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Fluminense 0x1 Goiás: VAR não pode errar

Leia o post original por Rica Perrone

Quando surgiu o VAR eu comentei aqui que ele seria maravilhoso mas carregaria com ele um perigo enorme: a validação do roubo. No imaginário do torcedor o “roubo” acontece, e na mesma mente ele é interpretado como “erro” para que o sujeito consiga coerentemente continuar vivendo futebol todo santo dia. Ninguém curte e acompanha algo…

Gol especial para papai Cajá e a torcida do Bahia

Leia o post original por Antero Greco

Passou correndo pela beirada do campo, subiu os degraus mais rápido do que qualquer zagueiro inimigo, driblou o segurança e caiu nos braços da torcida na Fonte Nova.

Renato Cajá é um jogador raro na Série B: tem toques inteligentes, bate com perfeição na bola e aciona os companheiros com passes certeiros. Foi o dono da partida na vitória por 4 a 2 sobre o Goiás – resultado que conduziu o Bahia de volta ao G-4, com chances de se classificar e voltar à elite nacional em 2017.

Mas a comemoração alucinada do gol, o segundo dos baianos, quando o jogo estava 1 a 1, não se deveu somente à importância ou à beleza do lance, em que driblou um zagueiro e tocou sem chance para o goleiro Márcio. A vibração tinha que sair do estádio, chegar à Paraíba e viajar até um hospital em João Pessoa, onde o pai está internado.

“Ele está na UTI, está entubado, mas vai sair dessa”, comentou emocionado ao final da partida, ainda em campo.

Renato Cajá acha que o Bahia também vai seguir em frente e lutar para obter uma das quatro vagas para a Série A. “Nosso próximo jogo é contra o CRB na casa deles. Jogo de seis pontos, confronto direto.”

No meio do campeonato, quando os baianos chegaram a cair para a 11. ª posição, poucos acreditavam na reação. A partida deste sábado era importantíssima, pois a vitória levaria o Bahia ao 4.º lugar, com 39 pontos, ao lado de outros quatro concorrentes. A vantagem está no saldo de gols.

Logo aos dois minutos, Juninho fez um gol olímpico para o Bahia, em jogada na qual o goleiro Márcio falhou ao tentar cortar o cruzamento. Dezenove minutos depois, pênalti infantil de Edgar Júnio sobre Patrick, do Goiás. O mesmo goleiro Márcio foi bater. E marcou o empate e o 35. º gol da carreira.

Aos poucos parecia que o goleiro sergipano iria virar o personagem da partida. No início do segundo tempo, o juiz Luís Teixeira Rocha inventou pênalti para o Bahia; Márcio não só defendeu a cobrança, como impediu que no rebote Ernani conseguisse marcar. Duas defesas incríveis.

Era Márcio o grande nome da partida.

E foi assim, até que aos 21 minutos Renato Cajá marcou um golaço, sem chance de defesa. Hernane aumentou para 3 a 1 e Edgar Júnio marcou o quarto. Léo Gamalho ainda diminuiu para os goianos: 4 a 2, grande resultado para reanimar a torcida do Bahia e homenagear o pai do craque do time.

Sempre tem um Rogério para salvar o São Paulo

Leia o post original por Quartarollo

Agora foi a vez do Rogério do Nordeste salvar o tricolor paulista.

Salvou o ano de 2015 que tinha tudo para ser um dos piores do São Paulo Futebol Clube.

Fez um golaço já nos acréscimos e além de confirmar a classificação para a Libertadores-2016, ainda rebaixou de vez o Goiás que vive indo e vindo da Série A para a Série B numa dança infindável de incompetência.

Rogério, o Neymar do Nordeste, por causa do corte do seu cabelo que lembra o grande astro do Barcelona, quebrou mais uma escrita.

O Goiás é um time que vive ganhando dos paulistas principalmente no Serra Dourada. Se disputasse o Paulistão teria muita chance de chegar sempre entre os primeiros ou até ser campeão.

O empate na verdade já dava a classificação para o São Paulo porque o Internacional teria que fazer muitos gols no Cruzeiro para se classificar e só venceu por 2 x 0, mas o gol só veio a coroar o sonho e massagear o ego sãopaulino que estava precisando demais de um afago.

O time venceu o Goiás, 1 x 0, em pleno Serra Dourada abarrotado com mais de 30 mil torcedores goianos.

Dessa vez o outro Rogério, o Ceni, ficou de longe só assistindo e torcendo. Justo ele que tantas vezes salvou o tricolor.

Agora o São Paulo tem que se preocupar em contratar um treinador e sobreviver as saídas do próprio Rogério Ceni, o xará que virou mito e que está se aposentando, Luís Fabiano cujo contrato se encerra e Alexandre Pato que não lhe pertence mais, aliás nunca pertenceu, é do Corinthians, e se para a Europa não for, voltará para os braços de Tite.

Eu já escrevi aqui outro dia e disse na Jovem Pan, Levir Culpi seria um bom nome para técnico do São Paulo, que no entanto é apaixonado por Cuca há muito tempo e o coloca no topo da lista.

Outra solução seria dar um bom contrato para Milton Cruz que de novo salvou o time de um fracasso total. Com ele a equipe se recupera no Brasileiro e chega a Libertadores.

Não é a primeira vez que Milton mostra que conhece desse negócio chamado futebol, mas parece haver um estigma contra ele no Morumbi e ele também não se mostra muito disposto a correr risco como treinador.

É uma pena, pois competência tem igual os outros que estão por aí cobrando um preço muito maior.

Além do técnico e daqueles que sairão por razões já expostas acima, o São Paulo tem muita gente de pouca qualidade no elenco e precisa se reforçar muito.

Outro problema é que a Libertadores para ele começa antes que os outros no mata-mata, na chamada pré-Libertadores e portanto terá menos tempo para se arrumar.

É claro que foi bom voltar à Libertadores, mas é preciso ter um máximo de organização e competência para continuar na disputa.

O mata-mata da primeira fase normalmente é contra times de menor expressão, mas aí também reside o problema.

São equipes não tão conhecidas e que podem surpreender. São franco atiradores.

Que o diga o Corinthians que já tropeçou em duas pedras pequenas: Tolima, da Colômbia, e Guarani, do Paraguai.

São exemplos que devem ser levados em consideração para não desperdiçar uma classificação conseguida com tanto sofrimento.

Cinco destinos em 360 minutos

Leia o post original por Antero Greco

A rodada deste domingo do Brasileiro, a última do ano, decidirá o futuro de cinco equipes. Três cairão para a Série B, junto com o Joinville, e duas vão salvar-se. Sonhos e frustrações  de Coritiba, Avaí, Figueirense, Vasco e Goiás estarão em jogo em quatro partidas, em quatro cidades, em 360 minutos – fora acréscimos…

Não dá nem para escolher qual a missão mais complicada. Mas, vamos lá. O Goiás é penúltimo colocado, com 38 pontos, e recebe o São Paulo, que luta por vaga na Libertadores. O que precisa acontecer para que o verdão se livre da Segundona? Antes de mais nada, tem de vencer. Daí, com 41 pontos e 11 vitórias, torce para que Figueirense (40) e Vasco (40) e com 10 vitórias no máximo empatem e que o Avaí (41) perca. Difícil? Muito. Impossível? Não.

E a vida do Avaí é tranquila? No momento, está fora do Z-4 e só depende de si. Mas qual a missão dele? Bater o campeão Corinthians em Itaquera. Apenas isso. Se empatar reza também por igualdade nos jogos de Figueirense e Vasco – o Goiás não o alcançaria. Se perder, torce por derrotas ou empates dos outros três. Na teoria, é possível.

O Figueirense joga em casa, diante do Fluminense. Tem de ganhar, isso é inegociável. E, além disso, torcer por derrota ou empate do Avaí. Não lhe interessam, no caso, Vasco e Goiás. Muita gente acredita que o tricolor vai entregar. Ora, e por quê? Quem garante que o Flu tem bala para bater um rival motivadíssimo? Bom lembrar que o Flu perdeu 18 jogos.

Por fim, um duelo e tanto, entre Coritiba (43) e Vasco (40). Para o Coxa basta o empate. Daí, não fará mais nenhuma conta. Se perder, torce por tropeços de Avaí e Figueirense.

E o Vasco? Antes de mais nada, é obrigatório ganhar do Coritiba. Daí, fica na expectativa por tropeços de Figueirense e Avaí. Se um dos dois também ganhar, já era, mesmo com vitória vascaína. Tenso, não?

 

 

Por que não jogos no mesmo horário?

Leia o post original por Antero Greco

Goiás, Vasco, Coritiba, Figueirense e Avaí formam um quinteto de desesperados. Três deles vão juntar-se ao Joinville na disputa da Série B de 2016. O destino de alguns pode definir-se ainda neste final de semana, na penúltima rodada do Brasileiro. Seria justo, portanto, que jogassem no mesmo dia e horário. Certo?

Errado. Ao menos para a CBF. A briga na parte de baixo da classificação foi ignorada pela entidade, que não se deu o trabalho de deixar todas as partidas para o domingo. Por isso, neste sábado o São Paulo recebe o Figueirense (16.º colocado, com 40 pontos) às 17 horas. Mais tarde, às 21h00, o Avaí (17.º com 38) joga em casa com a Ponte Preta.

A distorção prossegue no domingo. O Vasco (antepenúltimo, com 37) entra em campo, em São Januário, para enfrentar o Santos. Depois, às 18h00, o Coritiba (15.º, com 40) vai ao Allianz Parque pegar o Palmeiras e o Goiás (penúltimo, com 35) joga com a Chapecoense, no campo adversário.

Na teoria, Coxa e Goiás saberão, no segundo tempo, qual a situação em que se encontram e o que, eventualmente, devem fazer para garantir melhor sorte. Se for possível.

Mas não cabem elucubrações – como, por exemplo, dizer que Vasco e Coritiba pegarão Santos e Palmeiras reservas. Um torneio sério indicaria jogos na mesma hora.

E os clubes têm coragem de peitar a televisão?

Vasco, continuam sofrimento e esperança

Leia o post original por Antero Greco

O sofrimento do Vasco continua, assim como a esperança de salvação. Desta vez, fez a parte dele, com os 2 a 1 sobre o agora rebaixado Joinville, foi a 37 pontos, mas não consegue respirar aliviado porque o Figueirense empatou e o Coritiba venceu. Ambos têm 40 e são os primeiros fora da faixa de descenso.

A tarefa contra o JEC praticamente foi liquidada em 12 minutos, período suficiente para os gols de Nenê e Riascos. Dali em diante, o Vasco gastou o tempo, apostou no desamparado de um rival sem chance, levou susto só nos minutos finais, com o gol de Rafael Donato, porém não deixou escapar a vitória. Em seguida, ficou na torcida contra os outros concorrentes às vagas para a Série B.

O Vasco tem o Santos, na próxima rodada, e encerra participação diante do Coritiba, fora de casa. Talvez esse seja o confronto para definir o último rebaixado. Pelo andar da carruagem, além do Joinville, também o Goiás vai para o espaço. O Avaí está no mesmo caminho.

Por isso, é imprescindível ganhar do Santos no fim de semana e repetir a proeza do Coxa, que neste domingo jogou com portões fechados, em Curitiba, e aplicou 1 a 0 nos santistas.

O Vasco pode beneficiar-se do fato de o Santos estar entre uma e outra partida com o Palmeiras, pela final da Copa do Brasil, e optar de novo por time misto. Tomara, para os cruzmaltinos, essa seja a alternativa que venha a ocorrer.

Mas tem a contrapartida: o Coritiba visita o Palmeiras, que está na mesma situação do Santos. Vai que os palmeirenses entrem só com reservas…

Haja adrenalina.

E agora, Vasco?

Leia o post original por Antero Greco

Ganhar do Corinthians era necessário, imprescindível, fundamental para manter o sonho da salvação. O Vasco esteve perto da proeza, ficou em vantagem, sofreu o empate e desmoronou. Tem 34 pontos, amarga a penúltima colocação e, a três rodadas do encerramento, sofre com a ameaça de rebaixamento pela terceira vez na história.

A campanha de recuperação é indesmentível, como mostram os números e a dedicação de técnico, auxiliares e jogadores. Mas os números também são impiedosos. Aqueles fiascos acumulados até a chegada da dupla Jorginho/Zinho continuam a pesar, e muito, desfavoravelmente.

Por isso, a necessidade, sempre, de ganhar, ganhar e ganhar, independentemente da qualidade do adversário. Sem a certeza de que, mesmo com várias vitórias, o descenso seja evitado. Agora, a pressão cresce, assim como a angústia, e a perspectiva não é muito animadora.

O Vasco, 34, sai para enfrentar o Joinville, lanterna com 31 pontos e virtualmente rebaixado. Pode ganhar e subir para 37. Depois, recebe o Santos e encerra participação diante do Coritiba, fora de casa. O time paranaense também luta para permanecer na elite.

A situação dos outros ameaçados é a seguinte:

Figueirense (39 pontos) joga Chapecoense (C ), São Paulo (F), Fluminense (C ).

Avaí (38 pontos) tem: Flu (F), Ponte (C ), Corinthians (F).

Coritiba (37) tem: Santos (C ), Palmeiras (F), Vasco (C ).

Goiás (34) tem: Atlético-MG (F), Chapecoense (F) e São Paulo (C ).

Joinville (31) tem: Vasco (C ), Cruzeiro (F) e Grêmio (C ).

O torcedor doVasco terá de rezar…

Resultados jogam pressão no Vasco

Leia o post original por Antero Greco

O Vasco se deu bem nas últimas rodadas. Fez a parte dele e contou com tropeços da turma da parte de baixo da classificação. Por isso, recuperou a esperança de salvar-se e permanecer na Série A . Com 33 pontos, está em situação difícil, evolução para quem estava desenganado.

Mas a pressão aumenta para o clássico com o Corinthians, nesta quinta-feira. Porque alguns dos ameaçados por degola venceram nesta quarta e mantém embolada essa estranha corrida. O Avaí bateu o Joinville no clássico catarinense e saltou para 38 pontos – 16.ª colocação, no momento. O JEC, com 31, se afunda na lanterna e deve mesmo ir para a Segundona.

Para complicar, dos visitantes surpreenderam. O Coritiba foi a Goiânia e sapecou 3 a 1 no Goiás, outro jogo entre desesperados. O Coxa tem 37 pontos, continua no Z-4, mas mais perto de sair do sufoco. O Goiás, com 34, é outro candidato forte para cair. E o Figueirense foi a Campinas para bater a Ponte Preta por 1 a 0. Com 39, dá uma respirada boa.

Ou seja, o Vasco não sai do quarteto maldito, mesmo que supere o Corinthians. No máximo, volta a ficar a dois pontos do primeiro fora da confusão (como diria Vanderlei Luxemburgo). Empate ou derrota aumentam, de novo, o risco de queda.

Será uma quinta-feira de emoções.

Faltam 6, ou 7, batalhas!

Leia o post original por Odir Cunha

Esplêndida a vitória sobre o Goiás, por 3 a 1, que manteve o Santos no G4. Time fez 3 a 0 logo no primeiro tempo, com dois gols de perna esquerda de Ricardo Oliveira, o segundo muito bonito, depois de passe de calcanhar de Marquinhos Gabriel. Werley inaugurou o marcador, de cabeça. Geuvânio voltou ao time no segundo tempo e Ledesma também estreou na segunda etapa, mas Marquinhos Gabriel e Lucas Lima não podem deixar de jogar juntos nessa reta final do Brasileiro, que prevê seis, ou sete, batalhas para o Alvinegro Praiano.

Digo seis, ou sete, porque o último jogo será em casa, dia 6 de dezembro, domingo, diante do Atlético Paranaense. Se não aspirar mais nada, o rubro-negro do Paraná talvez seja o menos difícil dos compromissos que ainda faltam ao Santos no campeonato. Até lá, porém, a equipe enfrentará seis jogos decisivos.

Quatro deles serão fora de casa, contra equipes angustiadas pela possibilidade do rebaixamento: dias 24 de outubro, sábado, diante do Figueirense; 8 de novembro, domingo, contra o Joinville; 22 de novembro, domingo, contra o Coritiba, e 29 de novembro, domingo, diante do Vasco. Em todas essas partidas, o Santos, no aspecto técnico, deve ser considerado favorito. Mas sabemos que times motivados para se manter na Série A são capazes de jornadas heróicas.

Dois jogos, esses contra times que lutam por um lugar no G4, serão em casa: dias 1º de novembro, domingo, contra o Palmeiras, e 18 de novembro, quarta-feira, contra o Flamengo. Vitórias nesses clássicos nacionais significarão muito, pois os adversários são concorrentes diretos por vagas na Copa Libertadores do ano que vem.

Em campo, o Santos continua muito bem e tem a segunda melhor campanha do segundo turno do Brasileiro. Elenco se valorizou com isso. Além dos selecionados Ricardo Oliveira e Lucas Lima, Marquinhos Gabriel tem sido um dos destaques da equipe. O técnico Dorival Junior também tem feito grande trabalho. O problema tem sido as arrecadações fracas na Vila Belmiro – que só traiu seis mil pessoas na partida contra o Goiás – e a falta de ações de marketing para atrair mais associados e novos patrocinadores.

E para você, como o Santos se sairá nessas 6, ou 7, batalhas?