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Mais uma ENXOTADA pela porta do fundo! Triste fim?

Leia o post original por Craque Neto 10

Estava conversando esse final de semana com o empresário Giuliano Bertolucci e ele me disse que o meia Philippe Coutinho, um de seus agenciados, está apalavrado com o PSG para o início da temporada européia. O Barcelona só estaria aguardando alguns detalhes – outro jogador será envolvido no negócio mais uma quantia de dinheiro – para anunciar o retorno do Neymar ao clube catalão. Nessa onda todo mundo pode esperar aquele jogo de cartas marcadas, onde o atacante brasileiro faz cara de pobre coitado, pede desculpas na entrevista coletiva e declara amor ao clube espanhol. Mas para mim a imagem […]

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Balanço corintiano indica R$ 9,3 mi em empréstimos de Bertolucci e Leite

Leia o post original por Perrone

O balanço financeiro do Corinthians relativo a 2017 registra empréstimos por meio de contratos de mútuo com os empresários Carlos Leite e Giuliano Bertolucci. Em 31 de dezembro, o clube tinha a pagar por essas operações cerca de R$ 4,1 milhão para o primeiro e aproximadamente R$ 5,2 milhões ao segundo.

Os dados apresentados no documento mostram que a maior parte do dinheiro emprestado ao clube veio de agentes, apesar de eles cobrarem taxas altas em relação às instituições financeiras que fizeram operações semelhantes com o alvinegro.

No final do ano passado, eram R$ 10,9 milhões em empréstimos a serem pagos até 31 de dezembro de 2018. Dessa quantia, R$ 9,3 milhões vieram dos dois agentes.

Entre essas operações, a taxa de juros mais alta é cobrada por Leite: 1,94% ao mês. Bertolucci cobrou 1,5% ao mês. Como comparação, o BicBanco pediu 1,45% ao mês pelo empréstimo de R$ 1,1 milhão.

“São empréstimos anteriores. O problema é que assinamos os contratos lá atrás, e os juros caíram. Honramos os contratos. Hoje, com empresário não dá pra fazer”, afirmou Emerson Piovesan, ex-diretor financeiro do clube.

Segundo ele, os valores referentes a Leite estão relacionados a dois empréstimos. O agente se envolveu em polêmica na última eleição corintiana por causa de R$ 200 mil pertencentes a ele e que entraram nas contas do clube. Recibo mostrado pelo blog indica que a quantia foi usada para quitar mensalidades de sócios inadimplentes para eles poderem votar. A comissão eleitoral da agremiação enviou a documentação referente à transferência ao Ministério Público e à Receita Federal.

Na ocasião, o empresário afirmou não ter bancado taxa para associados, mas disse que havia feito novo empréstimo para o Corinthians.

Cássio, Mateus Vital, Fagner e Matheus Matias são jogadores ligados a Leite no Corinthians. Assim como Bertolucci, ele é amigo longa data de Andrés Sanchez, vencedor do pleito.

Entre as diversas negociações que Betolucci fez com o Alvinegro está a contratação de Jô para disputar a temporada passada.

Os dois empresários não aparecem com os nomes pelos quais são mais conhecidos no mercado. Giuliano é apontado apenas com outro de seus sobrenomes: Pacheco. Já seu colega é identificado como Carlos Alberto C. Leite Coutinho. Abreviado está o sobrenome Cardoso. Piovesan confirmou que as referências são aos dos dois agentes. O blog não conseguiu falar com os empresários por telefone.

Com Diego Salgado, do UOL, em São Paulo

 

Contas do Santos têm empréstimo de agente e dívida de boca com Robinho

Leia o post original por Perrone

Nesta segunda (26), o conselho deliberativo do Santos vota se aprova as contas do clube referentes a 2017, último ano de Modesto Roma Júnior na presidência. A comissão fiscal da agremiação preparou parecer recomendando que os conselheiros reprovem as contas. Valores que envolvem Robinho, dinheiro emprestado por um influente empresário e até o direito do alvinegro receber uma pequena fatia relativa à venda de Neymar para o PSG fazem parte da celeuma.

Se houver reprovação, Modesto poderá apresentar explicações e fazer eventuais correções no balanço. O documento, então, voltaria ao conselho fiscal para uma nova avaliação e encaminhamento novamente ao conselho deliberativo. Caso seja mantida a reprovação, Modesto e seus diretores podem ser punidos com advertência, suspensão e até expulsão (possibilidade considerada remota por conselheiros).

O ex-presidente nega irregularidades. “Esse parecer é uma análise política e não técnica”, afirmou Modesto.

Já o atual presidente, José Carlos Peres, tem posição diferente. “Concordo com o parecer. O mais preocupante é que a gestão anterior entregou o clube com terríveis problemas financeiros, mas, com essa marca maravilhosa, levantaremos o clube rapidamente”, declarou o dirigente.

Abaixo conheça cinco pontos importantes dos 18 citados no parecer do conselho fiscal.

Empréstimo com empresário

Em um dos argumentos que embasam sua indicação pela reprovação das contas, o conselho fiscal cita que o Santos, na gestão de Modesto, fez empréstimos junto ao um agente que detém direitos econômicos dos jogadores e que outras “fatias” de atletas são dadas como garantia. Essa parte do relatório não revela o nome do parceiro. Porém, documentos anexados a ele e obtidos pelo blog, mencionam que o alvinegro pegou dinheiro emprestado com Giuliano Bertolucci.

Um dos principais empresários brasileiros e com influência na Europa, ele atua em diversas negociações ao lado do iraniano Kia Joorabchian, peso pesado internacional do ramo.

O empréstimo foi de R$ 6.163.000. De acordo com o conselho fiscal, além de se comprometer a pagar o valor até 31 de dezembro, o clube cedeu para Bertolucci exclusividade em eventuais vendas de Thiago Maia e Vítor Bueno. O agente receberia 8% de cada negociação.

O francês Lille comprou Thiago por 14 milhões de euros (cerca de R$ 57,1 em valores atuais). Ainda conforme dados anexos ao parecer, o Santos teve direito a 9,8 milhões de euros (R$ 40 milhões atualmente) por deter 70% dos direitos do atleta. Dessa quantia, foram separados aproximadamente R$ 4 milhões para a empresa Bertolucci Assessoria e Propaganda a título de intermediação. Porém, o conselho fiscal afirmou que o clube arcou integralmente com esse montante, sendo que sua responsabilidade seria apenas sobre 70%. Os outros 30% deveriam ser descontados do atleta, que também tinha participação nos direitos.

Bertolucci ainda não recebeu de volta o dinheiro do empréstimo. A dívida aparece no balanço, ainda não publicado, no valor de R$ 6.338.000 na relação de débitos com terceiros. O documento aponta que Thiago também não recebeu a sua parte (cerca de R$ 14,4 milhões).

“O clube precisava de dinheiro e pegamos emprestado com o Bertolucci. Ele cobrou juros bem menores do que os de banco. Não pagamos porque não tivemos dinheiro”, disse Modesto. Sobre o Santos ter arcado sozinho com 8% de comissão, o ex-presidente afirmou que isso ocorreu porque há uma disputa na judicial envolvendo empresários pelos 30% que pertenciam ao atleta. “O valor teve que ser descontado só do Santos até que a questão na Justiça se resolva”, declarou.

Acerto de boca com Robinho

O conselho fiscal aponta em sua análise que dos R$ 3.294.614 que o Santos se comprometeu a pagar em acordo para quitar dívida com Robinho, em junho de 2017, cerca de R$ 1,4 milhão não aparecem nos contratos firmados com o atleta. No trato, a quantia está registrada como diferença de remuneração.

“Segundo informações de representantes do departamento contábil e jurídico, em reunião de esclarecimentos com membros do conselho fiscal, teria sido um acordo verbal entre o presidente (à época Modesto) do CG (comitê de gestão) e o atleta, sem qualquer formalização”, diz documento anexo ao parecer.

O ex-presidente confirma que havia acertado verbalmente o pagamento dessa quantia com o Robinho. “Foi para completar a diferença entre o que ele recebia no Milan e no Santos”, disse Modesto.

Para o conselho fiscal é “descabido o pagamento de qualquer valor, por menor que seja sem documento de suporte”.

Mecanismo de solidariedade por Neymar

O parecer contrário à aprovação das contas menciona ressalva feita ao balanço de 2017 do Santos pela empresa de auditoria Macso Legate referente à quantia recebida pelo clube pela transferência de Neymar do Barcelona para o PSG.

Em dezembro, a auditoria identificou dívida de R$ 1,7 milhão com a empresa Quantum Solutions Limited, com sede em Malta. Segundo análise dos auditores contratados pela diretoria, o débito se refere à intermediação para que o alvinegro recebesse quantia referente ao mecanismo de solidariedade pela nova transferência de Neymar.

“Exceto por algumas trocas de correspondências eletrônicas, até o encerramento de nossos trabalhos, não obtivemos documentação, como relatórios ou documentos formais entre a Quantum e o PSG que atestem a efetiva prestação de serviços de intermediação”, diz a ressalva assinada pelos auditores. “Não sei que outro documento teria (para a empresa de auditoria examinar)”, afirmou Modesto. Ele nega irregularidade na operação e sustenta que é uma exigência da legislação francesa contratar uma empresa para intermediar o recebimento da quantia relativa ao mecanismo de solidariedade.

O conselho fiscal alega que em janeiro foi informado pelo departamento jurídico do clube, já sob a batuta do novo presidente, sobre supostas irregularidades nessa operação. O órgão, então, recomendou que o conselho deliberativo exigisse o bloqueio do pagamento. O caso foi encaminhado para comissão de inquérito e sindicância do clube.

Endividamento

Outro argumento usado para pedir a reprovação das contas pelo conselho fiscal é de que a dívida do clube foi superior a 10% da receita orçada para 2017, o que teria ferido o estatuto santista. O órgão alega que o endividamento no período foi de R$ 49,7 milhões. A quantia, segundo o relatório equivale a 15,57% da receita prevista no orçamento.

O artigo 89 do estatuto do clube diz que o limite de 10% só pode ser ultrapassado se o novo endividamento for feito para substituir financiamentos anteriores e sob condições mais favoráveis. “Não houve irregularidade porque o aumento passou de 10% por causa do acordo para pagar a dívida com a Doyen (empresa responsável por levar Leandro Damião ao Santos). Respeitamos o estatuto porque foi para substituir uma dívida com condições melhores”, declarou o ex-presidente.

Apesar da polêmica, a dívida total do Santos caiu de R$ 206 milhões em 2016 para R$ 202 milhões em 2017. De acordo com o balanço financeiro, houve superavit contábil de R$ 2,9 milhões em 2017.

Impostos não pagos

Segundo o parecer, a diretoria comandada por Modesto Roma Júnior pode ter cometido crime de apropriação indébita por reter valores de encargos trabalhistas na fonte e não recolher os impostos. O conselho fiscal alega que há R$ 12,9 milhões em impostos atrasados e que a quantia será acrescida de aproximadamente R$ 1,6 milhão referentes a juros e correções.

“Foi uma opção de fluxo de caixa, e aconteceu nos últimos quatro meses. O Peres disse que pagou, então já tá pago. Não interessa se fui eu ou ele, o clube já pagou”, argumentou Modesto.

Com Samir Carvalho, do UOL, em Santos

Pagamento de comissão em venda de Jô vira alvo de oposição corintiana

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A venda de Jô para o Nagoya Grampus, do Japão, se transformou em vidraça do grupo situacionista durante a campanha eleitoral corintiana. Candidatos de oposição atiram pedras principalmente por causa dos R$ 9,6 milhões em comissões pagos a dois empresários.

Um dos agentes é Giuliano Bertolucci, influente internacionalmente e amigo de longa data de Andrés Sanchez, candidato da situação à presidência no pleito marcado para 3 de fevereiro.

Jô foi vendido por cerca de R$ 32 milhões. Ou seja, o clube pagou aos agentes comissão de 30% e ainda se responsabilizou pelo pagamento de impostos. Normalmente, os intermediários são remunerados com 10% do valor da negociação.

Bertolucci, parceiro de Kia Joorabchian em muitas negociações e também amigo de Andrés, ficou com R$ 6,4 milhões na operação.

“Se for verdade os 30% (de comissão), é uma vergonha. Parece mais pagamento de outra coisa que não comissão”, disse ao blog Felipe Ezabella, candidato à presidência e ex-integrante do grupo político de Andrés.

“O Corinthians não precisa de intermediário para vender o artilheiro do Campeonato Brasileiro. Não é um jogador desconhecido. Ganhando a eleição, vou pegar os contratos e investigar. Temos lei que protege o clube contra gestão temerária, o Profut. Pagar comissão exorbitante e desnecessária é gestão temerária”, declarou Romeu Tuma Júnior, também candidato à presidência.

Ao UOL Esporte por meio da assessoria de imprensa do Corinthians, o presidente Roberto de Andrade disse que não gostaria de comentar sobre os valores da transferência. Andrés Sanchez não pôde ser ouvido porque não fala com o blog. Paulo Garcia, candidato à presidência, não respondeu à mensagem enviada pelo blog sobre o assunto.

Como o Corinthians defende contratação de Jô

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A diretoria do Corinthians começou a montagem do time para a próxima temporada sob críticas de conselheiros do clube por conta da contratação de Jô. O principal motivo de queixa é o fato de a direção aceitar pagar comissão de R$ 1,75 milhão para o empresário do jogador, Giuliano Bertolucci, conforme noticiou em seu blog o jornalista Jorge Nicola.

Os críticos alegam que o clube não precisa de intermediários para contratar um jogador que conhece tão bem, que o valor prometido ao agente não combina com a política de cortes de despesas adotada pelo presidente Roberto de Andrade e ainda que Jô estava em baixa, sem clube, e pode não ser a solução para os problemas do ataque corintiano.

Por sua vez, a diretoria rebate alegando ser praxe clubes pagarem comissões a empresários dos jogadores e que foi programado o pagamento para Bertolucci no ano que vem, quando o alvinegro terá dinheiro em caixa. Outra explicação dos dirigentes é de que Jô era dono de seus direitos econômicos e o Corinthians tinha que aceitar suas exigências para fechar o negócio.

A direção não revela os valores que o atacante receberá (seriam R$ 490 mil entre luvas e salários), mas diz que a remuneração de Jô não viola o conceito “pés no chão” adotado por Andrade e que o atacante vai embolsar um valor justo para quem detinha seus direitos econômicos.

Sobre as dúvidas em relação ao desempenho de Jô, Andrade aposta que dará certo. Simples assim.

Santos diz não ter dinheiro para pagar luvas a Alex e comissão de agente

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Na última sexta-feira, o Santos fez uma contraproposta para Giuliano Bertolucci, empresário do zagueiro Alex e ainda aguarda a resposta. O agente ouviu que o clube não tem dinheiro para pagar sua comissão e nem luvas ao jogador. Assim, a proposta se resume a salários para o atleta.

Na avaliação da direção santista, é até possível que o beque aceite não receber luvas, provavelmente pedindo salário um pouco melhor. Mas praticamente não há esperança de que o agente aceite ficar sem comissão. Normalmente, empresários recebem 10% do valor total do contrato oferecido a seus clientes pelo trabalho de intermediação.

Porém, além do dinheiro contado, a diretoria santista sofre pressão da comissão fiscal do Conselho Deliberativo quando o assunto é despesa com intermediários. Entre os motivos para a reprovação das contas de 2015 da gestão de Modesto Roma Júnior estavam pagamentos de comissão reprovados pelo órgão. Em relação a contratações de jogadores, a comissão fiscal entende que só pode haver pagamento em caso de empresários com situação regularizada na CBF. Bertolucci é um dos mais influentes agentes do país, com atuação também no exterior.

Internamente, a diretoria do Santos adotou o discurso de que se a negociação com Alex não vingar nenhum outro zagueiro será contratado agora.

Em semana de final da Libertadores, Kia Joorabchian aparece no Brasil

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O iraniano Kia Joorabchian almoçou neste domingo na churrascaria Barbacoa, em São Paulo, com o empresário Giuliano Bertolucci. Parceiros em negócios ambos são amigos de Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians e diretor de seleções da CBF.

A simples presença de Kia no Brasil às vésperas de o Corinthians decidir a Libertadores gera polêmica no Parque São Jorge. Uma legião de conselheiros quer que o clube se afaste do ex-chefe da MSI. A parceria do alvinegro com a empresa levou o clube às páginas policiais e ainda é investigada.

Kia por perto significa para os corintianos a possibilidade de novos negócios com ele. Principalmente a venda de titulares para o exterior, indesejada pelos torcedores. E se o Corinthians for campeão e o iraniano aparecer numa das celebrações, os bastidores do Parque São Jorge irão ferver.