Arquivo da categoria: Final

É muito mais sério que futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Enquanto discutimos se a Conmebol está certa ou não, se Boca ou River merecem ganhar no tapetão, fugimos da única discussão que realmente deveríamos ter nesse momento: É um direito do estado “arregar” para os bandidos? Sim, é isso que está acontecendo. Aqui também acontece há anos, toda semana. O problema aconteceu a 3 quadras …

Papelão na Argentina vai render grana para a Conmebol… é mole?

Leia o post original por Craque Neto

Não é novidade para ninguém que sempre tive meu pé atrás com dirigente de futebol. Pra mim a maioria é corrupto e só pensa no próprio bem estar (leia-se bolso!) ao invés da saúde financeira de seu clube. De qualquer forma eu sinceramente achava que essa edição da Libertadores tinha tudo para ter uma das finais mais disputadas da história da competição. Sendo bem realista esperava até um pouco de violência dentro de campo. Pelo menos aquelas entradas mais fortes, algo normal no tipo de jogo deles. Mas para minha surpresa, mesmo com o duelo em igualidade (o primeiro jogo […]

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Palmeiras pode reverter jogando em casa !

Leia o post original por Nilson Cesar

O Palmeiras tem um grupo melhor do que o Boca Juniors. Perdeu por 2 x 0 o primeiro jogo mas pode reverter a situação jogando em casa na próxima quarta feira . É viável uma vitória por 2×0 e decisão por pênalti . O Boca sabe sim jogar a Libertadores mas hoje tem um time nada excepcional . Se o Palmeiras acertar um belo jogo pode sim chegar à final da Libertadores . Sinceramente estou com palpite que isso irá acontecer . Vamos aguardar

Opinião: VAR falha por não reduzir pressão no juiz e poder de interpretação

Leia o post original por Perrone

O uso do VAR na finalíssima da Copa do Brasil entre Corinthians e Cruzeiro, nesta quarta (17), foi tão vergonhoso que parece obra de quem é contra a tecnologia com o objetivo de descartá-la.

Porém, na verdade, é reflexo do fato de a novidade não explorar os principais benefícios que poderia trazer para o futebol. São eles: acabar com a pressão de jogadores sobre os árbitros e reduzir o poder de interpretação dos juízes.

Tanto no pênalti marcado contra o Cruzeiro, como no golaço de Pedrinho, Wagner do Nascimento Magalhães foi pressionado por atletas para consultar o VAR. Em seguida, com a cabeça cheia de argumentos despejados pelos jogadores, foi interpretar o lance no vídeo. E interpretou de maneira errada nas duas ocasiões.

Ou seja, a vantagem da precisão e da frieza que a tecnologia trouxe para o jogo sucumbiu diante de um juiz sujeito a pressões.

Nada mudou. E é difícil mudar a cultura centenária do jogador brasileiro de infernizar o árbitro. Mas dá para obter um resultado imensamente melhor. Basta buscar inspiração em outros esportes.

No vôlei e no tênis os competidores têm direito a pedir a verificação por vídeo por um determinado número de vezes. Se a reclamação faz sentido, o pedido não conta como usado. Caso a decisão do juiz não seja alterada pela tecnologia, o solicitante passa a ter um “desafio” a menos para fazer.

No caso do futebol, método semelhante diminuiria o poder da equipe de arbitragem de decidir quando o VAR deve ser acionado. Ao mesmo tempo, poderia reduzir drasticamente a pressão sobre o juiz. Já que no lugar de reclamar bastaria ao capitão do time fazer o desafio eletrônico.

Utopicamente, o ideal seria os jogadores praticamente não terem contato com o árbitro, já que não sabem se comportar. Na Fórmula 1, por exemplo, por conta das características do esporte, o piloto que infringe as regras recebe a notícia da punição por rádio depois que ela já foi tomada, sem chance de espernear.

Outras medidas de transparência poderiam ser tomadas para ajudar a salvar o olho eletrônico no futebol. Colocar no telão dos estádios, em tempo real, o lance examinado pelo VAR é fundamental para o público ser respeitado.

Enquanto ajustes não forem feitos, o valioso recurso será apenas uma maneira teatral de manter antigos vícios. No final, o torcedor é feito de palhaço, como aconteceu com corintianos e cruzeirenses em Itaquera. Quem pagou ingresso foi lesado, mesmo que tenha sido um erro grave para cada lado. Prejudicado também foi Pedrinho. Quanto não valeria para seu futuro e evolução assinar uma pintura de gol em final de campeonato?

A diferença para os cofres corintianos entre título e vice da Copa do BR

Leia o post original por Perrone

Bem antes de o Corinthians chegar à final da Copa do Brasil Andrés Sanchez declarou ser esta a competição prioritária para o clube em 2018. Especialmente por causa do prêmio de R$ 50 milhões para o campeão, sem contar os bônus dados nas fases anteriores. Quem sair derrotado da decisão desta quarta (17) entre o alvinegro e o Cruzeiro vai faturar apenas pelo segundo lugar R$ 20 milhões.

Mas o que representa para o clube paulista, que tanto valorizou a cota dada ao campeão, essa diferença de R$ 30 milhões? Uma análise no último relatório financeiro relativo a 2018 disponível no site corintiano ajuda na resposta. Os números são de julho deste ano.

Os R$ 30 milhões a mais dados a quem se sair melhor na finalíssima em Itaquera seriam suficientes, por exemplo, para cobrir o deficit das áreas social e de esportes amadores até julho e ainda sobraria dinheiro. O prejuízo desses departamentos foi de R$ 21,1 milhões. O deficit total do Corinthians, juntando todas as áreas até julho, incluindo o futebol, ficou em aproximadamente R$ 17,3 milhões. A diferença se explica com o superavit apresentado pelo futebol isoladamente. Ele foi de R$ 3.785.000.

Os R$ 30 milhões de diferença entre o bônus para o campeão e o dado ao vice ainda superaria toda a receita corintiana obtida com patrocínio e publicidade nos sete meses iniciais do ano. Foram arrecadados R$ 20.878.000.

O verba superior para o primeiro colocado também representa quase o triplo do que o alvinegro amealhou com premiações, seu programa de sócio-torcedor e participação em loterias (essas receitas são calculadas juntas) até julho. Foram cerca de R$ 10,2 milhões. No primeiro semestre, o alvinegro foi campeão paulista.

A quantia se aproxima de cobrir a despesa registrada no item “futebol” dentro do departamento profissional e que foi de R$ 38.198.000 até o final do sétimo mês de 2018.

Por fim, embolsar R$ 30 milhões a mais com um resultado positivo nesta noite em Itaquera representaria ganhar quase oito vezes mais do que o superavit acumulado pelo departamento de futebol corintiano até julho. Foram R$ 3.785.000 no azul.

Leia também:

Corinthians justifica dívida de R$ 500 milhões e vê salvação na Copa do BR

 

 

 

MP arquiva inquérito sobre final do Paulistão por falta de provas

Leia o post original por Perrone

O Ministério Público de São Paulo arquivou nesta quinta (20) por falta de provas inquérito sobre a final do Campeonato Paulista deste ano, entre Palmeiras e Corinthians. A informação foi confirmada ao blog pelo promotor Paulo Castilho, responsável pelo caso.

“Esperei o TJD e depois o STJD se pronunciarem. Agora pedi o arquivamento”, afirmou o promotor.

A decisão foi tomada um dia depois de o Superior Tribunal de Justiça Desportiva rejeitar pedido palmeirense para impugnar a final vencida pelos corintianos. Os advogados do clube alegavam irregular interferência externa na anulação de um pênalti favorável à equipe alviverde. O STJD entendeu não haver provas suficientes para a impugnação.

Castilho havia aberto o procedimento em abril para atender a pedido da ouvidoria do Ministério Público.

Kairus: o segredo do futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Expectativa, promoção, um grande jogo e a história pronta pra ser escrita. Todo o glamour da Champions League é muito bem preservado até com os constantes erros de arbitragem, pois o marketing da “empresa” é brilhante. Ao contrário dos nossos, quando se assina um contrato com a Champions tem restrições sérias. Comerciais, editoriais, obrigações de…

Mais uma final do Real Madrid

Leia o post original por Flavio Prado

O Real Madrid de Zidane vai entrar para a história como um time vencedor, mas não como um time brilhante. São poucos os jogos em que esse Real Madrid atropela o adversário, mas é eficiente e frio na hora de decidir.

Outra coisa indiscutível é a qualidade técnica desta equipe. Não tem como não reconhecer a força de um elenco que conta com jogadores como Sérgio Ramos, Marcelo, Modric, Kroos, Cristiano Ronaldo e outros. Coletivamente é bom, mas nada brilhante e até parece em alguns momentos que rende menos do que pode.

O Bayern teve chance de vencer nos dois jogos e não aproveitou. O Real Madrid é cirúrgico, errar contra o time espanhol é fatal e o Bayern errou nas duas partidas.

O Real Madrid vai para sua terceira final consecutiva em busca do tri e não tem como não acreditar que podem conseguir. A temporada no geral foi a pior das últimas três, no campeonato espanhol não chegou nem perto da luta pelo título, mas a Liga dos Campeões tem outro formato, outras circunstâncias e o Real Madrid se dá muito bem nestas condições.

Mesmo em guerra com FPF, Palmeiras aceitou prêmio em dinheiro pelo vice

Leia o post original por Perrone

O Palmeiras recusou o troféu e as medalhas de vice-campeão paulista e ainda tem esperança de impugnar na Justiça desportiva a partida final do Estadual, mas não rejeitou o prêmio em dinheiro pelo segundo lugar.

Na última segunda (23), a Federação Paulista depositou R$ 1.650.000 na conta do clube por ele ter ficado atrás apenas do campeão Corinthians. Dirigente alviverde confirmou o recebimento à reportagem, apesar de oficialmente o clube não se manifestar sobre o assunto. A quantia foi repassada antes de o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva), no mesmo dia, arquivar o inquérito relativo ao último jogo da competição.

O raciocínio da diretoria palmeirense é de que receber a premiação não significa desistir de brigar pela impugnação do jogo decisivo, vencido por 1 a 0 pelo Corinthians no Allianz Parque. Os alvinegros conquistaram o título ao vencerem a disputa de pênaltis. A contestação acontece por suposta interferência externa na anulação de pênalti para os donos da casa.

Para a direção alviverde, conforme apurou a reportagem, não era o caso de aceitar ou não a bonificação. E receber o dinheiro não significa, na opinião dos cartolas, admitir a segunda colocação. A luta continua. E, numa hipotética mudança de resultado, a agremiação poderia pedir complementação da premiação.

Normalmente, porém, federações e CBF notificam os clubes antes de efetuar o pagamento de premiações. Ou seja, teoricamente, o Palmeiras poderia ter manifestado o interesse de receber a quantia só depois de esgotadas suas chances de impugnar o resultado.

Procurado, o departamento de comunicação do Palmeiras afirmou que o tema premiação “é um assunto interno que está sendo tratado exclusivamente pelo presidente Maurício Galiotte. Não iremos dar declarações sobre isso”.

O clube sustenta que seu objetivo é comprovar a influência externa no lance e que o pedido de impugnação foi feito para seguir os trâmites do TJD.

A área de comunicação da federação informou que a entidade não se pronunciaria.

Também nesta segunda, a FPF depositou R$ 5 milhões na conta do Corinthians pelo título estadual.

Com Danilo Lavieri, do UOl, em São Paulo