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Opinião: Corinthians parecia não ter treinador no segundo tempo

Leia o post original por Perrone

O Corinthians mostrou evolução no primeiro tempo contra o Goiás, mas na etapa final voltou a ser o time desorganizado das últimas rodadas. Mesmo assim, na base da vontade, chegou ao segundo gol no fim e venceu por 2 a 1. A vitória fora de casa alivia a torcida, mas o futebol apresentado só aumenta a preocupação.

Com Piton e Mosquito como titulares, o alvinegro foi mais rápido e objetivo do que de costume no início. Mereceu vencer o primeiro tempo.

Na etapa final,  porém, a desorganização voltou a imperar. Prova disso foi o gol de empate  do Goiás. Figueira pegou a defesa adversária desarrumada, com Gil ilhado e desatento, servindo Vinícius Lopes, que aproveitou a oportunidade.

A equipe da casa perdeu a chance de matar o jogo diante de um Corinthians que não sabia o que fazer com a bola e nem sem ela. Com todo respeito a Tiago Nunes, não parecia existir um treinador no comando.

Otero, estreante da noite, corria e lutava como se quisesse resolver sozinho. Ele cobrou escanteio e Danilo Avelar fez o gol da vitória aos 45 minutos do segundo tempo.  E foi assim, com vontade, mas sem ordem que o Corinthians chegou à vitória.

Moral da história: os jogadores tiveram força para vencer e, por tabela, ajudar o treinador. Agora é a vez do técnico de respirar e ser forte para ajudar e guiar seus comandados.

Goiás estreia no Brasileirão com Tapetão

Leia o post original por Fernando Sampaio

O adiamento de Goiás x São Paulo mostrou logo na primeira rodada que o campeonato será uma bagunça. A tendência é o Brasileirão ser decidido no Tapetão. Pela Série C, o Vila Nova teve atleta testado positivo na terça-feira e mesmo assim viajou e jogou em Manaus. Depois, ficou sabendo que viajou com um atleta contaminado. O clube não sabia, a confusão aconteceu na coleta das amostras. Pela Série A…

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Esportivamente Michael é bom negócio para Fla. Financeiramente nem tanto

Leia o post original por Perrone

Prestes a ser oficializada pelo Flamengo a contratação de Michael é, na opinião deste blogueiro, grande negócio esportivamente. Mas, financeiramente  nem tanto.

No campo esportivo, o rubro-negro reforça seu elenco com um dos destaques do Brasileirão.

Em tese, Michael deve começar o ano como reserva, o que assegura a Jorge Jesus a possibilidade de repor eventual desfalque sem perder qualidade.

Mais do que isso, o treinador ganha uma alternativa de alto nível independentemente de lesões ou contusões.

De quebra, o Flamengo se prepara para o caso de uma eventual investida do exterior em Bruno Henrique.

Outro ponto importante é impedir que um de seus adversários se fortalecesse com Michael.

Financeiramente, o risco é de o Flamengo não recuperar numa eventual venda os 7,5 milhōes de euros (cerca de R$ 34 milhōes) investidos na compra de 80% dos direitos econômicos referentes ao destaque do Goiás.

Aos 22 anos, Michael já está fora da faixa etária priorizada pela elite da Europa. Os times europeus de ponta preferem brasileiros com menos de 20 anos.

Isso provavelmente explique o fato de, mesmo após excelente temporada, ele não ter conseguido uma transferência para Europa.

Teoricamente, Michael terá mais mercado na segunda prateleira europeia. Para conseguir algo mais terá que dar um enorme salto na carreira, com vaga constante na seleção brasileira. por exemplo.

Por outro lado, está claro que lucrar com a eventual revenda do novo reforço não é essencial para a diretoria flamenguista. O clube da Gávea, neste momento, não depende disso para fazer a roda girar.

A estratégia rubro-negra é engordar seu cofre com a negociação de jogadores que estão na idade que seduz os grandes europeus, como Reinier. O plano é usar esse dinheiro para montar/manter um esquadrão.

Nesse planejamento, a contratação de Michael não é loucura. Pelo contrário, ela se encaixa no modelo de negócios do atual campeão carioca, brasileiro e da Libertadores.

Para o Corinthians, que brigou pelo atleta, sim, seria uma sandice. Quem não consegue pagar as prestações da casa própria precisa ser cauteloso ao ir às compras.

O Goiás mandou bem. Esticou a corda ao máximo sabendo que não conseguiria fazer uma venda melhor para a Europa.

Queimei a língua? Por enquanto… sim.

Leia o post original por Craque Neto 10

Na manhã deste domingo (4) o Santos fez uma apresentação de gala na Vila Belmiro e goleou o Goiás por 6 a 1, com os zagueiros e o baixinho Soteldo jogando o fino da bola. O resultado faz o Peixe permanecer na liderança isolada do Campeonato Brasileiro e muita gente me encher o saco em relação as minhas críticas ao técnico Jorge Sampaoli. Posso falar? Por mais que o desempenho do time da Baixada seja incrível no principal torneio do País, não consigo acreditar nesse gringo. Aí o torcedor santista mais corneteiro vai dizer: “Por que???”. Simples! Não dá pra […]

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Times que ficam menos com a bola dominam Brasileiro

Leia o post original por Perrone

Ficar mais com a bola do que o adversário não tem sido bom negócio no Brasileirão. Nenhum dos três primeiros colocados (Palmeiras, Atlético-MG e Corinthians) tem média de posse superior a 50%.

Além disso, entre os times que mais ficam com a bola em seu poder, só o Santos aparece entre os cinco primeiros colocados.

O caso mais emblemático é o do líder Palmeiras. A equipe de Felipão é apenas a 17% no ranking de posse de bola, segundo o site especializado Footstats. Sua média é de 46%, superior apenas às marcas de Bahia e de CSA e Goiás, que se enfrentam nesta segunda (27).

O Fluminense, time que mais tem a redonda sob seu domínio com média de 58%, é o 15º colocado do campeonato. Empatados em segundo lugar nesse quesito com média de 56%, Botafogo, Grêmio e Santos,  ocupam respectivamente 10º, 17º e 5º lugares no Nacional.

Na parte de cima da tabela, o vice-líder Atlético-MG segue o estilo palmeirense de ter a bola por menos tempo do que os rivais e ostenta média de posse de 49%. É o décimo colocado nesse critério.

O Corinthians, terceiro na tabela e famoso pelo estilo de contra-ataques adotado por Fábio Carille, tem média de 50% de posse de bola, ocupando a 9ª posição nesse ranking.

Além do gosto pelos contra-ataques, a pouca posse de bola de times que estão bem na tabela pode ser explicada por gols marcados no início e que obrigam o adversário a propor o jogo e pela marcação sob pressão que faz o oponente trocar passes laterais e para trás.

 

Fluminense 0x1 Goiás: VAR não pode errar

Leia o post original por Rica Perrone

Quando surgiu o VAR eu comentei aqui que ele seria maravilhoso mas carregaria com ele um perigo enorme: a validação do roubo. No imaginário do torcedor o “roubo” acontece, e na mesma mente ele é interpretado como “erro” para que o sujeito consiga coerentemente continuar vivendo futebol todo santo dia. Ninguém curte e acompanha algo…

Gol especial para papai Cajá e a torcida do Bahia

Leia o post original por Antero Greco

Passou correndo pela beirada do campo, subiu os degraus mais rápido do que qualquer zagueiro inimigo, driblou o segurança e caiu nos braços da torcida na Fonte Nova.

Renato Cajá é um jogador raro na Série B: tem toques inteligentes, bate com perfeição na bola e aciona os companheiros com passes certeiros. Foi o dono da partida na vitória por 4 a 2 sobre o Goiás – resultado que conduziu o Bahia de volta ao G-4, com chances de se classificar e voltar à elite nacional em 2017.

Mas a comemoração alucinada do gol, o segundo dos baianos, quando o jogo estava 1 a 1, não se deveu somente à importância ou à beleza do lance, em que driblou um zagueiro e tocou sem chance para o goleiro Márcio. A vibração tinha que sair do estádio, chegar à Paraíba e viajar até um hospital em João Pessoa, onde o pai está internado.

“Ele está na UTI, está entubado, mas vai sair dessa”, comentou emocionado ao final da partida, ainda em campo.

Renato Cajá acha que o Bahia também vai seguir em frente e lutar para obter uma das quatro vagas para a Série A. “Nosso próximo jogo é contra o CRB na casa deles. Jogo de seis pontos, confronto direto.”

No meio do campeonato, quando os baianos chegaram a cair para a 11. ª posição, poucos acreditavam na reação. A partida deste sábado era importantíssima, pois a vitória levaria o Bahia ao 4.º lugar, com 39 pontos, ao lado de outros quatro concorrentes. A vantagem está no saldo de gols.

Logo aos dois minutos, Juninho fez um gol olímpico para o Bahia, em jogada na qual o goleiro Márcio falhou ao tentar cortar o cruzamento. Dezenove minutos depois, pênalti infantil de Edgar Júnio sobre Patrick, do Goiás. O mesmo goleiro Márcio foi bater. E marcou o empate e o 35. º gol da carreira.

Aos poucos parecia que o goleiro sergipano iria virar o personagem da partida. No início do segundo tempo, o juiz Luís Teixeira Rocha inventou pênalti para o Bahia; Márcio não só defendeu a cobrança, como impediu que no rebote Ernani conseguisse marcar. Duas defesas incríveis.

Era Márcio o grande nome da partida.

E foi assim, até que aos 21 minutos Renato Cajá marcou um golaço, sem chance de defesa. Hernane aumentou para 3 a 1 e Edgar Júnio marcou o quarto. Léo Gamalho ainda diminuiu para os goianos: 4 a 2, grande resultado para reanimar a torcida do Bahia e homenagear o pai do craque do time.

Sempre tem um Rogério para salvar o São Paulo

Leia o post original por Quartarollo

Agora foi a vez do Rogério do Nordeste salvar o tricolor paulista.

Salvou o ano de 2015 que tinha tudo para ser um dos piores do São Paulo Futebol Clube.

Fez um golaço já nos acréscimos e além de confirmar a classificação para a Libertadores-2016, ainda rebaixou de vez o Goiás que vive indo e vindo da Série A para a Série B numa dança infindável de incompetência.

Rogério, o Neymar do Nordeste, por causa do corte do seu cabelo que lembra o grande astro do Barcelona, quebrou mais uma escrita.

O Goiás é um time que vive ganhando dos paulistas principalmente no Serra Dourada. Se disputasse o Paulistão teria muita chance de chegar sempre entre os primeiros ou até ser campeão.

O empate na verdade já dava a classificação para o São Paulo porque o Internacional teria que fazer muitos gols no Cruzeiro para se classificar e só venceu por 2 x 0, mas o gol só veio a coroar o sonho e massagear o ego sãopaulino que estava precisando demais de um afago.

O time venceu o Goiás, 1 x 0, em pleno Serra Dourada abarrotado com mais de 30 mil torcedores goianos.

Dessa vez o outro Rogério, o Ceni, ficou de longe só assistindo e torcendo. Justo ele que tantas vezes salvou o tricolor.

Agora o São Paulo tem que se preocupar em contratar um treinador e sobreviver as saídas do próprio Rogério Ceni, o xará que virou mito e que está se aposentando, Luís Fabiano cujo contrato se encerra e Alexandre Pato que não lhe pertence mais, aliás nunca pertenceu, é do Corinthians, e se para a Europa não for, voltará para os braços de Tite.

Eu já escrevi aqui outro dia e disse na Jovem Pan, Levir Culpi seria um bom nome para técnico do São Paulo, que no entanto é apaixonado por Cuca há muito tempo e o coloca no topo da lista.

Outra solução seria dar um bom contrato para Milton Cruz que de novo salvou o time de um fracasso total. Com ele a equipe se recupera no Brasileiro e chega a Libertadores.

Não é a primeira vez que Milton mostra que conhece desse negócio chamado futebol, mas parece haver um estigma contra ele no Morumbi e ele também não se mostra muito disposto a correr risco como treinador.

É uma pena, pois competência tem igual os outros que estão por aí cobrando um preço muito maior.

Além do técnico e daqueles que sairão por razões já expostas acima, o São Paulo tem muita gente de pouca qualidade no elenco e precisa se reforçar muito.

Outro problema é que a Libertadores para ele começa antes que os outros no mata-mata, na chamada pré-Libertadores e portanto terá menos tempo para se arrumar.

É claro que foi bom voltar à Libertadores, mas é preciso ter um máximo de organização e competência para continuar na disputa.

O mata-mata da primeira fase normalmente é contra times de menor expressão, mas aí também reside o problema.

São equipes não tão conhecidas e que podem surpreender. São franco atiradores.

Que o diga o Corinthians que já tropeçou em duas pedras pequenas: Tolima, da Colômbia, e Guarani, do Paraguai.

São exemplos que devem ser levados em consideração para não desperdiçar uma classificação conseguida com tanto sofrimento.

Cinco destinos em 360 minutos

Leia o post original por Antero Greco

A rodada deste domingo do Brasileiro, a última do ano, decidirá o futuro de cinco equipes. Três cairão para a Série B, junto com o Joinville, e duas vão salvar-se. Sonhos e frustrações  de Coritiba, Avaí, Figueirense, Vasco e Goiás estarão em jogo em quatro partidas, em quatro cidades, em 360 minutos – fora acréscimos…

Não dá nem para escolher qual a missão mais complicada. Mas, vamos lá. O Goiás é penúltimo colocado, com 38 pontos, e recebe o São Paulo, que luta por vaga na Libertadores. O que precisa acontecer para que o verdão se livre da Segundona? Antes de mais nada, tem de vencer. Daí, com 41 pontos e 11 vitórias, torce para que Figueirense (40) e Vasco (40) e com 10 vitórias no máximo empatem e que o Avaí (41) perca. Difícil? Muito. Impossível? Não.

E a vida do Avaí é tranquila? No momento, está fora do Z-4 e só depende de si. Mas qual a missão dele? Bater o campeão Corinthians em Itaquera. Apenas isso. Se empatar reza também por igualdade nos jogos de Figueirense e Vasco – o Goiás não o alcançaria. Se perder, torce por derrotas ou empates dos outros três. Na teoria, é possível.

O Figueirense joga em casa, diante do Fluminense. Tem de ganhar, isso é inegociável. E, além disso, torcer por derrota ou empate do Avaí. Não lhe interessam, no caso, Vasco e Goiás. Muita gente acredita que o tricolor vai entregar. Ora, e por quê? Quem garante que o Flu tem bala para bater um rival motivadíssimo? Bom lembrar que o Flu perdeu 18 jogos.

Por fim, um duelo e tanto, entre Coritiba (43) e Vasco (40). Para o Coxa basta o empate. Daí, não fará mais nenhuma conta. Se perder, torce por tropeços de Avaí e Figueirense.

E o Vasco? Antes de mais nada, é obrigatório ganhar do Coritiba. Daí, fica na expectativa por tropeços de Figueirense e Avaí. Se um dos dois também ganhar, já era, mesmo com vitória vascaína. Tenso, não?