Arquivo da categoria: Honduras

Os maiores também em Olimpíadas!

Leia o post original por Rica Perrone

E o futebol nos consegue mais uma medalha. Será a sexta, e pasmem, o Brasil se torna o maior medalhista olímpico no futebol em todos os tempos. Falta o ouro. Mas o nosso “fracasso”, o nosso “trauma”,  é ser o maior medalhista em olimpiadas. É inacreditável a força do futebol brasileiro e nota-se isso quando …

Opinião: Neymar mostra quatro faces na Rio-2016

Leia o post original por Perrone

Um jogador comum, o maestro do time, craque que garante a vitória num lance e o esquentadinho que pode ser expulso e colocar tudo a perder. Essas quatro faces foram apresentadas por Neymar até aqui na Rio-2016, numa demonstração de irregularidade preocupante para a seleção brasileira.

Nas duas primeiras partidas da Olimpíada, os empates sem gols contra África do Sul e Iraque, o astro do Barcelona teve atuação discreta, não fez algo que o destacasse dos demais.

Já diante da Dinamarca, foi maestro, garçom e fundamental para a goleada por 4 a 0, mesmo sem balançar as redes.

Neste sábado, desequilibrou uma partida difícil com a Colômbia ao cobrar uma falta com maestria e abrir o caminho para a vitória por 2 a 0 que colocou a seleção nas semifinais da Olimpíada. Porém, no mesmo jogo, Neymar mostrou uma impressionante dificuldade para lidar com provocações e marcação dura, às vezes violenta, dos adversários. O atacante do Barça levou um cartão amarelo e ficou a impressão de que poderia cair na armadilha colombiana e ser expulso.

A maneira como se desequilibrou não combina com a experiência que o brasileiro já tem, apesar de jovem. Muito menos com a braçadeira de capitão do time nacional. Desde as categorias de base ele é caçado e provocado. Deveria saber tirar isso de letra. Mas não sabe, e quando os rivais apertam o botão certo ele vira uma bomba-relógio, capaz de explodir o sonho dourado da seleção com uma expulsão.

Essas atuações irregulares fazem a sorte do Brasil na Rio-2016 depender de qual Neymar estará em campo contra Honduras e numa eventual final ou disputa pelo bronze.

Sem brilho, Brasil vence Honduras no sonolento último teste antes da Copa América! Será que o escrete canarinho tem chances de desbancar as poderosas seleções da Argentina e da Colômbia?

Leia o post original por Milton Neves

blog selecao

Foto: Ricardo Nogueira/UOL

Brasil 1 x 0 Honduras

No estádio Beira-Rio, o Brasil venceu o seu último teste antes da Copa América: 1 a 0 sobre a fraquíssima seleção de Honduras.

O gol do duelo foi marcado por Roberto Firmino, que tem se saído muito bem no time de Dunga.

Mas, ao contrário de Firmino, a seleção brasileira não tem empolgado ninguém.

Tanto que foi vaiada após o apito final no Beira-Rio…

Será que o escrete canarinho fará bonito na Copa América, que começa já nesta semana (o Brasil faz a sua estreia domingo, contra o Peru).

Verdade seja dita: mesmo com as vitórias em sequência da equipe brasileira, as ótimas Argentina e Colômbia saem na frente na briga pelo caneco.

Concorda?

Atlético-MG 2 x 2 Santos

No Horto, pelo Brasileirão, Atlético-MG e Santos ficaram no empate: 2 a 2.

Igualdade que não foi ruim para o visitante Peixe, mas que desagradou aos donos da casa, que vinham de derrota para o Cruzeiro no último final de semana.

Nas arquibancadas, inclusive, alguns atleticanos se exaltaram e atacaram o técnico Levir Culpi.

Calma lá, né, meus amigos!

Levir tem créditos DE SOBRA!

Opine!

Messi empata com Neymar na artilharia da Copa e esquenta a disputa Argentina x Brasil

Leia o post original por Quartarollo

Lionel Messi fez dois gols na vitória sobre a Nigéria, 3 x 2, com grande público argentino no Beira Rio, em Porto Alegre. O camisa 10 da Seleção Argentina e do Barcelona chega a 4 gols e empata com o … Continuar lendo

França, carrasca brasileira, começa a Copa goleando! Que Medo! Árbitro brasileiro vai bem e tecnologia faz sua estreia na Copa!

Leia o post original por Milton Neves

imagem_franca (2)


placar_15_06

E a França começou o Mundial sem a “Marselhesa”!

Triste!

Mas com as bençãos de Benzema!

O artilheiro do Real Madrid marcou três gols, mas só dois foram para a súmula com o seu nome.

Na vitória contra a fraca Honduras

Realmente esta é a Copa das Copas!

Média maior de 3 gols por jogo.

E a tecnologia funcionou, no terceiro gol francês, muito bem dona Fifa, a bola entrou realmente.

E estão dizendo que o chip da Fifa funciona melhor que o das companhias telefônicas.

O Denílson que inventou essa!

O Estádio Beira Rio espetacular. Lindo. Orgulho do nosso Brasil.

E o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci com uma atuação impecável no jogo dos “Bleus”.

E na partida anterior, um jogaço!

A Suíça, no último minuto bateu o Equador por 2 a 1.

E aí, torcedor brasileiro, com medo dos algozes franceses?

 

Brasil 5 x 0 Honduras. Lista de Felipão vai se fechando e Robinho vai entrando. Teve caça a Neymar que joga muito, provoca bastante e apanha demais

Leia o post original por Quartarollo

Brasil 5 x 0 Honduras. Foi um placar natural pela diferença das duas equipes, mas o Brasil só deslanchou depois que passou a jogar coletivamente sem a influência do individualismo do genial Neymar que por si só catalisa o jogo … Continuar lendo

Graças a Damião, contra 10 e a ótima Honduras “garfeada”

Leia o post original por Mion

Damião fez a diferença: foi o cara do jogo equilibrado entre Brasil e Honduras, fez dois gols e cavou a penalidade máxima.

Existir divergências de opiniões é normal e salutar. Ontem ao assistir o jogo entre Brasil e Honduras (mudo de canais de TV várias vezes para acompanhar a avaliação de outros colegas), não consegui concordar com a maioria dos comentaristas e narradores. Talvez tenha “visto outra partida”. Muita gente tem discurso decorado, não assiste ao jogo como está acontecendo. Alguns até narravam lances com Sandro quando já havia deixado o gramado para a entrada de Danilo. Não consegui ver Honduras sem qualidade técnica, retrancada e com medo do Brasil como disseram. A nossa seleção sofreu e venceu apertado por dois fatos: o árbitro inventou,  uma penalidade máxima, “meteu a mão” e os brasileiros enfrentaram o adversário com um jogador a menos, após a expulsão de Crisanto aos 33 minutos do primeiro tempo e mesmo assim os canarinhos não conseguiram dominar a partida.

Os hondurenhos procuraram uma marcação bem adiantada, atacavam com cinco ou até seis jogadores. Depois da expulsão, recuaram um pouco, qualquer time faria isso.  O Brasil jogou sério, sentiu que o adversário não era presa fácil. Tecnicamente tem jogadores de ótima qualidade. Ouvi comentarista dizendo que jogaram retrancados. Ninguém joga retrancado quando ataca com cinco jogadores como fez várias vezes. Honduras tem jogadores diferenciados casos de Espinoza (23 anos), Garrido (21) e Matinez (23). São garotos de qualidade técnica apurada, sabem trabalhar a bola e muitas vezes tomaram conta da meia-cancha principalmente porque Oscar não estava inspirado, não que tenha jogado mal, não desequilibrou porque teve que dedicar grande parte de sua participação na marcação.

 

A expulsão de Crisanto desmanchou o esquema tático inicial, em poucos minutos o técnico Luiz Suarez conseguiu evitar uma possível pressão avassaladora brasileira. No segundo tempo novamente Honduras ficou na frente no placar, não vi falha do goleiro brasileiro: Espinoza  chutou cerca de 8 metros do gol, encoberto por um zagueiro e ainda a bola saiu rasteirinha, no cantinho chegou a raspar na trave. Se fosse um gol brasileiro, certos comentaristas ressaltariam a categoria da finalização, sem força e colocada longe do alcance do goleiro. Esses ainda pregam que só o jogador brasileiro tem talento para isso ahahaha, pura piada. E acham que iludem o telespectador.

Gostei do time de Honduras, sabe trabalhar a bola, bem organizada. E o pênalti em Damião ? Nem vou me prolongar, o zagueiro chega a pisar na ponta do pé de Damião, entretanto não o necessário para derrubá-lo. Damião encenou muito bem, caiu sem muito estardalhaço, apenas evidenciou um suposto impedimento de prosseguir na jogada por ser pisado. Também ouvi outra baboseira na análise de um comentarista: “o Mano tirou o Sandro para fortalecer a meia-cancha porque Danilo marca mais”. Bem ao contrário, Mano precisava de melhor saída de bola, mais velocidade. Sandro é limitado e lento. Danilo era volante no início de carreira no Santos, passou a ser lateral exatamente porque tem velocidade, mais qualidade no passe e técnica para distribuir o jogo. Honduras estava dominando a meia-cancha. Com um a mais, Mano não sentiu necessidade de manter Sandro um especialista em marcar, mas limitado na armação e sem velocidade. Danilo deu uma nova dinâmica, nada de especial, mas melhorou um pouco.

As estatísticas do jogo me tranqüilizam, acredito que a minha análise esteja mais próxima da realidade do jogo. Vejamos na tabela do Superesportes:

 

Brasil

x

Honduras

 

Desarmes

13

18

Escanteios

3

2

Faltas Cometidas

22

21

Finalizações Certas

4

5

Finalizações Erradas

7

3

Impedimentos

0

0

Passes Errados

30

15

 

 

O resumão do jogo: Honduras foi mais eficiente no desarme, fez uma falta a menos que o Brasil (um comentarista falou que o adversário parou o Brasil por fazer muitas faltas. Onde?). Nas finalizações levaram vantagem e nos passes errados, um banho hondurenho, errou apenas 15 contra 30 dos brasileiros, o que comprova a qualidade técnica do adversário, sabe jogar bola e nos principais critérios levou vantagem em todos.

 

 

Enfim, caso o Brasil fosse desclassificado não seria vexame. O que me deixa preocupado é que essa é a base da seleção principal do Brasil, sofreu e comprovou não ser tão superior a Honduras. Além da falta de um padrão tático, vivemos basicamente do craque  Neymar (isso Honduras não tem), apesar de não brilhar na partida de ontem. O restante está muito equilibrado. E estamos a 22 meses da Copa. Que dureza!

Damião, o salvador da vez na pior atuação brasileira

Leia o post original por André Rocha

O habitual 4-2-3-1 de Mano Menezes não funcionou pela indigência dos volantes, a desorganização defensiva e a pouca mobilidade do quarteto ofensivo; Honduras sofreu no início com o 4-4-1-1 descoordenado, mas depois do gol de Martínez ganhou confiança e jogou no ritmo de Espinoza.

A tensão pelo primeiro confronto eliminatório e a pressão do favoritismo, quase obrigação de conquistar o inédito ouro olímpico, podem ter pesado em Newcastle.

Mas nada justifica a péssima atuação coletiva do Brasil de Mano Menezes nos sofridos 3 a 2 sobre Honduras pelas quartas de final. A pior da seleção no torneio até agora. Desorganização defensiva, falta de coordenação entre os setores na execução do 4-2-3-1 costumeiro, erros grotescos na saída de bola e qualidades subaproveitadas na frente.

O time hondurenho até demorou a encaixar a marcação nos primeiros dez minutos. O 4-4-1-1 armado pelo técnico Luis Suárez tinha problemas pela afobação na pressão sobre o jogador com a bola, na descompactação e no posicionamento muito avançado da última linha defensiva.

Leandro Damião perdeu gol certo aos trinta segundos ganhando da zaga na ligação direta. Depois Oscar roubou na intermediária adversária e lançou Neymar em diagonal entre Arnold Peralta e Velasquez, mas o atacante demorou a concluir.

Assim como Sandro foi vagaroso um minuto depois ao chegar no bom meia central Espinoza. Rafael e Thiago Silva também hesitaram e Martínez foi feliz na conclusão longe do alcance do goleiro Gabriel.

Com a desvantagem, a pane mental. Também um velho problema do futebol brasileiro que trava times e seleção: volantes estáticos, sem saída de bola, mais preocupados com a marcação para compensar a pouca combatividade de meias, atacantes e laterais.

Pior: Sandro e Rômulo não marcavam, nem jogavam. Espinoza dominava o setor com tranquilidade e ditava o ritmo, retendo a bola ou iniciando os contragolpes. Inseguro, Rafael descia pouco e Marcelo afunilava tentando ser o volante-meia que faltava ao time. Na frente, Hulk, Oscar e Neymar guardavam as posições habituais, arriscando pouco as trocas e isolando Damião.

O atacante do Porto só justifica sua presença como um dos acima de 23 anos se tiver a chance de explorar sua jogada característica: recebe na meia direita, ameaça passar para o lateral na ultrapassagem, corta para dentro e bate de canhota. Como Rafael raramente passa em velocidade, Hulk fica aberto e produz pouco buscando a linha de fundo.

Só funcionou na jogada iniciada por Neymar que encontrou Hulk. O centro de direita nem foi preciso. A defesa adversária, porém, falhou grotescamente e Damião, na fibra, empatou. Minutos depois da tola (e um tanto exagerada) expulsão de Crisanto, que obrigou Martínez a compor o setor direito em um básico 4-4-1.

Com espaços, o Brasil ocupou o campo de ataque com mais coragem. Mas sem ordem e inspiração, mesmo com a entrada de Danilo na vaga do infeliz Sandro. Não por acaso, o gol de Espinoza logo no início do segundo tempo: incursão pela direita, limpando Juan – mais uma vez saindo afobadamente para dar o bote e sendo batido com facilidade – e chutando bola defensável que Gabriel aceitou.

O pênalti em Damião convertido por Neymar – mais uma “generosidade” do árbitro alemão Felix Brych em choque normal – livrou o time de Mano Menezes do desespero e encaminhou a virada no típico gol de centroavante do camisa nove brasileiro: giro sobre Leveron e conclusão perfeita. Uma atuação para dar confiança ao vice-artilheiro do torneio e melhor em campo.

Mesmo com um jogador a mais e Danilo na vaga de Sandro, a seleção brasileira penou para se impor e precisou da bravura de Damião para superar o básico 4-4-1 hondurenho.

Espinoza, o destaque hondurenho, foi expulso nos acréscimos e aliviou a pressão que o Brasil, com Lucas e Pato nas vagas de Hulk e Damião, não conseguia se livrar. A retaguarda falha demais e joga exposta. Até Thiago Silva parece “contaminado” pelas sérias limitações de Juan, a insegurança de Rafael e a postura suicida de Marcelo.

No jogo em que Neymar e Oscar não brilharam, o time dos lampejos precisou da força de Leandro Damião. Foi pouco, mas bastou. Na semifinal diante da veloz e organizada Coreia do Sul, mesmo com o cansaço dos 120 minutos e mais a tensão dos pênaltis que eliminaram a Grã-Bretanha após empate em 1 a 1, o Brasil precisa e pode ser mais sólido e confiável.


Apesar de sufoco, Seleção Brasileira vence Honduras e vai em busca do inédito ouro!

Leia o post original por miltonneves

Mas que sufoco, hein?

Precisávamos sair perdendo?

Leandro Damião perdeu chance incrível aos 30 segundos.

E no gol hondurenho, de Martinez, se eu estivesse na zaga da Seleção, igual quando jogava lá em Muzambinho, nos meus tempos de beque, não sofreríamos o tento do adversário.

A verdade pode ter sido o “forte vento”, o mesmo que atrapalhou Fabiana Murer, agora, a favor de Honduras.

Mas se não era dia de Cosme, de  Damião era,  se redimiu do gol perdido e, na raça, após boa jogada de Hulk, empatou a partida.

O “vento mudou de lado”?

Entretanto, mesmo com o empate canarinho no fim do primeiro tempo e com os adversários apelando, recebendo cartões e com uma expulsão meteórica de Crisanto, o Brasil tinha tudo para virar o jogo no segundo tempo.

Aconteceu o contrário, a Seleção Hondurenha não recuou, teve personalidade e jogou de igual para igual, até que Espinoza acertou um chute rasteiro “filosofal”!

O empate não demorou: Damião dominou dentro da área e caiu no chão, pênalti!

Meio esquisito.

Neymar foi lá e guardou o dele!

O sufoco não parava, mesmo com um jogador a mais.

Contudo, o craque santista fez ótima jogada aos 14 minutos e rolou para Damião, que chutou forte para o fundo das redes do goleiro Mendoza, sem chances de defesa!

Foi a virada brasileira!

Ainda houve tempo para o autor do primeiro gol hondurenho, Espinoza, ser expulso.

Enfim, Brasil classificado!

Agora sou “Mano Futebol Clube”!

E chega de decepção Murer, Hypólito, Guilheiro, Camilo, Marta e etc.

E você torcedor, o que achou?

Temos chances de conquistar o inédito ouro Olímpico?

OPINE!!!