Arquivo da categoria: guarani

A lei do ‘ex’ funcionou de novo em Campinas

Leia o post original por Craque Neto

Publico fraco para o jogo entre Guarani e Corinthians no estádio Brinco de Ouro. Pouco mais de 7 mil expectadores viram o time do técnico Fábio Carille jogar bem o primeiro tempo e controlar as ações ofensivas. Saiu na frente logo no começo com o gol do Gustagol. Poderia ter ampliado mas recuou demais no segundo tempo e viu o Bugre avançar o virar o placar. Bela atuação e golaço do moleque Rondinelly. Mas tem uma coisa, sou o cara que mais elogia o goleiro Cássio. O defendi ferrenhamente para compor o elenco da Seleção Brasileira na última Copa do […]

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Opinião: insistência em jogadas aéreas marca derrota corintiana em Campinas

Leia o post original por Perrone

Abusando das bolas cruzadas na área, o Corinthians perdeu por 2 a 1 para o Guarani, nesta quarta (23) em Campinas, pelo Campeonato Paulista. O alvinegro saiu na frente com um gol de cabeça marcado por Gustavo, tomou a virada ainda no primeiro tempo e viu as chances de reação escaparem ao abusar da bola aérea.

A repetição da busca das finalizações pelo alto, principalmente com Gustavo, foi tanta que nem parecia que Fábio Carille voltou. Características como triangulações e jogadas pelo meio do ataque, tão presentes na passagem anterior do treinador pelo clube, foram abandonadas. O técnico sempre gostou de apostar num centroavante cabeceador, mas costuma exibir uma cardápio mais variado de jogadas, o que não aconteceu nesta noite.

Gustavo não tem culpa pelo resultado. Pelo contrário, fez seu segundo gol em três jogos no retorno ao Corinthians. O outro foi no amistoso com o Santos. O problema maior foi a falta de criatividade no meio-campo. Tudo bem que estamos no começo de temporada, mas Sornoza, principalmente, já deveria ter dado mais contribuição criativa à equipe. Sem sua colaboração, ganhou força o chuveirinho.

Neste momento de início de trabalho, pelo menos três coisas ficam claras no alvinegro: Sornoza precisa dividir a responsabilidade pela criação com Jádson, a defesa tem que finalmente se acertar nas bolas aéreas e Carille deve combater ferozmente o vício do time de cruzar praticamente todas as bolas no ataque.

Federação adverte empresa por problemas com catracas na estreia do SPFC

Leia o post original por Perrone

A Federação Paulista advertiu por meio de notificação a empresa responsável pelo sistema de ingressos do São Paulo por conta de problemas na estreia do time no Campeonato Paulista. Em seu comunicado para a Total Acesso, com cópia ao clube do Morumbi, a entidade lista as falhas que detectou no último sábado no Pacaembu, pede explicações até a próxima quarta (23) e ainda diz que a companhia será descredenciada em caso de reincidência. O descredenciamento impede a participação em jogos que tenham a FPF como organizadora.

Notificações semelhantes foram enviadas para Omni, por falhas em Bragantino x Guarani, e Acesso Mais, devido a falhas em Red Bull x Palmeiras, ambos pela primeira rodada do Estadual de 2019. As três advertências foram confirmadas ao blog pela federação.

Antes da vitória são-paulina por 4 a 1 sobre o Mirassol, torcedores tiveram dificuldades para entrar no Pacaembu. Na notificação, a federação afirma constar no relatório do jogo que catracas não funcionaram adequadamente. Aponta também erros e atraso no momento da manobra de transferência de energia para o gerador, catracas que pararam de funcionar, falta de configuração nas antenas de comunicação e outros problemas com ingressos.

De acordo com o documento feito pela FPF, centenas de torcedores foram afetados por conta dos problemas na entrada do estádio. “Iremos responder ao ofício da Federação Paulista na data estipulada. Na ocasião abordaremos as causas dos problemas ocorridos no Pacaembu e apresentaremos quais as medidas preventivas a serem adotadas para os próximos jogos, visando mitigar problemas futuros”, disse ao blog David Jesus, da Total Acesso. Por sua vez, o São Paulo repetiu que está apurando o ocorrido, como havia dito em nota oficial.

A respeito dos problemas na partida do Bragantino, Alex Marques, gerente da Omni, declarou que foram disponibilizados pelo time de Bragança Paulista poucos bilheteiros e que já houve uma conversa para que o fato não se repita. Ele disse também que a notificação foi cancelada pela FPF. Porém, o blog apurou que o cancelamento ocorreu por causa de um nome escrito de maneira errada e que em seguida outro comunicado com o mesmo teor foi enviado.

O blog não conseguiu ouvir a Acesso Mais sobre as ocorrências registradas no duelo entre Red Bull e Palmeiras, em Campinas. A notificação emitida pela FPF alega que dois portões foram abertos com 30 minutos de atrasos provocando filas e tumultos. Relata também que crianças acabaram entrando no jogo sem os ingressos de gratuidade que servem para ajudar no controle de público.

 

CT do time de Vampeta ganha ‘praia artificial’ e porcos ‘palmeirenses’

Leia o post original por Perrone

Imitação de praia no CT do Audax Fotos: Ricardo Perrone/UOL

Primeiro passe pelo trenzinho na entrada. Caminhe até passar pelos vestiários e as arquibancadas. Vire à direita e dê de cara com uma praia artificial (sem mar) atrás do campo de futebol. Não pise na areia se estiver calçado para não levar bronca. Use a passarela com piso semelhante ao usado em Copacabana, no Rio. Vá reto até encontrar vacas, aves e porcos instalados numa área com a bandeira do Palmeiras.

A paisagem excêntrica descrita acima é obra do ricaço Mário Teixeira no local de treinamentos do Audax, rebaixado em 2018 para a Série A-3 do Campeonato Paulista e presidido pelo ex-volante Vampeta.

Segundo o empresário, o cenário exótico faz parte de um projeto para abrir as portas do centro de treinamento para escolas municipais. “As crianças vão pegar o trenzinho, conhecer a fazendinha, ver os animais, tomar um lanche com pão e todos produtos feitos aqui”, conta o dono do Audax.

O local ainda vai receber mais animais, vindos de uma de suas propriedades ou comprados especialmente para ficar na área ao lado de um dos campos de treinamento da equipe. Ele espera receber os alunos municipais já no final das atuais férias escolares. Os trâmites oficiais estão sendo finalizados com a prefeitura de Osasco, que concede a temporariamente a área para o clube, fundado por outro magnata, Abílio Diniz.

“Os porcos ficam onde está a bandeira do Palmeiras. As galinhas onde fica a bandeira do Guarani. Os peixes com a do Santos. Mas o que eu queria não vai dar pra trazer, uns bambis, são muito grandes”, conta seu Mário com um sorriso traquina no rosto. Apesar de ser o proprietário da equipe de Osasco, ele nunca escondeu sua torcida pela Ponte Preta, o que explica a associação do galinheiro com o Bugre adotando uma provocação feita pelos torcedores da Macaca ao rival.

Área para porcos no CT com bandeira do Palmeiras

Além da fazendinha, o pedaço de areia com coqueiros recentemente plantados, carrinho de água de coco, cadeiras de praia e passarelas que lembram as calçadas de Copacabana são xodós do empresário.

“Não pisem de sapato na areia, senão o seu Mário me mata. Ele fala que a areia é higienizada e pode passar bactérias”, disse um funcionário do clube ao grupo de jornalistas que aguardava a chegada de Ederson, goleiro da seleção e do Manchester City ao local na última sexta (20).

“Areia é para pisar descalço e recarregar as energias. Não pode ter sujeira. Já que tem a passarela é para usar”, diz o empresário. Ele afirma que a praia artificial foi construída para tornar o ambiente mais agradável para os jogadores que moram nos alojamentos do clube dentro do complexo. Uma nova ala está sendo construída.

Gado ao lado de campo de treinos do Audax

Mas seu Mário também tem planos de abrir sua “praia” para a população. “Estamos terminando um palco (na areia). Quando os jogadores não estiverem aqui, vamos fazer shows e colocar food truck”, contou.

Deu pra visualizar o que o empresário falava mais tarde, depois de encerrada a pelada de Ederson com seus amigos. Uma enorme peça de costela assada por horas era servida aos convidados enquanto Vampeta se divertida numa tenda com uma roda de pagode. O ambiente descontraído lembrava mais uma praia do que um centro de treinamento.

CADÊ o mínimo de PROFISSIONALISMO, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Acho essa relação de cautela dos clubes brasileiros com os treinadores até um tanto igual. Ou seja, do mesmo jeito que o empregador dá o boné (leia-se DEMITE!) o cara MUITO antes do término de seu contrato, também acho natural um treinador fazer o mesmo quando tem uma proposta de trabalho melhor. É claro que desde que se respeite as regras contratuais. Só que na minha visão o que o técnico Fernando Diniz fez com o Guarani foi uma tremenda sacanagem. Pelo amor de Deus! O sujeito foi apresentado em dezembro e colocaram uma baita esperança dele resgatar o Bugre […]

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Os sete desafios do Santos

Leia o post original por Odir Cunha

Não, não me refiro ao São Paulo, nesta quarta-feira, às 22 horas, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro, e tampouco ao duelo contra o Figueirense, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Falo de desafios maiores, mais abrangentes e duradouros, falo de um plano estratégico para o Santos crescer, como clube, e se manter no mais alto nível por todo o sempre. Isso será impossível, porém, enquanto algumas pendências não forem resolvidas. Para mim, as principais são as seguintes:

1 – Tornar-se especialista em eventos de futebol

A razão de existência do Santos é jogar futebol. Como se costuma dizer, o Alvinegro Praiano pode ser resumido a 11 camisas. É, dos clubes tradicionais brasileiros, o que tem a menor estrutura poliesportiva e social. Portanto, algo obrigatório no Santos é ter uma equipe especializada em jogos de futebol, e isso inclui o relacionamento com sócios, torcedores, patrocinadores, jornalistas, fornecedores. E inclui também, principalmente, a administração das despesas e receitas. O Santos não pode continuar sendo tão ineficiente a ponto de ser o clube com a menor lucratividade e a maior taxa de despesas diversas do futebol brasileiro.

2 – Aumentar, permanentemente, suas fontes de renda

O Santos é o produto e o torcedor santista é o consumidor. Há milhões deles espalhados pelo País, mas concentrados, principalmente, na Grande São Paulo, Baixada Santista, Interior de São Paulo, Sul de Minas Gerais, Norte do Paraná,Leste de Santa Catarina e Sul do Mato Grosso do Sul. Muitos adorariam contribuir para que o clube seja do tamanho de seus sonhos. Essa contribuição pode se dar não apenas comprando produtos oficiais do time, mas tornando-se sócio. Veja que se um dia o Santos tiver 100 mil sócios pagando 30 reais por mês, isso resultará em um total de três milhões mensais, ou 36 milhões brutos por ano. É impossível? Claro que não. Contratem um especialista no ramo que ele consegue. Nessa questão há, ainda, um universo de possibilidades que podem e devem ser pensadas e implementadas pelo marketing. Esta é uma área que exige extrema competência e dedicação absoluta. Uma pergunta: se o grande mercado financeiro e publicitário do Brasil está em São Paulo, por que o marketing do Santos continua, preguiçosamente, sediado embaixo das arquibancadas da Vila Belmiro?

3 – Definir a questão do estádio

Na Baixada Santista ou na Capital, em que lugar o Santos atrairá mais torcedores e terá maior lucratividade mandando os seus jogos? Para que as paixões regionais não influam, sugiro a contratação de uma empresa de marketing competente e neutra. Sei que a empresa que faria o estádio em Diadema chegou à conclusão de que ele deveria ser ali para ficar no meio do caminho entre a Capital e Santos. Segundo os estudos dessa empresa, em 2004 o Santos tinha 1,5 milhão de torcedores em São Paulo e 500 mil na Baixada Santista. Como a viabilidade do estádio dependia, em um primeiro momento, da venda de camarotes, e a empresa tinha detectado que 80% dos prováveis compradores de camarotes viviam em São Paulo, o estádio tinha de ser mais perto da metrópole. Porém, e se a Prefeitura de Santos, hoje tocada pelo santista fanático Paulo Alexandre Barbosa, assumisse o projeto de uma moderna arena municipal para, digamos, 30 mil pessoas, que pudesse ser utilizada pelos clubes profissionais da cidade, entre eles o Santos, e também para os eventos do município e da região? Afinal, só a soma das populações de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande dá 1,1 milhão de pessoas, com mais de 400 mil torcedores do Santos. O que não se pode é ficar empurrando a questão com a barriga. Se é um alçapão o que se quer, que se projete um novo estádio com essas características, mas o que não se pode é deixar de crescer pela limitação a um palco bem aquém de sua tradição e do potencial de sua torcida.

4 – Quitar suas dívidas

Como a maioria dos clubes brasileiros, o Santos se conformou em ser uma agremiação deficitária, como se a má administração e o eterno endividamento provocado por ela fossem um mal impossível de ser evitado, ou tratado. Não precisa e não deve ser assim. Com as novas leis que regem o futebol, um clube endividado correrá sérios riscos de perder seu patrimônio e de amargar graves prejuízos técnicos e de imagem. Até o rebaixamento está previsto aos maus pagadores e, sabemos muito bem, essa pena só será aplicada aos clubes que não fazem parte dos privilegiados pelo sistema. Tentar conviver com uma dívida de 400 milhões de reais, que cresce a cada mês devido aos juros, é viver no fio da navalha. É preciso reduzir drasticamente esse passivo, ou, repito, o risco será enorme.

5 – Evitar a falência

Esse desafio parece ser o mesmo do anterior, mas é mais grave. Dívidas os clubes brasileiros sempre tiveram, sem que corressem o risco de fechar as portas. O Flamengo já deveu, e talvez ainda deva, um bilhão de reais, e está aí, todo faceiro, fazendo seus golzinhos de mão, sem que jamais peçam sua falência. Nem todos os clubes, porém, terão a mesma complacência de nossa legislação e de nossos imprevisíveis órgãos públicos. O exemplo do Guarani, um dos melhores times brasileiros entre o final da década de 1970 e meados da de 1980, está aí para servir de alerta. Uma das situações que gera a falência é a incapacidade de pagar as causas trabalhistas, mesmo desfazendo-se de seu patrimônio. Na verdade, a partir de um certo momento o clube é proibido de vender seus bens para pagar as dívidas trabalhistas, pois estes ficam imobilizados pela Justiça e precisam passar por uma avaliação e um leilão, processo que reduz drasticamente o seu valor real. Digamos, por exemplo, que a Chácara Nicolau Moran valha 200 milhões de reais e o Santos precise desse valor para quitar causas trabalhistas. Se o imóvel não for vendido antes dos processos, depois terá de passar por uma avaliação e por um leilão público, que acabarão reduzindo o valor do imóvel em mais de 50%. Foi assim, por exemplo, que nem a venda do Estádio Brinco de Ouro salvou o Guarani.

6 – Definir sua posição política

O sistema político regente do futebol brasileiro interessa ao Santos? Essa relação com a Rede Globo e a CBF são benéficas ao clube? Essa é uma questão crucial para o destino do Alvinegro Praiano e não pode ser empurrada com a barriga. Nos grandes mercados mundiais do futebol, as ligas de clubes assumiram o lugar das confederações e federações no comando do esporte. Na verdade, essas entidades funcionam como esses sindicatos que a gente nem sabe para que servem, mas vivem das taxas tiradas de empreendedores e funcionários. Se não existissem federações e nem CBF, os clubes seriam mais ricos, ou menos pobres, e poderiam reger com maior planejamento o seu destino. Onde já se viu o Santos perder o seu principal jogador para essa série de jogos caça-níqueis da malfadada Seleção Brasileira? Enfim, a Liga é essencial. Porém, se o Santos escolher aceitar o sistema atual, controlado pela tevê e pela CBF, que ao menos saiba os motivos pelos quais está tomando essa decisão. O que não pode é deixar como está para ver como fica.

7 – Elaborar seu calendário com antecedência

Um dia o presidente diz que o time vai fazer tantos jogos em arenas, tantos no Pacaembu e muitos na Vila Belmiro. Chegam as datas e a equipe não sai do velho Urbano Caldeira, lugar preferido dos jogadores e do técnico. Essa improvisação é muito prejudicial para o clube. Um calendário de jogos planejado e divulgado com antecedência permitiria à comissão técnica e aos jogadores um plano mais racional de trabalho, geraria mais ações de propaganda e merchandising, facilitaria as pautas da imprensa e, o que é essencial, propiciaria maior acesso de torcedores aos jogos. Seria possível até criar o tão sonhado carnê de ingressos para todo o campeonato, um dos segredos da grande média de público nas competições europeias.

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E você, teria outro desafio a acrescentar ao Santos?


Corinthians eliminado mais uma vez no Itaquerão

Leia o post original por Fernando Sampaio

rib0446_1“Eliminates Arena”.

Virou piada.

Guarani, Palmeiras e Santos.

Três eliminações em 2015.

Apesar das derrotas o torcedor continua confiante.

Eu também estaria.

O time está na liderança do Brasileiro e com boas perspectivas de ser campeão.

É evidente que ninguém gosta de ser eliminado. É óbvio que todo título vale. É claro que o ideal seria ganhar tudo. Mas também é óbvio que existem títulos mais importantes. A eliminação mais sofrida foi da Libertadores. O Timão com Tite, Sheik e Guerrero tinha esperança do bicampeonato. Era um dos melhores times. Não rendeu o que podia e acabou eliminado pelo fraco Guarani do Paraguai. Foi mais um Tolima no currículo da Liberta.

Paulista é Paulista, de todos os títulos o regional é o que vale menos.

Duro ali foi a rivalidade, perder do Palmeiras no Itaquerão dá enxaqueca.

A Copa do Brasil seria uma bela conquista, vale mais que um regional, menos que Libertadores e Brasileiro. O time entrou para ganhar e perdeu a classificação na Vila. Com certeza duas derrotas para o Santos daria mais fumaça se o time não estivesse na liderança do Brasileirão. Isso alivia a eliminação.

Neste sentido a saída da Copa do Brasil tem um lado lado positivo.

Corinthians e Atlético Mineiro não estão em crise por saírem da Copa do Brasil.

Pelo contrário, técnico e elenco estão mais aliviados, mais focados e concentrados no Brasileirão.

 

 

Foto Marcos Ribolli