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Para estafe, final prova que apenas lesões derrubam Neymar

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Antes de chegar à final da Liga dos Campeões, Neymar encarou lesões, atritos com a torcida do PSG e até acusação de estupro, considerada falsa pela polícia e pelo Ministério Público. Mesmo assim, o sentimento no entorno do jogador é de que não há uma virada, mas a constatação de que livre de lesões o brasileiro é protagonista.

Nas palavras de um integrante do estafe do astro do PSG, não existe jogador como Neymar, se ele estiver livre de contusões, e nessa condição ele sempre foi protagonista, por isso não há um ponto de virada recente na carreira do brasileiro.

Neymar sofreu nos últimos dois anos com lesões importantes. O mesmo integrante de seu estafe diz que, inteiro, ele é a essência do futebol brasileiro, com dribles e outros lances imprevisíveis.

Ajudar o time parisiense a derrotar o Bayern na final da Liga dos Campeões, neste domingo, é uma chance de validar esse discurso. Mas não só isso. No entorno de Neymar o pensamento é de que o título provaria que ele e seu pai acertaram ao apostarem na troca do Barcelona pelo PSG.

O time catalão foi eliminado pelo Bayern com uma impiedosa  goleada por 8 a 2.

Neymar se mudou para Paris com o discurso de que se move por desafios. Ajudar o Barça a conquistar outras vezes a Liga dos Campeões não teria o mesmo peso do que liderar o PSG em seu primeiro título, de acordo com esse raciocínio.

Venha ou não a conquista, não se pode esquecer que o brasileiro esteve perto de desistir do sonho francês. Ele chegou a negociar seu retorno ao Barcelona enquanto enfrentava dias difíceis em Paris.

Quarteto de reservas custou R$ 85,9 mi a finalistas do Paulista

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Juntos eles custaram para Corinthians e Palmeiras cerca de R$ 85,9 milhōes. Porém, apesar do alto investimento feito por seus times, Araos, Bruno Méndez, Gustavo Scarpa e Lucas Lima devem começar a primeira partida da final do Campeonato Paulista na reserva. No caso dos palmeirenses, o valor se refere a luvas e comissões, já que ambos estavam livres. O jogo acontece nesta quarta, às 21h30 na arena alvinegra.

Do lado corintiano, Araos é quem mais chama atenção. O chileno aparece como o jogador de maior custo entre 40 atletas que tiveram listados os valores investidos pelo clube nas aquisições de seus direitos no balanço referente a 2019. Ou seja, reforços contratados depois de dezembro do ano passado não estão no relatório. Luvas e comissões não são citadas na lista.

Araos é mencionado com custo de R$  23,9 milhões e 100% dos direitos pertencentes ao alvinegro. A quantia de refere à compra dos direitos.

Em termos comparativos, o Grêmio anunciou no final do ano passado que vendeu 50% dos direitos de Luan para o Corinthians por 5 milhões de euros (cerca de R$ 22,8 milhões na cotação da época) mais o perdão da dívida pela compra do lateral Juninho Capixaba.

Araos foi contratado em julho de 2018 junto à Universidad de Chile. Mas, apesar de estar no topo da lista de investimentos do alvinegro até 2019, nunca se firmou como titular. No ano passado, ele foi emprestado para a Ponte Preta.

Nas quartas de final do Estadual deste ano, contra o Red Bull Bragantino, e na semifinal diante do Mirassol, o chileno entrou durante o jogo no lugar de Luan.

As duas últimas partidas mostram que Araos ganhou mais espaço com Tiago Nunes, algo que o uruguaio Bruno Méndez ainda busca. Na mesma lista publicada no balanço corintiano de 2019, o zagueiro e lateral aparece com o segundo maior custo. São  R$ 18.566.000 e 70% dos direitos vinculados ao Corinthians.

O uruguaio foi contratado em fevereiro do ano passado junto ao Montevideo Wanderes. A falta de prestígio dele com Nunes pode ser medida pelo fato de o treinador ter preferido transformar o lateral Danilo Avelar em zagueiro a apostar nele como titular da zaga.

Por sua vez, o banco palmeirense na abertura da decisão deve ter a ilustre presença de Lucas Lima. Apesar de estar livre de contrato com o Santos quando foi fisgado pelo Palmeiras, exigiu investimento considerável.

Como mostrou o UOL Esporte, o alviverde se comprometeu a pagar R$ 15 milhōes de luvas ao jogador (diluídas durante o contrato) e R$ 5 milhões em comissões para empresários.

Luvas gordas são comuns em casos que os jogadores são contratados quando estão sem vínculo com um clube. Tanto que o mesmo aconteceu com outro jogador cotado para fazer companhia a Lucas Lima no banco de reservas no primeiro jogo da final: Gustavo Scarpa.

Para ter o meia, no início de 2018, o Palmeiras topou pagar, entre luvas para o atleta e comissões a agentes 5 milhōes de euros (R$ 23,5 milhões na ocasião).

Lima e Scarpa têm suas atuações contestadas pela torcida faz tempo. Sem citar nomes, o técnico Vanderlei Luxemburgo tem dito que deu todas as chances para os jogadores experientes do elenco e que agora chegou a vez dos jovens revelados na base, como Patrick de Paula e Gabriel Menino. Na semifinal contra a Ponte, Scarpa entrou durante o jogo justamente no lugar de Menino. Nas quartas de final, no duelo com o Santo André, foi Lima quem substituiu o novato no segundo tempo.

Prêmio por vaga em final cobre gasto com compra de direitos de B. Henrique

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A premiação assegurada pelo Flamengo só pela classificação à final da Liberadores é suficiente para cobrir o gasto com a compra dos direitos de Bruno Henrique e pagamentos de luvas ao jogador. A bonificação é de US$ 6 milhões (R$ 24.049.800 pela cotação desta quinta, dia 24). Essa é a quantia destinada ao vice-campeão do torneio. Ou seja, é o mínimo a ser embolsado pelo time de Jorge Jesus.

De acordo com o balanço do rubro-negro referente aos seis primeiros meses de 2019, a compra dos direitos econômicos e federativos de Bruno Henrique foi acertada junto ao Santos por R$ 23 milhões. O documento também mostra que foi combinado um pagamento de R$ 900 mil ao jogador como luvas. Ou seja, a quantia mínima que o Flamengo vai levar pela vaga na final é suficiente para cobrir esses gastos na transferência de Bruno Henrique e ainda sobrariam R$ 149.800.

Porém, vale lembrar que o clube da Gávea também se comprometeu a pagar R$ 1.277.000 para a D3 Consultoria Esportiva e R$ 1.610.000 para a Yesport Marketing Esportivo pela intermediação na negociação por Bruno Henrique.

Caso conquiste o título da Libertadores, no lugar dos US$ 6 milhões, o Flamengo embolsará US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 48,1 milhões). A bolada supera facilmente o que o clube recebeu nos seis primeiros meses de 2019 em patrocínio: R$ 30.790.000, de acordo com o balanço do primeiro semestre.

Contando o que já recebeu nas outras fases e a premiação mínima por ser finalista, o rubro-negro tem assegurados na competição US$ 13 milhões (cerca de R$ 52,1 milhões). O montante representa quase a metade do que a agremiação gastou com salários no departamento de futebol, incluindo jogadores e seus direitos de imagem até 30 de junho. Segundo o balanço do primeiro semestre, essa despesa, contando encargos e benefícios, foi de R$ 103.138.000.

Se levantar a taça, o Flamengo acumulará premiação total na competição no valor de US$ 19 milhões (cerca de R$ 76,1 milhões). A quantia é suficiente para cobrir a despesa gerada pela compra de 75% dos direitos de Arrascaeta. No balanço do clube referente ao primeiro semestre o custo com direitos do jogador está registrado em R$ 76.096.000. Nesse valor não estão calculados pagamentos de comissões.

O blog tentou ouvir Márcio Garotti, diretor de financeiro do Flamengo, sobre como o clube usa a premiação recebida no torneio continental, mas não obteve resposta até a conclusão deste post.

 

Evidências

Leia o post original por Rica Perrone

A gente se engana mas no final tudo volta a ficar claro. Nossa relação é intensa, covarde, abusiva. Queremos tudo de ti, damos nada em troca. Sendo você “a” seleção, diria até que somos machistas opressores. Afinal, somos “o” torcedor. Sendo essa gangorra de amor e ódio onde a você só vale a conquista e…

Patrocinador do nome do Paulistão nega ligação com ‘farra’ de políticos

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Em nota ao blog, o Sicredi, patrocinador que comprou o direito de juntar seu nome ao do Campeonato Paulista de 2019, se eximiu de responsabilidade no fato de o pódio de premiação após a partida final ter virado palco para políticos. Abaixo, veja o comunicado da parceira da federação no “Paulistão Sicredi”.

“O Sicredi esclarece que sua participação no campeonato foi como “title sponsor”, ou seja, se restringe ao nome e identidade visual da competição. Dessa forma, afirma que não teve nenhuma participação na organização e realização do cerimonial de entrega de premiações do evento. A entidade mantém neutralidade política e reafirma seu apoio ao esporte como ferramenta de melhoria social”.

A entrega de medalhas e da taça ao campeão Corinthians com a presença de políticos incomodou ao menos parte dos jogadores alvinegros. O deputado estadual Cauê Macris (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, chegou a levantar a taça junto com o capitão Cássio. Já o senador Major Olimpio (PSL), trajando uma camisa da seleção brasileira com o número de seu partido (17), entregou medalhas e até recebeu uma. Segundo sua assessoria, ela foi dada pelo presidente do Corinthians, Andrés Sanchez. Alguns membros da comissão técnica não receberam o prêmio. Também participou da cerimônia o secretário estadual de esportes de São Paulo, Aildo Ferreria Rodrigues.

Os políticos foram convidados pela Federação Paulista de Futebol, que cuida do protocolo de premiação do campeonato.

 

 

Roteiro adaptado

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Quando São Paulo e Corinthians decidem nós conhecemos o final provável. Muda-se a forma, o herói, o minuto do gol e até os estádios. Mas a história se repete e o Corinthians acaba eliminando o São Paulo. Há no futebol doses cavalares e inexplicáveis do sobrenatural que costumam não apenas se repetir no evento como…

Final da Copinha: Antony e Lucas Santos são legados do torneio

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São Paulo e Vasco fizeram nesta sexta (25), no Pacaembu, uma bela final de Copa São Paulo, vencida nos pênaltis pelos paulistas. O jogo foi digno de decisão principalmente por conta dos dois melhores jogadores do torneio na opinião deste blogueiro: o são-paulino Antony e o vascaíno Lucas Santos.

O atacante tricolor manteve o nível que demonstrou na competição inteira. Deu a assistência para o gol de Gabriel Novaes e fez outro para estabelecer 2 a 0 no placar.

Lucas Santos, por sua vez, fez um primeiro tempo apagado, abaixo de sua média na Copinha. Mas, na etapa final acordou o time de São Januário com um golaço e abriu caminho para o empate em dois gols que levou a decisão para os pênaltis.

Antony e Lucas Santos são precisos nos passes e lançamentos, finalizam bem,  têm boa visão de jogo, rapidez e driblam com eficácia.

Claro que ambos ainda não estão prontos, mas são ótimos nomes para serem trabalhados pelas equipes principais de seus clubes. O futuro é promissor para a dupla, principal legado desta edição da Copinha.

 

 

É muito mais sério que futebol

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Enquanto discutimos se a Conmebol está certa ou não, se Boca ou River merecem ganhar no tapetão, fugimos da única discussão que realmente deveríamos ter nesse momento: É um direito do estado “arregar” para os bandidos? Sim, é isso que está acontecendo. Aqui também acontece há anos, toda semana. O problema aconteceu a 3 quadras …