Arquivo da categoria: firmino

Maior virada da história?

Leia o post original por Craque Neto

Na tarde desta terça-feira (7) o Liverpool fez o improvável acontecer. Quase um milagre! Saiu de um placar adverso de 3 a 0 obtido pelo poderoso Barcelona na Espanha e marcou quatro na volta da Terra da Rainha. Isso mesmo! Quatro a zero fora o baile! Messi, Suarez e companhia não viram a cor da bola no estádio Anfield Road. E posso falar? Antes do jogo o uruguaio e o brasileiro Coutinho ficaram valorizando tanto a passagem deles pelo clube inglês que parece ter dado zica. Pelo amor de Deus! O mais impressionante é que nem o torcedor do Liverpool […]

O post Maior virada da história? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

E Allison continua com o uniforme limpinho…

Leia o post original por Antero Greco

Lembram da apresentação do México diante da Alemanha? Marcação forte, velocidade, contragolpes mortais e vitória por 1 a 0? Resultado extraordinário, que surpreendeu o mundo. A simpática equipe do Norte da América cresceu, assustou e virou sombra para o Brasil nas oitavas de final do Mundial…

Pois bem, a rapaziada comandada por Juan Carlos Osorio, conhecido por aqui como “profe” (de professor), tentou repetir a dose, nesta segunda-feira. Procurou dar um calor na turma de Tite, na escaldante arena de Samara, e ficou só na boa intenção. Depois de 90 minutos e alguns quebrados, saiu com calombo de 2 a 0 e o bilhete de volta para casa. Não foi desta vez que chegou à quinta partida no torneio.

Por que o sonho mexicano foi travado? Porque assim quiseram os deuses do futebol e lugares-comuns do gênero?

Entrou pelo cano porque topou com um rival consistente, seguro, sereno. Mais forte, mais bem organizado e tecnicamente superior. O Brasil se mostra sólido. Pode ser econômico no ataque (sete gols em quatro partidas), porém compensa com uma fortaleza na retaguarda (um gol sofrido, na estreia, diante da Suíça e em lance irregular.)

Nos últimos dias se especulou muito a respeito de qual seria o comportamento mexicano para repetir a façanha da rodada inaugural. Atacaria ou ficaria à espera do Brasil? Buscou acelerar no início, com lançamentos e passes longos para Vela, Chicharito e Lozano, além de descidas de Herrera e Guardado. O objetivo era pegar distraído o sistema defensivo da “amarelinha”.

Fora certa euforia nas arquibancadas, não aconteceu nada de prático no gramado. Allison assistiu ao jogo no primeiro tempo – e mais ainda no segundo. Aliás, o goleiro brasileiro fez no máximo duas defesas difíceis até agora na competição. Provavelmente, chega no vestiário, tira o uniforme e o entrega para o roupeiro, que tem o trabalho só de dobrá-lo e guardá-lo para o próximo jogo. O material está limpinho.

O Brasil percebeu a tática rival, deu o troco  com coordenação perfeita, fechou espaços, segurou Fagner e Filipe Luís ao lado de Miranda e Thiago Silva, com Casemiro de guardião. Coutinho e William puxavam contragolpes, em busca de Gabriel Jesus e Neymar. Só Paulinho desta vez destoou, pois ficou entre marcar ou aparecer de surpresa na área; não se destacou em nenhuma das duas funções.

Isso fez do primeiro tempo uma etapa sem graça, mas já do jeito que Tite gosta – sem correr riscos. E, reconheça-se, a seleção não levou um susto sequer. O México não incomodou no ataque. Eis o desafio para adversários: como furar as linhas compactas da fortaleza nacional.

Para aumentar a segurança, aos 5 minutos explode o talento de Neymar. O Brasil resolveu acelerar, empurrou o México para o próprio campo e resolveu dar as cartas. Neymar arrancou pela esquerda, passou para William e entrou na área, à espera da devolução, que veio. A bola passou por Ochoa (outra vez com defesas importantes), por Gabriel Jesus, mas não por Neymar, que só empurrou para o gol.

O 1 a 0 desmontou os mexicanos. Na verdade, ali acabou o jogo para eles. O peso da camisa brasileira desabou sobre os moços e fez estrago. Não aconteceu nada mais de significativo para o lado verde e branco. Quer dizer, aconteceu sim: o segundo gol, que teve participação de Neymar e conclusão de Firmino já nos minutos finais.

Sei lá o que virá por aí – talvez Bélgica (que joga daqui a pouco). Não sou vidente – nem bidu ou adivinhão, como se dizia antigamente no Bom Retiro. Mas taí um quebra-cabeças para quem topar com o Brasil: como sujar o uniforme de Allison, como despentear o cabelo do goleiro, como fazê-lo buscar bola no fundo do gol.

Primeira semana Champions

Leia o post original por Flavio Prado

Vou falar um pouco dos quatro jogos desta primeira semana da fase final da Champions League que já tem dois confrontos decididos.

Basel x Manchester City: Este é um dos confrontos já decididos. Aliás, este já estava definido quando foi determinado pelo sorteio. A diferença entre os times é enorme e ficou provado no campo. Vitória tranquila do time de Guardiola que no momento apresenta o melhor futebol na Europa. Coloco sim como candidato ao título.

Juventus x Tottenham: Foi um belo jogo na Itália. A Juventus começou com tudo, abriu 2×0 em 10 minutos, mas depois foi dominada pelo time inglês. O Tottenham tem uma boa consistência nos seu nível de atuação, time muito bem treinado por Mauricio Pochettino. Destaque mais uma vez para Harry Kane e Eriksen. Acredito na classificação do Tottenham.

Porto x Liverpool: Confronto definido. Atropelamento do Liverpool em Portugal. Mesmo sem Coutinho, o Liverpool segue forte e envolvente no ataque. Mané, Firmino e Salah se completam. A alta intensidade do time faz toda a diferença nas grandes atuações, mas nem sempre é possível jogar neste ritmo, por isso o time de Klopp oscila muito.

Real Madrid x PSG: O jogo mais esperado. A vantagem de 2 gols obtida pelo Real Madrid é importante e pode ter sido decisiva. Ainda acredito que o PSG está na briga, mas em um confronto equilibrado qualquer vantagem faz diferença. Destaque enorme para a atuação de Marcelo e para as mudanças de ZIdane no final do jogo.

Quem seria o 9 ideal para o Brasil na Copa?

Leia o post original por Milton Neves

A Copa do Mundo da Rússia se aproxima e a Seleção Brasileira ainda não tem um “camisa 9” definido.

Nós, que estamos acostumados a ter sempre à disposição uma plenitude de craques para a posição, hoje, vivemos um jejum incomum.

A princípio, o menino Gabriel Jesus, que mesmo em fase de recuperação de uma lesão, é o favorito ao posto.

No entanto, há quatro meses do Mundial, ninguém está garantido.

Isso porque ele segue longe dos gramados e deixa algumas dúvidas na cabeça do torcedor.

Pois, quem é que pode garantir que Jesus volte e atue em alto nível?

Isso faz com que as portas se abram para outros jogadores e a concorrência seja ainda mais acirrada.

Eu é que não gostaria de ser o técnico Tite às vésperas da convocação…

Jô não merecia ir à Copa de 2014, mas em 2018, ele é um dos meus favoritos!

Firmino, Jonas e Vágner Love estão “comendo a bola”.

E o que falar de Willian José, hein?

Este vem “deitando e rolando” no Campeonato Espanhol, pelo Real Sociedad.

Correndo por fora e longe dos holofotes europeus, Diego Souza está dando o sangue no São Paulo, mas é preciso muito mais, não é mesmo?

E veteranos como Fred e Ricardo Oliveira, merecem uma nova chance?

Henrique Dourado, André, William Pottker e Júnior Dutra também são nomes para uma aposta.

Mas e você torcedor, se pudesse estar no lugar de Tite, quem seriam os seus convocados?

OPINE!!!

É o capuz!

Leia o post original por Rica Perrone

Agora ficou tudo claro. O capuz do Firmino é um dos problemas da nossa seleção. Eu fico constrangido com algumas discussões. A gente da uma zapeada no controle remoto e vê os mesmos caras de 1960 comentando futebol pedindo renovação.  A gente fala em profissionalismo, tenta “ir a fundo” nos problemas do futebol brasileiro e […]

Jogo para o gasto

Leia o post original por Antero Greco

Sabe aquele jogo que seu time vence e você diz “Ok”, sem maiores complementos? Pois foi o que aconteceu, na noite deste domingo, nos 2 a 1 do Brasil sobre a Venezuela. A seleção espantou o fantasma da desclassificação precoce na Copa América, segue em frente, pega o Paraguai e Dunga ganha mais tempo para montar um time para as Eliminatórias. E só.

Nada contra respeitar adversários. Mas era exagero ficar com medo da Venezuela. Calma lá, não passa de sparring na região, mesmo que tenha evoluído. Não é para tirar o sono de quem tem currículo que dispensa comentários. Mesmo que o momento não seja dos melhores aqui.

Pois o resultado foi construído sem grande esforço, muito menos preocupações. Vá lá que Fedor – sei, sei, trocadilho fácil – deu alguma esperança com o gol aos 39 minutos. Mas, na boa, os venezuelanos não incomodaram. Raramente chegaram ao gol de Jefferson.

A seleção determinou o ritmo, controlou o jogo, fez os gols em cada tempo (Thiago Silva e Firmino) e ainda se segurou. Fosse mais atrevida, como é de se esperar, teria chegado a diferença maior. Um pouco de confiança e abuso não fazem mal. Ao contrário, fazem falta.

A ausência de Neymar não foi sentida. E, cada entre nós, seria o fim da picada não ganhar da Venezuela por causa da suspensão do rapaz. Dunga teve chance de observar como o time se comportaria e viu que  Robinho deu conta do recado. Justo o veterano é que se saiu bem.

A defesa não teve trabalho além do normal. Daniel Alves e Filipe Luís jogaram para o gasto, assim como Thiago e Miranda. No meio, Elias e Fernandinho ficaram presos ao trabalho de proteção, enquanto William e Philippe Coutinho poderiam mostrar mais. Firmino não é craque, mas mantém regularidade e carimba para o gol com frequência.

Enfim, um Brasil que não encanta – nem espero isso. Mas que também não decepciona. Se não exigirmos muito, está de bom tamanho. Eis o risco: já nos conformamos com pouco.

Hum… não!

Leia o post original por Rica Perrone

Eu sou o cara mais esforçado neste país para acreditar na seleção, convenhamos!  E acredito, sempre.  Mas se já sai do jogo com a Colômbia preocupado, hoje fiquei ainda mais. Na minha cabeça, mesmo que a seleção tenha feito um jogo razoável e tido o domínio da partida até o Dunga surtar e encher o […]

Coerente e previsível

Leia o post original por Rica Perrone

Dunga não é o perfil do treinador que inventa um nome bombástico 2 dias antes da lista final. Pelo menos até hoje não foi. E mais uma vez foi coerente com suas convocações anteriores, manteve todos os convocados e o grupo que formou. É bom? É. É o que tem. Faltam protagonistas. Isso me incomoda. […]

Seleção da geração Firmino precisa melhorar ainda muito

Leia o post original por Nilson Cesar

O Brasil esta ganhando é verdade. Dunga só ganhou por enquanto, mas gostaria de dizer que esse filme já assistimos. Dunga ganhou a Copa América e Copa das Confederações e dançou na Copa da África. Ainda não estou convencido que o estilo Dunga de comandar ganha Copa do mundo. O Brasil perdeu as 3 últimas copas e sinceramente acho que a nossa chance de conquista de título em 2018 é muito pequena.  O nosso grande jogador que é Neymar, eu ainda   não estou convencido que é tão grande assim. Acho Neymar um belo jogador de futebol, mas não é o “gênio” que muitos querem pintar. Neymar é o que temos de melhor no momento e o restante não encanta ninguém. Temos uma geração Firmino e é o que o momento nos proporciona. Prefiro aguardar…

Share This:

Seleção está eficiente. E pode melhorar

Leia o post original por Antero Greco

Calma, calma, calma. Não embarque na euforia fácil, sobretudo quando se trata de seleção brasileira. Tem uma turma que, por diversos motivos – até por patriotismo sincero –, levanta a bola da equipe nacional com a maior facilidade. Desde que ela também sirva para aumentar a audiência…

O retrospecto recente do time pela segunda vez sob o comando de Dunga é excelente. Se forem pegos os números friamente, 8 vitórias em 8 apresentações são incontestáveis. Aproveitamento de 100% e etc, detalhes que você já deve ter ouvido umas 200 vezes, desde que acabou o amistoso com o Chile – 1 a 0, no Emirates, em Londres, a casa da seleção da CBF.

Óbvio que vencer sempre é bom. Ainda mais em momento de reestruturação, como é a tarefa atual de Dunga e seus auxiliares. Só não concordo com excessos, os de sempre (“o futebol brasileiro está resgatado”, “esse é o Brasil”) porque há etapas a serem superadas. A primeira é a Copa América. Depois, Eliminatórias para a Copa de 18, eventualmente a Copa das Confederações e, daí sim, o Mundial da Rússia.

O caminho, portanto, é longo. Para mim, o que interessa é projetar, entrever o que virá adiante em termos de comportamento da seleção. As perguntas: o Brasil joga bem? Há espaço para evolução? Tomou o rumo de uma revolução na forma de atuar? Encantará o mundo novamente? Ou será mais do mesmo, com equilíbrio que não encontrou no ano passado?

Minha tendência é a de dizer sim para a primeira e para a última das indagações. A seleção, com remanescentes do grupo de Felipão, tem dado conta do recado, como mostram os placares positivos, e deve ser mais eficiente à medida que amadurecer.

No momento, porém, não faz imaginar um grupo inovador, transgressor, que marcará pelo ineditismo. Não é a cara do treinador. Dunga foi aplicado e conservador como jogador, mostrou ser assim como técnico. É adequado esperar um time correto, obediente, com lampejos de criatividade.  Que pode obter sucesso, por que não?

Os sinais de que Dunga prepara uma equipe competitiva, sem ser extraordinária, vêm nos jogos que dirigiu desde o segundo semestre de 2014. Fica evidente a preocupação com o sistema defensivo, a marcação, a roubada de bola e a saída para o contragolpe. Tão clara a opção que valeu a vitória sobre os chilenos: Danilo fez lançamento longo para Firmino marcar, no único lance de perigo, de fato, criado em todo o jogo.

Por ora está de bom tamanho. Espero que, com o tempo, aumente o repertório, para encorajar “professor” e jogadores a serem também ousados. Sim, recorro ao papo tradicional e que, para muita gente, é furado: combinar eficiência com jogo bonito. Não é impossível.