Arquivo da categoria: história

Flamengo é muito maior que Jorge Jesus !

Leia o post original por Nilson Cesar

O Flamengo pode seguir o seu caminho tranquilamente sem o português Jorge Jesus . O Mengão não pode se tornar refém de nenhum treinador no planeta . Tem um grande elenco e com outro treinador de qualidade pode continuar ganhando títulos . Reconheço o quanto Jesus está sendo importante para o Flamengo . Só posso assegurar que o Flamengo foi muito mais importante para ele. Se quiser ir embora para o…

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Fernando Diniz e Thiago Nunes ainda estão em formação !

Leia o post original por Nilson Cesar

O técnico Fernando Diniz do São Paulo e Thiago Nunes do Corinthians ainda são treinadores em formação . Qualifica-los de geniais trata-se de uma insanidade . Irão aprender muito ainda como todos nós . Terão um longo caminho pela frente para se igualarem aos grandes treinadores da história do futebol brasileiro . É assim mesmo . São jovens que ainda errarão muito . Exigir o que eles não podem ainda…

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Neymar anda meio perdido. O que ele precisa achar de verdade é o caminho do gol!

Leia o post original por Nilson Cesar

Neymar quando pintou os caras afirmavam que poderia ser o melhor do mundo. Não estou nessa turma. Sempre disse que tratava-se sim de um grande jogador e mais nada.Nada de gênio, super craque. Quiseram vender e criar um produto que não existia. Ele logo estará com seus trinta anos e precisa sim retomar o caminho do gol. Ainda existe tempo para que o cara evolua como jogador de futebol.

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Quando Caçapava não foi à festa do Inter…

Leia o post original por Antero Greco

Quando o Internacional comemorou o centenário houve uma ausência sentida: o volante Caçapava não estava entre os convidados da inigualável nação colorada. Gente da diretoria disse na época que não conseguiu localizá-lo fora de Porto Alegre.

Se não esteve de corpo presente na festa, esteve em todas as conversas, em todas as recordações dos grandes feitos do Inter da década de 1970.

Falcão, por exemplo, contou de um jogo contra o Fluminense, no Maracanã. O time carioca voava e seria um duro adversário, mesmo para o Rei de Roma e companhia. Preocupado com a marcação sobre Roberto Rivellino, o meia resolveu fazer uma travessura: no hotel onde estavam concentrados no Rio, chamou Caçapava em seu quarto e disse que estava muito nervoso, porque Rivellino tinha dado entrevistas dizendo que ia acabar com Caçapava, famoso por marcar todos os craques inimigos.

Pegando uma bola, Falcão até mostrou como Rivellino iria fazer para humilhá-lo no Maracanã lotado: “Ele vai fazer assim, ó, vai te dar o drible do elástico”.

Falcão contava essa história e ria. Dizia que Caçapava quase espumava de raiva. “O pior, Caçapava, é que ele disse que nem conhece quem vai fazer a marcação sobre ele. Até perguntou ao jornalista: quem é esse tal de Caçapava?”

O volante saiu imediatamente para o seu quarto. Saiu dele só para ir para o Maracanã.

Quando o jogo começou, nem bem Rivellino tocou na bola, Caçapava foi pra cima dele e atravessou o meia. Desesperado com a violência e ainda caído no chão, Riva escutou: “Muito prazer, eu sou o Caçapava, o cara que veio te marcar”.

Histórias que acompanharam a vida toda de Caçapava. Na data da festa do Inter, ele vivia retirado em Timon, no Maranhão. O convite do Inter não chegou até ele na época.

Nos últimos anos, Caçapava era um dos embaixadores do Inter junto à torcida.

Esta manhã, ele morreu em Porto Alegre.

(Com participação de Roberto Salim.)

E Edu deixou Ado falando sozinho…

Leia o post original por Antero Greco

Semana de Santos e Corinthians era um show, uma expectativa tremenda. Quem vai ganhar? O Pelé vai acabar com o time inimigo novamente? E o tabu? Terá fim?

O charme não existe na antiga intensidade, mas resiste. Vá lá que as preocupações atuais sejam diferentes. Os corintianos, por exemplo, tentam se recompor, após a saída de tantos titulares.

O Santos aposta nos garotos e se divide por Ricardo Oliveira. Alguns lamentam que o artilheiro não tenha sido vendido para o futebol chinês. Outros defendem aumento de salário porque ele ficou na Vila Belmiro.

Pouco para um duelo que já parou a cidade, que encantou torcedores. E que faz até hoje o ponta Jonas Eduardo Américo contar em detalhes como foi a jogada mais bonita da carreira.

O ano era de 1972. Depois de um primeiro tempo equilibrado, o Santos de Pelé voltou com tudo na fase final pra cima do Corinthians. Um… dois… três… quatro a zero.

Quantos gols do Rei do Futebol? Nenhum.

E o Rei ainda reclamou com Edu, que não lhe passou a bola ao fazer o gol mais lindo da vida dele. Dos 183 que Edu marcou com a camisa santista.

“Eu falei, ‘Ô Pelé, olha onde está a bola’”, recorda. Estava no fundo da rede, após encobrir o goleiro Ado, que nem se mexeu. “Recebi a bola e, ao invés de mandar pro gol, dei um corte para trás… Os zagueiros corintianos passaram feito loucos à minha frente e vi o Ado adiantado. Foi só tocar por cima”.

Aos 66 anos, o eterno moleque Edu relembra o lance como se tivesse 10 e ainda jogasse pelo Palmeirinha de Jaú. E por que será que ninguém mais faz gol assim? Do alto de sua sabedoria futebolística, dentro do Memorial do Santos, ao lado das fotos e troféus daquele time incrível, responde com simplicidade.

“É que ninguém mais olha para ver onde o goleiro está”.

(Reportagem de Roberto Salim.)

Uma antiga história de Palestra x Ferroviária

Leia o post original por Antero Greco

Tem gente que pode achar exagero, mas em tempos de vacas magras e de futebol pobre é preciso lembrar do maior Palmeiras e Ferroviária de todos os tempos. Foi numa tarde de sábado, 27 de novembro de 1965 (50 anos atrás), que os dois times entraram no antigo Parque Antártica.

A camisa palmeirense era verde mesmo. E a da Ferroviária, grená. Tudo como no jogo marcado para a tarde deste domingo, na pomposa Arena alviverde.

Até aí nenhuma novidade. A diferença eram os jogadores que vestiam os uniformes: verdadeiros craques da bola.

Pelo Palmeiras, o técnico Mário Travaglini escalou: Valdir; Djalma Santos, Djalma Dias, Valdemar Carabina e Ferrari, Dudu e Ademir da Guia; Germano, Ademar Pantera, Servílio e Rinaldo. A Ferroviária, do treinador Carlito Roberto, alinhou: Navarro; Geraldo, Brandão, Rossi e Fogueira; Adão e Bazani; Nilo, Djair, Tales e Pio.

Grandes jogadores! Melhor que eles, só mesmo a partida: emocionante do começo ao fim. Quando o juiz Benedito Francisco apitou o final, os palmeirenses deixaram o campo orgulhosos e a torcida aliviada. O Palmeiras inverteu um placar de 3 a 0 no primeiro tempo para 4 a 3 – com três gols do inacreditável Ademar Pantera e um de Servílio.

Naquela tarde teve garoto que não acreditou na virada, deixou o Parque antártica no intervalo e se escondeu embaixo da cama para não ouvir pelo rádio a goleada que se anunciava e não aconteceu. Eram outros tempos, outros jogadores e outro futebol.

Do time atual, só mesmo um menino como Gabriel Jesus poderia ter disputado aquele jogo.

(Com colaboração da memória afetiva de Roberto Salim.)

São Paulo precisa resgatar espírito de vencedor . Está acostumando a perder com naturalidade

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo têm uma história de vitórias e títulos. Ocorre que desde 2008 vem caindo demais de produção e jogando um futebol de time perdedor. O seu torcedor reclama e com toda razão. Jogadores que têm obrigação de decidir não decidem absolutamente nada. Sinto que o grupo está se acostumando a perder com naturalidade. A diretoria tem boa parte de culpa, mas os jogadores também. As equipes são todas mais ou menos iguais. Não existe um time tão superior ao outro, portanto entendo que além de futebol está faltando um pouco mais de aplicação e pegada de campeão. O São Paulo precisa de jogadores com mais espírito de competitividade. Os jogadores precisam ser mais cobrados e têm obrigação de reagir. A estrutura do São Paulo é muito boa e sinto uma apatia no grupo inexplicável. O treinador ainda está conhecendo o futebol brasileiro e precisa de mais tempo. Eu sinceramente prefiro um treinador brasileiro, mas acho que não é hora de mudar mais uma vez. Vamos aguardar, mas sinceramente aposto pouquíssimas fichas no tricolor do Morumbi.

Didi, a folha-seca e a filha seca

Leia o post original por Antero Greco

Para os mais velhos, Brasil x Peru lembra as Eliminatórias da Copa de 58. Lembra a folha-seca, o inigualável chute inventado por Didi, na vitória por 1 a 0, no dia 21 de abril de 1957. Ele cobrou a falta, a bola cobriu a barreira, subiu e desceu, enganando o goleiro peruano Rafael Asca e espantando todos os 120 mil presentes ao Maracanã.

Na família do grande Didi a explicação para o chute cheio de veneno vem de um problema da infância. O menino Valdir Pereira machucou a perna, quando vivia em Campos, teve problema sério e foi curado pelo benzimento de sua avó. Restou um defeito, um pé menor que o outro. E ele teve de criar um jeito novo de bater na bola.

“Meu pai usava uma chuteira 40 e outra era 41 … quem amaciava uma das chuteiras era o amigo Zagalo”, conta Lia Hebe, uma das filhas de Didi, que mora na Ilha do Governador, no Rio, onde guarda com orgulho o troféu recebido por Didi em 1958, como o melhor jogador da Copa.

Ela acompanhou de perto a carreira do pai. “Eu queria jogar futebol, mas naquele tempo meu pai não quis, disse que não era coisa para menina”.

Lia tinha jeito para o esporte, era seca para jogar bola, tanto que seu principal incentivador era um tal de Mané Garrincha, que a ensinava a driblar – sempre que Didi não estava por perto, claro. Lia acabou mesmo jogando tênis. Viajou pelo mundo ao lado da família.

Morou na Turquia, onde o pai era adorado pela torcida do Fenerbahce. Morou no Peru, onde seu pai treinou o Sporting Crystal, e não podia pagar nem pãozinho na padaria. “Ele era idolatrado”.

Lia só não estava com Didi na Copa do México, em 1970, quando ele enfrentou o Brasil do banco de reservas. O bicampeão do mundo era técnico da seleção do Peru e o jogo, válido pelas quartas de final, terminou com vitória do Brasil por 4 a 2.

“Nesse dia meu pai chegou a chorar”, conta Lia, pois até hoje os peruanos desconfiam que Didi não passou tudo que sabia para seus comandados. “Infelizmente papai carregou essa tristeza pelo resto da vida”.

(Com Roberto Salim.)

A história é o trampolim

Leia o post original por Odir Cunha

Todos nós temos amigos malas. Ao menos um, todo mundo tem. Digo isso porque também desfruto do convívio de um desses. Sei que é amigo porque já deu provas, já fez e está sempre disposto a fazer algo por mim e meus projetos, mas, por outro lado, parece absorver todas as críticas que fazem a mim e ao meu trabalho, e depois usá-las para me provocar. Ontem, estávamos conversando, por telefone, e ele arriscou: “Mas, Odir, você é um cara meio preso ao passado, não é?”.

Sei que ele disse isso porque estou envolvido nessa campanha de financiamento coletivo do livro “Time dos Sonhos”, pelos livros que escrevi e escrevo e também porque sou curador do Museu Pelé.

Contei até dez, como devemos fazer antes de responder a uma afirmação sem sentido vinda de um amigo, e respondi, pela enésima vez, que apenas gosto de conhecer e entender o passado porque acho que ele é a base, o trampolim para o futuro.

No fundo, acredito que o respeito pela história é uma obrigação das pessoas esclarecidas, mas nunca diria isso a um amigo. Percebo, rotineiramente, que a pesquisa, o cuidado com a busca e a interpretação do fato histórico, iniciativas tão valorizadas nas sociedades desenvolvidas, encontra opositores no nosso Brasil. Fazer o quê?

Bem, mas havia uma pergunta no ar, e meu instinto de repórter não me faz deixar uma questão sem resposta. É evidente que eu poderia responder apenas: “Sou um cara tão preso ao passado como qualquer pessoa que não tenha nascido hoje”. Mas também soaria ofensivo. Então, como meu amigo também é santista e sei muito bem porque ele estava tocando nesse assunto, falei do nosso time:

“Você quer dizer que o passado do Santos não vale nada se o presente está uma droga?”

“É por aí”, respondeu.

“Então, você diria que a Chapecoense é maior do que o Santos?”.

“Não, por que eu diria um absurdo desses?”, retrucou.

“Ora, porque ela está bem à frente do Santos na classificação do Brasileiro, a principal competição do presente”.

Como nada ouvi do outro lado da linha, reforcei que o Santos é maior do que a Chapecoense e do que a maioria dos times que estão à sua frente neste Brasileiro devido, única e exclusivamente, à sua história. “O que é o tão falado ‘peso da camisa’ se não a história, o currículo dessa camisa?”, insisti.

Como o silêncio perdurava, pedi que abrisse o computador na página do UOL e visse a bela matéria sobre o jogador de basquete Vin Baker, ex-astro da NBA, que ganhou cerca de 100 milhões de dólares na carreira e estava tentando recomeçar depois de perder tudo devido ao alcoolismo. “Leia o último parágrafo da matéria”, pedi. Nele, Baker diz:

“Estou com 43 anos e tenho quatro filhos, preciso juntar os cacos. Sou pai. Sou ministro na igreja do meu pai. Tenho que pegar minha história e mostrar que a pessoa pode dar a volta por cima.”

“Notou a palavra chave?”, enfatizei. “Minha história!”. “É isso que dará forças a Vin Baker para recomeçar sua vida e também é isso que, neste momento, pode dar ao Santos energia para aprender com seus erros e retomar o caminho que leve a novas conquistas”.

“É, acho que é por aí mesmo, Odir…”, finalmente admitiu uma voz quase imperceptível. “Você está certo. Eu estava só te enchendo o saco…”.

“E eu não sei que sua intenção é essa?”, respondi sem conseguir segurar o riso. “Mas agradeço por ter tocado nesse assunto. Acho que vou transformar esse nosso papo em um post no blog. Há outras pessoas que repetem isso que você falou, e essas eu não sei se fazem só para encher o saco, ou se são malas de nascença mesmo.“

Esse amigo, que foi meu repórter em uma das muitas revistas esportivas de vida breve das quais editei, costuma dizer que sou um dinossauro santista por torcer para o time desde os tempos de Pelé. Ele se orgulha de ter optado pelo Glorioso Alvinegro Praiano no Campeonato Brasileiro de 1995, quando Giovanni & Cia, com seus cabelos vermelhos, só não foram campeões porque o árbitro não deixou.

A última coisa que gostaria de ser é um desmancha-prazeres de santistas, mas qualquer dia vou lembrar a este amigo que a dramática virada sobre o Fluminense, no Pacaembu, no dia em que o time não desceu para o vestiário no intervalo, já completou 20 anos e três meses. Ou seja, para a garotada que torce para o Santos desde a geração de Robinho e Diego, este meu amigo já é um tiozinho, um sério candidato a ser taxado como alguém “preso ao passado”.

Revisitando a apaixonante história santista

As 528 páginas de Time dos Sonhos não estão em um arquivo único. Este ficou com a Editora Nobel, que disse tê-lo extraviado. Então, a remontagem do livro está sendo feita com o aproveitamento de capítulos em word, em um trabalho meticuloso que está me dando a oportunidade de refrescar a memória com fatos e etapas relevantes da história santista.

Nesses dias enfurnado em meu escritório tenho revivido as emoções e descobertas de quando escrevi o livro. É como uma viagem no tempo, já que alguns capítulos foram produzidos há mais de 20 anos. Redigitá-los me traz novamente a sensação de descoberta que experimentei ao pesquisar passagens riquíssimas da história santista mesmo muito antes da geração de ouro de Pelé.

Como não se espantar ao saber que os garotos Arnaldo e Millon se tornaram titulares da Seleção Brasileira apenas dois anos depois de fundarem o Santos? Ou que Ary Patusca, filho de Sizino Patusca, primeiro presidente do Alvinegro Praiano, foi estudar contabilidade na Suíça e se consagrou, em meados da década de 1910, como o primeiro jogador brasileiro a fazer sucesso na Europa? Ou que o Santos, sete anos depois de fundado, cedeu mais jogadores – Arnaldo, Millon e Haroldo – para a primeira grande conquista do futebol brasileiro, o Sul-americano de 1919?

Note, amigo leitor e amiga leitora, que estou me referindo apenas à década de 1910, aos primeiros e incertos anos do nosso clube. Lembro-me que essas descobertas me empolgaram e me encheram de orgulho, pois comprovavam que o Santos já nasceu com a grandeza impregnada em sua alma e em seu destino.

Da ideia de um livro que, a princípio, deveria contar apenas a história da equipe sobrenatural que encantou o mundo de 1955 a 1969, Time dos Sonhos se tornou uma obra que vasculhou as origens e mapeou o caráter superior de um time de futebol que, positivamente, não nasceu para ser apenas um coadjuvante do futebol.

E o mais interessante nesse processo é que o autor não teve de forçar nada. Como uma personagem que ganhasse vida e escolhesse seus próprios passos, o livro tomou o seu caminho e só tive o trabalho – longo, é verdade, mas extremamente prazeroso -, de segui-lo. É justamente esta jornada que proponho a você agora.

Tenho plena convicção de que ler Time dos Sonhos lhe trará o mesmo orgulho de ser santista que estou sentindo agora, sensação fundamental para nos trazer ânimo de fazer o que tem de ser feito pelo nosso clube. Por isso aceitei essa campanha da Kickante para relançar o livro, batizado de “A Bíblia dos Santistas”, com um preço promocional de pré-venda e ainda com o nome completo de cada um dos dos apoiadores no último capítulo.

Faltam apenas duas semanas para o fim da campanha. Se ainda não entrou, espero que você se decida por fazer parte dela. E se fizer isso agora, melhor ainda.

Clique aqui para saber mais sobre a campanha de relançamento do livro Time dos Sonhos


Muricy Ramalho e Rogério Ceni merecem muito respeito. São gigantes

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo precisa respeitar muito mais Muricy Ramalho e Rogério Ceni. Os caras são gigantes e sinto que os dois não demonstram a alegria normal nesta temporada. Talvez seja a última temporada dos dois no São Paulo e deveriam sair com todas as honras pela história no clube. Rogério esta entre os melhores goleiros do mundo e foi talvez o jogador mais importante da história do clube. Muricy Ramalho ganhou 3 campeonatos brasileiros com o São Paulo e um dos melhores técnicos da história do futebol brasileiro. Sinto que talvez deixem o São Paulo este ano não da maneira que merecem. Ainda existe tempo para que a direção atual repense e não cometa injustiças com figuras tão importantes na história do clube.

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