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Antes de polêmica sobre VAR, Palmeiras rejeitou palestra da FPF

Leia o post original por Perrone

Antes da polêmica entre Federação Paulista e Palmeiras por conta do VAR, o alviverde recusou oferta da FPF para fazer uma palestra sobre o árbitro auxiliar de vídeo no clube. Consultada pela entidade, a direção palmeirense agradeceu, mas disse que já tinha participado de evento semelhante via Conmebol e CBF. A assessoria de imprensa da agremiação confirmou a informação ao blog.

Além de apresentações aos jogadores e comissões técnicas das equipes envolvidas nas quartas de final do Campeonato Paulista, a federação convidou treinadores para irem até a entidade para operar o equipamento de VAR. O corintiano Fábio Carille e o são-paulino Vagner Mancini foram até a entidade para fazer os testes. O palmeirense Felipão e o santista Sampaoli não apareceram.

A assessoria de imprensa de Felipão não fala com o blog, mas disse ao UOL Esporte que o “Palmeiras  não foi (à sede da federação em reunião sobre as quartas de final). Scolari é funcionário do Palmeiras.”. Por sua vez, o departamento de comunicação palmeirense disse que não chegou ao clube convite específico para o técnico testar o VAR. Também ao UOL Esporte, a assessoria de imprensa do Santos disse que Sampaoli não compareceu porque estava viajando com o time quando recebeu o convite.

Na fase de preparação para o uso do árbitro de vídeo, a FPF teve a intenção de deixar treinadores, jogadores, dirigentes e jornalistas operarem o sistema para sentir suas dificuldades. Este blogueiro operou o simulador do VAR. Além de Mancini, os são-paulinos Hudson, Hernanes e Lugano, superintendente institucional do clube, participaram dos testes, assim como o corintiano Andrés Sanchez.

Nas palestras realizadas nos clubes, a equipe da federação explica quando o árbitro de vídeo pode entrar em ação, os procedimentos a serem adotados pelos juízes em campo e o que espera do comportamento dos atletas. Dos oito participantes das quartas de final apenas o Palmeiras avisou que não gostaria de receber o estafe da FPF para a palestra.

Justamente no primeiro jogo do time nos mata-matas do Estadual, o empate em um gol com o Novorizontino, houve polêmica com o VAR. Os palmeirenses reclamam de um toque de Murilo Henrique com o braço antes do lance do gol do adversário. A federação respondeu em rede social com a imagem que a equipe de arbitragem utilizou para validar o lance, alegando que não houve infração. O clube respondeu afirmando que a federação tenta defender o indefensável.

Palmeiras e FPF se desentendem desde a final do Campeonato Paulista do ano passado, vencida pelo Corinthians no Allianz Parque. O time da casa alega que teve um pênalti a seu favor anulado após interferência externa na arbitragem, o que a federação nega ter acontecido.

Com Arthur Sandes, Diego Salgado e Eder Traskini, do UOL em São Paulo e colaboração para o UOL em Santos

São Paulo tropeça no Morumbi lotado

Leia o post original por Fernando Sampaio

cueva2Domingo 11h da manhã.

Ótimo horário para o público: 54.996 pessoas.

Recorde do Brasileirão 2016.

Em compensação, domingo 18h30 e sábado 21h são horários só para TV.

Apesar do apoio da torcida, o São Paulo não foi bem. Saiu perdendo de dois a zero com sua defesa nada confiável: Denis, Bruno, Lugano e Maicon – a zaga predileta dos mais fanáticos – Carlinhos e Hudson. Complicado. Hoje, justiça seja feita, Denis não falhou e ainda garantiu o empate. Já Maicon falhou nos dois gols de bola aérea.

Normal, Libertadores é mata-mata e mata-mata ilude.

A Chapecoense saiu na frente com mérito. Fez 2×0 e fechou a retranca. Foi fácil administrar a vantagem no primeiro tempo, graças também ao elenco limitado do Tricolor, sem jogador de criatividade, qualidade técnica e força ofensiva.

O segundo tempo mostrou a superação do São Paulo.

A torcida ajudou. Coisa rara. Cornetou depois do 2×0, depois incentivou. O time voltou mais ligado no segundo tempo. Cueva continuou comandando a armação dos ataques. Centurión lutando e, como sempre, confuso. A dupla de gringos foi responsável pelo primeiro gol.  O segundo saiu de um pênalti inexistente. Bola no braço. Ridículo. Além de não ter a intenção de colocar mão na bola, Josimar foi enganado pela imprevisibilidade assim que Maicon tirou a cabeça da bola.

Sorte do São Paulo. Cueva bateu e fez 2×2.

Sufoco. Coloquei 2×0 no Bolão. Errei feio.

São Paulo caiu só por erro de Lucão?

Leia o post original por Antero Greco

Amigo são-paulino. Você está convencido mesmo, pra valer, que seu time perdeu para o Corinthians por causa de falha do Lucão no primeiro gol? Tem certeza de que esse lance selou o destino do clássico? Ou será que, dessa forma, você encontra consolo para o resultado ruim?

Vamos falar um pouco a respeito disso.

Lucão errou feio na jogada – com dois chutes tortos, o primeiro pegou no Mena e o segundo foi um passe espetacular para Lucca abrir o placar. O rapaz achou que o Dênis estava na jogada e receberia a bola, para despachá-la em seguida. Calculou mal, não olhou direito para trás. Mais tarde, atrasou errado de novo; mas, dessa vez, Dênis deu um bico pra longe.

Ok, o zagueiro foi desastrado. Daí a concentrar nele os 2 a 0 vai distância e embute reações antigas. Uma delas é a necessidade de termos heróis e vilões no futebol. Na partida deste domingo, no Itaquerão, o papel principal ficou para Cássio, com duas defesas bacanas, enquanto a parte do malvado foi para Lucão. Isso ajuda nas manchetes e nas mesas-redondas.

Mas, pense comigo: até o momento do gol o São Paulo jogava bem? Era superior ao Corinthians? Ameaça o rival? Pressionava, ia pra cima, dava calor em Cássio? Ou, ao contrário, era confuso, sem ousadia, pouco criativo, num repeteco do que fez no ano passado?

Fico com a segunda parte. O São Paulo estava previsível, travado e sem graça. Não despencou por causa do gol na falha de Lucão. E, se estivesse bem, teria forças para sair da desvantagem, superar a mancada individual, e não o fez. Tem mais: no segundo gol, quem pulou errado foi o Ganso. Ora, por que não dizer também que, com falha de Ganso, o São Paulo perdeu?

Não quero aliviar pra jogador nenhum. Só me preocupam os rótulos que se dão no futebol. Lucão pode não ser craque, mas jogar na conta dele uma apresentação ruim é simplista e desvia o foco principal. E outra: o que jogaram Michel Bastos, Ganso, Hudson, Centuriòn, Calleri, Mena e companhia?

O São Paulo foi um desastre e não ruiu por causa, apenas, de Lucão.

Veja bem: escrevi “foi” um desastre e não “é” um desastre. Ainda há muito caminho para a recuperação. Edgardo Bauza terá trabalho – e vamos ver se terá, também, atrevimento. Nos jogos até agora o São Paulo é muito comportadinho, sem nada de diferente.

 

São Paulo perde fácil no Maracanã

Leia o post original por Fernando Sampaio

CRUouoMXAAAsQcwO Fluminense venceu com facilidade.

O São Paulo não mostrou força, novamente apático.

O resultado mais justo seria o 0x0.

Ninguém jogou bem, ninguém merecia a vitória pelo futebol apresentado.

A diferença foi Fred e Marcos Junior, dois gols em jogadas individuais.

Doriva entrou com Hudson. Escolha equivocada. Além de fraco tecnicamente, havia opções bem mais interessantes. O volante levou amarelo aos 6 minutos e teve outras oportunidades para levar o segundo amarelo. Wesley entrou no intervalo e a tendência era de melhora, principalmente no passe e movimentação, mas o time levou o segundo gol logo no início, o Fluminense retrancou e melou o jogo.

Depois do 2×0 o São Paulo criou duas oportunidades e mais nada.

Agora é torcer pelo Grêmio.

 

Foto Globo.com

 

São Paulo só ataca e Goiás faz a festa

Leia o post original por Fernando Sampaio

sp0x3goiasO São Paulo foi um fiasco.

4×0 foi pouco.

O Goiás ainda teve pênalti a favor não marcado e desperdiçou pelo menos meia dúzia de oportunidades.

Poderia ter sido uma goleada ainda mais histórica.

Osório teve boa parcela de culpa na derrota, assim como os jogadores.

Todos foram responsáveis.

Não sou contra o revezamento. Porém as escalações de Edson Silva, Carlinhos e Hudson não era a melhor opção para enfrentar uma equipe que joga retrancada com atacantes de velocidade explorando contra-ataques.

Edson Silva e Carlinhos era muito arriscado para o tipo de jogo.

Disse na Pan que a chance do Goiás estava ali. Não deu outra. Edson Silva é muito lento. Carlinhos idem. Marcam mal. Os dois primeiros gols saíram pelo setor esquerdo. Hudson não tem velocidade. Para jogar com a zaga avançada, contra uma equipe retrancada e rápida no contra-ataque, a melhor opção seria ter os dois zagueiros mais rápidos, Lucão e Tolói, com Reinaldo que corre e marca melhor e Thiago Mendes, mais rápido e eficiente.

Osório reconheceu a “culpa” pelo esquema muito avançado e pela “falta de conhecimento” do adversário. Mas, ressaltou, da mesma forma que comentei na transmissão da Jovem Pan, que para jogar com a zaga avançada é preciso não perder a bola com tanta facilidade na frente. Estoura tudo na zaga.

Para jogar com a zaga avançada é preciso alguns requisitos básicos.

O esquema exige muita dedicação física, marcação pressão no ataque, luta constante pela recuperação da bola, movimentação constante no ataque para dar opções de passe e abrir a defesa adversária e muita atenção para não perder a bola na frente e gerar contra-ataque. Não existe zagueiro que resista a tanta correria mano a mano.

Hoje o time fez tudo errado.

Além disso achou que ganharia na técnica. Não correu. Dançou.

Parecia jogo pós feijoada. Pesado. Lento. Preguiçoso.

O São Paulo esperava terminar o turno no G-4.

Acho que dançou.

 

PS: Nos últimos anos a torcida no Morumbi tem atrapalhado bastante quando o time mais precisa. O torcedor impaciente deixa o time ainda mais nervoso, inseguro, resulta na precipitação nos passes, prejudica a precisão… Torcida precisa fazer diferença quando o time está mal, aí sim. A vaia é justa e importante no intervalo e final de jogo. Durante é burrice. Falando em burrice os idiotas que chutaram os carros de Ganso e Michel Bastos deveriam ser levados para a delegacia.

São Paulo de Milton Cruz quebra tabu e classifica

Leia o post original por Fernando Sampaio

sheik expulsoO São Paulo começou bem, estava melhor na partida, aí veio a expulsão do Sheik que fez a diferença. O Corinthians sentiu. Não dá pra saber qual seria o resultado sem a expulsão, mas é inegável que ajudou. Normal, o Corinthians já ganhou muitos jogos com erros de arbitragem. Desta vez foi diferente.

Sandro Meira Ricci foi mal.

Amarelo ali estava de bom tamanho.

O Tricolor aproveitou a expulsão do Sheik e dominou o jogo. Aos 31′ Michel Bastos armou a jogada, Reinaldo cruzou, Felipe falhou, Hudson errou, Luis Fabiano fez 1×0. Aos 39′ Michel Bastos, o melhor do elenco, fez 2×0 de fora da área e matou o jogo.

O placar deixou a classificação numa situação inusitada.

Com 2×0 o Corinthians pegaria o Guarani, se fizesse um gol pegaria o Atlético-MG. Tite disse na entrevista coletiva que não sabia. Portanto, acreditando na palavra do Tite, houve falha do Corinthians. É óbio que alguém deveria avisar o treinador, se não avisaram erraram.

O segundo tempo foi fraco, burocrático.

Luis Fabiano pisou na bola mais uma vez. O atacante já havia sido advertido verbalmente duas vezes no primeiro tempo, insistiu no segundo tempo, levou amarelo. Na sequência provocou o segundo amarelo. Expulsão merecida. Mendoza revidou. Merecia amarelo, não vermelho. O fato do tapa não pegar não importa, o que vale é o gesto e a intenção.

Nas oitavas o São Paulo enfrenta o Cruzeiro, o Corinthians pega o Guarani.

O São Paulo pode crescer de produção, o Corinthians precisa crescer de produção.

 

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São Paulo joga mal e sofre para bater o São Bento

Leia o post original por Fernando Sampaio

muricycabisbaixomarcosbezerrafpO São Paulo fez seu pior primeiro tempo na temporada.

Horroroso.

Demorar para marcar contra um time pequeno, retrancado, é normal mas ficar tocando de lado sem criar absolutamente nada é ridículo.

O Tricolor entrou sem confiança após a derrota no clássico, espaçado, afunilado no ataque, confundia velocidade com pressa, criou só duas oportunidades, uma falta cobrada pelo Ceni e uma na trave do Centurión.

Foram 45 minutos sofríveis.

Muricy acertou no intervalo, Hudson entrou bem, o time ficou mais compacto, defesa, meio e ataque mais próximos, atacantes com mais movimentação, em dez minutos finalizou mais que durante todo primeiro tempo. Henal passou a trabalhar, Michel Bastos, Pato e Boschillia conseguiram finalizações, até que Hudson entrou na área, sofreu pênalti e resolveu o jogo.

Ceni bateu e marcou.

Resultado justo apesar do futebol decepcionante do Tricolor.

A “torcida paga”, nada Independente, ironizou com “olé” e “é campeão”, com razão.

 

 

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