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Ainda há “Flamengo” no Flamengo

Leia o post original por Rica Perrone

Se os salários tão em dia, o Barra Music não atrai o elenco, a paz está reinando e o clube virou exemplo de gestão, algo tinha que permanecer intacto: a vocação. Hoje cedo eu conversava com um amigo rubro negro, o Dudu, e falávamos exatamente no cenário. Casa cheia, time bem, euforia, favoritismo… conhecendo futebol,…

Será que no Rio escalaram o Fluminense para frear mais um título do Galo? Não bastam Flamengo em 80 e 81 e Vasco contra o Cruzeiro em 74?

Leia o post original por Milton Neves

A CBD e a CBF nunca gostaram do futebol mineiro.

Em 80 (Aragão) no Brasileiro e em 81 (Wright) na Libertadores, foram horrorosos e cruéis com o Galo e “bondosos” com o Flamengo.

Duas atrocidades no Rio e em Goiânia.

Em 1974, Cruzeiro e Vasco da Gama tinham que decidir o Brasileiro no… Mineirão, é claro!

O regulamento era claríssimo como o sol maravilhoso que banha Ipanema e Copacabana.

Pois o vascaíno Almirante Heleno Nunes colocou na marra o jogo no Maracanã e o “zagueiro” Armando Marques ainda impediu gol legal de Zé Carlos que empataria a decisão.

Agora, em 2012, o mundo escuro dos bastidores cariocas anda protegendo o Fluminense contra o líder absoluto do Brasileirão.

Primeiro, de forma esquisita e na calada da noite, estupraram o Estatuto do Torcedor e não deixaram o Galo jogar e ganhar do claudicante “Flaquíssimo” na data certa.

Deixaram para setembro, em Volta Redonda-RJ.

Ora, por que então não marcaram para o Raulino de Oliveira no dia previsto pela tabela?

É que o Flamengo à época mal não tinha time para entrar em campo, vinha de péssimos resultados e o Galo estava voando.

Foram três pontos certos dos mineiros que agora precisam ser recuperados.

Mas o pior foi neste final de semana.

O Fluminense ganhou vergonhosamente do Vasco e o tétrico apitador de BH não deixou o Galo vencer o atualmente raquítico Cruzeiro.

No Rio, sábado, Carlinhos jogou basquete na área e o apito fingiu que não viu!

E o segundo gol do Fluminense?

Um intruso jogador de branco do Flu empurrou a base da barreira arrumando um buraco desleal exatamente por onde a bola de Thiago Neves passaria.

Malandragem treinada, consumada, validada e não punida.

Pobre Fernando Prass e pobre ética esportiva!

E, para completar a cruzada carioca contra o Galo, ontem o horroroso apitador do Independência amarelou o time do Atlético, expulsou dois e não viu a falta escandalosa de Montillo em Guilherme, o que foi suficiente para o atualmente apequenado Cruzeiro conseguir um empate vergonhoso.

Até quando e quanto avançarão os cariocas contra o líder Galo?

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