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Corinthians calcula alívio de 30% em folha salarial com fim de contratos

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A diretoria do Corinthians espera se livrar de um gasto mensal de aproximadamente R$ 3,8 milhões com jogadores que terão seus contratos encerrados no final de dezembro. O valor corresponde pelo menos a cerca de 32% da atual folha de pagamento do time. Hoje, a despesa mensal com salários, incluindo atletas emprestados a outras equipes, está entre R$ 11 milhões e R$ 12 milhões, conforme apurou o blog.

Porém, a direção ainda não sabe quanto poderá economizar de fato, já que reforços serão contratados. Neste momento, Tiago Nunes, que comandará o Corinthians a partir da próxima temporada estuda o elenco e a necessidade de reforços.

Na lista dos jogadores que aliviarão os gastos corintianos com o fim de seus compromissos a maioria está emprestada e tem pelo menos parte de seus salários bancada pelo alvinegro. Entre os que vão ficar sem contrato e não renovarão estão Giovanni Augusto e Marlone, emprestados ao Goiás, Guilherme, que está no Fluminense, e Paulo Roberto, que atua por empréstimo no Fortaleza.

Internamente, os cartolas corintianos são pressionados para mudar sua política de contratações reduzindo as chances de trazerem atletas que não conseguem espaço no elenco e acabam emprestados com ao menos parte de seus vencimentos pagos pelo alvinegro.

 

 

Como pode quase 100 jogadores profissionais? Depois reclamam de falta de grana…

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Através do amigo jornalista Rodrigo Vessoni fiquei sabendo da informação de que a diretoria do Corinthians mantém na folha salarial nada mais, nada menos do que 92 jogadores com contrato profissional. Entre esses apenas 36 deles trabalham no time principal sob o comando do técnico Fábio Carille. O restante é um tal de rasgar dinheiro do clube que dá raiva em qualquer torcedor. Veja só, outros 32 jogadores o Corinthians paga para jogarem em outros times. Isso mesmo! Chegou no Timão, não deu certo e como tem contrato em vigência – e pra não tumultuar – foi emprestado. São os […]

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Iniciamos os trabalhos na Portuguesa, diz Guilherme

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Técnico da Lusa, o ex-atacante Guilherme disse que o caminho que o clube tem a trilhar é bem longo, e que por isso já iniciaram as contratações, preparações físicas e os treinamentos para a próxima temporada.

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Se arrependimento matasse, hein?

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Olha como é a vida de comentarista e crítico de futebol… desde o ano passando quando critiquei as contratações milionárias de nomes como Giovanni Augusto e Guilherme muito corintiano virou a orelha pra mim. Ficaram bravos porque eu como ídolo do clube, teoricamente, não poderia falar mal da atitude dos dirigentes. Ou seja, de certa forma os caras ficam bravos comigo e ignoram os desmandos dos cartolas que queimam o dinheiro dos cofres adoidado. Muitas vezes um dinheiro que nem existe, diga-se de passagem! Vejam só o caso do Giovanni Augusto! Há 14 meses esse rapaz se tornou um dos […]

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Corinthians tomou remédio e matou as tiriças!

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Lembro que na temporada 2015 fiz questão de passar durante o programa ‘Os Donos da Bola’ uma receita caseira para matar a lombriga do Vágner Love. Levava folha de boldo amassada com suco de limão e tudo mais. Terrível de azedo! E vou falar que acho que surtiu efeito já que o atacante – que era uma ‘nhaca’ só – evoluiu bastante e foi um dos principais nomes do hexacampeonato brasileiro do Corinthians. Agora me parece que o técnico Fabio Carille matou a tiriça na origem. Tirou do time titular nomes como Guilherme, Marquinhos Gabriel, Marlone e Giovanni Augusto. E […]

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Descobri com o real problema do Guilherme

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Recentemente em entrevista para o portal GloboEsporte.com o meia-atacante Guilherme falou sobre o fato de não estar sendo aproveitado entre os titulares do Corinthians. O jogador mandou toda a responsabilidade para o técnico Fábio Carille, que não o escalaria na melhor posição que se sente mais confortável – que seria centralizado ou pelo lado esquerdo do ataque. “Sou um meia-atacante. Quando for utilizado dessa forma, vou render melhor”, diz Guilherme. Posso falar a verdade? Que resenha furada, hein?!? Desde o início da temporada passada ele atuou em 46 jogos pelo Timão. Fez apenas 8 gols. Quase sempre lembro dele atuando […]

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Oswaldo vai encontrar “órfãos” de Carille no Corinthians

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Em sua volta ao Corinthians, Oswaldo de  Oliveira terá que lidar com parte do elenco que defendia a permanência do interino Fábio Carille. Esse grupo argumenta que o ex-auxiliar de Cristóvão Borges tem potencial para se tornar treinador do clube e que já conhecia o elenco, algo que Oliveira ou outro treinador que chegasse teria pouco tempo para fazer enquanto busca uma vaga na próxima Libertadores.

Marciel, Lucca, Guilherme Arana, Giovanni Augusto e Guilherme estão entre os que aprovavam a continuidade do trabalho de Carille, sem se manifestarem especificamente contra ao nome de Oliveira.

Na última quarta-feira, parte dos atletas que queria ver o interino por mais tempo no cargo reforçou essa posição em conversa com Edu Ferreira depois da vitória por 4 a 2 sobre o Santa Cruz. Eles expuseram ao ex-diretor de futebol a vontade de que todos seguissem juntos até o final do Brasileiro. Isso incluía não só Carille, mas Edu. Os jogadores já sabiam da possibilidade de o diretor entregar o cargo por sua opinião de não contratar Oswaldo não ter sido ouvida.

No mesmo dia, Walter, Balbuena, Pedro Henrique, Guilherme e Giovanni Augusto fizeram manifesto em rede social para defender Carille e Willians, alvos de críticas da torcida. Alguns atletas chegaram a cogitar fazer o mesmo por Edu.

Alívio corintiano

Leia o post original por Antero Greco

Ufa, alívio e tanto para o Corinthians! A falta de vitórias incomodava Tite e rapazes, mas foi para o espaço no final da manhã desta quinta-feira. E com um indesmentível 3 a 0 sobre a Ponte Preta. Com muito público, com casa cheia, para variar. E com uma postura diferente.

Tite mexeu no time, por opção (a saída de André, por exemplo) e por necessidade (ausência de Balbuena e Elias, com seleções), e não teve do que se queixar. O Corinthians foi ágil, atento e eficiente. Sobretudo no primeiro tempo, quando abriu vantagem de 2 a 0 e liquidou com o desafio.

Uma das alterações foi a presença de Cristian ao lado de Bruno Henrique na marcação. Para fechar espaços, para não expor a defesa, como aconteceu nos 3 a 2 para o Vitória no domingo. Deu certo. Guilherme, Giovanni Augusto, Marquinhos Gabriel ficaram mais lives para ir à frente e encostar em Luciano.

Dessa maneira, surgiram logo os gols: primeiro com Kadu, contra, aos 14. Depois, com Bruno Henrique. A Ponte foi para as cordas, não teve a força de reagir, muito distante do time confiante que bateu o Palmeiras no sábado. Eduardo Baptista desta vez não achou brecha, não tinha nenhuma carta na manga.

O Corinthians até aliviou no segundo tempo, rolou mais a bola, chegou com menos frequência na área campineira. Mas sem correr riscos, sem ver ameaçada a diferença em seu favor. E, para fechar a conta, um golaço de Guilherme aos 34 minutos, jogando pelo meio, avançado, como rende mais.

Pronto, terminou o papo de quase 40 dias sem ganhar, sequência negativa, angústia e etc. O Corinthians fica mais tranquilo, o que não significa que esteja pronto. Tem muita a fazer na reconstrução do campeão brasileiro. Tite sabe.

Corinthians ensaia estilo ofensivo e… apaga

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians ensaiou estilo ofensivo e leve, no jogo com o Vitória, no Barradão. No primeiro tempo, Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto, Guilherme, ajudados pelos laterais Fagner e Uendel, deram trabalho para o sistema defensivo baiano. Não foi à toa que os paulistas terminaram em vantagem por 2 a 1.

No segundo, a história mudou. O Corinthians murchou, cedeu empate e viu a virada do Vitória, com gols de Marinho e Kieza, sofreu a primeira derrota e continua sem vencer na Série A. (Na semana passada, ficou no 0 a 0 com o Grêmio em Itaquera.) Pior do que o resultado foi o esquema agressivo ruir e expor a defesa aos contragolpes.

A partida foi bem interessante, movimentada, agradável. Iniciativa de lado a lado, com o Corinthians ligeiramente melhor no início. Guilherme era o armador das principais jogadas e participou da criação do gol de abertura, com Uendel aos 25 minutos, ao concluir uma boa trama, de bola de pé em pé.

O empate veio logo depois, com Leandro Domingues, aos 29. Mas ainda houve tempo para Fagner fazer o segundo, também num lance bem organizado. Placar aberto, com as duas equipes em busca da vitória.

Na etapa final, o Corinthians diminuiu o ritmo, tentou atrair o vitória e seu deu mal: Marinho empatou aos 11, ao pegar rebote na entrada da área (sem tocar no braço). Aos 19, Kieza recebeu no meio do campo, entre quatro corintianos a assistir a arrancada do rapaz. Ele saiu na cara de Walter e fez o terceiro.

Tite mexeu no time, desmontou o desenho inicial e colocou Romero, Luciano, Malorne nos lugares de Giovanni Augusto, Marquinhos, Elias. Não adiantou grande coisa. O Corinthians foi à frente, na base de muito esforço e de pouca qualidade. Teve uma oportunidade, que parou em Fernando Miguel.

O Vitória sabe que retornou para, em princípio, ter papel de coadjuvante. Mas o Corinthians, campeão do ano passado, sofrerá solavancos, até que tenha definição de elenco (tem gente que pode ir embora) e de sistema tático. Insistirá Tite eternamente no 4-1-4-1? A conferir.

Corinthians perde a cabeça e o jogo

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians foi vítima, no início da noite desta quarta-feira, da maldita conversa de que “Libertadores é diferente”. Isso mesmo. Caiu no lugar-comum, mais pra conto do vigário, de que se requer força para superar adversários na competição sul-americano, sobretudo quando se joga fora de casa. Erro que, em outras edições, lhe custou desclassificação.

Como isso aconteceu? Os corintianos exageraram nas divididas, tiveram dois expulsos – André e Rodriguinho – e não conseguiram suportar a pressão do Cerro. Resultado: saiu do 1 a 0 no primeiro tempo, para tomar a virada, com três gols, e ainda diminuir no final.

Os 3 a 2 não mudam muito a situação no Grupo 8, apesar de ter caído para o segundo lugar, com 6 pontos, contra 7 dos paraguaios. O Santa Fé tem 4. A derrota expôs, porém, limitações do grupo, principalmente no que se refere a autocontrole e maturidade.

O Cerro não é tecnicamente superior ao Corinthians – e sentiu o baque na primeira etapa, ao tomar gol de André aos 12 minutos. Tite recorreu ao 4-1-4-1 dos melhores momentos de 2015 e, dessa maneira, segurou os donos da casa. Cássio não tomou grandes sustos.

O desmoronamento veio na etapa final. Primeiro com o vermelho para o André, por acúmulo de advertências. A saída do atacante aos 6 minutos, pouco depois do gol de empate (Beltrán, aos 3), mexeu com o Corinthians.

Numa das raras ocasiões em que se viu com menos jogadores, não soube como redistribuir-se e perdeu o duelo no meio-campo. Só não ficou com 9 em campo aos 13 minutos, porque o juiz livrou a barra de Guilherme, que tinha cartão amarelo e fez falta com carrinho. Rodriguinho foi quem levou a advertência no lugar do companheiro.

Só que o refresco dado pelo árbitro não valeu nada, pois Rodriguinho depois também deu carrinho desnecessário e foi pro chuveiro. Sérgio Dias aos 30 e Beltrán aos 37 liquidaram com a invencibilidade alvinegra. Giovanni Augusto, de pênalti, aos 42, só diminuiu o vexame.

A lição com que Tite e jogadores trazem de Assunção é a de que devem esquecer a conversa de que Libertadores significa pegada, garra, catimba, entradas bruscas. Isso não resolve. O que resolve é jogar bola. E o Corinthians não jogou bola, exagerou nas faltas e… perdeu.