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Conivência pode levar o São Paulo ao fundo do poço

Leia o post original por Craque Neto

Sempre digo e as pessoas que viveram ativamente o futebol na década de 1980/90 vão saber o que estou falando: o São Paulo Futebol Clube era exaltado como referência e exemplo de organização e planejamento. Cansei de ver dirigente de outros times dizendo que a ideia era COPIAR o Tricolor na maneira de gestão. Pois é, algumas décadas depois isso mudou completamente! A bagunça tomou conta da diretoria são-paulina, as contratações chegam normalmente sem planejamento e muito dinheiro é jogado na lata do lixo – OU NÃO! O mais inacreditável ao meu ver é diante de tantos fatos lamentáveis o […]

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Após impeachment negado, opositores de Peres falam em expulsão

Leia o post original por Perrone

Opositores de José Carlos Peres no Conselho Deliberativo do Santos estudam novas maneiras para tentar afastar o presidente do clube. Os que tentam as articulações são conselheiros inconformados com o fato de os associados contrariarem o desejo da maioria do órgão votando contra o impeachment do cartola.

Uma das estratégias fomentadas pelos opositores é tentar a expulsão de Peres e seu vice, Orlando Rollo. A alegação é de que ambos teriam ferido o estatuto por supostamente denegrir a imagem do clube no auge da batalha entre ambos pela imprensa.

O artigo 16, em sua letra “b” diz que estará sujeito a eliminação do quadro associativo do Santos o associado que “atingir por ato público ou manifestação escrita ou verbal a reputação, integridade, o prestígio ou o conceito moral e o bom nome do Santos, de seus órgãos ou dos membros desses órgãos”.

O primeiro passo para colocar esse plano em prática é colher a assinatura de 20 c0nselheiros para encaminhar o pedido ao Conselho Deliberativo. Por enquanto, há apenas conversas a respeito da iniciativa.

De acordo com o estatuto, se ao mesmo tempo os cargos de presidente e vice ficarem vagos, em dez dias deve ser marcada nova eleição com voto dos associados. Isso se faltarem mais de 60 dias para o fim do mandato. Caso o prazo seja inferior, o Conselho Deliberativo escolhe os substitutos entre os membros do Comitê de Gestão.

Outra possibilidade aventada já foi colocada em prática, mas até agora não surtiu efeito. A ideia é convencer Rollo a renunciar à vice-presidência.

O argumento para tentar fazer o vice-presidente se afastar é de que ele teria muita rejeição entre os associados. Na avaliação de parte dos opositores de Peres, esse foi o motivo para os sócios recusarem o impeachment do presidente já que o vice assumiria.

Caso Rollo aceitasse sair, os descontentes com o presidente estudariam um novo pedido de impeachment, pois alegam ter outros elementos para isso.

Porém, o vice está irredutível. Afirma a quem tenta o convencer que não cometeu irregularidades para renunciar. O cartola já não faz parte da gestão. Peres tirou até sua sala. Rollo também devolveu o carro do clube que tinha o direito de usar.

Procurados, presidente e vice não quiseram se manifestar sobre o assunto.

 

 

Sócios votam sobre impeachment de Peres em clima de intimidações e ameaças

Leia o post original por Perrone

Os sócios do Santos decidem neste sábado (29) se aprovam os pedidos de impeachment do presidente José Carlos Peres num clima de tensão marcado por acusações de intimidações e novas ameaças.

Entre os envolvidos nos casos que estouraram às vésperas da assembleia está Pedro Henrique Dória, membro do Comitê de Gestão santista. Ele é acusado de ameaçar o associado Márcio Meiato Veratti, diretor do movimento de sócios do clube Santos FC Tá No Sangue. O cartola nega a acusação.

Veratti registrou boletim de ocorrência na 23ª delegacia da capital alegando que Dória e uma funcionária do clube o ameaçaram de “causar-lhe mal injusto e grave”, conforme registro no documento policial.

“Fica esperto e toma cuidado”, disse ter ouvido o sócio no Pacaembu, na última quinta (27), onde estava para o jogo entre Santos e Fluminense. No boletim do ocorrência, no entanto, não está claro por qual dos dois acusados a frase teria sido dita. Ele também possui um vídeo em que é possível ver a funcionária do clube dizendo que vai desmascará-lo.

Ainda segundo o associado santista, as ameaças aconteceram por desentendimentos anteriores entre as partes causadas pelo processo de impeachment.

Por sua vez, Dória disse ao blog que só se apresentou e cumprimentou Veratti. E que, depois de ofender a funcionária do Santos, Veratti tramou a acusação juntamente com outras pessoas. Ele afirmou que também nesta sexta registrou boletim de ocorrência acusando o desafeto de calúnia. Segundo o dirigente, o associado o calunia no blog de seu movimento.

Esse não foi o único entrevero durante o jogo no Pacaembu. O clima estava tenso e outras discussões aconteceram por causa do impeachment de Peres.

Em outro episódio, Celso Leite, ex-membro da comissão fiscal do Santos, acusa o recebimento de mensagens intimidadoras em seu celular num grupo de sócios.  “Mermão, eu sou fiscal de urna, se eu ver seu voto pró impeachment vai dar ruim pro seu lado (sic)”, diz uma das mensagens. Leite será mesário na assembleia. “A gente vai trabalhar e ainda pode ser agredido”, disse ele ao blog.

O blog telefonou para o número que aparece junto com o texto, mas ninguém atendeu e nem respondeu o questionamento feito por texto sobre o tema.

A quantidade de acusações de ameaças disparou pouco depois de os conselheiros aprovarem o impeachment, que precisa ser referendado pelos associados. Por conta do clima de guerra, o clube pediu esquema de segurança reforçado para a Polícia Militar.

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Justiça suspende liminar que impedia votação de impeachment de Peres

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A 3ª Vara Cível de Santos suspendeu a liminar que havia considerado suspensa a assembleia de sócios para decidir sobre o impeachment de José Carlos Peres no próximo sábado (29).

A informação foi confirmada ao blog pelo juiz Frederico Santos Messias, que concedera a liminar. Ele explicou que pediu a redistribuição do caso para a 1ª Vara, pois lá já tramitava processo semelhante. “Consta daquele processo (na 1ª) vara outra liminar já indeferida”, disse Messias. Segundo ele, a 1ª Vara irá decidir sobre a liminar suspensa e todas as outras questões sobre o caso.

O juiz tinha concedido liminar para um conselheiro do Santos que alega falha na forma como foram calculados os votos na reunião do Conselho Deliberativo do Santos que aprovou dois pedidos de impeachment do presidente do clube. Peres e seus aliados acreditam que o número mínimo de votos não foi tecnicamente atingido. O afastamento precisa ser referendado pelos sócios.

Com Marcello De Vico, do UOL, em Santos

Atacado, vice do Santos diz que presidente é quem deve pensar em renúncia

Leia o post original por Perrone

Em depoimento ao blog, por meio de aplicativo de troca de mensagens por celular, Orlando Rollo, vice-presidente do Santos, rebateu declarações de José Carlos Peres. Nesta segunda (24), em entrevista ao canal “Bandsports”, o presidente santista, alvo de dois pedidos de impeachment, sugeriu que seu desafeto renuncie. Ainda disse que o vice nada fez na administração e que teve que buscar sozinho recursos no mercado financeiro. Afirmou também que a votação entre sócios no sábado (29) é uma nova eleição entre ele e o vice.

Abaixo, leia a resposta de Rollo.

“Sábado é o julgamento de dois processos administrativos (de impeachment) em que ele se colocou como réu. Não sou candidato a nada.

Ele é centralizador. Não foi eleito sozinho. Eu e os membros do Comitê de Gestão queremos ajudar, mas ele se acha onipotente. E não é.

Acho estranho ele falar em renúncia minha já que ele se colocou como réu em dois processos de impeachment. Ele que poderia estar pensando nessa possibilidade pelo bem do clube, já que não existe mais governabilidade.

Cogito a renúncia apenas no caso de assumir a presidência e constatar não haver a mínima governabilidade para poder administrar o clube. Neste caso, consultaria as forças vivas do Santos, que decidiriam sobre eventual renúncia. Essa é a prova de que não tenho apego ao poder. O Santos está acima de tudo e de todos.”

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Acusações de irregularidades ameaçam Santos de encarar nó jurídico

Leia o post original por Perrone

A série de acusações de irregularidades no processo de impeachment de José Carlos Peres, feitas pelos dois lados, ameaçam o Santos de encarar um nó jurídico.

Às vésperas da votação dos sócios para selar o destino do dirigente, situacionistas e opositores enxergam argumentos para questionar o pleito na Justiça.

Do lado de Peres, há uma queixa sobre a reunião do Conselho Deliberativo que aprovou dois pedidos de afastamento dele. A reclamação é relacionada ao fato de os membros da Comissão de Inquérito e Sindicância, sem direito a voto, terem assinado a lista de presença. Seus nomes, porém, não contaram para calcular o quórum.

O presidente do clube entende que a participação deles deveria ser contabilizada. Se isso tivesse ocorrido, o número mínimo de votos exigidos para o impeachment não teria sido alcançado. O grupo do dirigente estuda se irá à Justiça para tentar anular o resultado da reunião.

Outro motivo de confusão está ligado à relação de sócios que poderão votar no próximo sábado. O presidente vê suspeitas de irregularidades na habilitação de associados para participar do pleito. A diretoria registrou um boletim de ocorrência e entregou documentos à polícia.

Em tese, a investigação policial pode dar motivo para Peres contestar um eventual resultado negativo nas urnas, questionando a habilitação de diversos sócios.

Desconfiando que gente interessada no impeachment estava pagando mensalidades de sócios em atraso em dinheiro para não deixar rastros, Peres proibiu a quitação em cash. Associado inconformado acionou o Procon, que considerou a prática ilegal. Mesmo assim, a diretoria manteve a proibição.

O episódio dá margem para quem não conseguiu pagar as taxas ir à Justiça na tentativa de impedir a votação ou questionar o resultado. Os opositores são os principais interessados no questionamento sobre o veto a dinheiro nos pagamentos.

“Por enquanto, nada interfere na assembleia”, disse ao blog o presidente do Conselho Deliberativo do Santos, Marcelo Teixeira, em relação ao risco de ações prejudicarem a votação.

Se o resultado da votação ou da reunião do conselho forem questionados, o Santos deverá amargar uma dura disputa nos tribunais sobre quem comanda o clube.

A oposição diz ainda estudar pelo menos mais um pedido de impeachment, além dos dois atuais, caso Peres saia vitorioso no sábado.

Outro fator que ameaça a governabilidade no clube é uma crise no Comitê de Gestão (CG). Com nove cadeiras disponíveis, o órgão tem hoje apenas cinco membros, após quatro renúncias. É o número mínimo para que o grupo possa se reunir e tomar decisões.  Os novos indicados precisam ser aprovados pelo Conselho Deliberativo. Sucessivas recusas de nomes podem travar o funcionamento do CG.

De acordo como o estatuto do Santos, o comitê é o órgão responsável pela administração e gestão executiva do Santos.

Nesse caldeirão ainda ferve a briga entre Peres e seu vice-presidente, Orlando Rollo. Com frequência ambos se atacam publicamente.

Para muitos conselheiros, o alvinegro vive a pior crise da sua história. “As crises políticas ocorrem em quase todos os clubes, com maiores ou menores proporções. A questão é em tão pouco tempo de gestão ter divergências e problemas de relação entre presidente e vice, além dos erros que geraram processos que estão sendo avaliados pelo quadro associativo”, analisou Teixeira. Presidente do conselho e ex-presidente do clube, ele é uma das principais lideranças políticas na Vila Belmiro.

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Procon vê irregularidade do Santos com veto a pagamento em dinheiro

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O Procon considerou ilegal a decisão do Santos de não aceitar nos últimos dias pagamentos de mensalidades de seus sócios em dinheiro.

Por isso, o clube recebeu neste sábado uma autuação de notificação.

“Agora o Santos tem até o próximo dia 28 para nos mandar comprovantes dos pagamentos feitos nos dias 21 e 22. Se ficar comprovado que não aceitaram dinheiro, receberão uma autuação de infração e podem ser multados”, disse ao blog Rafael Quaresma, diretor do Procon em Santos.

A assessoria de imprensa do clube informou que a medida foi tomada por conta de suspeitas de tentativas de habilitação irregular de sócios. Os associados precisam estar em dia com suas obrigações para votar sobre o pedido de impeachment do presidente José Carlos Peres, no próximo dia 29.

A diretoria registrou um boletim de ocorrência relatando suas suspeitas. Em tese, na opinião da direção, utilização de dinheiro pode facilitar que interessados em derrubar o presidente banquem sócios em troca de voto.

O departamento jurídico santista sustentou a manutenção do veto. Porém, o Procon afirma que não aceitar pagamento em dinheiro é prática ilegal.

Opinião: falta amor pelo Santos e sobram interesses pessoais entre cartolas

Leia o post original por Perrone

Os caras estão mais preocupados com eles do que com o Santos. Essa é a primeira conclusão extraída da crise política do clube.

Fosse diferente o presidente José Carlos Peres, alvo de dois pedidos de impeachment, e o vice Orlando Rollo teriam procurado se entender para tentar salvar a instituição.

Porém, na briga pelo trono presidencial preferem expor o clube com entrevistas em que um esculhamba o outro e até com estocada por meio do site oficial do Santos.

Parece até plano de torcedores rivais para afundar na lama um dos clubes com passado mais glorioso do mundo.

E não são só eles. Ex-funcionários e atuais, a maioria ligada à política do clube, capricham para deixar a Vila Belmiro vermelha de vergonha.

O exemplo mais emblemático é o do ex-empregado e ex-aliado eleitoral de Peres que se jogou no carro do presidente vociferando por conta do emprego perdido.

Conselheiros torturam o Santos e seus torcedores promovendo batalhas que têm como único efeito prático a exposição da agremiação.

As seguidas acusações de ameaças de morte devidamente registradas em delegacias também ferem o alvinegro.

Nesse saco de gatos tem até empresário de jogadores apoiando o impeachment.

Com excessão do agente de atletas, não dá para entender como toda essa gente, principalente presidente e vice, não se une pelo bem do clube. Ou melhor, dá, sim. A explicação está no começo deste post.

Opinião: falta amor pelo Santos e sobram interesses pessoais entre cartolas

Leia o post original por Perrone

Os caras estão mais preocupados com eles do que com o Santos. Essa é a primeira conclusão extraída da crise política do clube.

Fosse diferente o presidente José Carlos Peres, alvo de dois pedidos de impeachment, e o vice Orlando Rollo teriam procurado se entender para tentar salvar a instituição.

Porém, na briga pelo trono presidencial preferem expor o clube com entrevistas em que um esculhamba o outro e até com estocada por meio do site oficial do Santos.

Parece até plano de torcedores rivais para afundar na lama um dos clubes com passado mais glorioso do mundo.

E não são só eles. Ex-funcionários e atuais, a maioria ligada à política do clube, capricham para deixar a Vila Belmiro vermelha de vergonha.

O exemplo mais emblemático é o do ex-empregado e ex-aliado eleitoral de Peres que se jogou no carro do presidente vociferando por conta do emprego perdido.

Conselheiros torturam o Santos e seus torcedores promovendo batalhas que têm como único efeito prático a exposição da agremiação.

As seguidas acusações de ameaças de morte devidamente registradas em delegacias também ferem o alvinegro.

Nesse saco de gatos tem até empresário de jogadores apoiando o impeachment.

Com excessão do agente de atletas, não dá para entender como toda essa gente, principalente presidente e vice, não se une pelo bem do clube. Ou melhor, dá, sim. A explicação está no começo deste post.

Filha de presidente do Santos registra ocorrência sobre ameaça de morte

Leia o post original por Perrone

A coleção de acusações de ameaças de morte no Santos ganhou mais três boletins de ocorrência nesta sexta(14). Um deles foi registrado no DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de São Paulo por Daniela, filha de José Carlos Peres.

Os outros dois registros foram feitos por Guilherme Prado, consultor de comunicação do clube, e Rodrigo Gama, um dos advogados alvinegros, em Curitiba.

De acordo com as acusações, as ameaças foram feitas por mensagens por meio de aplicativos em celulares, algumas emitidas pelo mesmo número. Todas são anônimas.

O blog teve acesso a parte dos textos usados como denúncia. “Vou ti trombar sua vadia do c… (sic). Vou tocar fogo em tu, sua p…”, diz mensagem enviada para a filha do presidente santista. “Dessa semana tu não passa (sic)”, diz outro texto.

“E ae seu filho da p… hoje eu ti acho. Se esconde não. Hoje ti queimo (sic)” diz um dos recados usados pelo consultor de comunicação como prova das ameaças.

Os atos de hostilidade envolvendo personagens do Santos aumentam conforme caminham os pedidos de impeachment de Peres. Na última segunda (10) eles foram aprovados pelo Conselho Deliberativo. Para o afastamento ser concretizado precisa da aprovação da maioria simples dos sócios.