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Opinião: Tchê Tchê precisa mais do SPFC do que o clube precisa dele

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Tchê Tchê é um jogador de qualidade e pode ser útil ao São Paulo em diferentes funções. Porém, na opinião deste blogueiro, sua contratação não deveria ser prioritária. Neste momento, o volante precisa mais do clube do Morumbi do que o contrário.

Originalmente, o ex-palmeirense atua como segundo volante. Nesta posição podem atuar o atual destaque são-paulino, Liziero, e Hernanes, ambos versáteis. Ou seja, não existia uma carência nesse setor.

Por outro lado, Tchê Tchê precisava de um time no qual tivesse mais oportunidades para jogar, pois estava na reserva no Dínamo de Kiev. O São Paulo pode dar a ele essa chance. Além disso, jogando em seu país, num ambiente com o qual está acostumado, o atleta tem mais possibilidades de retomar seu auge, o que, claro, seria ótimo para o clube. Sobretudo porque será treinado por Cuca, com quem teve papel importante na conquista do título Brasileiro pelo Palmeiras em 2016.

A análise desses fatores coloca Tchê Tchê na figura de aposta do novo treinador são-paulino. A indicação é de que o técnico tem certeza que pode fazer com que ele retome seus melhores dias. Além disso, sugere valorizar a versatilidade do volante, que pode atuar também na lateral-esquerda e como meia. Nesse sentido, ele é uma boa opção reforçar um elenco que hoje não é robusto. Dá pra entender Cuca ter pedido sua contratação, mesmo conseguindo visualizar o São Paulo forte sem a presença dele.

Antes de polêmica sobre VAR, Palmeiras rejeitou palestra da FPF

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Antes da polêmica entre Federação Paulista e Palmeiras por conta do VAR, o alviverde recusou oferta da FPF para fazer uma palestra sobre o árbitro auxiliar de vídeo no clube. Consultada pela entidade, a direção palmeirense agradeceu, mas disse que já tinha participado de evento semelhante via Conmebol e CBF. A assessoria de imprensa da agremiação confirmou a informação ao blog.

Além de apresentações aos jogadores e comissões técnicas das equipes envolvidas nas quartas de final do Campeonato Paulista, a federação convidou treinadores para irem até a entidade para operar o equipamento de VAR. O corintiano Fábio Carille e o são-paulino Vagner Mancini foram até a entidade para fazer os testes. O palmeirense Felipão e o santista Sampaoli não apareceram.

A assessoria de imprensa de Felipão não fala com o blog, mas disse ao UOL Esporte que o “Palmeiras  não foi (à sede da federação em reunião sobre as quartas de final). Scolari é funcionário do Palmeiras.”. Por sua vez, o departamento de comunicação palmeirense disse que não chegou ao clube convite específico para o técnico testar o VAR. Também ao UOL Esporte, a assessoria de imprensa do Santos disse que Sampaoli não compareceu porque estava viajando com o time quando recebeu o convite.

Na fase de preparação para o uso do árbitro de vídeo, a FPF teve a intenção de deixar treinadores, jogadores, dirigentes e jornalistas operarem o sistema para sentir suas dificuldades. Este blogueiro operou o simulador do VAR. Além de Mancini, os são-paulinos Hudson, Hernanes e Lugano, superintendente institucional do clube, participaram dos testes, assim como o corintiano Andrés Sanchez.

Nas palestras realizadas nos clubes, a equipe da federação explica quando o árbitro de vídeo pode entrar em ação, os procedimentos a serem adotados pelos juízes em campo e o que espera do comportamento dos atletas. Dos oito participantes das quartas de final apenas o Palmeiras avisou que não gostaria de receber o estafe da FPF para a palestra.

Justamente no primeiro jogo do time nos mata-matas do Estadual, o empate em um gol com o Novorizontino, houve polêmica com o VAR. Os palmeirenses reclamam de um toque de Murilo Henrique com o braço antes do lance do gol do adversário. A federação respondeu em rede social com a imagem que a equipe de arbitragem utilizou para validar o lance, alegando que não houve infração. O clube respondeu afirmando que a federação tenta defender o indefensável.

Palmeiras e FPF se desentendem desde a final do Campeonato Paulista do ano passado, vencida pelo Corinthians no Allianz Parque. O time da casa alega que teve um pênalti a seu favor anulado após interferência externa na arbitragem, o que a federação nega ter acontecido.

Com Arthur Sandes, Diego Salgado e Eder Traskini, do UOL em São Paulo e colaboração para o UOL em Santos

Dirceu Maravilha compara meia Hernanes a carro 1.0

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Durante sua análise sobre o clássico entre São Paulo e Palmeiras, o narrador Dirceu Maravilha, comentarista de ‘Os Donos da Bola’, criticou o futebol apresentado pelo capitão Hernanes.

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Opinião: discurso de Mancini mostra como SPFC se atrasa por Cuca

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Ao explicar a ida de Diego Souza para o Botafogo, Vagner Mancini disse que “dentro do planejamento, daquilo que vai ser feito no São Paulo, optou-se por isso”. A declaração dada depois do empate deste sábado com a Ferroviária em um gol, no Pacaembu, mostra, na opinião deste blogueiro, o quanto o clube do Morumbi se atrasa ao esperar por Cuca.

A afirmação poderia ser completada com “depois que o novo treinador chegar”. O sinal de compasso de espera é claro. A explicação também dá a entender que a saída de Diego Souza foi um pedido de Cuca e que ele se livrou do desgaste de trombar com o veterano, pois chegará com a “casa arrumada” para iniciar seu trabalho. O plano parece ser o mesmo em relação a Nenê.

Ou seja, o São Paulo está se preparando para receber seu treinador quando deveria aproveitar o tempo de sobra sem a Libertadores para chegar no Brasileirão na ponta dos cascos. A equipe evolui devagar com Mancini. E corre alto risco de passar por mais mudanças com Cuca, retardando mais ainda sua evolução. A chance de chegar no Nacional mais afinado do que os rivais desgastados pela Libertadores vai diminuindo.

Prova desse atraso é a dependência que a equipe mostrou contra a Ferroviária em relação a Hernanes, autor do gol de empate. Apagado no primeiro tempo, ele foi o jogador tricolor mais importante na etapa final, atuando como segundo volante. Uma sequência executando a mesma função já poderia ter feito seu futebol crescer, mas o problema não é esse. Depender de veteranos é algo dramaticamente arriscado no Brasileiro.

O próprio São Paulo sentiu isso na pele no Nacional de 2018. Diego Souza e Nenê foram muito bem no primeiro turno e fizeram o torcedor sonhar com o título. No segundo, porém, caíram de rendimento e deu no que deu. É muito difícil para todo jogador se manter em alto nível durante o Brasileirão inteiro. Ainda mais para veteranos por causa de questões físicas. Com Hernanes não vai ser diferente. Nesse estágio do ano já era para a equipe do Morumbi ter mais gente dividindo a responsabilidade de decidir com ele.

Antony desponta como o futuro do São Paulo. Sua habilidade é acima da média do futebol brasileiro. A maturidade do destaque da última Copa São Paulo também. Mas ele precisa de um time com projeto e estilo de jogo definido para evoluir. Esse ritmo de “vamos tocando enquanto o professor não chega” é péssimo pra ele. Cuca tem muito a contribuir para a carreira da joia são-paulina.

Taticamente, o São Paulo evolui lentamente com Mancini. A questão não é se estaria melhor com Cuca. O ponto é que a partir da chegada do novo técnico, em tese, o São Paulo tem um rumo definido, não fica sujeito a subir dois degraus e descer um. A diretoria, mais uma vez, pode perceber o tamanho do risco de sua aposta quando for tarde demais.

Opinião: as 10 melhores contratações no Brasil para 2019

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O ranking leva em conta as contratações confirmadas oficialmente pelos clubes até as 8h deste sábado (19). Confira abaixo.

1 – De Arrascaeta – Flamengo

O reforço da Gávea é o que existia de melhor no mercado para quem buscava um organizador. Com seis assistências no último Brasileirão, ele ficou atrás apenas de Dudu (11) e Ricardo Oliveira (7) nesse quesito de acordo com o site Footstats. Dono de dribles certeiros e belos gols, deverá dar outra pegada para o Flamengo. Com 24 anos, ainda tem potencial de revenda para fazer com que o clube recupere o alto investimento feito nele.

2 – Gabriel Barbosa – Flamengo

O fato de ter sido artilheiro do Brasileirão de 2018 com 18 gols justifica a posição de Gabigol na lista. A contratação só não é melhor porque foi por empréstimo.

3 – Pablo – São Paulo

Com 26 anos, ex-atacante do Athlético-PR era a melhor alternativa depois de Gabigol em termos de goleadores. Ele marcou 12 gols no Brasileirão, um a menos em relação a Ricardo Oliveira e a mesma marca de Diego Souza. Por ser mais jovem do que a dupla de veteranos, é uma escolha mais interessante na opinião deste blogueiro.

4 – Hernanes – São Paulo

A contratação do volante merece destaque não só pela técnica e poder de liderança do jogador, mas também por sua afinidade com o clube. Em outra equipe, sem a mesma facilidade de adaptação, talvez as chances de sucesso não fossem tão grandes.

5 – Ricardo Goulart – Palmeiras

Apesar de estar se recuperando de lesão, o reforço palmeirense ostenta bons números na China. Versátil, ele dá boas alternativas para Felipão, como jogar dentro e fora da área. O entrosamento dele com o treinador torna a negociação melhor ainda.

6 – Zé Rafael – Palmeiras

O meia chamou a atenção de vários dos principais clubes brasileiros pela boa temporada que fez vestindo a camisa do Bahia. O fato de ter ido para um time já bem estruturado, montado, deve facilitar a  adaptação e ajudar em seu desenvolvimento.

7 – Ramiro – Corinthians

Versátil, já que pode jogar como volante, meia e ponta, e com boa qualidade nos passes, o ex-gremista se encaixa perfeitamente no estilo de jogo de Fábio Carille.

8 – Arthur Cabral – Palmeiras

Destaque do Ceará no ano passado, é excelente aposta para quem está disposto a lapidar um jovem atacante. Será útil no esquema de rodízio de jogadores a ser armado por Felipão e ao mesmo tempo terá a chance de evoluir atuando ao lado de companheiros técnicos.

9 – Felipe Vizeu – Grêmio

Boa aposta para o ataque. Só não é melhor por se tratar de empréstimo. Ou seja, é uma solução temporária.

10 – Réver – Atlético-MG

Capitão na conquista do título da Libertadores de 2013, pelo Galo, ainda é capaz de dar segurança à zaga. Boa opção quando a procura é por um zagueiro experiente.

Chineses deixam Hernanes em compasso de espera

Leia o post original por Perrone

Desejado pelo São Paulo, Hernanes está em compasso de espera. Os chineses do Hebei Fortune ainda não responderam se aceitam negociar o meio-campista. Dessa forma, ele segue sem definir seu futuro.

Até a tarde desta quarta-feira (26), a direção do clube chinês não havia dado resposta a Joseph Lee, empresário do brasileiro. Como Hernanes decidiu que não vai peitar os dirigentes de sua atual agremiação, ele segue aguardando um posicionamento.

Faz pelo menos cerca de uma semana que Lee informou ao Hebei sobre os interesses do São Paulo e de mais uma equipe brasileira e outra italiana. Ele mantém os nomes dos outros pretendentes sob sigilo.

Hernanes tem contrato até dezembro de 2019 e colocou como prioridade não azedar a relação com seus atuais patrões.

 

Na mira do São Paulo e de time italiano, Hernanes descarta peitar chineses

Leia o post original por Perrone

Interesses de um clube italiano e de outro brasileiro, além do desejo de Hernanes de não brigar com os dirigentes do Hebei Fortune. Esses fatores estão entre as dificuldades do São Paulo para conseguir o retorno do meio-campista.

O estafe do jogador mantém em sigilo o nome dos outros pretendentes que afirma existir. Nos dois casos, como em relação ao clube do Morumbi, as conversas estão apenas no início.

Os chineses já foram avisados sobre as sondagens que Hernanes recebeu. O atleta agora espera a diretoria do clube dizer para seu empresário, Joseph Lee, se aceita negociar.

As tratativas só vão avançar se o Hebei der sinal verde. Hernanes coloca como prioridade não se desentender com a diretoria do time. Por isso, a possibilidade de ele peitar os chineses para retornar ao brasil não é considerada em seu entorno. O contrato do brasileiro termina em dezembro de 2019.

Outra dificuldade é o alto salário que o jogador recebe na China, mas ele está disposto a ouvir propostas inferiores ao que recebe atualmente.

 

Repatriar ídolos vale até a ‘página 2’

Leia o post original por Craque Neto

Tem muita gente que acha que sou um cara chato. Que só sei criticar as coisas. Na verdade tenho mesmo esse perfil de querer ver as coisas da maneira que julgo ser a mais correta. Por exemplo, o Corinthians contratou o Emerson Sheik que vinha em má fase e foi inclusive rebaixado com a Ponte Preta. Foi errado? Não acho. Até porque foi um contrato curto que servirá mais como homenagem ao cara que trouxe muitas alegrias para a torcida corintiana. E outra: ele com 40 anos é dez vezes melhor que Kazim, Junior Dutra e companhia! Agora foi a […]

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A falta do profeta Hernanes

Leia o post original por Antero Greco

Amigo são-paulino, 2018 mal começou e já há notícia de baixa no elenco. Péssima, por sinal. Pela forma como falou hoje, Hernanes está com a bagagem pronta para voltar para a China.

O clube que o mantém sob contrato exigiu retorno imediato, de preferência no domingo. Diz que não tem papo, pois está nos planos do técnico Manuel Pellegrino. Fim de aventura por aqui.

Uma pena, pois Hernanes foi a pedra fundamental para a reação do São Paulo no Brasileiro. Sem exagero, dá para afirmar que a chegada dele evitou a humilhação de rebaixamento inédito. Não só pelos gols que fez, mas pela postura em campo e fora. O “profeta” foi decisivo para ajudar Dorival Júnior na construção de ambiente favorável.

O São Paulo sabia do risco que corria ao repatriar Hernanes. Os chineses aceitaram cedê-lo por seis meses, com a cláusula de tê-lo de volta em janeiro, se fosse necessário. E exerceu esse direito. Parece improvável que abram mão, mesmo com a promessa de Hernanes de fazer tentativa no contato direto.

O episódio revela pela enésima vez a condição subalterna que os times brasileiros têm hoje em dia no mercado internacional. São grandes fornecedores de mão de obra super-qualificada e ganham dinheiro com venda de jogadores.

Na verdade, mesmo que queiram, não conseguem segurar os principais talentos por muito tempo. Se aparecer proposta razoável – e às vezes nem isso -, cedem, por pressão de atletas, de assessores e do caixa doméstico constantemente baixo.

No máximo, se contentam em contar com o retorno de alguns por breves períodos de “reciclagem”. Lembram das idas e vindas de Romário? E dos regressos de Robinho para o Santos? Ou de Kaká no Morumbi dois anos atrás? São inúmeros os casos. Em geral, os moços passam um tempinho por aqui, recuperam ritmo e confiança, para baterem asas novamente.

Hernanes deixará saudade – e, mais do que isso, preocupação. Para quem deseja montar elenco forte para a temporada, não poderia haver baque maior.

São Paulo sem criatividade

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Como todos sabem, o ano de 2017 foi péssimo para o São Paulo. As três vitórias consecutivas contra Flamengo, Santos e Atlético-GO salvaram o time do rebaixamento, com boa atuação nas duas primeiras partidas desta sequência. Depois foram 4 jogos com 3 empates, 1 derrota e atuações fracas.

Ao longo do ano, com Rogério Ceni ou Dorival Júnior no comando, o São Paulo em muitas oportunidades teve posse de bola, mas pouca criatividade e não coloco isso na conta dos técnicos.

Se pegarmos o time titular que fecha o ano de 2017, apenas dois jogadores estavam no clube em 2016, Cueva e Rodrigo Caio. O jogo é coletivo, não é de hora para outra que um time será forte coletivamente. O São Paulo viveu da individualidade de Hernanes e Cueva e os dois não participaram do primeiro turno, apesar de Cueva estar presente fisicamente, mas com péssimo desempenho.

Não adianta mudar todo o elenco para 2018. A base deve ser mantida e reforçada, se mais uma vez começar do zero, o São Paulo terá mais um ano difícil.