Arquivo da categoria: Flu

Fluminense, 114 anos

Leia o post original por Rica Perrone

Antes de escrever sobre o aniversário do Fluminense, me perguntei o que era o Fluminense? E ao tentar chegar numa definição, notei que me refiro a um clube que é história, pioneirismo, patriotismo, elite, povo, sofrimento, humilhação, glórias, superação e fidalguia. Que me referiria a um clube centenário que foi à série C, voltou, e …

Palmeiras sem meio-termo: vítima foi o Flu

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras continua sem meio-termo no Brasileiro: vitória, derrota, vitória. Agora, foram 2 a 0 no Fluminense, no clássico desta quarta-feira à noite, no Allianz Parque. Primeiro tempo morno, com uma chance para cada lado. Segunda etapa mais movimentada, com os gols verdes e chances tricolores.

Cuca ficou num camarote, para cumprir suspensão por ter sido expulso no jogo com a Ponte. E, por vacilo, quase complica a situação, pois estaria a usar “ponto eletrônico” para comunicar-se com Cuquinha, irmão e auxiliar técnico que estava à beira do gramado. Se o juiz colocar na súmula, pode vir punição mais severa…

O Palmeiras de início de jogo estava diferente daquele de final de semana. Dudu largou como titular e encostou em Gabriel Jesus e Roger Guedes, para tornar o ataque mais veloz e criativo. Cleiton Xavier ficou encarregado de criar – e desta vez não foi bem. Tanto que saiu no segundo tempo e deu lugar para Alecsandro. O Flu veio com formação mais defensiva, para sair no contra-ataque.

Pela disposição dos times, a primeira parte do duelo foi travada, sem intensidade, com raros lances de emoção. Os melhores saíram já nos acréscimos: Fred arrematou à queima-roupa e Prass pegou; na sequência, aos 47, Dudu chutou travado em bola rasteira cruzada por Gabriel Jesus.

A entrada de Alecsandro e o recuo de Dudu mais para o meio tornou o Palmeiras mais objetivo no segundo tempo. Conseguiu encontrar brechas na marcação, mas só abriu o marcador em lance de bola parada: falta cobrada pelo lado esquerda, Victor Hugo se antecipou e fez, de cabeça, 1 a 0. Menos de dois minutos mais tarde, jogada pela direita, entre Roger e Dudu; a bola sobra para Alecsandro encher o pé e aumentar para 2 a 0.

Dali em diante, o Palmeiras tratou de manter a posse de bola e esfriar o jogo. O Flu ainda teve uma oportunidade para diminuir e “entrar no jogo”, mas Scarpa chutou para fora, com gol aberto. Depois, à medida que o tempo passava, a turma verde controlou os nervos e não correu riscos.

Voltou a ser Palmeiras de dar esperança à torcida. O Flu não desanima, mas precisa ser mais incisivo e regular.

 

Quem liga?

Leia o post original por Rica Perrone

Grande é quem primeiro se eterniza num campeonato para depois saber se o campeonato se eternizará. O Fluminense ajudou a criar o estadual e venceu o primeiro.  Repete a dose na Primeira Liga, que é novo, mas já é disparado o torneio que mais mudou de peso durante 3 meses. Veja você que de janeiro …

E brilha a estrela tricolor de Cavalieri…

Leia o post original por Antero Greco

Quando uma partida é decidida nos pênaltis, só quem tem a ganhar é o goleiro. Se tomar os gols, não lhe cabe culpa alguma; afinal, os chutes são praticamente à queima-roupa. Mas, se defender alguma ou algumas bolas, tem tudo para tornar-se herói.

Pois prevaleceu a segunda alternativa, no clássico que Fluminense e Inter disputaram no Mané Garrincha, na noite desta quarta-feira. Depois do empate por 2 a 2 no tempo normal, a vaga para a final da edição inaugural da Primeira Liga ficou para os pênaltis.

Daí, o brilho concentrou-se todo em Diego Cavalieri. O goleiro tricolor fez duas defesas extraordinárias  – nos chutes de Jackson e Anderson – e foi imprescindível para a classificação. Deu dois voos cinematográficos, daqueles mirabolantes, e desviou para fora. O Flu venceu por 3 a 2 nesse critério.

Com a bola a rolar, o jogo foi equilibrado e isso se refletiu no placar. O Flu sem Fred, o Inter sem Alisson. Muito empenho sem o equivalente em técnica. As duas equipes foram à frente na base do esforço, com oscilações que têm mostrado na própria competição e nos respectivos estaduais.

O Inter saiu na frente, com Vitinho aos 24 e o Flu respondeu com Osvaldo aos 29. No segundo tempo, inversão dos marcadores: Osvaldo fez o gol da virada aos 19 e Vitinho empatou aos 39, o que provocou a definição do primeiro finalista nos pênaltis.

O Inter de Argel Fucks ainda tem muito a melhorar, sobretudo no meio. O Flu de Levir Culpi encorpa, mas carece de clareza no ataque. Desta vez, o treinador começou com Osvaldo e Magno Alves; depois, recorreu a Douglas (Osvaldo sentiu) e Marcos Júnior. Mas já se vê mais consistente do que nos tempos de Eduardo Baptista.

 

Flu ainda busca primeira vitória

Leia o post original por Antero Greco

O Fluminense ainda não pegou no tranco no comecinho de ano. Voltou dos EUA com um empate e uma derrota – e perdeu na noite desta quarta-feira, na abertura da Primeira Liga: 1 a 0 para o Atlético-PR em Volta Redonda.

Ok, vai o desconto, por se tratar ainda de fase de preparação para a temporada. Os times tomam forma depois de sete ou oito apresentações. Daí, então, será possível fazer avaliação mais sensata do que têm a mostrar. O momento é de ajustes.

E, já que o período é de testes, Eduardo Baptista o que avaliar. Sobretudo no meio-campo e no ataque, que não têm funcionado. Nos jogos na Florida, não contou com Fred. Desta vez, o atacante e capitão esteve no gramado, mas jogou mal e ainda foi merecidamente expulso.

Com esses percalços, fica prejudicada a análise do setor. Mesmo assim, esteve apagado – Gustavo Scarpa ficou isolado à frente – porque poucas vezes a bola chegou até lá. A formação Edson, Cícero, Felipe Amorim, Danielzinho não deu liga. Ao menos por enquanto. Na defesa, faltou sintonia entre Nogueira e Gum, o que ficou claro no gol decisivo, marcado por Vinicius aos 25 minutos do segundo tempo.

Não é para o torcedor tricolor ficar com pé atrás. Não agora.

 

O melhor do Rio?

Leia o post original por Rica Perrone

O ano de 2016 parece bastante concentrado no clássico Fla-Flu para escolher ali o “melhor do Rio”.  O Vasco na série B, o Botafogo com sérios problemas financeiros, acabam sobrando os elencos de Flamengo e Fluminense para maior destaque. Embora com menos barulho do que mereça, mais críticas do que oba-oba por parte da sua …

Aos milhões de não tricolores

Leia o post original por Rica Perrone

Hoje, 12 de novembro, é o “Dia do Fluminense”.  E exatamente por isso, em homenagem a este dia, gostaria de me dirigir a quem não é tricolor. Embora neguem até a morte, todo tricolor tem dentro de si um sentimento amargo de injustiça quando lhe rotulam como o “time que virou a mesa” do futebol […]

“Entrega”? Flu perde por incompetência

Leia o post original por Antero Greco

Tem gente que vê teoria de conspiração em tudo. A mais recente é a de que o Fluminense perdeu em casa para a Chapecoense (3 a 2), neste sábado, só para prejudicar o Vasco. O resultado levou o time catarinense a 43 pontos e praticamente o tirou da lista dos ameaçados pela degola.

Como na semana houve provocações de ambos os lados dos rivais cariocas, logo fizeram associação, somaram 1 + 2 e chegaram à conclusão de que o total era 4. O tropeço tricolor complicaria mais a situação vascaína, que neste domingo visita o Palmeiras no Allianz.

Besteira sem tamanho, pois o Flu perdeu por incompetência, como também por falta de planejamento o Vasco se mantém na última posição do Brasileiro. Um e outro acumulam fiascos e não se deve transferir responsabilidades para o outro lado.

O Fluminense tem a proeza de juntar 17 derrotas em 34 partidas – ou seja, perdeu a metade dos jogos que disputou. E agora se vem falar em entregar os pontos, só para complicar o Vasco?! É muita falta do que fazer e cegueira. A campanha ruim é consequência também da constante troca de comando – quatro treinadores em uma temporada apenas. É demais.

Basta ter acompanhado a partida para ver as dificuldades do Flu. Até deu a impressão de que não permitiria surpresa, ao abrir o placar com Jean, aos 19 minutos. Mas levou a virada antes do intervalo, com os gols de Túlio de Melo aos 30 e William Thiego aos 34. No segundo tempo, empatou com Scarpa aos 3, ensaiou reação, mas tomou o terceiro (Camilo aos 19).

O Flu é inconstante e precisa parar para planejar direito o ano de 2016. Não se pode mais permitir aventuras, como as trocas de técnico ou contratações afinal estapafúrdias como a de Ronaldinho.

E os torcedores do Vasco têm de rezar pela salvação, que ainda é possível. E não darem trela para papo furado de “jogo de compadres”.

Copa do Brasil, opção final para o Flu

Leia o post original por Antero Greco

O Fluminense tinha uma leve, ligeira, tênue esperança de reagir e ainda brigar pelo quarto lugar no Brasileiro nas rodadas que restavam para o encerramento da temporada. Depois da derrota por 1 a 0 para o Atlético-PR, em casa, essa intenção virou fumaça. Ao estagnar em 40 pontos, não vai pra lugar algum na competição. A saída para salvar o ano é a Copa do Brasil.

E é bom que Eduardo Baptista e seus rapazes façam valer a vantagem de 2 a 1 aberta sobre o Palmeiras no meio da semana. A tarefa no Allianz Parque não é tranquila, tampouco um desafio de outro mundo. O adversário, afinal, também não anda muito confiável e não parece fora de propósito garantir ao menos empate e carimbar presença na decisão.

O jogo com o Furacão foi decepcionante ao revelar que a gangorra tricolor não tem fim. O time empenhou-se, apertou, deu trabalho ao goleiro Weverton. Não se trata de falar em displicência. A questão é outra, e mais preocupante: o Flu não mantém sequência aceitável. No segundo turno, conseguiu 7 pontos em 13 partidas! Desempenho sofrível.

Eduardo mandou a campo praticamente força máxima, como forma de jogar cartada definitiva no Brasileiro. A opção não adiantou e ainda desgastou vários jogadores para o clássico da próxima quarta-feira.

Para deixar a situação mais constrangedora, o gol da vitória do Atlético foi marcado por Walter. Quer dizer que a maldição do ex voltou a funcionar… O Furacão ultrapassou o Flu, foi a 42 pontos, está em 11.º e tem um fio de esperança.

Cruzeiro na reação e o Flu faz ensaio ruim

Leia o post original por Antero Greco

Consideremos que o clássico entre Cruzeiro e Fluminense, no final da manhã deste domingo, no Mineirão, teve objetivos distintos. Para o bicampeão brasileiro, tratava-se de nova oportunidade para espantar de vez a zica que o acompanha na competição. Para o tricolor carioca, um ensaio forte para os jogos que terá com o Palmeiras pelas semifinais da Copa do Brasil.

Se olharmos dessa forma, a constatação é óbvia: o Cruzeiro alcançou a meta, com a vitória por 2 a 0, sem contestação. Foi a 41 pontos, respira aliviado (bom lembrar que flertou sério com a parte de baixo da classificação) e deve terminar o ano em posição intermediária. Frustrante, para quem esteve no topo nas últimas temporadas; reconfortante para quem viu a zona do descenso de perto.

Já para o Flu ficou gosto amargo – não pelo placar, que nem sempre reflete o que se passou em campo. Mas por aquilo que jogou, ou que deixou de jogar. Eduardo Baptista recorreu ao que tem de melhor no momento, como ajuste geral para pegar o Palestra e o time negou fogo.

Esteve o tempo todo aquém do Cruzeiro, não incomodou, errou muito no meio e teve ataque nulo – Marcos Júnior pouco apareceu (foi substituído por Vinicius no intervalo) e Fred pegou na bola uma ou outra vez, para ser vaiado pelo público. Desempenho preocupante, com um consolo, por assim dizer: o Palmeiras também tem oscilado demais.

O Cruzeiro construiu os 2 a 0 com naturalidade e, para tanto, de novo contou com o talento de Willian, o melhor em campo e autor dos gols, aos 27 minutos do primeiro tempo e aos 2 do segundo. O terceiro só não veio porque Leandro Damião, que entrou aos 42, desperdiçou oportunidade absurda, aos 47, ao tocar para fora com o gol aberto. Acontece, mas é chato…