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Dunga engoliu o Peru do Gareca

Leia o post original por Fernando Sampaio

brazil_peru_wcup_socc_amar_6Goleada merecida.

Passeio em Salvador.

Douglas Costa, cuja convocação foi muito criticada pelos mal informados, matou a pau.

O atacante do Bayern de Munique está amadurecendo e crescendo no clube e na Seleção.

William foi, mais uma vez, muito bem.

Neymar esteve, mais uma vez, apagado.

O craque do Barcelona quando joga pela Seleção exagera no individualismo, está sempre preocupado com o visual, bater boca com adversários e reclamar da arbitragem. Ontem falou durante os 90 minutos com o árbitro. Desta vez ficou amigo. Raridade. Ofereceu até a camisa. É uma pena, Neymar precisa ter mais humildade, dedicação e foco quando veste a amarelinha.

O Brasil jogou bem, o time vem mostrando evolução.

Apesar dos últimos resultados Dunga continuará sendo criticado.

Normal, sempre foi assim, até mesmo quando ganhou Copa América, Confederações, Eliminatórias…

Faz parte do brasileiro.

Já Gareca continua vendendo bem sua imagem, como a maioria dos argentinos. Em quase 20 anos ganhou apenas um título internacional diante do CSA de Alagoas. Conmebol 1999. Há 16 anos. Mesmo assim muitos o consideram melhor que muitos treinadores brasileiros. Tata Martino é outro exemplo da auto estima argentina. Quase terminou o ano na vice-lanterna das Eliminatórias. E isso dirigindo o melhor elenco da América. Mesmo assim está sempre bem na fita.

Faz parte do argentino.

 

Foto AP

Demitido, Gareca acha impossível dirigir outro clube do Brasil

Leia o post original por blogdoboleiro

Depois de ser demitido pelo Palmeiras, Ricardo Gareca acha quase impossível voltar a dirigir um clube no Brasil. “Não dei resultado. Não acho que isso vá acontecer. Somente mesmo se, no futuro, eu estiver dirigindo uma equipe que venha ao Brasil disputar a Copa Libertadores da América”, disse o treinador argentino que orientou o time em apenas 13 jogos, com oito derrotas.

Gareca pretende descansar por um tempo antes de conversar com alguma equipe argentina que se mostre interessada no trabalho dele. Ele deixa para o Palmeiras quatro atletas da Argentina recentemente contratados por indicação do treinador: Alione, Tobio, Pablo Mouche e Cristaldo. Gareca garante que todos foram um ótimo investimento: “Eles são jovens e talentosos. Precisam apenas de um tempo para que se adaptem ao futebol brasileiro”, afirmou.

O Palmeiras demitiu Gareca e já conversa com Dorival Jr. para ser o substituto dele. O presidente Paulo Nobre tem pressa. Se puder, terá um novo técnico acompanhando o time já na partida desta quarta-feira contra o Atlético Mineiro, no estádio Independência, em Belo Horizonte.

Palmeiras, um brinquedo descartável

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras e quem está no futebol dele parecem brinquedos de criança mimada. Na hora em que recebe a novidade, vira, revira, mexe como bem entende. Quando se cansa, encosta, quebra, troca. Enfim, muda de o foco do interesse e parte para outra distração.

A direção atual chegou á conclusão, nos primeiros meses do ano, que não era mais o momento de Gilson Kleina. Já havia tentado rifar o treinador no final da temporada de 2013. Fuçou aqui e ali, não encontrou alternativa e ficou com ele mesmo, até com proposta de redução de salário. Gilson topou e caiu depois do Paulistão.

Daí, passa um tempo e se tira da manga Ricardo Gareca. O nome do argentino apareceu como o adequado para o time pelo retrospecto no Velez Sarsfield. Além disso, era tentativa de sair do lugar-comum e ver o que aconteceria com um gringo no comando. Muito bem, mas de fato se sabia como trabalha Gareca e o que traria de proposta diferente? Ou foi capricho apenas?

Gareca desembarca, passa 40 dias em preparação com o grupo, durante a disputa do Mundial, indica jogadores argentinos. Alguns chegam, outros ficam só na sondagem. Volta o Brasileiro, os resultados não aparecem, a equipe despenca no Brasileiro, está perto da eliminação na Copa do Brasil e… E a diretoria resolve que chegou ao fim da linha a experiência.

O brinquedo vindo de fora não era tudo aquilo que se imaginava. Então, a saída foi descartá-lo. Mas isso custará dinheiro, o estrago foi feito (a luta contra o rebaixamento será duro, senão inglória), o elenco está recheado de atletas do Mercosul e não se sabe o que será deles, a depender do comandante chamado para apagar incêndio. E há o ônus de quem foi procurá-lo. Ou não é assim que funciona?

Como o calo aperta, fala-se em nome de peso? Tite, por exemplo? Não. Em Dorival Júnior, com currículo modesto, mas, ao que parece, o nome disponível. Parte-se para nova aventura, com três meses e uma semana ainda de calendário futebolístico.

E assim o Palmeiras, que tem diretor disto e daquilo, CEO para o futebol, tem um monte de jogadores, não tem equipe e pode festejar casa nova e centenário na Série B em 2015. Divisão, aliás, da qual vem se tornando frequentador assíduo. Gostou de lá.

Mas os donos do brinquedo perguntaram o que a torcida quer? Pra piorar, a política interna copia a nacional: um candidato menos convincente do que outro. Na base do deus-me-livre.

Paciência de Nobre chega ao fim, e Ricardo Gareca é demitido do Palmeiras! Mas, e agora, quem poderá salvar o Verdão? Tite, Carlos Bianchi e Dorival Júnior estão no mercado…

Leia o post original por Milton Neves

gareca

Foto: Danilo Verpa/Folhapress – retirada do portal UOL

Durou pouco mais de três meses a aventura do argentino Ricardo Gareca no Palmeiras.

Durante este período, o treinador teve um aproveitamento ridículo.

Em 13 jogos, apenas quatro vitórias, um empate e OITO DERROTAS.

É verdade que o elenco do Verdão não ajudou, mas não dava para segurar um treinador com esses números, por mais que a diretoria acreditasse nele.

Agora, o Palmeiras precisa achar quem o salve da Série B.

E no ano de seu CENTENÁRIO!

É mole?

Abaixo, listo alguns nomes que estão no mercado:

– Tite

– Carlos Bianchi (ex-Boca)

– Enderson Moreira

– Dorival Júnior

– Joel Santana

– Doriva

– Adilson Batista

– Emerson Leão

– Jorginho Cantinflas

– Renato Gaúcho

– Celso Roth

– Paulo Autuori

Destes nomes, qual você acha que poderia salvar o Palmeiras da TERCEIRA queda para a Série B?

Opine!

“Imponente”

Leia o post original por RicaPerrone

Clubes devem ter alma.  Depois zagueiros, goleiros, volantes e atacantes. Antes de tudo, alma e identidade.

O Palmeiras se declara “imponente” desde o primeiro trecho do hino e confirma a indicação ao longo de sua história.   Se há uma característica perdida neste momento é a tal “imponência”.

Em casa ou fora, pouco importa, o adversário faz contas pra somar 3 e não mais como aquele jogo quase impossível.   Não se fecha mais ou menos para encará-lo e sabe que sua torcida precisa de 15 minutos para inverter a pressão.

O Palmeiras que recebeu o Inter foi até o jogo onde Abel testou um time mais ofensivo. Não por acaso.

Num verdadeiro festival de mediocridade técnica com um treinador que se fosse brasileiro e se chamasse Zézinho seria espinafrado pela mídia, o clube vive um risco real de ir pela terceira vez a segunda divisão.

E eu não me refiro apenas a um time grande. Mas dentro do país, o maior dos campeões.

O Inter é um time que oscila e também não gera segurança alguma ao seu torcedor. Mas oscila onde pode oscilar um time grande.  Entre os primeiros, perto de títulos, ganhando de vez em quando e sempre rodeando os protagonistas.

É essa insegurança que o Palmeiras precisa encontrar.

Até mesmo pra perder é preciso um pouco de alma. Esse Palmeiras perde de todo jeito. Não há “um problema” identificável.  São todos, da fragilidade do elenco ao trabalho ruim do treinador, somado ao passado recente, ao descrédito da torcida, a cobrança que piora o ambiente e a soma disso tudo que resulta em atuações cada vez piores.

Não revela ninguém, contrata mal, vende pouco, trocou os mais diversos estilos de presidentes. Nada funcionou.

Enquanto isso o Inter pouco muda, nem sempre ganha, mas está sempre funcionando ou muito perto disso.

Alma e Identidade.

O Palmeiras não parece o Palmeiras.  E é o mais longe de ser Palmeiras que já vi atuar.

abs,
RicaPerrone

Mexer pra quê?

Leia o post original por Antero Greco

A ex-comissão técnica da seleção tentou convencer o torcedor, um dia depois da espinafrada de 7 a 1 para a Alemanha, que o episódio em Belo Horizonte era algo isolado. Não havia motivos para preocupação; só para um pouco de chateação, e ainda assim com moderação. No mais, o futebol brasileiro continuava firme e forte, sem dever coisa alguma a ninguém.

Pelo visto, a explanação de Felipão e Parreira, porta-vozes daquele grupo, foi levada a sério. Três semanas depois do encerramento, parece que a Copa não provocou trauma; por isso, tocamos a bola por aqui da mesma e monótona maneira de antes. Abalo? Ora, tudo voltou ao normal?

A prova de conformismo, engano (próprio e do público), cabresto mental e estreiteza de ideias está na Série A. O campeonato mantém toada chinfrim, exceção ao líder Cruzeiro, único a tentar algo diferente. Quem teve a paciência de assistir aos jogos do final de semana – e vi a maioria, por vício e dever profissional – teve de tomar calmante, relaxante muscular para aguentar a provação. Deu vontade de tacar o controle remoto. Quanta partida ruim!

Novidade só nos uniformes e nos apetrechos. Não passa dia sem que uma equipe não mostre a versão diferente das camisas para a temporada. E sempre com explicações mirabolantes para convencer o incauto de que deve gastar pelo menos 200 reais no modelito. Fabricantes de chuteiras também capricham no design, nas combinações de cores – prosaica chuteira preta é raridade –, e em materiais cientificamente provados. Poderiam inventar uma que chutasse, certo, pelo atleta.

Para não ir longe e concentrar no umbigo, servem os paulistas como exemplo. No início da noite de sábado, o São Paulo aumentou a coleção de resultados decepcionantes no empate por 1 a 1 com o Criciúma, para mais de 45 mil espectadores no Morumbi. Ganhou um ponto nas últimas três rodadas, fora a sensação de que pode ir muito além, porém emperra. Ou porque o esquema não deslancha ou porque há titulares que travam. Não dá para usar como desculpa dizer que Rogério Ceni falhou.

O pior ficou para a tarde de ontem. O Corinthians foi a Curitiba com a missão de manter série invicta (então em nove jogos) e, sobretudo, com a intenção de voltar com vitória que o faria encostar no Cruzeiro (29 pontos). Não aconteceu nem uma coisa nem outra. Mano Menezes e rapazes embolsaram só um ponto (foram para 24), numa pelada fraca, insossa, que desencadeou sentimentos opostos: no primeiro tempo, deu sono, por arrastar-se como digestão depois de churrasco. No segundo, deu é uma tremenda raiva.

O Corinthians conseguiu passar praticamente o jogo todo sem criar situações de gol. Não digo aqueles chutes protocolares que saem em qualquer bate-bola. Falo de lances articulados, elaborados, pensados, ensaiados. Nem pensar. Só toques exaustivos, passes errados, opção clara pelo empate. Não vale alegar que o recuo foi estratégia necessária após a expulsão de Fagner, aos 16 da etapa final. A opção foi essa desde o início. Mais inquietante: o Corinthians é um dos grandes candidatos ao título!

E o Palmeiras? Outra lástima. Entrou no mês do centenário com a marca de sete jogos sem vencer no Brasileiro. Não saiu da lama nem diante do Bahia, igualmente frustrante. O técnico Ricardo Gareca apresentou a sexta formação diferente em seis apresentações, corre para encontrar a escalação ideal e daqui a pouco vai se descabelar.

O time é fraco, limitado, não tem quem desequilibre a favor, só contra. O que esperar de uma equipe na qual Wesley tem a tarefa de criar? Leandro, a de fazer gols? Lúcio e Marcelo Oliveira, de fechar a área? Daí, o treinador troca Wendell por Weldinho, Felipe Luís por Patrick Vieira, Mouche por Mendieta. O 1 a 1 mereceu vaias da torcida, cada vez mais com medo de nova Série B…

Mas vai tudo bem, obrigado. Chato foi ver 109 mil pagarem ingresso para ver o amistoso Real Madrid x Manchester, no sábado, nos EUA.

*(Minha crônica publicada no Estado de hoje, segunda-feira, dia 4/8/2014.)

Guerrero mostra coragem novamente e o Corinthians consolida bom momento com vitória sobre o seu maior rival

Leia o post original por Quartarollo

No primeiro clássico paulista na Arena Corinthians, conhecida popularmente como Itaquerão, deu Corinthians, 2 x 0, sobre o fraco time do Palmeiras. Apesar da fragilidade adversária, o Corinthians teve muitos méritos para fazer o placar com Guerrero e Petros, este … Continuar lendo