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Mesmo em guerra com FPF, Palmeiras aceitou prêmio em dinheiro pelo vice

Leia o post original por Perrone

O Palmeiras recusou o troféu e as medalhas de vice-campeão paulista e ainda tem esperança de impugnar na Justiça desportiva a partida final do Estadual, mas não rejeitou o prêmio em dinheiro pelo segundo lugar.

Na última segunda (23), a Federação Paulista depositou R$ 1.650.000 na conta do clube por ele ter ficado atrás apenas do campeão Corinthians. Dirigente alviverde confirmou o recebimento à reportagem, apesar de oficialmente o clube não se manifestar sobre o assunto. A quantia foi repassada antes de o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva), no mesmo dia, arquivar o inquérito relativo ao último jogo da competição.

O raciocínio da diretoria palmeirense é de que receber a premiação não significa desistir de brigar pela impugnação do jogo decisivo, vencido por 1 a 0 pelo Corinthians no Allianz Parque. Os alvinegros conquistaram o título ao vencerem a disputa de pênaltis. A contestação acontece por suposta interferência externa na anulação de pênalti para os donos da casa.

Para a direção alviverde, conforme apurou a reportagem, não era o caso de aceitar ou não a bonificação. E receber o dinheiro não significa, na opinião dos cartolas, admitir a segunda colocação. A luta continua. E, numa hipotética mudança de resultado, a agremiação poderia pedir complementação da premiação.

Normalmente, porém, federações e CBF notificam os clubes antes de efetuar o pagamento de premiações. Ou seja, teoricamente, o Palmeiras poderia ter manifestado o interesse de receber a quantia só depois de esgotadas suas chances de impugnar o resultado.

Procurado, o departamento de comunicação do Palmeiras afirmou que o tema premiação “é um assunto interno que está sendo tratado exclusivamente pelo presidente Maurício Galiotte. Não iremos dar declarações sobre isso”.

O clube sustenta que seu objetivo é comprovar a influência externa no lance e que o pedido de impugnação foi feito para seguir os trâmites do TJD.

A área de comunicação da federação informou que a entidade não se pronunciaria.

Também nesta segunda, a FPF depositou R$ 5 milhões na conta do Corinthians pelo título estadual.

Com Danilo Lavieri, do UOl, em São Paulo

 

 

 

 

Briga do Palmeiras com FPF abafa críticas a Roger e ao contrato com Crefisa

Leia o post original por Perrone

Desde a perda do título Paulista diante do Corinthians, em casa, no último domingo, a diretoria do Palmeiras praticamente só fala sobre o clube supostamente ter sido prejudicado pela arbitragem e de sua guerra com a Federação Paulista. A revolta abafou outros temas importantes no clube. Veja abaixo quais são os principais.

Críticas a Roger Machado

Apesar de o Palmeiras ter feito a melhor campanha do Campeonato Paulista, conselheiros de diferentes alas políticas passaram a criticar o treinador depois da perda do título. A insatisfação pode ser medida em grupos de membros do Conselho Deliberativo no “WhatsApp”. As queixas mais frequentes são em relação à escalação do time no último jogo da decisão e às substituições. Na opinião dos críticos, o treinador deveria ter começado a partida com uma formação mais defensiva no meio. “Um dos erros foi tirar o Willian no segundo tempo e não o Lucas Lima (para a entrada de Keno). Também não dá pra tomar gol com um minuto de jogo numa final”, disse ao blog o conselheiro José Corona Neto. Ele foi contrário à contratação de Roger.

Lucas Lima

O ex-santista é o jogador mais cobrado entre conselheiros pela atuação na derrota por 1 a 0 para o Corinthians no Allianz Parque. A avaliação é de que, pelo que recebe, o meia tinha a obrigação de ser decisivo na partida. Ao lado de Dudu ele foi um dos palmeirenses que desperdiçaram pênaltis.

Pressão sobre Alexandre Mattos

A perda do título trouxe de volta antigas críticas de conselheiros contra o dirigente remunerado do Palmeiras. Apesar de a maioria dos desafetos do executivo estar no grupo do ex-presidente Mustafá Contursi, existem críticos em diferentes alas. Quatro conselheiros ouvidos pelo blog reclamaram de Mattos depois da decisão. O argumento central é de que os resultados em campo estão abaixo dos investimentos feitos pela diretoria. A tese é antiga.  “Ele acertou muito nas contratações, mas também errou muito desde que chegou ao clube. Não é um executivo que domina 100% a situação. Trazer Juninho, Michel Bastos, Luan, Mayke e Deyverson, por exemplo, foram erros na minha opinião”, disse Corona. Mattos não quis comentar o fato de voltar a ser criticado. Porém, a diretoria do clube costuma tratar os ataques ao cartola como gesto político principalmente do grupo de Contursi, obcecado por corte de despesas. Nem o fato de o clube ter sido campeão brasileiro em 2016 ameniza as reclamações contra o executivo.

Jogo com o Boca

Com a diretoria concentrada em atacar a Federação Paulista por uma suposta interferência externa no lance em que um pênalti a favor do Palmeiras foi marcado e anulado no segundo jogo da decisão, pouco se falou no clube publicamente sobre a partida desta quarta contra o Boca Juniors pela Libertadores. Porém, o clima é de tensão entre conselheiros. O receio é de que o fracasso na final do estadual tenha abalado a confiança dos jogadores a ponto de produzir um novo resultado negativo em casa.

Aumento de preço dos ingressos na Libertadores

A polêmica em torno da decisão do Paulista também deixou em segundo plano os protestos de torcedores contra a decisão da diretoria de deixar mais caras as entradas para os jogos do time no torneio continental. No ano passado, o tíquete mais barato saía por R$ 90. Agora custa R$ 180, valor superior aos R$ 160 referentes aos ingressos mais caros em 2017. As queixas, no entanto, ficaram pelo caminho. A UVB (União Verde e Branca), grupo que tem entre seus líderes Wlademir Pescarmona, derrotado por Paulo Nobre na eleição presidencial de 2014, é uma das alas que chegou a propor discussão com a diretoria contra os novos preços. A direção, porém, manteve sua posição.

Contrato com a Crefisa

Paralelamente aos desdobramentos da derrota na final do Paulista, há grande preocupação de membros do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras em relação às novas regras da parceria do clube com a Crefisa. O órgão recomendou que a diretoria reavalie o novo acordo com a patrocinadora. Por conta de problemas com a Receita Federal,  a empresa solicitou a alteração do contrato. Antes, o clube só tinha que devolver o dinheiro investido pela patrocinadora em jogadores quando vendesse os atletas contratados com seu suporte. Eventuais lucros ficariam com o Palmeiras e possíveis prejuízos com a parceira. Agora, de qualquer forma o dinheiro precisa ser devolvido. Ou seja, se um jogador bancado pela parceira ficar livre e sair de graça, o Palmeiras tem que devolver a quantia integral. A diretoria não vê grandes riscos na negociação por entender que serão raros os casos de atletas ficarem sem contrato. A avaliação é de que os jogadores vendidos  com lucro devem compensar possíveis prejuízos. Os “cofistas” estão ávidos por uma nova proposta da diretoria, mergulhada na guerra com a FPF.

O futebol é maior

Leia o post original por Flavio Prado

Em grande parte dos jogos importantes do Brasil nos últimos anos, o futebol fica quase esquecido.

Claro que todos os assuntos que envolvem um jogo devem ser debatidos, mas nunca o jogo em si deve ficar esquecido. Pouco se discute a qualidade do que é apresentado em campo. Muitos só se importam com o resultado e com as brigas e discussões.

O futebol brasileiro sofre com a perda de atletas para o exterior, mas podemos ter um futebol melhor com o que temos no nosso mercado. A preocupação com a qualidade do jogo deve estar sempre presente, no final o jogo é que vai segurar.

Apesar de pênalti, Fágner fecha torneio como um dos mais eficientes do time

Leia o post original por Perrone

Apesar de perder seu pênalti na decisão do Campeonato Paulista, contra o Palmeiras, o corintiano Fágner fechou a competição como um dos jogadores mais eficientes do campeão estadual tanto na defesa como no ataque, de acordo com números do site Footstas.

O lateral-esquerdo foi o corintiano com a melhor média de passes certos no torneio: 56,1 por jogo.

Ele também lidera o ranking de desarmes certos com 2,8 em média por partida. Considerado o cão de guarda do time ao lado de Ralf, o volante Gabriel aparece em segundo lugar na lista com 1,8 desarme em média a cada apresentação.

Entre os jogadores de linha, o atleta que briga por uma vaga na Copa da Rússia foi quem mais bloqueou finalizações dos adversários na equipe corintiana. Foram 5 bloqueios em 15 jogos.

Nenhum meia ou atacante da equipe alvinegra driblou mais do que Fágner. Ele e Clayson são os principais dribladores alvinegros com média de 0,7 drible certo por partida. No total, o lateral fez 11 fintas corretas contra 10 do meia-atacante. Ambos jogaram 15 vezes.

O lateral também se destaca nos lançamentos. Ele acertou em média 1,3 por partida. Apenas Cássio (4,3) e Jádson (1,4) registram números melhores.

A marca negativa de Fágner é a liderança no ranking de cartões da equipe. Ele levou cinco amarelos no campeonato.

Números mostram Palmeiras mais ‘mordedor’ e eficiente que rival na defesa

Leia o post original por Perrone

A eficiência nos fundamentos defensivos é uma das principais diferenças entre os finalistas do Campeonato Paulista, de acordo com dados do site Footstats. Os números mostram o Palmeiras mais “mordedor” do que o Corinthians.

Nos desarmes executados com perfeição, a vantagem verde é folgada. Os comandados de Roger Machado ostentam a melhor média do campeonato: 18,4 por jogo. Já os corintianos ocupam apenas o sexto lugar no ranking com 12,7 desarmes por partida.

Individualmente, o Palmeiras tem o jogador que mais desarmes certos fez na competição. Marcos Rocha tirou a bola dos adversários 49 vezes em 13 partidas. Sua média é de 3,8. A equipe ainda tem outro atleta na quinta posição do ranking. Felipe Melo, expulso no primeiro jogo da decisão, coleciona 39 desarmes em 13 apresentações (3,0 em média).

Do lado corintiano, Fágner é o primeiro a aparecer na lista. Ele ocupa a sétima posição por ter desarmado os rivais 37 vezes em 14 atuações com média de 2,6.

Os palmeirenses também são os que mais interceptam bolas durante os jogos: 4,1 em média contra 2,6 por apresentação do rival.

A volúpia alviverde na marcação também produziu um número maior de faltas: 263 diante de 221 do adversário nas 17 atuações de cada até agora.

Em gols sofridos, nova vantagem do Palmeiras. Suas redes foram balançadas 10 vezes, três a menos em relação ao time preto e branco.

Os atletas palmeirenses mostram mais atenção para não perder a bola. Foram 472 perdas até o momento contra 567 do Corinthians.

Em termos ofensivos, o alviverde também ganha na maioria dos fundamentos, porém a disputa é mais equilibrada, exceção feita ao que mais importa no ataque, o número de gols. O Palmeiras goleia por 30 a 22. Ao se falar de números absolutos, vale lembrar que os finalistas fizeram mais jogos em relação aos demais participantes da competição.

Na média de finalizações por partida o alviverde vence por 14,4 x 13,2. A vantagem do time do Allianz Parque nos arremates certos em média é de 5,9 a 5,1 Nos dribles certos dá Corinthians, que exibe média de 3,7 enquanto o rival alcança 3,2.

 

 

O desbunde continua

Leia o post original por Rica Perrone

Se eu fosse presidente do Grêmio hoje jogaria na mega sena em nome do clube toda semana. A possibilidade de ganhar é enorme, porque não há nada que um gremista queira há mais de 1 ano que não seja real.

O desbunde continua. O roteiro pre determinado pelo tricolor para atropelar o rival na hora da decisão e ganhar o campeonato que ele sequer disputou está pronto. É fato. O Grêmio será campeão.

Tudo deu certo. Aliás, tudo dá certo desde a Copa do Brasil de 2016.  Eu sei que você pensou em Real Madrid e eu lhes digo que diante dos recentes jogos de brasileiros contra um dos 5 poderosos da Europa, 1×0 foi bem digno e anular o Cristiano foi bem divertido, inclusive.

Mas voltemos ao futebol que nos interessa, o nosso.

O Jael está dando passes de Arílson. O Everton virou Pedro Rocha só que já na época que ele finalizava. E o Ramiro resolveu chutar de longe e acertar.

Senhores, o Grêmio conseguiu ser campeão gaúcho goleando na final sem boa participação do Luan, o craque do time.

Ah mas expulsaram o Éder. Primeiro que mereceu. Segundo que o Eder é um dos piores jogadores que já vi jogar na vida. Não supervalorizem.

O Brasil fez tudo que podia, inclusive faltas para anular o Grêmio. Conseguiu. Mas as faltas tem limites, e quando estourou o limite…. acabou o milagre.

O pior é que o grupo da Libertadores é fácil, a Copa do Brasil só mais na frente, o Brasileirão é por pontos corridos e isso significa que pode pensar na Copa, Tricolor. Até agosto tu não pára de sorrir de jeito nenhum.

abs,
RicaPerrone

Quando tá valendo…

Leia o post original por Rica Perrone

A piada é velha, mas o contexto é novo. O Cruzeiro que é candidato a melhor time do país em 2018 enfrentou o rival, que vive um ano de poucas expectativas até por não estar na Libertadores, e tomou 3×0 no primeiro tempo, aliviando pra 3×1 no segundo, mas evitando tomar mais uns 2 ou 3 no segundo tempo.

Se quiserem falar em bola parada, que digam. Mas o Atlético jogou mais do que o suficiente pro placar que fez. A forma que sairam os gols não muda o fato do Galo ter conquistado a vitória e não achado numa bola qualquer.

Resolvido? Não, claro que não.  O Cruzeiro pode fazer 2×0 em qualquer time do mundo e não será nada anormal. Imagine num clássico.

Mas do primeiro turno pra final, a brincadeira foi séria. “Quando tava valendo….”.

A diferença de foco na temporada existe. Mas naqueles 90 minutos eu duvido que justificou. O Galo é mais um time de um treinador novato jogando um futebol de fato novo e crescente.

O Cruzeiro tem um grande time, joga bem muitas vezes, mas a realidade é que jogou 2 partidas que importavam em 2018. Perdeu as duas.

Tem sim diferença. O Cruzeiro precisa vencer um jogo importante, não só os protocolares. O Galo venceu o único que precisava (até aqui) no semestre. Tem jogo que vale, tem jogo que não vale.

E quando tá valendo…. tá valendo.

abs,
RicaPerrone

Palmeiras encaminhou, mas ainda não levou

Leia o post original por Flavio Prado

Fernando Dantas/Gazeta Press

A vantagem conquistada pelo Palmeiras no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista é muito boa, mas ainda não decidiu o título.

O jogo em Itaquera foi de poucas oportunidades e a volta deve ser da mesma forma. Os dois times podem fazer mais, estão entre os 4 melhores do país, mas os clássicos em São Paulo estão sendo jogados desta forma, muita briga, disputa física, muitas faltas e pouco jogo.

Em um confronto com essas características a bola parada é decisiva, como foi na primeira partida. O Corinthians que precisa de gols sofre muito para criar oportunidades, principalmente sem uma reposição a saída de Jô e com a lesão de Jádson. O time depende muito de Rodriguinho e Clayson e não terá o segundo na partida de volta, então a bola parada será a principal arma de Carille.

Do lado do Palmeiras que tem a vantagem parece mais seguro se defender com a bola, até pela característica do time. Sem Felipe Melo, Róger pode optar por Thiago Santos ou Moisés. Com o primeiro terá marcação e altura no jogo aéreo defensivo, mas perde na qualidade do passe e na saída de bola, com Moisés ganha a capacidade de reter a bola. Vamos ver qual será a opção do técnico palmeirense.

Primeira semana Champions

Leia o post original por Flavio Prado

Vou falar um pouco dos quatro jogos desta primeira semana da fase final da Champions League que já tem dois confrontos decididos.

Basel x Manchester City: Este é um dos confrontos já decididos. Aliás, este já estava definido quando foi determinado pelo sorteio. A diferença entre os times é enorme e ficou provado no campo. Vitória tranquila do time de Guardiola que no momento apresenta o melhor futebol na Europa. Coloco sim como candidato ao título.

Juventus x Tottenham: Foi um belo jogo na Itália. A Juventus começou com tudo, abriu 2×0 em 10 minutos, mas depois foi dominada pelo time inglês. O Tottenham tem uma boa consistência nos seu nível de atuação, time muito bem treinado por Mauricio Pochettino. Destaque mais uma vez para Harry Kane e Eriksen. Acredito na classificação do Tottenham.

Porto x Liverpool: Confronto definido. Atropelamento do Liverpool em Portugal. Mesmo sem Coutinho, o Liverpool segue forte e envolvente no ataque. Mané, Firmino e Salah se completam. A alta intensidade do time faz toda a diferença nas grandes atuações, mas nem sempre é possível jogar neste ritmo, por isso o time de Klopp oscila muito.

Real Madrid x PSG: O jogo mais esperado. A vantagem de 2 gols obtida pelo Real Madrid é importante e pode ter sido decisiva. Ainda acredito que o PSG está na briga, mas em um confronto equilibrado qualquer vantagem faz diferença. Destaque enorme para a atuação de Marcelo e para as mudanças de ZIdane no final do jogo.

Futebol está muito pesado

Leia o post original por Flavio Prado

Foi muito triste tudo o que aconteceu na final da Copa Sul-Americana entre Flamengo e Independiente.

Nos dois jogos um clima de guerra que fugiu da disputa normal do futebol. Uma coisa é a competição e a rivalidade, outra bem diferente é invasão, vandalismo, violência e racismo, todos esses fatores em algum momento apareceram nesta final de um campeonato de futebol.

No ano passado, infelizmente a final da mesma Copa Sul-Americana não foi realizada por causa da tragédia com a Chapecoense. O clima de comoção tomou conta do futebol, o povo colombiano foi solidário, mas muitos discursos que ouvimos no ano passado foram esquecidos neste ano.

O esporte é competição, disputa, mas também é diversão, entretenimento, lazer e é capaz sim de mostrar exemplos de solidariedade, superação e outras coisas  positivas, mas o futebol está muito pesado. O que aconteceu na final da Sul-Americana 2017 foi apenas mais um exemplo de como as pessoas estão tratando o esporte.

Invasões em centro de treinamento, pressão em aeroporto, ônibus apedrejado em chegada e saída de estádios são fatos comuns e corriqueiros no futebol brasileiro e infelizmente são tratados com normalidade. Passou da hora de discutir seriamente a forma como futebol é tratado no Brasil, mesmo em situações mais leves como a pressão enorme pelo resultado a qualquer custo. Pode não parecer, mas tudo isso contribui para tornar o ambiente pesado e hostil e não precisa ser assim.