Arquivo da categoria: goleiro

Fábio: um mistério da bola

Leia o post original por Rica Perrone

Das dezenas de ótimos jogadores que a seleção não usou, o atual em constante pauta é o goleiro Fábio do Cruzeiro. Desde que ele é notável em sua função passaram pela seleção 5 treinadores diferentes (um deles teve duas passagens – Dunga). Na avaliação de nenhum deles o Fábio mereceu se firmar na seleção. Eu…

Kairus: o segredo do futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Expectativa, promoção, um grande jogo e a história pronta pra ser escrita. Todo o glamour da Champions League é muito bem preservado até com os constantes erros de arbitragem, pois o marketing da “empresa” é brilhante. Ao contrário dos nossos, quando se assina um contrato com a Champions tem restrições sérias. Comerciais, editoriais, obrigações de…

Quando vencer até dói

Leia o post original por Rica Perrone

Eu nem me lembrava dele, pra ser honesto. Talvez eu nunca o tenha notado. Mas aos 35 anos, Paes não terá um futuro brilhante. Tem uma carreira digna, boa, mas que a idade só permite manter, não mais sonhar.

O São Paulo jogou mal. Mas mereceu a vaga porque o São Caetano jogou pior ainda.  O que na verdade era pra ser uma partida de eliminatória simples com resultado bastante comum e previsível, comoveu mais do que convenceu.

Aquele “chupa!”  de torcedor na hora que ele erra virou nó na garganta quando, ao final do jogo, ele se deita no chão e, conforme ele mesmo revelou, olha pro céu e diz “porque comigo?”.

Na entrevista, chora. É um cavalo de quase 2 metros experiente chorando feito um garoto por uma bobagem que eliminou o provável eliminado.  Mas o choro dele é mais alto que os aplausos do Morumbi.  Porque é mais sincero e merecido que os aplausos.

Ele merece ser o vilão pelo erro que cometeu. E também pode chorar, porque como todos nós, um dia dá tudo errado e a gente se sente o mais injustiçado do mundo.

Paes vai sumir. Ele não é uma promessa, nem o primeiro goleiro a falhar e sair chorando. Não será o último também.

Mas seguramente foi a coisa menos esquecível que o Morumbi viu nesta noite.

abs,
RicaPerrone

Quanto vale um ídolo?

Leia o post original por Rica Perrone

O futebol cada dia mais se resume a números.  É um tal de “X gols em x jogos”, “x assistências”, como se pudessemos coloca-lo no patamar esportivo dos demais esportes e avalia-lo por dados estatísticos.

Como um dos primeiros caras a usar estatísticas no jornalismo esportivo eu lhes garanto: não! Ajuda, mas passa longe de ser o fator determinante de avaliação.

Futebol é sonho. Jogo é basquete, volei, tenis. Futebol é outra parada.

Quando o Fluminense vende o Fred e alguém diz que o clube “se livrou de um salário alto” ou fala da saída dele em cima dos números do ano anterior, está falando de outro esporte.

Ídolos sustentam o esporte, especialmente o futebol.

Ao trazer Julio César o Flamengo leva gente pra perto dele. Compra um goleiro espetacular, um dos maiores que vi na vida, e mesmo em fim de carreira e não jogando no seu nível há algum tempo, é um ídolo, identificado e que carrega gente com ele.

Ele vem da Europa pra passar 3 meses numa cidade em guerra pra ganhar quase nada só pra se despedir no clube dele de coração. E você não entende a contratação?

Trata-se disso o futebol.

Eu vou ao Maracanã na estréia dele. Talvez meu pai que nada tem com isso me ligue de SP e diga que quer ir também. Porque é o Julio César, e se você não entendeu, olha pro jogo das estrelas em dezembro o que foi o Adriano em campo.

É mais do que um goleiro.

O Flamengo anuncia ser mais Flamengo a partir de hoje.

abs,
RicaPerrone

Coitado do Muralha

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Até lembra Barbosa-50!

Pobre Muralha.

Humilhado, criticado e ridicularizado por parte do jornalismo do Rio e por quase toda a imensa torcida do Flamengo.

O seu apelido – do que tanto gostamos em nosso futebol a partir do inventor Charles Miller – virou motivo de chacota, e de desconfiança, como não se via na Gávea desde Waldomiro-66.

Aliás, o Flamengo adora crucificar goleiros.

O saudoso paranaense Waldomiro foi acusado de ter sido comprado por Castor de Andrade naquela histórica decisão do Campeonato Carioca de 1966.

Ora, o Bangu de Paulo Borges era muito melhor, goleou o time de Almir Pernambuquinho por 3 a 0 e sobrou para o goleiro que morreu, sempre inconformado, em Curitiba em 1994.

Antes, o icônico argentino Domingues, já veterano, ex-Real Madrid, também havia sido acusado de suborno em um igualmente histórico Fla-Flu.

E mais antes ainda, em 1963, o mineiro Marcial fez a mais espírita e espetacular defesa já vista no “maior do mundo” em chute à queima-roupa de Escurinho em outro memorável Fla-Flu.

Foi 0 a 0, Flamengo campeão com o empate perante o maior público da história do Maracanã e Marcial virou herói “para sempre”.

Nada disso, foi só por pouco tempo.

Andou falhando posteriormente e teve seu passe vendido ao Corinthians de Wadih Helu.

Aliás, Marcial, mineiro de Tupaciguara, foi o primeiro jogador-médico do Timão.

Certo, Dr. Sócrates?

Agora, a vitima do momento é o Muralha.

Injustiça!

O título do Cruzeiro tem vários outros donos, além do mérito dos mineiros.

O Diego “tinha direito” de bater tão mal seu pênalti?

O Luiz Flávio de Oliveira de Oliveira não mandou bater de novo por quê?

Ora, o ótimo Fábio “rogerioceniou”!

Na verdade, os flamenguistas da arquibancada e do teclado deram um tiro no pé ao crucificar o Muralha após aquele Flamengo e Paraná Clube no Espírito Santo.

Forçaram a barra, humilharam seu goleiro e o menino Thiago entrou na fogueira no primeiro jogo decisivo da Copa do Brasil.

Batendo roupa, não deixou o Flamengo ganhar por 1 a 0.

Com o 0 a 0 de quarta-feira o Mengão teria sido o campeão.

Foi vingança dos céus e dos deuses da bola.

Humilharam Alex Muralha e o título rubro-negro desmoronou.

E você, Muralha, deixa para lá, siga sua vida e saiba que logo, logo os flamenguistas arrumarão outro Cristo de camisa 1.

Ingratos, injustos, maldosos.

Foram vice de novo.

Bem feito!

OPINE!!!

Podcast: Bruno e a pena de morte

Leia o post original por Rica Perrone

– Bruno está solto. Ele merece segunda chance? – Atenção a pergunta. Não é se merece estar solto. – Você é a favor da pena de morte? Assine o Podcast pelo feed:  http://feeds.soundcloud.com/users/soundcloud:users:46195801/sounds.rss Ou pelo Itunes: https://itunes.apple.com/br/podcast/podcast-do-rica-perrone/id1167622638?mt=2

Há ou não uma segunda chance?

Leia o post original por Rica Perrone

Embora haja muito clubismo nessa discussão, a contratação do goleiro Bruno não devia ser um debate esportivo.  Estamos diante de um dilema bem delicado e que qualquer julgamento radical será injusto. É papel da sociedade rejeitar pra sempre alguém condenado pela justiça e solto também por ela? Ou a tal segunda chance que pregamos aos …

Rogério Ceni com 42 anos de idade é o melhor goleiro do Brasil

Leia o post original por Nilson Cesar

Uma grande injustiça ocorreu na brilhante carreira do excepcional Rogério Ceni. Ele nunca foi titular da seleção brasileira em uma Copa do mundo. Ocorre que sua carreira é tão brilhante que isso não ofusca em nada o seu valor. Hoje com 42 anos de idade entendo que Rogério Ceni é o melhor goleiro em atividade no futebol brasileiro. Seria genial se Dunga o tivesse convocado para ser o titular da seleção brasileira na Copa América que começa o mês que vem. Isso não ocorreu e não irá acontecer. Se efetivamente Rogério deixar o futebol no final de 2015 todos nós iremos sentir saudades de verdade em vê-lo atuar. Tenho certeza que continuará no meio do futebol e deve sim se tornar um excelente treinador. Hoje no futebol brasileiro não existe um goleiro que o supere. Essa é mais uma marca extraordinária que só os gigantes conseguem atingir. Parabéns Rogério Ceni. O melhor goleiro do Brasil na atualidade.

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