Arquivo da categoria: Fla-Flu

Um irrelevante clássico memorável

Leia o post original por Rica Perrone

Um Fla-Flu maravilhoso desses precisa terminar com discussão sobre arbitragem. Não há clássico sem empurra-empurra e pelo menos um dos lados reclamando do juiz. E desde já lhes digo que, com ajuda do VAR, o arbitro acertou em todos os principais lances do jogo. O primeiro gol do Fluminense estava impedido sim, e o lance…

Quem diria? Eles.

Leia o post original por Rica Perrone

O Flamengo foi eliminado de dois torneios, vendeu seu principal jogador e vive uma crise política. Em qualquer clube do mundo isso seria um sintoma ruim.  Mas não no Flamengo. Iludidos com título quando no Z4, imagine próximo a ele.  Rubro-negro sofre da ausência crônica de bom senso esportivo e por isso é tão fascinante….

A Cinderela nem sempre encontra o principe

Leia o post original por Rica Perrone

As histórias que o mundo ostenta são quase todas educativas. No final da trama o vilão se dá mal, a princesa sai feliz, o mocinho é lindo e os mais humildes saem exaltados. A Disney é maravilhosa. Mas não é ela quem faz todos os roteiros do mundo, embora reconheça que se fosse o caso…

Roda gigante

Leia o post original por Rica Perrone

Algumas coisas no futebol acontecem para manter a ordem. Algumas partidas parecem ser jogadas como que num roteiro para que não se quebre a escrita, a tradição e as mentiras bem contadas que movem o futebol.

É claro que o Flamengo empolgado pela Libertadores seria o ideal pro Fluminense. Que auto-afirmação haveria em bater no rival cambaleando? Eles gostam assim.

Do centenário, favorito, em maioria. Se há uma receita para o Fluminense vencer o Flamengo é a inferiorização de véspera. E não, ela não pariu do rubro-negro. Partiu dos fatos. E contra eles, azar deles.

Só há um clube no mundo que faz a megalomania rubro-negra desaparecer. Está no hino, no ar, na cidade inteira. O Flamengo ostenta uma marra deliciosa de assistir. Ela está presente contra o Barcelona no Camp Nou. Mas nunca está presente no Fla-Flu.

É o dia do ano que rubro-negro olha de frente e não pra baixo. Seja quem for do outro lado, se com aquele uniforme, eles respeitam. É uma das relações mais bonitas do futebol mundial. E toda vez que o Fluminense ameaça se apequenar, é diante do Flamengo que ele se reafirma.

Pois se és tão grande, poderoso e independependente, porque tanto lhe incomodo? E incomoda. É fato. Nem mesmo Zico recusa.

Há no Fla-Flu um ingrediente sobrenatural. E ele com certeza veste 3 cores.

Se ser o Fluminense do Flamengo não é um sinal de grandeza infinito, não sei o que pode ser.  E sim, pro Flamengo só há um Fluminense. O resto ele esnoba, com ou sem razão.

abs,
RicaPerrone

Coitado do Muralha

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Até lembra Barbosa-50!

Pobre Muralha.

Humilhado, criticado e ridicularizado por parte do jornalismo do Rio e por quase toda a imensa torcida do Flamengo.

O seu apelido – do que tanto gostamos em nosso futebol a partir do inventor Charles Miller – virou motivo de chacota, e de desconfiança, como não se via na Gávea desde Waldomiro-66.

Aliás, o Flamengo adora crucificar goleiros.

O saudoso paranaense Waldomiro foi acusado de ter sido comprado por Castor de Andrade naquela histórica decisão do Campeonato Carioca de 1966.

Ora, o Bangu de Paulo Borges era muito melhor, goleou o time de Almir Pernambuquinho por 3 a 0 e sobrou para o goleiro que morreu, sempre inconformado, em Curitiba em 1994.

Antes, o icônico argentino Domingues, já veterano, ex-Real Madrid, também havia sido acusado de suborno em um igualmente histórico Fla-Flu.

E mais antes ainda, em 1963, o mineiro Marcial fez a mais espírita e espetacular defesa já vista no “maior do mundo” em chute à queima-roupa de Escurinho em outro memorável Fla-Flu.

Foi 0 a 0, Flamengo campeão com o empate perante o maior público da história do Maracanã e Marcial virou herói “para sempre”.

Nada disso, foi só por pouco tempo.

Andou falhando posteriormente e teve seu passe vendido ao Corinthians de Wadih Helu.

Aliás, Marcial, mineiro de Tupaciguara, foi o primeiro jogador-médico do Timão.

Certo, Dr. Sócrates?

Agora, a vitima do momento é o Muralha.

Injustiça!

O título do Cruzeiro tem vários outros donos, além do mérito dos mineiros.

O Diego “tinha direito” de bater tão mal seu pênalti?

O Luiz Flávio de Oliveira de Oliveira não mandou bater de novo por quê?

Ora, o ótimo Fábio “rogerioceniou”!

Na verdade, os flamenguistas da arquibancada e do teclado deram um tiro no pé ao crucificar o Muralha após aquele Flamengo e Paraná Clube no Espírito Santo.

Forçaram a barra, humilharam seu goleiro e o menino Thiago entrou na fogueira no primeiro jogo decisivo da Copa do Brasil.

Batendo roupa, não deixou o Flamengo ganhar por 1 a 0.

Com o 0 a 0 de quarta-feira o Mengão teria sido o campeão.

Foi vingança dos céus e dos deuses da bola.

Humilharam Alex Muralha e o título rubro-negro desmoronou.

E você, Muralha, deixa para lá, siga sua vida e saiba que logo, logo os flamenguistas arrumarão outro Cristo de camisa 1.

Ingratos, injustos, maldosos.

Foram vice de novo.

Bem feito!

OPINE!!!

Rei do Rio

Leia o post original por Rica Perrone

Há uma lenda nacional sobre “a torcida do Flamengo”.  Dizem que são terríveis, que fazem diferença, que cantam muito alto, que empurram o time, etc, etc, etc. Os rivais dizem que é tudo mentira. Mas eu adoro uma lenda. Sou capaz de apostar que o Saci Pererê era um neguinho manco e que o transformaram naquilo …

Ai, Jesus!

Leia o post original por Rica Perrone

Esperei até terça pra escrever do jogo.  Queria ter certeza de que o silêncio quebraria o tradicional ritual rubro-negro do otimismo extremo em virtude das cores que se postam do outro lado. Eu sei que o rubro-negro talvez renegue o respeito por puro despeito, mas que tem, tem! Fosse contra Botafogo ou Vasco os flamenguistas …