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Corinthians continua todo poderoso em casa

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians continua todo-poderoso em casa. Raramente vacila como mandante – cinco vitórias e um empate no Brasileiro. Não foi diferente na noite deste sábado, com os 2 a 1 pra cima do Santa Cruz. Primeira vitória sob o comando de Cristóvão Borges e a volta para o bloco de cima. Pelo menos até este domingo.

O resultado poderia ter sido mais tranquilo. No primeiro tempo, o Corinthians mandou na partida, tocou fácil, fez o que quis, marcou os dois gols e ensaiou diferença maior. Luciano e Romero se encarregaram de abrir a vantagem. No segundo, o Santa tentou a reação, na raça, e conseguiu, mas com colaboração imensa de Cássio. O goleiro trocou passes com Balbuena, na entrada da área, controlou mal a bola e ela sobrou para Grafite empurrar para o gol, livre, sem marcação. O veterano atacante tem 8 e lidera a artilharia.

Falhas acontecem, ora bolas. Já vi lambanças iguais ou piores do que essa do Cássio. O problema é que a fase não anda serena pra ele. Já tinha perdido a posição, ainda com Tite, e só voltou porque Walter se machucou. Precisa de um banho de sal grosso, para tirar a zica. No meio da semana, já tinha vacilado no lance decisivo do jogo com o Atlético-MG. Mas, como a falha maior foi do zagueiro Pedro Henrique, até que passou batido. A propósito, bacana a decisão de Cristóvão confirmar o garoto como titular. E ele foi bem no jogo.

O gol deixou o Corinthians um pouco desnorteado, animou o Santa, que teve chance do empate. Não passou de susto.

Cristóvão tem a base herdada de Tite – e não poderia ser diferente, pois acabou de chegar e o elenco não lhe dá muita variedade. Mesmo assim, começou a fazer experiências. A mais notável foi a de optar por Romero em vez de Guilherme (que entrou no segundo tempo). O paraguaio tentou movimentar-se pelos lados, fez o gol, participou bastante, embora oscile. Rodriguinho foi mantido como substituto de Elias.

O Corinthians teve mais velocidade, porém em alguns momentos ficou atrapalhado, sobretudo na construção de jogadas e na cobertura da defesa. Falhas que podem sumir com o tempo, e com treinos.

Já o Santinha… bem, a empolgação inicial murchou, as derrotas se acumulam e a zona de rebaixamento é ameaça real.

 

Cleiton e Moisés, chaves de Cuca para a vitória

Leia o post original por Antero Greco

Cuca finalmente escalou o Palmeiras como a torcida espera de um grande time: meio-campo veloz, criativo e combativo. Ele conseguiu colocar Tchê Tchê, Cleiton Xavier e Moisés desde o começo da partida contra o Santa Cruz e o resultado foi positivo: 3 a 1 na arena verde. Com 19 pontos, a equipe dorme na liderança do Brasileiro e torce contra o Inter (19 pontos) contra o Figueirense.

Por que Cuca acertou? Porque Cleiton Xavier, bem fisicamente, é um jogador que facilita todo o início de jogadas de ataque. E, a seu lado, Moisés tem mais espaço para iniciar contra-ataques, com passes de primeira, lançamentos e, acreditem,  senso de marcação. Moisés parece ser um jogador raro no futebol brasileiro de hoje, ao mesclar inteligência e vontade de um trator na disputa de bola.

Então o Palmeiras massacrou o Santa Cruz? Não.

No primeiro tempo, o time de Cuca teve 65 por cento de posse bola, abriu 2 a 0, mas sabia que a qualquer momento poderia ser surpreendido. Pois, do lado de lá, estava o técnico Milton Mendes – uma das raras novidades do esporte nacional (é só lembrar da Ferroviária de Araraquara, que brilhou sob seu comando).

Na volta para o segundo tempo, o Santa não se entregou. Mudou o estilo de jogo e Grafite foi mais acionado. Além disso, atacou pelos lados do campo – bem ao gosto de Milton Mendes. Quando Grafite se aproveitou do vacilo da zaga palmeirense, o jogo ficou equilibrado: 2 a 1. O artilheiro estava centímetros adiantado na jogada.

Com a vantagem diminuída, teve palmeirense com receio de tropeço em casa. Além disso, Fernando Prass de novo evitou o pior, com duas defesas decisivas. Mas o Palmeiras se valeu do trio Dudu (que marcou duas vezes), Gabriel Jesus e Roger Guedes. Eles aceleraram e definiram o placar de 3 a 1.

Foi um bom jogo, em que o treinador palmeirense teve a certeza de que com Moisés e Cleiton Xavier sonhar com o título não é impossível.

(Com participação de Roberto Salim.)

“Gordon Prass” garante vitória do Palmeiras sobre o Santa Cruz!

Leia o post original por Milton Neves

Cuca-lider

Que Palmeiras é esse, hein?

O time é hoje, sem dúvidas, o reflexo do ótimo treinador que tem.

Porque creia torcedor, o Verdão só está onde está, devido ao grande Cuca.

Mas que o Santinha deu trabalho, deu, viu?

Sorte foram os dois gols alviverdes no primeiro tempo, quando o Santa Cruz ainda estava desacordado.

Já que logo no início da segunda etapa e com outra postura, o time de Milton Mendes finalmente resolveu jogar e diminuiu o placar com Grafite.

E gol legal, viu? Não estava impedido!

Com isso, a partida deu uma esfriada de uma forma que eu não esperava.

Pois quando o Tricolor do Arruda de tanto desperdiçar as chances criadas, acabou sofrendo mais um tento anotado pelo inspirado Dudu.

Porém, inspirado mesmo estava Fernando Prass. Além de fechar o gol e evitar uma reação do rival com defesas à la “Gordon Banks”, ele contou com o excesso de sorte que tem.

Ô rapaz “bão” esse!

Vem provando a cada partida, que mesmo no auge dos seus 37 anos, merece estar entre os 18 jogadores convocados para as Olimpíadas.

Graças ao goleiro, o Palmeiras venceu o duelo por 3 a 1 e recuperou a liderança do Brasileirão.

E você torcedor do Verdão, acha que Prass merece a Seleção Brasileira?

Opine!!!

Desta vez faltou ousadia, Santinha!

Leia o post original por Antero Greco

O Santa Cruz ganhou notoriedade nas primeiras rodadas do Brasileiro pelo estilo abusado, sobretudo nas goleadas por 4 a 1 sobre Vitória e Cruzeiro. Coragem não faltou nos 2 a 2 com o Fluminense. Mas, na hora de deslanchar, mudou de estratégia e deixou escapar dois pontos, ao ficar no 1 a 1 com a Chapecoense, na noite deste sábado.

O Santinha abriu mão do atrevimento em Santa Catarina. Ao menos depois de ficar em vantagem, obtida com gol de Arthur aos 38 minutos do primeiro tempo. Claro que há o mérito na reação da Chape, como mandante e diante de público empolgado com a invencibilidade então ameaçada. Mas os pernambucanos tiveram chance de ganhar e desperdiçaram.

O erro foi recuar demais na etapa final. O meio-campo e o ataque, fundamentais em apresentações anteriores, desta vez ficaram apenas no regular. Keno foi a exceção, com boa apresentação. O goleador Grafite, 6 gols em três jogos, apareceu pouco, com menos chances para marcar. Além disso, Milton Mendes tratou de segurar o 1 a 0 e o castigo veio aos 39 minutos, com gol contra de Thiago Costa.

Ok, são 8 pontos e ainda a liderança na Série A. Posição que pode ser perdida neste domingo, a depender do que fizeram concorrentes como Inter, Grêmio, Palmeiras, para ficar em três exemplos de times do G-4. O importante para o Santa Cruz é a lição de que tem condições de continuar a brilhar, desde que não opte pelo medo como opção tática. E no meio da semana tem clássico com o Sport. Boa oportunidade para mostrar que continua valente.

 

Esse “menino” Grafite tem futuro

Leia o post original por Nilson Cesar

Estou feliz de ver o Grafite. Essa história de que idade e experiência não vale nada é para aqueles que enxergam muito pouco. Grafite já marcou 6 gols em 3 rodadas do campeonato brasileiro . Além de ser um bom jogador o artilheiro do Santa Cruz é gente boa de verdade e têm uma história muito bonita. Torço para que o Santa Cruz realize uma excelente campanha e que Grafite marque muitos gols no campeonato . O time ideal é aquele que é formado por jogadores rodados e garotos bons de bola. Essa mescla costuma dar resultado de verdade. Parabéns ao Milton Mendes que é um belo treinador e que sabe mesmo montar um time bem competitivo. Da-lhe Santa Cruz e boa sorte!

Santa Cruz arrasador. Cruzeiro desastroso

Leia o post original por Antero Greco

Meus amigos, o Santa Cruz é a belíssima surpresa de largada de Brasileiro. Duas vitórias por 4 a 1, fora empate de 2 a 2, e com Grafite como artilheiro com 6. Nada a opor; ao contrário, só lhe restam elogios. Como foi incontestável o resultado desta quarta-feira diante do Cruzeiro, em Recife.

Já o Cruzeiro… o bicampeão brasileiro em 2013/2014 está irreconhecível. No ano passado, decepcionou, depois de ceder os principais jogadores, e passou a temporada em branco. Quando se esperava reação, em 2016, vem mais frustração. No momento, é um dos piores dentre os “grandes” da Série A.

O futebol da Raposa tem sido limitado, confuso, tenso. Não há quem chame para si a responsabilidade de colocar a casa em ordem, sobram jogadores apenas medianos. Em certos momentos, se transforma numa equipe horrorosa. Nem a chegada do técnico português Paulo Bento mudou de forma significativa o panorama.

Ok, sem precipitações também. São só dez dias de trabalho e duas partidas sob o comando de Bento. Não se pode cobrar muito dele; seria injusto. Até que se faça uma observação: o Cruzeiro pressionou o Santinha, finalizou bastante, embora raramente com perigo e direção. Esforça-se, mas isso é insuficiente. A limitação do elenco é maior do que o empenho. Nessa toada, vai dar desgosto demais para a torcida e fazer, no máximo, figuração no torneio.

Ficou claro no Arruda, nesta rodada. O Cruzeiro tentou encarar o Santa de igual para igual e se expôs a contra-ataques. Erro fatal para quem tem de encarar Grafite como adversário. O veterano atacante fez o primeiro (na etapa inicial) e o segundo (na fase final), enquanto Arrascaeta, de falta, ainda empatou. Depois, em arrancadas velozes e fatais Arthur e Keno completaram a festa.

Merecidos os sete pontos do Santa, belo retrospecto sob a direção de Milton Mendes (15 jogos de invencibilidade). Preocupante o panorama que se abre para o Cruzeiro.

Fluminense derrapa no Santa Cruz, sem direito a chororô

Leia o post original por Fernando Sampaio

gum3É muito difícil fazer avaliação neste início de Brasileirão.

Apontar dois ou três favoritos ao título é charlatanismo.

Não existe ainda parâmetros. Estadual é enganoso.

Na primeira rodada até utilizei-o como fonte para o Bolão.

Cravei América MG 1×0 Fluminense.

Campeão mineiro, em casa, contra um time que foi mal no regional.

Dancei. O Flu ganhou fora.

Hoje fui de Flu 1×0 Santa Cruz, o campeão pernambucano daria trabalho.

Cheguei perto. Estava acertando vencedor e diferença de gols. Aí o Santa Cruz foi lá e empatou, merecido. Ridículo Levir Culpi atribuir o tropeço a arbitragem. O pênalti no Grafite foi surreal. Verdade. Mas o gol da virada foi irregular. Fred estava impedido. O empate foi justo pelo volume das duas equipes.

Daqui pra frente vou acreditar mais no Santa Cruz e menos no Fluminense.

Bom retorno, Santa

Leia o post original por Antero Greco

Sim, sim, é apenas a primeira rodada do Brasileiro. Até dezembro, um milhão de coisas vão ocorrer. Reviravoltas na tabela, polêmicas sobre arbitragens, desmanches nos times, demissões de treinadores em penca, etc, etc. O de sempre. Assim como haverá equipes que são fogo de palha.

Todos sabemos disso. O que não invalida um salve! ao Santa Cruz pelo retorno à Série A em grande estilo. Na manhã deste domingo, recebeu o Vitória no Arruda e fez estrago impecável: 4 a 1 fora o “olé!” da torcida. Destaque, ainda uma vez, para o veterano Grafite, autor dos dois primeiros gols e com papel de referência para a rapaziada.

O Santa vem no embalo de duas taças já levantadas nos primeiros meses da temporada: a da Copa do Nordeste e aquela do Pernambucano. Sem contar o vice-campeonato da Série B de 2015. Ou seja, sequência de trabalho, ascensão e autoestima em alta. Logo no aperitivo mostrou que pretende fazer barulho na elite, como aconteceu com o rival Sport, no ano passado.

O time de Milton Mendes tem como qualidade o equilíbrio. Não há desnível entre os setores, e isso é importante. Existe harmonia, o que facilita os movimentos de defesa e ataque. Não significa que seja esquadrão; tampouco parece um catadão. O Santa tem estrutura e dela deve servir-se para uma trajetória boa no torneio nacional.

Certo que recuou no segundo tempo, depois de abrir vantagem de 2 a 0. Levou ligeiro susto, quando Kieza diminuiu aos 34 minutos. Acordou e, sem muito esforço, fez outros dois, com Fernando Gabriel e Keno (pênalti). Aperitivo bom demais para o almoço do domingo da torcida pernambucana.

 

Brasil 5 x 0 Honduras. Lista de Felipão vai se fechando e Robinho vai entrando. Teve caça a Neymar que joga muito, provoca bastante e apanha demais

Leia o post original por Quartarollo

Brasil 5 x 0 Honduras. Foi um placar natural pela diferença das duas equipes, mas o Brasil só deslanchou depois que passou a jogar coletivamente sem a influência do individualismo do genial Neymar que por si só catalisa o jogo … Continuar lendo