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Ganso está quase voltando! Qual caminho seria melhor, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Tem muita gente que chama o Paulo Henrique Ganso de ‘fogo de palha’. Ou seja, aquela promessa que se destaca e brilha com intensidade mas nunca consolida uma carreira de sucesso no futebol. Isso é fato, mas na minha visão o que impediu isso de acontecer foram os problemas físicos que o atormentaram ao longo dos anos. Tecnicamente o Ganso foi uma joia que surgiu com força no Santos em 2009. Duvido que alguém ousaria dizer naquela época que menos de uma década depois ele estaria vestindo a camisa do inexpressivo Amiens da França. Pelo contrário! Todos falavam que ele […]

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Sevilla rejeita proposta do Valencia para ter Ganso por empréstimo

Leia o post original por Perrone

O Sevilla recusou pedido do Valencia para negociar Paulo Henrique Ganso por empréstimo. A resposta foi de que o brasileiro só deixará o time em caso de venda.

A equipe atual do ex-são-paulino também já recusou uma proposta por empréstimo feita pelo Fenerbahçe. O clube turco está em busca de um meia e teve uma oferta de 2 milhões de euros (cerca de R$ 6,7 milhões) por Rodriguinho rechaçada pelo Corinthians, mas ainda tenta levar o jogador corintiano.

No caso de Ganso, ele chegou a receber boas referências do Fenebahçe passadas pelo brasileiro Souza, mas a decisão do Sevilla de não aceitar o empréstimo praticamente matou a negociação.

Porém, a permanência de Paulo Henrique não é uma certeza. Existe ainda sondagem do futebol chinês. E não é descartada a possibilidade de o Valencia fazer uma oferta pela compra dos direitos econômicos.

O estafe de Ganso também recebe com frequência consultas de clubes brasileiros, que ouvem o mesmo discurso da transferência em definitivo. Apesar de não ser titular no Sevilla, Ganso não tem demonstrado interesse em retornar ao Brasil neste momento.

Denis pegou muito, mas não conseguiu parar o Grêmio

Leia o post original por Antero Greco

O goleiro Denis fez o possível. E um pouquinho do impossível também na Arena do Grêmio. Foi um verdadeiro bombardeio sobre a defesa do São Paulo: chutes de todos os lugares, principalmente de fora da área. No fim, vitória justíssima dos gaúchos por 1 a 0 – agora o Grêmio tem 30 pontos, como o Corinthians, e está a apenas dois pontos do líder Palmeiras.

O resultado poderia ser mais elástico, porque o Grêmio jogou sozinho em seu campo. O adversário praticamente não existiu. O time de Edgardo Bauza foi um arremedo, sem criatividade e sem o menor poder ofensivo. O meio campo com Thiago Mendes, Wesley, Cueva e Michel Bastos não incomodou os gremistas; Centuriòn e Gilberto não deram trabalho a Pedro Geromel e companhia.

A grande verdade é que o São Paulo sem Calleri e Paulo Henrique Ganso virou presa fácil para Grêmio, de Roger Machado. Ficou claro que o técnico gaúcho colocou o time para bater a gol de qualquer distância. Municiados por Douglas, os atacantes Negueba e Miller Bolaños infernizaram a vida de Denis.

A cena se repetiu exaustivamente, até que aos 7 minutos do segundo tempo Maicon se livrou da marcação e bateu cruzado. Mais uma vez Denis se esticou e fez uma defesa dificílima, mas a defesa tricolor não chegou para apanhar o rebote e o meia Douglas apareceu para fazer o gol da vitória gremista.

Foi o quarto gol de Douglas, responsável por ditar o ritmo de sua equipe. As coisas ficaram ainda mais fáceis quando o chileno Mena foi expulso, após receber o segundo cartão amarelo. Novas chances surgiram e outros gols não saíram porque o goleiro são-paulino esteve atento e quando foi batido, o lateral Bruno apareceu para salvar, já nos descontos.

O que ficou evidenciado neste jogo de Porto Alegre é que o Grêmio está na luta pelo título e o São Paulo na briga para não ser apenas figurante da competição.

A mágoa da diretoria do São Paulo com Ganso

Leia o post original por Perrone

A diretoria do São Paulo está magoada com Paulo Henrique Ganso. Na avaliação da cúpula tricolor o jogador deveria ter acompanhado o time na partida contra o Atlético Nacional, na Colômbia, que selou a eliminação da equipe na Libertadores.

O meia ficou no Brasil fazendo tratamento da lesão que o afastou das semifinais, mas para a direção são-paulina ele deveria ter acompanhado voluntariamente a delegação num momento importante. A não ida foi vista como um sinal de que, prestes a ser vendido para o Sevilla, o jogador já não estava comprometido com a equipe.

O episódio reforça os argumentos da diretoria para justificar a venda de Ganso. Nos bastidores,  a direção afirma que, se permanecesse no Morumbi até o fim de seu contrato, em setembro, além de sair de graça, o meia ficaria de cara amarrada e não renderia bem por estar infeliz.

A diretoria também nega que o jogador e seu estafe tenham ficado chateados com o fato de o São Paulo gastar com Cueva e Maicon ao mesmo tempo em que dizia não ter dinheiro para pagar 4 milhões de euros de luvas ao jogador, como mostrou o blog. O valor foi oferecido pelo clube que queria convencer a DIS a bancar essa quantia. O negócio não deu certo e a negociação travou depois do pedido de demissão de Luiz Antônio da Cunha, ex-diretor de futebol, que tocava as conversas.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente são-paulino, nega que a saída do dirigente tenha interferido no processo. Afirma que sempre quis a renovação do meia e que só desistiu dela após Ganso pedir para ser negociado com o Sevilla.

O cartola avalia que nos bastidores Cunha supervaloriza sua participação na tentativa renovação. Leco acredita que o acordo não seria feita nos moldes desejados pelo ex-diretor.

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São Paulo chega a acordo verbal para vender Ganso ao Sevilla

Leia o post original por Perrone

São Paulo, DIS e Sevilla chegaram a um acordo verbal nesta sexta para concretizar a transferência de Paulo Henrique Ganso. O negócio, porém, ainda não foi oficializado.

O clube espanhol vai pagar pouco mais de 10 milhões de euros pelo meia. Clube e empresa devem ficar com 4,5 milhões de euros cada. O restante vai para pagamento de comissão a intermediários e para o atleta. Por contrato, ele tinha direito a 10% do valor da transferência, mas havia sinalizado que não cobraria sua parte para facilitar a negociação.

A DIS tem 68% dos direitos econômicos de Ganso, ficando 32% com o São Paulo. Porém, o acordo sobre uma nova divisão de valores era a única solução para a venda ser realizada. Caso contrário, Ganso ficaria livre em setembro do ano que vem, podendo assinar pré-contrato com outro clube seis meses antes.

Política e acertos com Maicon e Cueva atrapalharam renovação de Ganso

Leia o post original por Perrone

A decisão de Ganso de não renovar com o São Paulo é resultado de uma sucessão de fatos que começaram a ocorrer antes de aparecer a proposta do Sevilla. A demissão do diretor de futebol Luiz Antônio da Cunha e as negociações do clube por Cueva e Maicon ajudaram a abrir a porta de saída do Morumbi para Ganso. O meia já avisou para a diretoria que se não for vendido para a Espanha não renovará seu compromisso, válido até setembro do ano que vem.

No início de junho, o clube estava esperançoso em relação a renovação por meio de um plano capitaneado por Cunha. Ele chegou a oferecer R$ 400 mil mensais ao atleta, que recebe R$ 300 mil, e acenou com a possibilidade de Ganso ganhar luvas de 4 milhões de euros.

A intenção do dirigente era que a DIS, dona de 68% dos direitos econômicos do jogador, bancasse as luvas. O meia ainda teria a garantia de ser liberado entre o final de 2016 e o início de 2017 se o São Paulo recebesse uma oferta de 10 milhões de euros só pela fatia tricolor.

O empresário de Ganso, Giuseppe Dioguardi, achou os valores baixos e disse que o jogador não aceitaria renovar nessas condições. A DIS também não topou pagar integralmente as luvas, mas achou justo dividir a quantia com o São Paulo e se colocou à disposição para negociar.

Porém, um dia depois de as partes, incluindo Leco, se encontrarem para discutir o tema, a demissão de Cunha foi oficializada. Ele deixou a direção de futebol do São Paulo alegando não ter conseguido implantar seu método de trabalho. Um dos motivos foi não ter sido ouvido ao pedir que o clube não contratasse Cueva e se concentrasse na resolução da situação de Maicon, que estava no final de seu empréstimo.

A partir da saída de Cunha, o negócio com Ganso esfriou. Gustavo Vieira de Oliveira, executivo de futebol são-paulino, estava em Portugal cuidando da operação Maicon, e ninguém voltou a procurar o meia e a DIS para fazer uma nova oferta.

Após assegurar a permanência de Maicon, o São Paulo tentou retomar as conversas com o empresário de Ganso. Mas, nesse ponto, o estafe do meia estava chateado com o fato de a diretoria gastar 6 milhões de euros (mais porcentagens dos direitos econômicos de Lucão e Inácio) para comprar Maicon e pelo menos US$ 2 milhões para trazer Cueva depois de ter dito que não tinha como pagar as luvas de Ganso e nem oferecer um salário maior. A DIS também ficou incomodada. Ainda teve importante peso na decisão de Ganso o fato de seu estafe acreditar que pode conseguir luvas e salários bem melhores do que os oferecidos até então pelo São Paulo quando ficar livre do contrato atual.

A diretoria são-paulina, porém, discorda que as negociações com Maicon e Cueva tenham prejudicado as conversas com Ganso, e assegura que o presidente sempre foi a favor da extensão do contrato do meia.

Com o processo de renovação praticamente congelado, apareceu a proposta do Sevilla, revelada pelo blog. Ganso agiu rápido e avisou a diretoria que não iria renovar contrato se o se a transferência não fosse feita. Leco, então, indicou que fará o negócio, mas até a noite desta quinta o martelo não tinha sido batido. Clube e DIS não chegaram a um acordo sobre como seria a divisão dos 9.450.000 oferecidos pelo Sevilla em sua proposta.

O clube espanhol sinaliza que pode procurar outro jogador se o São Paulo não se resolver logo.

Com 9,45 mi de euros em jogo, Sevilla sinaliza ter cansado da novela Ganso

Leia o post original por Perrone

Faz pelo menos quatro dias que o Sevilla apresentou uma nova oferta ao São Paulo no valor de 9.450.000 euros por Paulo Henrique Ganso. Até ontem à noite, os representantes dos espanhóis não tinham recebido uma resposta.

Antes disso, uma proposta de 8 milhões de euros foi recusada, como mostrou o blog em 28 de junho. A demora para o desfecho da negociação desagrada ao Sevilla, que sinalizou ao time brasileiro que sua paciência está no fim. A promessa é de partir para outra contratação caso o impasse não se resolva rapidamente.

A imprensa espanhola informa desde a semana passada que o clube tem interesse no meia Jesús Navas, do Manchester City, equipe para a qual foi vendido pelo Sevilla.

O principal entrave no caso de PH acontece porque o clube do Morumbi, dono de 32% dos direitos econômicos, quer ficar com 5,5 milhões de euros do total oferecido pelos espanhóis, o que obrigaria a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, a aceitar menos do que tem direito por sua fatia de 68%.

Na última terça, o meia se encontrou com Delcir Sonda, dono da empresa, José Barral, presidente do grupo, e Roberto Moreno, advogado e executivo da parceira do São Paulo nos direitos econômicos do atleta. Acompanhado de seu empresário, Giuseppe Dioguardi, o jogador ouviu de Delcir que o empresário considera pequena a quantia que o São Paulo quer deixar para a DIS. Porém, ao mesmo tempo, prometeu ajudar Ganso a realizar o sonho de se transferir para a Europa. Mas, antes da reunião, Moreno havia sinalizado para Dioguardi que a DIS não estava disposta a ceder, mesmo correndo o risco de perder o jogador de graça no ano que vem.

É exatamente essa a pressão que o Sevilla põe no São Paulo e em sua parceira ao mostrar cansaço com a demora. Ganso já avisou ao clube que não pretende renovar contrato se sua transferência para o time espanhol melar. Ele tem compromisso firmado até setembro do ano que vem e seis meses antes pode assinar pré-contrato com outro clube.

Nesse cenário, além de ver o meia sair sem deixar um centavo nos cofres tricolores, a diretoria corre o risco de ter de engolir a ida de Ganso para um grande rival. No mercado, Palmeiras, Corinthians e Flamengo são citados como equipes que tentariam assinar com o meia.

Enquanto São Paulo e DIS estão pressionados, Ganso está ansioso para realizar seu sonho europeu. Porém, ele tem ouvido de seu agente que se o negócio não der certo deverá ter um consolo financeiro. A projeção é de que mesmo se ficar no Brasil Paulo Henrique pode ganhar mais do que no Sevilla. Os espanhóis estão dispostos a pagar aproximadamente 2,2 milhões de euros por ano livres de impostos ao jogador. Mas não dariam luvas, pois teriam que desembolsar uma bolada na compra dos direitos. Quando ficar livre de seu compromisso atual, o meia pode pode conseguir luvas milionárias já que o comprador não terá que pagar ao São Paulo.

Ganso já é do Sevilla? Sim, mas ainda não!

Leia o post original por Milton Neves

Ganso

Entrando areia na ida de Ganso para a Espanha.

O craque e seu empresário Dioguardi negociaram ontem à tarde toda com Roberto Moreno, da DIS.

A foto acima foi quando desse encontro no Conjunto Nacional da Avenida Paulista em São Paulo.

Não houve acordo.

Sevilla dá só 9 milhões de euros parcelados pelo jogador e o São Paulo que só tem 32% dos direitos exige 5 milhões à vista.

A DIS, com 68% de participação do negócio, não aceita ficar só com 4 milhões de euros.

Ao final da reunião, ficou combinado que as partes voltarão a se encontrar amanhã após a eliminação oficial do São Paulo, hoje em Medellín.

Resumo da ópera: as partes vão ceder e Ganso vai mesmo pra Espanha.

Afinal, jogador, quando quer ir embora, é como água morro abaixo, fogo morro acima e mulher bonita quando quer namorar: ninguém segura!

Voa, Ganso, voa e seja feliz!

Opine!!!

Muito além da chance de título, o que o São Paulo põe em jogo na Colômbia

Leia o post original por Perrone

Superar a derrota para o Atlético Nacional por 2 a 0 em casa e conseguir uma histórica classificação para a final da Libertadores não é tudo que está em jogo para o São Paulo nesta quarta na Colômbia. Veja abaixo os outros reflexos que a partida decisiva deverá ter no futuro tricolor.

Grana

Chegar à final da Libertadores representaria para o clube a entrada de pelo menos mais US$ 1,5 milhão em premiação. Essa é a quantia que a Conmebol dará ao vice-campeão. O título vale US$ 3 milhões. Além disso, como finalista, o São Paulo teria a renda de mais um jogo em casa. Na abertura das semifinais, a arrecadação foi de R$ 7.526.480,00. Já a queda deve condenar a equipe a arrecadações pífias no Brasileirão, caso não haja uma rápida recuperação.

Política

Ser o presidente que levou o São Paulo de volta a uma final de Libertadores, após dez anos sem disputar o título, fortaleceria a campanha do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, à reeleição. Ele é o único que já anunciou a candidatura para o pleito de abril do ano que vem. A conquista da taça o tornaria imbatível na votação, acreditam alguns de seus aliados. Porém, a eliminação provavelmente deixará como última imagem de Leco no torneio a de ter alimentado a oposição com a decisão de levar para a Colômbia entre os diretores convidados Ataíde Gil Guerreiro, ex-vice de futebol, atualmente diretor de relações institucionais e que foi expulso do Conselho Deliberativo. A ligação do presidente com Guerreiro é uma das armas dos oposicionistas para tentar tirar votos de Leco.

 Bauza

Em jogo está o prestígio de Edgardo Bauza e a paciência que o torcedor terá com ele daqui para frente. O treinador desembarcou no Morumbi como especialista em Libertadores por ter conquistado dois títulos do torneio. Se reverter na Colômbia a difícil situação da equipe, reforçará esse status. A eliminação aumentaria o barulho em torno de algumas decisões do técnico, como colocar Ganso em campo no segundo tempo do jogo contra o Fluminense e ver o meia se machucar, ficando fora das semifinais. Há também a questão de ele ter preferido improvisar o time a botar Lugano em campo após a expulsão de Maicon no primeiro jogo da semifinal.

Ídolo

Chegar à final vale para Maicon a chance de provar sua importância ajudando o São Paulo à disputar a decisão. Se o time cair na Libertadores, ele terá de conviver com o carimbo de jogador que custou R$ 21,6 milhões e teve participação importante na eliminação ao ser expulso no primeiro jogo com o Atlético Nacional quando a partida ainda estava empatada. Após seu cartão vermelho, os colombianos chegaram com certa facilidade ao placar de 2 a 0.

Despedida

Se o São Paulo for eliminado na Libertadores nesta quarta, a partida contra o Fluminense pelo Brasileirão deverá ficar marcada como a última oficial de Ganso pelo clube. O meia tem boas chances de se transferir para o Sevilla e com a queda nas semifinais perderia a chance de se despedir ajudando o clube a conquistar o título continental.

Clássico

Uma classificação heroica na Colômbia certamente faria o time tricolor chegar com mais moral em Itaquera para enfrentar o Corinthians pelo Brasileirão no domingo, ainda que Bauza decida atuar com reservas. Porém, é natural o abatimento entre times brasileiros eliminados da Libertadores.

Torcida

A vaga na final não daria chances para protestos da Independente, principal organizada são-paulina. Já a eliminação aconteceria justamente no primeiro jogo após a diretoria romper com a uniformizada por causa dos distúrbios na primeira partida das semifinais em volta do Morumbi. A queda pode ser a senha para a Independente fazer fortes cobranças à direção.