Arquivo da categoria: Giovanni Augusto

Como pode quase 100 jogadores profissionais? Depois reclamam de falta de grana…

Leia o post original por Craque Neto 10

Através do amigo jornalista Rodrigo Vessoni fiquei sabendo da informação de que a diretoria do Corinthians mantém na folha salarial nada mais, nada menos do que 92 jogadores com contrato profissional. Entre esses apenas 36 deles trabalham no time principal sob o comando do técnico Fábio Carille. O restante é um tal de rasgar dinheiro do clube que dá raiva em qualquer torcedor. Veja só, outros 32 jogadores o Corinthians paga para jogarem em outros times. Isso mesmo! Chegou no Timão, não deu certo e como tem contrato em vigência – e pra não tumultuar – foi emprestado. São os […]

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Araos e G. Augusto tiveram custos mais altos entre 35 reforços corintianos

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Foto: Daniel Vorley/AGIF

O balanço financeiro do Corinthians relativo a 2018, aprovado pelo Conselho Deliberativo na última segunda (15), traz uma lista de 35 jogadores contratados pelo clube nos últimos anos com os custos de cada aquisição de direitos econômicos. No topo da relação, no entanto, não está um dos atletas nos quais a Fiel mais aposta para vencer o São Paulo no próximo domingo (21) e levantar o tricampeonato paulista. O líder do ranking é o chileno Ángelo Araos. Sua aquisição, de acordo com o documento, gerou despesa de R$ 20.603.000,00.

Com o segundo maior custo aparece Giovanni Augusto, que tem contrato com o alvinegro até o final de 2019, mas está emprestado ao Goiás. Para comprar 60% dos seus direitos econômicos, os corintianos aceitaram pagar R$ 15.329.000. Em seguida aparece Marquinhos Gabriel, hoje no Cruzeiro. Os 70% de seus direitos econômicos custaram R$ 12.418.000.

A relação não traz a porcentagem dos direitos econômicos de Araos pertencentes ao Corinthians. Internamente, a justificativa para isso é de que foi combinado com a Universidad de Chile, ex-clube dele, que o alvinegro só poderá lançar 100% dos direitos no balanço quando terminar de pagar as parcelas da compra.

Giovanni Augusto foi o segundo com custo mais alto do Corinthians. Foto: Andre Yanckous/AGIF

O parcelamento não está detalhado no documento, porém, o blog apurou que o clube brasileiro pagou uma parcela no ano passado e outra no começo de 2019. Pelo menos mais dois pagamentos serão feitos, um no segundo semestre deste ano e outro em 202o. O contrato do chileno vai até o final julho de 2023.

Entre dirigentes corintianos existe a avaliação de que Araos ainda enfrenta dificuldades de adaptação, mas que pode vingar e ser negociado sem deixar prejuízo para o clube.

Cássio, maior ídolo alvinegro na atualidade, aparece com o 16º valor mais alto: custo de R$ 2.397.000. Conforme apurou o blog, essa quantia se refere aos gastos de uma  das renovações contrato do goleiro. A lista traz ainda despesa de R$ 19.995.000 referente a outros atletas não especificados. Abaixo, veja reprodução de trecho do balanço corintiano com os custos das contratações.

 

 

Em noite de recaída, Corinthians vence com ajuda inesperada de G. Augusto

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Depois da boa atuação na vitória por 3 a 2 sobre o Palmeiras no último domingo, o torcedor corintiano esperava que o time deslanchasse na reta final do Brasileiro. Porém, no triunfo por 1 a 0 sobre o Atlético-PR, em Curitiba, o time de Fábio Carille repetiu antigos erros. Especialmente no meio-campo.

Houve excesso de passes errados e de ligações diretas da defesa para o ataque. As defeituosas trocas de bola expuseram a equipe seguidamente a contra-ataques.

Clayton não foi o mesmo do clássico. Rodriguinho foi o mesmo de antes do jogo com o Palmeiras. Com os dois em baixa o meio-campo pouco produziu.

Para piorar, Maycon voltou a ter fraca atuação, errando passes e marcando mal.

Pelo menos, acabou a sequência de gols sofridos pelo alvinegro a partir de cruzamentos.

Quando o empate se desenhava como bom negócio para um visitante com desempenho tão fraco, a solução veio de quem a Fiel pouco esperava. Em seu primeiro lance depois de sair da reserva, Giovanni Augusto marcou o gol da vitória aos 32 minutos do segundo tempo. Ele é um dos jogadores mais criticados pela torcida no elenco, tem sido pouco aproveitado e pela primeira vez balançou as redes neste Brasileirão.

Com o resultado, o Corinthians ficou mais perto do título brasileiro. Mas, pelo que se viu no Paraná, os últimos jogos do time na competição podem fazer a torcida sofrer mais do que esperava ao final do primeiro turno.

Última chance do último ‘tiriça’?

Leia o post original por Craque Neto

Quem acompanha minhas mídias sabe que na última temporada fui extremamente crítico ao elenco que a diretoria do Corinthians montou. Gastaram uma baita de uma grana e trouxeram uma legião de jogadores sem vontade e sem o ‘espírito’ para atuar no clube. Foram os casos principalmente do atacante Guilherme e do meia Marlone, ambos emprestados para outros corajosos times do futebol brasileiro. Outros dois, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto ainda permanecem no elenco. O primeiro melhorou bastante. Tem ficado como opção no meio aos titulares Rodriguinho e Jadson e quando acionado tem executado bem a função. Sinceramente acho que merece […]

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Sem Valdívia, Andrade soma 3 ‘desastres’ em 4 meses e sofre mais críticas

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O desfecho da tentativa do Corinthians de trocar Giovanni Augusto por Valdívia se somou às operações frustradas envolvendo Drogba e Pottker e aumentou as críticas de conselheiros da oposição ao presidente do clube, Roberto de Andrade. São três negociações consideradas desastrosas pelos críticos do dirigente em quatro meses.

Na transação relacionada a Valdívia as queixas são de que o presidente expôs Corinthians, Internacional e os dois jogadores.

Uma das principais reclamações de oposicionistas é de que ao telefonar para o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, para saber se o concorrente queria Valdívia, o corintiano assumiu o risco de a conversa vazar e seu clube ser ridicularizado nas redes sociais por rivais, o que acabou acontecendo.

Para os descontentes, o cartola deveria ter ido até Porto Alegre e se empenhado para fechar o negócio sem se preocupar em falar com o palmeirense.

Outro motivo de insatisfação é a nota oficial divulgada pelo Corinthians para explicar que o negócio não deu certo. Nela, o clube paulista diz que foi procurado pelos gaúchos que ofereceram Valdívia e que após conversa entre Giovanni Augusto e a diretoria corintiana ficou acertado que ele não seria transferido. Os problemas apontados são que o alvinegro, com autorização de seu presidente, foi deselegante com o Inter, podendo ter criado um constrangimento entre o Colorado e seu atleta. E que também deixou Valdívia vulnerável ao descontentamento dos torcedores do Inter, pois ficou entendido que ele queria trocar de equipe. Ao mesmo tempo, apesar de afirmar que a decisão foi conjunta, ficou para a Fiel a certeza de que Giovanni não quis se mudar. Então, ele passou a enfrentar a ira da torcida corintiana. Em grande parte, ela desejava a negociação.

No resumo dos críticos, o Corinthians conseguiu perder Valdívia e Giovanni ao mesmo tempo, já que o jogador do alvinegro  deu sinais de não ter ficado contente com a movimentação e agora tem um clima péssimo com os torcedores para continuar no clube.

A atuação do presidente foi comparada com a participação dele na tentativa de trazer Drogba. Na ocasião, virou motivo de chacota entre torcedores adversários o fato de ele ter assinado nota no site do clube com o título “Valeu, Drogba”, agradecendo ao marfinense, que recusou a proposta corintiana. Além disso, no início das conversas, o clube tratou com um intermediário que não era o representante principal do atleta e houve ataques do próprio diretor de futebol, Flávio Adauto, à negociação, que não era comandada por ele.

Andrade não participou diretamente do fracasso nas tratativas com a Ponte Preta para ter Pottker, mas o fato foi lembrado agora porque a negociação também estava avançada e fracassou. Na oportunidade, o problema foi que todos os detalhes da contratação foram acertados para que o jogador fosse para o Corinthians após o Campeonato Paulista. Mas, pouco antes da estreia dele na Copa do Brasil pelo time de Campinas, a equipe da capital exigiu que o atacante não jogasse para poder defender o futuro clube na competição. A exigência não foi aceita e o trato acabou desmanchado.

O blog não conseguiu falar com Andrade.

 

Se arrependimento matasse, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Olha como é a vida de comentarista e crítico de futebol… desde o ano passando quando critiquei as contratações milionárias de nomes como Giovanni Augusto e Guilherme muito corintiano virou a orelha pra mim. Ficaram bravos porque eu como ídolo do clube, teoricamente, não poderia falar mal da atitude dos dirigentes. Ou seja, de certa forma os caras ficam bravos comigo e ignoram os desmandos dos cartolas que queimam o dinheiro dos cofres adoidado. Muitas vezes um dinheiro que nem existe, diga-se de passagem! Vejam só o caso do Giovanni Augusto! Há 14 meses esse rapaz se tornou um dos […]

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Oswaldo vai encontrar “órfãos” de Carille no Corinthians

Leia o post original por Perrone

Em sua volta ao Corinthians, Oswaldo de  Oliveira terá que lidar com parte do elenco que defendia a permanência do interino Fábio Carille. Esse grupo argumenta que o ex-auxiliar de Cristóvão Borges tem potencial para se tornar treinador do clube e que já conhecia o elenco, algo que Oliveira ou outro treinador que chegasse teria pouco tempo para fazer enquanto busca uma vaga na próxima Libertadores.

Marciel, Lucca, Guilherme Arana, Giovanni Augusto e Guilherme estão entre os que aprovavam a continuidade do trabalho de Carille, sem se manifestarem especificamente contra ao nome de Oliveira.

Na última quarta-feira, parte dos atletas que queria ver o interino por mais tempo no cargo reforçou essa posição em conversa com Edu Ferreira depois da vitória por 4 a 2 sobre o Santa Cruz. Eles expuseram ao ex-diretor de futebol a vontade de que todos seguissem juntos até o final do Brasileiro. Isso incluía não só Carille, mas Edu. Os jogadores já sabiam da possibilidade de o diretor entregar o cargo por sua opinião de não contratar Oswaldo não ter sido ouvida.

No mesmo dia, Walter, Balbuena, Pedro Henrique, Guilherme e Giovanni Augusto fizeram manifesto em rede social para defender Carille e Willians, alvos de críticas da torcida. Alguns atletas chegaram a cogitar fazer o mesmo por Edu.

Cruzeiro reage. Corinthians fica no limite

Leia o post original por Antero Greco

Para início de conversa, e antes que um apressadinho, pergunte: erro grotesco do juiz Dewson Freitas da Silva, do querido Pará, ao não dar pênalti de Cássio sobre Ábila aos 8 minutos do primeiro tempo. O goleiro corintiano não só cometeu a falta, como fez um corte na perna do rapaz. O árbitro ignorou tudo e ainda amarelou Ábila “por reclamação”.

Isto posto, o empate por 1 a 1, no clássico da noite desta segunda-feira, no Pacaembu, mostrou duas equipes em situações distintas. O Cruzeiro está ainda no fundo do poço, mas já mostrou, sob a batuta de Mano Menezes, que vai sair do sufoco. Questão de mais algumas rodadas – e, claro, de acúmulo de bons resultados. Por ora, está em antepenúltimo, com 19.

O Corinthians parece cada vez mais chegar perto do limite de suas possibilidades. Esteve a ponto de fechar o turno em primeiro lugar, desde que vencesse por três ou mais gols de diferença. Teve de contentar-se com o empate. E, com a vitória do Galo também nesta segunda, caiu para a terceira colocação, com 34 pontos.

A pontuação mostra uma contradição danada: como o Cruzeiro está em ascensão e o Corinthians meio devagar? Aparências confundem. O time mineiro recobra a autoconfiança, mostra mais organização do que nos tempos de Paulo Bento, cria mais e finaliza melhor. (Teve até bola no travessão.) Esse é um lado da questão

O outro: o Corinthians colecionou muitos pontos, tem gordura pra queimar, e pelo visto é o que deve acontecer com frequência. Cristóvão Borges testa diversas composições, mexe aqui e ali, porém não faz o grupo deslanchar. A harmonia não é a mesma de antes, a oscilação aumenta, embora os números sejam muito bons: 10 vitórias, 28 gols a favor, apenas 15 contra (a melhor defesa). Falta pegada, a cara de campeão que teve outras ocasiões.

O jogo foi nota 6. No primeiro tempo, o Corinthians animou-se com o gol de Giovanni Augusto logo com um minuto e tentou aproveitar do nervosismo do Cruzeiro pelo pênalti ignorado. No segundo, o Cruzeiro jogou muito mais, empatou com Ábila e esteve perto da virada. Volta pra casa reclamando da arbitragem – e com toda razão.

 

Corinthians volta a fazer a coisa certa

Leia o post original por Antero Greco

O beabá de qualquer competição por pontos corridos indica que um time que pretende ser campeão não pode vacilar diante de adversário em situação inferior. O Corinthians conhece de cor essa lição e voltou a colocá-la em prática com aplicação. Na noite desta quarta-feira, recebeu o Santos em Itaquera, ganhou por 1 a 0 e se mantém no bloco de cima do Brasileiro. Simples e direto.

O gol custou a sair – veio com Giovanni Augusto lá pelos 36 minutos do segundo tempo. Na origem do lance, uma falta que jogadores do Santos reclamaram não ter existido. Mas a vantagem justificou o esforço da equipe que buscou mais o jogo, tentou a vitória. O Corinthians não foi excepcional; no entanto, não entrou em campo disposto a segurar o empate a qualquer custo, como fizeram os santistas. Dorival Júnior parece ter colocado 20 no gramado, todos atrás.

A desculpa do campeão paulista é aceitável – desfalques de gente como Lucas Lima, Gabriel e Ricardo Oliveira. Apenas a alma do conjunto. Mas não precisava exagera na retranca, à espera de um lance de contra-ataque. Walter praticamente assistiu ao jogo.

O Corinthians sentiu a dificuldade de passar pelo paredão do lado de lá. Dessa vez, o trio Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto e Guilherme não foi tão bem quanto nas vitórias anteriores sobre rivais em situação delicada (3 a 0 na Ponte, 2 a 0 no Sport) e criou menos do esperado. Sobretudo no primeiro tempo.

No segundo, houve melhora, menos para Marquinhos, que saiu aos 15 minutos e deu lugar para Lucca. Depois, Luciano é quem foi para o banco e entrou André. Não mudou muito e a posição de comando de ataque é um enrosco para Tite. O nó foi desfeito com o gol de Giovanni Augusto, que mantém o Corinthians no alto e afunda o Santos.

O Corinthians consegue paz para recompor-se. O Santos sente na pele a ausência de jogadores importantes. Enquanto a dupla Lucas Lima e Gabriel se valoriza na seleção, a equipe está na parte de baixo da classificação. O torcedor deve estar muito satisfeito com a CBF…

 

Corinthians perde a cabeça e o jogo

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians foi vítima, no início da noite desta quarta-feira, da maldita conversa de que “Libertadores é diferente”. Isso mesmo. Caiu no lugar-comum, mais pra conto do vigário, de que se requer força para superar adversários na competição sul-americano, sobretudo quando se joga fora de casa. Erro que, em outras edições, lhe custou desclassificação.

Como isso aconteceu? Os corintianos exageraram nas divididas, tiveram dois expulsos – André e Rodriguinho – e não conseguiram suportar a pressão do Cerro. Resultado: saiu do 1 a 0 no primeiro tempo, para tomar a virada, com três gols, e ainda diminuir no final.

Os 3 a 2 não mudam muito a situação no Grupo 8, apesar de ter caído para o segundo lugar, com 6 pontos, contra 7 dos paraguaios. O Santa Fé tem 4. A derrota expôs, porém, limitações do grupo, principalmente no que se refere a autocontrole e maturidade.

O Cerro não é tecnicamente superior ao Corinthians – e sentiu o baque na primeira etapa, ao tomar gol de André aos 12 minutos. Tite recorreu ao 4-1-4-1 dos melhores momentos de 2015 e, dessa maneira, segurou os donos da casa. Cássio não tomou grandes sustos.

O desmoronamento veio na etapa final. Primeiro com o vermelho para o André, por acúmulo de advertências. A saída do atacante aos 6 minutos, pouco depois do gol de empate (Beltrán, aos 3), mexeu com o Corinthians.

Numa das raras ocasiões em que se viu com menos jogadores, não soube como redistribuir-se e perdeu o duelo no meio-campo. Só não ficou com 9 em campo aos 13 minutos, porque o juiz livrou a barra de Guilherme, que tinha cartão amarelo e fez falta com carrinho. Rodriguinho foi quem levou a advertência no lugar do companheiro.

Só que o refresco dado pelo árbitro não valeu nada, pois Rodriguinho depois também deu carrinho desnecessário e foi pro chuveiro. Sérgio Dias aos 30 e Beltrán aos 37 liquidaram com a invencibilidade alvinegra. Giovanni Augusto, de pênalti, aos 42, só diminuiu o vexame.

A lição com que Tite e jogadores trazem de Assunção é a de que devem esquecer a conversa de que Libertadores significa pegada, garra, catimba, entradas bruscas. Isso não resolve. O que resolve é jogar bola. E o Corinthians não jogou bola, exagerou nas faltas e… perdeu.