis vendidos por R$ 40.350.000, no total, desde que foi preso em maio de 2015. Na contramão das vendas, foi feita pela mulher dele a compra de um apartamento, mais modesto do que os vendidos, e que deve ser provavelmente a nova residência dela. Os dados estão em registros em cartórios obtidos pelo blog.

Advogados de Marin no Brasil confirmaram ao blog que ele vendeu propriedades, incluindo sua residência, para pagar fiança, despesas enquanto estava em regime de prisão domiciliar nos Estados Unidos, honorários advocatícios e outras despesas relacionadas ao caso. Lembram que o dirigente deixou de receber salário ao sair da CBF. Porém, afirmam que o valor de aproximadamente R$ 40 milhões não é o montante líquido recebido por ele. Isso porque parte dos pagamentos teria sido feita em imóveis que, por questões burocráticas, ainda não aparecem no nome dele.

A venda mais recente e pela maior quantia aconteceu no dia 3 de dezembro do ano passado. O ex-presidente da CBF e sua esposa, Neuza Augusta Barroso Marin, negociaram por R$ 18.100.000 uma casa na Rua Colômbia, no nobre bairro paulistano do Jardim América. A Empage Construções e Empreendimentos pagou pela propriedade menos do que o valor venal de referência usado pela prefeitura para cobrança de impostos e que foi estipulado em R$ 24.344.024.

O negócio foi fechado menos de duas semanas depois de o ex-cartola ser condenado nos Estados Unidos a devolver sozinho cerca de R$ 500 mil para Fifa e Conmebol. A quantia é referente a salários e benefícios que o brasileiro, acusado de crimes relacionados à corrupção, recebeu das duas entidades. A Justiça norte-americana também determinou na mesma data que ele dividisse com outros dirigentes uma restituição equivalente a R$ 7,8 milhões para Fifa e Conmebol.

A propriedade negociada em dezembro já estava alugada para fins comerciais e havia sido comprada pelo também ex-presidente do Comitê Organizador da Copa de 2014 em 3 de março de 1983.

Em agosto do ano passado, Marin e sua mulher já tinham vendido apartamento em suntuoso condomínio da Rua Padre João Manoel, no bairro paulistano de Cerqueira César. O imóvel foi repassado para a J.L Participações por R$ 7.600.000. Nesse caso, o martelo foi batido por um preço superior ao valor venal de referência atribuído pela prefeitura que é de R$ 6.260.004. O apartamento com 609,10 metros quadrados e cinco vagas na garagem foi registrado em recente transação imobiliária como residência de Neusa Marin. A propriedade fora comprada em 3 de janeiro de 1990.

No mesmo  mês da venda, o ex-dirigente foi condenado pela justiça dos Estados Unidos a pagar uma multa de US$ 1,2 milhão (aproximadamente R$ 4,5 milhões pelo câmbio atual).

A JMN Participações, criada pelo ex-cartola e que agora tem como sócios apenas Neusa e Marcus Vinícius, filho do casal, vendeu outra propriedade numa região luxuosa de São Paulo em 16 de fevereiro de 2017. Na ocasião, foi comercializada uma mansão no número 105 da Avenida Europa por R$ 11.550.000. A quantia arrecadada com a venda não chega à metade dos R$ 24.945.754 estabelecidos como valor venal de referência pela prefeitura. O montante também é inferior aos R$ 13.500.000 pagos pela empresa dos Marin pela casa instalada em um terreno de aproximadamente 2.600 metros quadrados. O documento de promessa de compra e venda foi assinado em 16 de abril de 2014, pouco antes da Copa do Mundo do Brasil. Já a transferência do imóvel para a empresa da família do ex-presidente da CBF foi feita em março do ano seguinte.

De acordo com registro do imóvel, a Meta Administradora de Bens, que comprou a casa, pretende erguer no terreno um prédio de dois andares com 20 salas comerciais.

A primeira das propriedades vendidas por Marin após sua prisão, em maio de 2015, na Suíça, foi uma cobertura duplex no Condomínio Les Saint Tropez na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  A JMN vendeu o suntuoso imóvel em 20 de abril de 2016 por R$ 3.100.000 para Benny Binhas Kubudi. O valor atribuído pela prefeitura do Rio ao imóvel para o cálculo de emolumentos é de R$ 4.302.704.

A empresa da família Marin havia assinado um documento de compra e venda em 28 de maio de 2014 para adquirir o imóvel por R$ 1.600,00 de Lilian Cristina Martins Maia. A propriedade no entanto, só foi transferida para empresa um dia antes da venda para Benny. Além de Marin, na mesma época, Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF banido pela Fifa, também adquiriu imóvel no condomínio.

Atualmente, Marin cumpre pena de quatro anos de prisão nos Estados Unidos por ter sido condenado pelos crimes de conspiração para organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude financeira. Ele se diz inocente.

Compra

Ainda de acordo com registros de imóveis obtidos pelo blog, a mulher de Marin deve sofrer uma queda em seu padrão residencial no Brasil. Em 24 de julho do ano passado, Neusa Marin adquiriu por R$ 1.535.000, apartamento localizado no bairro de Cerqueira César. A propriedade tem valor venal de referência estipulado pela prefeitura de R$ 1.359.798. O apartamento tem 148,10 metros quadrados de área privativa e fica num condomínio mais simples do que o local da propriedade  declarada como residência de Neusa numa das operações de venda e que tem 509,10 metros quadrados de área útil.

No edifício em que fica o apartamento comprado em 2018, um funcionário informou a este blogueiro que o imóvel está sendo reformado e que a mulher de Marin só vai se mudar depois de a obra ser finalizada. Os registros mostram também a transferência para Neusa de três vagas na garagem vinculadas à propriedade pelo valor de R$ 105 mil cada uma. O blog não conseguiu localizar a mulher de Marin para falar sobre as negociações.

Justiça dos EUA nega pedido que aumentaria restituição de Marin a entidades

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A Justiça dos Estados Unidos negou na última quinta (20) pedido que aumentaria a quantia a que José Maria Marin foi condenado a pagar para entidades internacionais. A iniciativa da Concacaf (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe) está relacionada à condenação do cartola por suposta prática de corrupção. A informação foi divulgada pelo site “Law 360” e confirmada pelo blog.

O recurso visava que a juíza Pamela Chen reconsiderasse decisão de novembro na qual negou solicitação de Concacaf, Fifa e Conmebol para serem restituídas por Marin e Juan Angél Napout, ex-presidente da Conmebol, entre outros dirigentes, em mais de US$ 120 milhões (cerca de R$ 463,98 milhões na soma dos pedidos).

Na sentença original, a juíza determinou que Marin, Napout e outros condenados dividissem o pagamento de U$ 2,1 milhões (aproximadamente R$ 8,1 milhões) para entidades que se sentiram prejudicadas. Isso além de restituições individuais.

A Concacaf alega que o dinheiro destinado a ela é inferior aos gastos que teve com advogados e no processo de investigação interna para apurar eventuais prejuízos com o esquema de corrupção. Também sustenta que não será suficientemente ressarcida pela desvalorização nas negociações de direitos de TV de suas competições por conta do escândalo.

Os advogados de Marin e Napout apresentaram suas contestações diante do novo pedido da Concacaf. A Justiça, então, manteve a decisão inicial envolvendo, além da Concacaf, Conmebol e Fifa. A entidade sul-americana e a federação internacional seriam contempladas numa eventual mudança, mesmo sem terem entrado com o pedido de reconsideração.

Os advogados de Marin comemoraram o resultado que não altera as punições dadas a ele. O ex-presidente da CBF foi condenado a devolver sozinho US$ 137.532,60 (por volta de R$ 531,7 mil) para Conmebol e Fifa, além de entrar na divisão de US$ 2,1 milhões. Só a entidade sul-americana pedia US$ 7 milhões (aproximadamente R$ 27 milhões) do dirigente brasileiro.

Em agosto, o ex-presidente da CBF foi condenado a quatro anos de prisão nos Estados Unidos, após ser acusado de receber propina na venda de direitos de transmissões de competições para emissoras de TV.

Cerca de dois meses depois, Marin foi transferido para o presídio de segurança mínima de  Allenwood. na Pensilvânia. Até então, ele estava no Metropolitam Detention Center, em Nova York, conhecido pelas más condições carcerárias. 

 

 

Opinião: queda do River combina com bagunça no futebol sul-americano

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A derrota do River Plate nos pênaltis para o Al Ain nas semifinais do Mundial de Clubes nesta quarta (18) é o puro reflexo da decadência do futebol sul-americano.

Antes, a pergunta era quando os times do continente voltariam a levantar a taça da competição. O Corinthians, em 2012, foi o último a alcançar esse feito.

Agora, é natural ver como incógnita a chegada dos vencedores da Libertadores às decisões do torneio. E não é por acaso. Outros mercados evoluíram, organizaram seus clubes e muitos deles têm mais dinheiro para contratar do que os times da América do Sul.

Ao mesmo tempo, a maioria das equipes sul-americanas enfrenta crise financeira e não são poucos que sofrem com cartolas irresponsáveis.

O símbolo da corrosão do futebol do continente é a última edição da Libertadores. Foi um show de horrores, com jogador suspenso atuando, mais atos de selvageria de torcedores e uma final que quase não terminou.

Zebra mesmo seria que o vencedor de tal competição bagunçada levantasse também o caneco mundial. A melancólica participação do River combina com a Libertadores de 2018. É um merecido castigo para o largado futebol do continente. E o triunfo do time dos Emirados Árabes, que joga em casa, ilustra a melhora da modalidade em certos locais fora do eixo tradicional.

Nesse ritmo, logo não será mais possível chamar de surpresa equipes africanas e asiáticas, por exemplo, levarem a melhor na competição diante de representantes da América do Sul.

Justiça dos EUA pede que Fifa reavalie com governo valor cobrado de Marin

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Na última quinta (4), a Justiça norte-americana analisou pedidos de Fifa, Conmebol e Concacaf para ser restituída financeiramente por José Maria Marin e Jose Angel Naput, ex-presidente da confederação sul-americana, acusados de corrupção. A juíza Pamela Chen apontou dificuldades para conceder as indenizações integrais pedidas por conta de uma jurisprudência nos Estados Unidos. Ela orientou as entidades a apresentarem suas contas ao governo do país em busca de um número em comum. Posteriormente, essa quantia seria analisada por ela.

A informação, confirmada pelo blog, foi revelada pelo site norte-americano “Law 360”, que cita indenização de dezenas de milhões de dólares, envolvendo também outros dirigentes e cobrada por conta de esquema fraudulento. A decisão agradou à defesa do ex-presidente da CBF, que acredita num valor menor ao pedido inicialmente pelas entidades.

Os advogados de defesa argumentaram com Chen que há jurisprudência nos Estados Unidos que refuta cálculos realizados internamente por entidades privadas como base para pedidos de restituição em casos semelhantes ao de Marin. Durante a sessão, a juíza sinalizou entender ser difícil conceder a restituição apenas com os cálculos feitos pelas vítimas por conta da jurisprudência. A menos que haja um pedido do governo.

Assim, Chen pediu para que as entidades apresentem suas contas detalhadas ao governo americano na tentativa de chegar a um número de consenso. Com suporte governamental no pedido, ela analisará se concede a restituição. A juíza deixou claro, porém, que, caso seja concedida, a indenização não será obrigatoriamente no novo valor.

Justiça dos EUA pede que Fifa reavalie com governo valor cobrado de Marin

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Na última quinta (4), a Justiça norte-americana analisou pedidos de Fifa, Conmebol e Concacaf para ser restituída financeiramente por José Maria Marin e Jose Angel Naput, ex-presidente da confederação sul-americana, acusados de corrupção. A juíza Pamela Chen apontou dificuldades para conceder as indenizações integrais pedidas por conta de uma jurisprudência nos Estados Unidos. Ela orientou as entidades a apresentarem suas contas ao governo do país em busca de um número em comum. Posteriormente, essa quantia seria analisada por ela.

A informação, confirmada pelo blog, foi revelada pelo site norte-americano “Law 360”, que cita indenização de dezenas de milhões de dólares, envolvendo também outros dirigentes e cobrada por conta de esquema fraudulento. A decisão agradou à defesa do ex-presidente da CBF, que acredita num valor menor ao pedido inicialmente pelas entidades.

Os advogados de defesa argumentaram com Chen que há jurisprudência nos Estados Unidos que refuta cálculos realizados internamente por entidades privadas como base para pedidos de restituição em casos semelhantes ao de Marin. Durante a sessão, a juíza sinalizou entender ser difícil conceder a restituição apenas com os cálculos feitos pelas vítimas por conta da jurisprudência. A menos que haja um pedido do governo.

Assim, Chen pediu para que as entidades apresentem suas contas detalhadas ao governo americano na tentativa de chegar a um número de consenso. Com suporte governamental no pedido, ela analisará se concede a restituição. A juíza deixou claro, porém, que, caso seja concedida, a indenização não será obrigatoriamente no novo valor.

Injustiça merecida?

Leia o post original por Craque Neto

Depois de 10 temporadas o prêmio de melhor jogador do mundo finalmente saiu das mãos ou de Lionel Messi ou de Cristiano Ronaldo. Isso mesmo! O vencedor foi o croata Luka Modric, que já havia sido eleito o melhor jogador da Copa com a vice-campeã Croácia e o melhor da UEFA atuando também pelo Real Madrid. Querem minha opinião sincera? Acho que o melhor da última temporada foi o português novamente. Ele arrebentou pelo clube espanhol e só perdeu a taça porque a Fifa colocou o peso dobrado no desempenho de ambos no Mundial. Agora posso falar? Só o desempenho […]

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‘Best’: Modric eleito é reconhecimento ao jogo coletivo

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A escolha de Modric como melhor do Mundo no prêmio “Best”, promovido pela Fifa, indica a valorização do jogo coletivo em relação ao talento individual.

Na última temporada, o croata brilhou menos com jogadas individuais do que os concorrentes Cristiano Ronaldo e Salah, vencedor na categoria gol mais bonito. Porém, as estatísticas mostram que Modric participou mais das partidas de suas equipes. Foi maestro, carregador de piano, correndo incansavelmente, e habilidoso.

Obviamente, a premiação não levou em conta só a Copa do Mundo da Rússia, mas a principal competição da modalidade ajuda a entender as diferenças entre os principais postulantes ao posto de melhor jogador do momento.

CR7 foi o artilheiro de Portugal com 4 gols. Salah, que só jogou duas partidas, deixou o Mundial como goleador máximo do Egito após balançar as redes duas vezes. Modric foi apenas o terceiro a marcar mais gols pela Croácia com dois tentos.

Cristiano Ronaldo e Salah foram ainda os jogadores que mais acertaram finalizações em média por suas seleções. Modric ficou em quinto entre os atletas de seu país no Mundial.

O croata, no entanto, assume o topo da lista de sua seleção em quesitos que indicam maior participação no jogo. Ele foi quem mais acertou passes pela equipe com média de 55,3 acertos por jogo. CR7 e Salah foram superados por nove companheiros nesse quesito.

Modric ainda mostra sua importância para a Croácia liderando o ranking de cruzamentos certos de sua seleção durante o Mundial com média de 1,4 por jogo.

Os números (do site Footstats) ajudam a demonstrar como o croata consegue equilibrar talento e espírito coletivo. Ele foi menos agudo do que CR7, Salah e outros concorrentes. Mas foi mais constante. Sua vitória no “Best”, assim como o segundo lugar da Croácia no Mundial, resgata a importância do jogador habilidoso que sabe usar seu talento em prol do time.