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É muito melhor

Leia o post original por Rica Perrone

O Galvão tem razão. É muito melhor contra eles. É diferente. Temos apenas nesse jogo a sensação de ganhar de um rival com a seleção. Por mais que Itália e Alemanha sejam consideravelmente maiores que a Argentina, a gente não se odeia. A gente se respeita. Por mais que seja o Uruguai que nos calou…

Hoje, não!

Leia o post original por Rica Perrone

O discurso fácil é o de “contra o Paraguai com um a menos é obrigação”. Ok, mas quem de fato acompanha futebol sabe que as coisas não são mais assim. E que se um time se propõe a não jogar, dificilmente tem jogo. Se uma das 24 bolas chutadas por nós entra, golearíamos em seguida….

Opinião: Alisson desbanca Neymar como principal jogador da seleção

Leia o post original por Perrone

Quando se apresentar à seleção brasileira para a disputa da Copa América, Alisson vai quebrar uma rotina na seleção brasileira. Na opinião deste blogueiro, pela primeira vez, desde 2013, na Copa das Confederações, o jogador mais importante no time nacional, com status mais elevado na Europa, não será Neymar. O goleiro do Liverpool merece o trono.

Alisson no mínimo manteve na final da Champions, no último sábado (1º), o alto nível de suas atuações nesta temporada e foi decisivo para a conquista do título sobre o Tottenham. Após difíceis defesas, o brasileiro deixou o gramado festejado por companheiros, pelo técnico Klopp e pela torcida como protagonista da decisão.

Hoje, na análise do blog, ele tem mais condições de desequilibrar uma partida a favor do Brasil do que Neymar. De onde tirei isso? da comparação das atuações dos dois na última temporada.

O goleiro foi mais decisivo para o Liverpool do que Neymar, prejudicado por nova lesão, para o PSG.

Alisson decide não só com defesas impressionantes, mas também com lançamentos precisos para seus atacantes em momentos em que o adversário pressiona a saída de bola do Liverpool. Como Firmino, outro campeão europeu, também está convocado, Tite pode aproveitar o entrosamento entre ambos para fazer da ligação direta uma arma da seleção.

Na comparação entre o que os dois atletas entregaram para suas equipes nesta temporada, temos larga vantagem de Alisson. O goleiro foi contratado para resolver um ponto que era considerado frágil pelo Liverpool, então vice-campeão da Champions. Deu certo. Virou um dos principais jogadores de um time estrelado e terminou a temporada com a faixa do torneio mais cobiçado da Europa no peito.

Por sua vez, Neymar desembarcou em Paris para transformar o PSG em campeão europeu. Nada feito. Além disso, ele tem sua condição de protagonista do time ameaçada por Mbappé.

As trajetórias distintas justificam o tratamento distinto dado por comentaristas de diferentes países aos dois brazucas. O goleiro é tratado por muitos como o melhor do mundo em sua posição. Já o atacante é visto por boa parte com desconfiança ou como quem precisa dar a volta por cima imediatamente para ainda poder sonhar com o título de melhor do mundo. Este blogueiro, otimista, está na segunda turma.

 

 

Maior virada da história?

Leia o post original por Craque Neto

Na tarde desta terça-feira (7) o Liverpool fez o improvável acontecer. Quase um milagre! Saiu de um placar adverso de 3 a 0 obtido pelo poderoso Barcelona na Espanha e marcou quatro na volta da Terra da Rainha. Isso mesmo! Quatro a zero fora o baile! Messi, Suarez e companhia não viram a cor da bola no estádio Anfield Road. E posso falar? Antes do jogo o uruguaio e o brasileiro Coutinho ficaram valorizando tanto a passagem deles pelo clube inglês que parece ter dado zica. Pelo amor de Deus! O mais impressionante é que nem o torcedor do Liverpool […]

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E Allison continua com o uniforme limpinho…

Leia o post original por Antero Greco

Lembram da apresentação do México diante da Alemanha? Marcação forte, velocidade, contragolpes mortais e vitória por 1 a 0? Resultado extraordinário, que surpreendeu o mundo. A simpática equipe do Norte da América cresceu, assustou e virou sombra para o Brasil nas oitavas de final do Mundial…

Pois bem, a rapaziada comandada por Juan Carlos Osorio, conhecido por aqui como “profe” (de professor), tentou repetir a dose, nesta segunda-feira. Procurou dar um calor na turma de Tite, na escaldante arena de Samara, e ficou só na boa intenção. Depois de 90 minutos e alguns quebrados, saiu com calombo de 2 a 0 e o bilhete de volta para casa. Não foi desta vez que chegou à quinta partida no torneio.

Por que o sonho mexicano foi travado? Porque assim quiseram os deuses do futebol e lugares-comuns do gênero?

Entrou pelo cano porque topou com um rival consistente, seguro, sereno. Mais forte, mais bem organizado e tecnicamente superior. O Brasil se mostra sólido. Pode ser econômico no ataque (sete gols em quatro partidas), porém compensa com uma fortaleza na retaguarda (um gol sofrido, na estreia, diante da Suíça e em lance irregular.)

Nos últimos dias se especulou muito a respeito de qual seria o comportamento mexicano para repetir a façanha da rodada inaugural. Atacaria ou ficaria à espera do Brasil? Buscou acelerar no início, com lançamentos e passes longos para Vela, Chicharito e Lozano, além de descidas de Herrera e Guardado. O objetivo era pegar distraído o sistema defensivo da “amarelinha”.

Fora certa euforia nas arquibancadas, não aconteceu nada de prático no gramado. Allison assistiu ao jogo no primeiro tempo – e mais ainda no segundo. Aliás, o goleiro brasileiro fez no máximo duas defesas difíceis até agora na competição. Provavelmente, chega no vestiário, tira o uniforme e o entrega para o roupeiro, que tem o trabalho só de dobrá-lo e guardá-lo para o próximo jogo. O material está limpinho.

O Brasil percebeu a tática rival, deu o troco  com coordenação perfeita, fechou espaços, segurou Fagner e Filipe Luís ao lado de Miranda e Thiago Silva, com Casemiro de guardião. Coutinho e William puxavam contragolpes, em busca de Gabriel Jesus e Neymar. Só Paulinho desta vez destoou, pois ficou entre marcar ou aparecer de surpresa na área; não se destacou em nenhuma das duas funções.

Isso fez do primeiro tempo uma etapa sem graça, mas já do jeito que Tite gosta – sem correr riscos. E, reconheça-se, a seleção não levou um susto sequer. O México não incomodou no ataque. Eis o desafio para adversários: como furar as linhas compactas da fortaleza nacional.

Para aumentar a segurança, aos 5 minutos explode o talento de Neymar. O Brasil resolveu acelerar, empurrou o México para o próprio campo e resolveu dar as cartas. Neymar arrancou pela esquerda, passou para William e entrou na área, à espera da devolução, que veio. A bola passou por Ochoa (outra vez com defesas importantes), por Gabriel Jesus, mas não por Neymar, que só empurrou para o gol.

O 1 a 0 desmontou os mexicanos. Na verdade, ali acabou o jogo para eles. O peso da camisa brasileira desabou sobre os moços e fez estrago. Não aconteceu nada mais de significativo para o lado verde e branco. Quer dizer, aconteceu sim: o segundo gol, que teve participação de Neymar e conclusão de Firmino já nos minutos finais.

Sei lá o que virá por aí – talvez Bélgica (que joga daqui a pouco). Não sou vidente – nem bidu ou adivinhão, como se dizia antigamente no Bom Retiro. Mas taí um quebra-cabeças para quem topar com o Brasil: como sujar o uniforme de Allison, como despentear o cabelo do goleiro, como fazê-lo buscar bola no fundo do gol.

Primeira semana Champions

Leia o post original por Flavio Prado

Vou falar um pouco dos quatro jogos desta primeira semana da fase final da Champions League que já tem dois confrontos decididos.

Basel x Manchester City: Este é um dos confrontos já decididos. Aliás, este já estava definido quando foi determinado pelo sorteio. A diferença entre os times é enorme e ficou provado no campo. Vitória tranquila do time de Guardiola que no momento apresenta o melhor futebol na Europa. Coloco sim como candidato ao título.

Juventus x Tottenham: Foi um belo jogo na Itália. A Juventus começou com tudo, abriu 2×0 em 10 minutos, mas depois foi dominada pelo time inglês. O Tottenham tem uma boa consistência nos seu nível de atuação, time muito bem treinado por Mauricio Pochettino. Destaque mais uma vez para Harry Kane e Eriksen. Acredito na classificação do Tottenham.

Porto x Liverpool: Confronto definido. Atropelamento do Liverpool em Portugal. Mesmo sem Coutinho, o Liverpool segue forte e envolvente no ataque. Mané, Firmino e Salah se completam. A alta intensidade do time faz toda a diferença nas grandes atuações, mas nem sempre é possível jogar neste ritmo, por isso o time de Klopp oscila muito.

Real Madrid x PSG: O jogo mais esperado. A vantagem de 2 gols obtida pelo Real Madrid é importante e pode ter sido decisiva. Ainda acredito que o PSG está na briga, mas em um confronto equilibrado qualquer vantagem faz diferença. Destaque enorme para a atuação de Marcelo e para as mudanças de ZIdane no final do jogo.

Quem seria o 9 ideal para o Brasil na Copa?

Leia o post original por Milton Neves

A Copa do Mundo da Rússia se aproxima e a Seleção Brasileira ainda não tem um “camisa 9” definido.

Nós, que estamos acostumados a ter sempre à disposição uma plenitude de craques para a posição, hoje, vivemos um jejum incomum.

A princípio, o menino Gabriel Jesus, que mesmo em fase de recuperação de uma lesão, é o favorito ao posto.

No entanto, há quatro meses do Mundial, ninguém está garantido.

Isso porque ele segue longe dos gramados e deixa algumas dúvidas na cabeça do torcedor.

Pois, quem é que pode garantir que Jesus volte e atue em alto nível?

Isso faz com que as portas se abram para outros jogadores e a concorrência seja ainda mais acirrada.

Eu é que não gostaria de ser o técnico Tite às vésperas da convocação…

Jô não merecia ir à Copa de 2014, mas em 2018, ele é um dos meus favoritos!

Firmino, Jonas e Vágner Love estão “comendo a bola”.

E o que falar de Willian José, hein?

Este vem “deitando e rolando” no Campeonato Espanhol, pelo Real Sociedad.

Correndo por fora e longe dos holofotes europeus, Diego Souza está dando o sangue no São Paulo, mas é preciso muito mais, não é mesmo?

E veteranos como Fred e Ricardo Oliveira, merecem uma nova chance?

Henrique Dourado, André, William Pottker e Júnior Dutra também são nomes para uma aposta.

Mas e você torcedor, se pudesse estar no lugar de Tite, quem seriam os seus convocados?

OPINE!!!

É o capuz!

Leia o post original por Rica Perrone

Agora ficou tudo claro. O capuz do Firmino é um dos problemas da nossa seleção. Eu fico constrangido com algumas discussões. A gente da uma zapeada no controle remoto e vê os mesmos caras de 1960 comentando futebol pedindo renovação.  A gente fala em profissionalismo, tenta “ir a fundo” nos problemas do futebol brasileiro e […]

Jogo para o gasto

Leia o post original por Antero Greco

Sabe aquele jogo que seu time vence e você diz “Ok”, sem maiores complementos? Pois foi o que aconteceu, na noite deste domingo, nos 2 a 1 do Brasil sobre a Venezuela. A seleção espantou o fantasma da desclassificação precoce na Copa América, segue em frente, pega o Paraguai e Dunga ganha mais tempo para montar um time para as Eliminatórias. E só.

Nada contra respeitar adversários. Mas era exagero ficar com medo da Venezuela. Calma lá, não passa de sparring na região, mesmo que tenha evoluído. Não é para tirar o sono de quem tem currículo que dispensa comentários. Mesmo que o momento não seja dos melhores aqui.

Pois o resultado foi construído sem grande esforço, muito menos preocupações. Vá lá que Fedor – sei, sei, trocadilho fácil – deu alguma esperança com o gol aos 39 minutos. Mas, na boa, os venezuelanos não incomodaram. Raramente chegaram ao gol de Jefferson.

A seleção determinou o ritmo, controlou o jogo, fez os gols em cada tempo (Thiago Silva e Firmino) e ainda se segurou. Fosse mais atrevida, como é de se esperar, teria chegado a diferença maior. Um pouco de confiança e abuso não fazem mal. Ao contrário, fazem falta.

A ausência de Neymar não foi sentida. E, cada entre nós, seria o fim da picada não ganhar da Venezuela por causa da suspensão do rapaz. Dunga teve chance de observar como o time se comportaria e viu que  Robinho deu conta do recado. Justo o veterano é que se saiu bem.

A defesa não teve trabalho além do normal. Daniel Alves e Filipe Luís jogaram para o gasto, assim como Thiago e Miranda. No meio, Elias e Fernandinho ficaram presos ao trabalho de proteção, enquanto William e Philippe Coutinho poderiam mostrar mais. Firmino não é craque, mas mantém regularidade e carimba para o gol com frequência.

Enfim, um Brasil que não encanta – nem espero isso. Mas que também não decepciona. Se não exigirmos muito, está de bom tamanho. Eis o risco: já nos conformamos com pouco.

Hum… não!

Leia o post original por Rica Perrone

Eu sou o cara mais esforçado neste país para acreditar na seleção, convenhamos!  E acredito, sempre.  Mas se já sai do jogo com a Colômbia preocupado, hoje fiquei ainda mais. Na minha cabeça, mesmo que a seleção tenha feito um jogo razoável e tido o domínio da partida até o Dunga surtar e encher o […]