Arquivo da categoria: Futebol brasileiro

Você vai se lembrar desse post

Leia o post original por Rica Perrone

Há algo de muito ruim acontecendo no futebol brasileiro. E se nada for feito, não vamos virar Espanha. Vamos virar algo bem pior do que isso. Existe um movimento começando a ganhar força entre clubes da série A pela volta do mata-mata no final do Brasileirão. Explico: segundo alguns deles a diferença de dinheiro faz…

Neymar jamais foi gênio. Trata-se apenas de um bom jogador.

Leia o post original por Nilson Cesar

Quem me conhece sabe que jamais achei Neymar gênio no futebol. Na vida então está muito distante disso. Com a carência que temos de ídolos no futebol brasileiro muitos quiseram transformar Neymar em gênio da bola. Continuo afirmando que Denner com 23 anos de idade era muito mais jogador que o Neymar. Trata=se de um bom jogador com um comportamento muito ruim e mais nada. Está bem distante dos…

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Se tivéssemos “donos”…

Leia o post original por Rica Perrone

Já imaginou se o seu clube fosse vendido a alguém?  Odiava essa idéia e já escrevi sobre algumas vezes, até rodar clubes, países, conhecer as mais diversas pessoas do futebol e entender que é exatamente isso que nos distancia de um futebol mais sério e profissional. Talvez você não queira deixar de ter os “poderes”…

A fórmula na nossa cara

Leia o post original por Rica Perrone

Nunca foi tão discutido, nem esteve tão óbvio.  Há décadas a gente, especialmente da imprensa, tenta encontrar uma fórmula que nos tire da cômoda situação de indicar problemas e não ter a menor idéia prática de como resolve-los. Pois então. O tempo se encarregou de responder algumas de nossas perguntas, e só sendo bem teimosos…

Rueda pisa na bola com o Fla

Leia o post original por Antero Greco

Direto ao assunto, como zagueiro antigo ia nas canelas do centrovante: não gostei da forma como Reinaldo Rueda deixou o Flamengo. Com a ressalva, repito: é direito dele, como qualquer cidadão livre, trabalhar onde bem entender.

E que bom que tenha mercado; muita gente padece com desemprego.

Só poderia ter escolhido outra estratégia para ir cantar em outra freguesia, no caso a seleção do Chile. Faz pelo menos duas semanas que imprensa de Santiago (e de Bogotá) trazia informações sobre as conversas entre dirigentes locais e o técnico colombiano. A perspectiva de ruptura crescia à medida que o tempo passava.

E Rueda em silêncio, mesmo com tentativas – segundo afirmam cartolas rubro-negros – de contato para esclarecer a situação. Nada de nada. Ele ficou num mutismo só, enquanto oficialmente curtia as férias do futebol brasileiro.

Como bola cantada, deixou a Colômbia na noite de domingo para supostamente se apresentar ao Fla nesta segunda-feira. Foi o que fez, mas para dizer adeus. Ok, pode-se alegar que, por um lado, agiu corretamente, porque veio pessoalmente se desligar. Perfeito.

Por outro, há a mancada: se estava propenso a aceitar a oferta de novo emprego, por que não antecipou a volta para liberar-se a si e ao Flamengo? Sei lá, podia ter feito isso cinco, seis dias atrás, logo após as festas de fim de ano.

Ah, mas ainda não estava certo… Ora, pelo andar da carruagem o papo com os chilenos sempre evoluiu; em nenhum momento empacou. Sendo assim, teria sido elegante Rueda deixar bem clara a tendência à ruptura.

O Flamengo também vacilou. Assim que espoucaram as notícias sobre o interesse chileno, deveria ter pressionado o treinador, sem chance para enrolação. Era encostar na parede e cobrar: vai ou fica? Com isso, ganharia tempo para buscar substituto. O Fla comeu mosca.

Vá lá, anunciou Paulo Cesar Carpeggiani agora à noite. Nome conhecido no clube e disponível. Mas teria sido a alternativa principal, se estivesse evidente que perderia Rueda? Tenho cá minhas dúvidas. Assim como prefiro ser cauteloso no prognóstico sobre o desenvolvimento do projeto com o novo técnico.

No mais, está claro que o futebol doméstico virou trampolim para os gringos se ajeitarem com “coisa melhor”. Vêm para cá, fazem uma firulinha e logo se mandam…

Flamengo sem tempo para perder

Leia o post original por Antero Greco

Tomara que nas próximas horas termine o mistério em torno do futuro de Reinaldo Rueda. O treinador colombiano neste momento (final de domingo) está no voo que o trará ao Rio na manhã da segunda-feira. E, assim que desembarcar, vai reunir-se com a direção do Fla e informar se fica para a temporada 2018 ou se baterá asas e se mandará para o Chile.

Não se discute o direito de Rueda, como cidadão livre e profissional autônomo, decidir o que pretende na vida e na carreira. Ele vai para onde lhe convier. Se permanecer no Fla, ótimo; assim cumprirá contrato que tem em vigor. Se optar pela seleção chilena, sem problema também, desde que respeite os termos do acordo com o clube carioca.

O que não pode se estender é a dúvida que paira desde a primeira quinzena de dezembro, quando se intensificaram as especulações em torno da mudança de ares. Os chilenos não escondem desejo de tê-lo num processo de recuperação da seleção local. Antes, fizeram muito barulho e todo dia deixaram vazar na imprensa novidades sobre as negociações.

Rueda é que se manteve calado – e isso desencadeou boatos e incerteza. Ok, ele estava de férias e, portanto, sem obrigação de manifestar-se. Mas, diante do zumzunzum internacional, também não custava nada mandar um comunicado oficial para o Flamengo ou colocar um filminho ou texto qualquer em mídias sociais.

Na base do “Olha, gente, nada disso é verdade e logo estarei de volta ao Rio.” Ou: “Recebi propostas e estou estudando se valem a pena ou não. Assim que houver novidades, falarei.” Simples e direto. Hoje em dia as mídias sociais são usadas para banalidades e para uma ou outra informação mais séria. Seria o caso…

Mas o que interessa mesmo é o Flamengo. Não pode passar desta segunda-feira a definição sobre Rueda. Se ele for embora, imediatamente é preciso buscar alternativa. Na verdade, se fosse dirigente rubro-negro, eu teria pressionado o técnico para que se pronunciasse logo. E, se enrolasse, sondaria o mercado na mesma hora. Teria plano B na manga.

O Fla não pode ficar à mercê de treinador, ou de jogador, ou de quem quer que seja. Ele está acima de tudo isso. E, é bom lembrar, há desafios importantes em 2018, sem tempo a perder. Planejamento, elenco, programação, tudo passa pelo crivo de uma Comissão Técnica. Se Rueda pegar o boné, o Fla já larga em desvantagem em relação aos concorrentes.

A escapada de Scarpa

Leia o post original por Antero Greco

Foi-se o tempo em que jogador era escravo de clube, ao qual permanecia ligado independentemente da própria vontade. Só saía se fosse conveniente para o empregador. Agora, como todo trabalhador, tem o direito de emprestar seus serviços onde achar interessante – desde que o mercado lhe seja generoso.

Que bom. Assim não há mais necessidade de permanecer num local que não lhe agrade. A pior coisa é ficar com colaborador descontente.

Isto posto, vamos ao motivo desta crônica: Gustavo Scarpa pisa na bola com o Fluminense. O moço anda descontente com a situação nas Laranjeiras e antes da virada de ano deu a entender que gostaria de troca de ares. Até se animou com acenos de Palmeiras, Corinthians e outros grandes.

Está correto em abrir-se para propostas, não vem ao caso nenhuma restrição. Só não pega bem a estratégia de não reapresentar-se, após as férias, nem dar satisfação para técnico ou dirigentes. Ignorou o cronograma, mantém-se incomunicável, não fala com ninguém. Nem o “staff” (pois é, jogador hoje tem vários assessores) se manifesta. Silêncio e fim de papo.

Por que isso? Para mostrar que se aborreceu com críticas de torcedores? Demonstração de inconformismo com salários e outros direitos atrasados? Compreensível a decepção, outro aspecto que não merece repreensão. Mas, daí a fechar-se vira alternativa antipática.

Scarpa agiria bem, e sem trair o desejo de ir embora, se aparecesse para treinar e deixasse bem claro que o faria apenas por obediência ao protocolo. Passaria por testes, faria exames, seguiria o programa da Comissão Técnica sem abrir mão de negociar eventual saída. E, ainda por cima, tornaria público o descontentamento; bastava dar entrevista e explicar o caso.

Isso não impediria sequer que recorresse à Justiça, para reclamar ruptura de vínculo, se é de fato o que deseja. Se o Fluminense não gostasse, que então optasse pelo afastamento. Tudo dentro dos conformes.

Mas cada um é livre para escolher que caminho seguir.

Mancini se desculpa

Leia o post original por Antero Greco

O episódio de final de semana mexeu com Vagner Mancini e teve repercussão ainda nesta terça-feira. Aliás, episódios. Lembra quais foram? Não?! Faço um resumo.

O Vitória ganhou do Corinthians, em Itaquera, e botou fim na invencibilidade do líder no Brasileiro. Após o jogo, Mancini não gostou da forma como Felipe Garraffa, repórter da Rádio Bandeirantes, abordou o desempenho da equipe. Na opinião dele, o jornalista se errou ao dizer que o time baiano “jogou por uma bola”. De fato, o Vitória jogou bem.

Só que, para reforçar o argumento e rebater a crítica, o treinador sugeriu que o rapaz era corintiano. Um falou, outro respondeu, e a entrevista acabou. Na sequência, justiceiros de internet foram procurar posts de sete anos para provar que Garraffa de fato era corintiano. Detalhe: em 2010, não passava de um adolescente de 13 anos, ainda no ensino médio…

No domingo, vazou áudio no qual Mancini conversava com um amigo, comemorava a proeza e dizia que tinha sabor especial ganhar do Corinthians. E, além disso, estava eufórico por ter dado “uma patada num jornalista corintiano babaca”.

Ficou chato. Sem contar que ali houve, aparentemente, comportamento de amigo urso. Injusto, desonesto e reprovável tornar público um áudio pessoal, privado, particular. Fosse comigo, eu cortava papo com o sujeito. Com amigos desses, nem precisa de inimigo.

Pois Mancini comunicou nesta terça-feira que telefonou para Roberto Andrade, presidente do Corinthians, e para Felipe Garraffa, para desculpar-se. Afirmou, em nota, que nunca desrespeitaria o clube e desejou sorte ao jornalista. Desce o pano.

Entendo o gesto de Mancini como preocupação com a imagem – e é um direito que tem. Ele sabe o quanto prejudica ser malvisto por uma torcida, seja ela qual for.

Poderia também enxergar gesto de boa vontade com Corinthians e Garraffa. Atitude de maturidade e humildade. Tomara seja isso mesmo. Com um detalhe: teria agido ainda no domingo mesmo, para sufocar na raiz episódios que não levam a nada.