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7/10 – Dia da independência

Leia o post original por Rica Perrone

Há muito desconfiamos, mas era preciso uma prova determinante para poder garantir. O Brasil não é mais um país manipulado pela mídia, classe artistica e velhos partidos. Em 2018 os três poderes escolheram dizer “não” a um só homem, que sequer tinha tempo de resposta. Eram miseráveis 8 segundos de tv, o que até outro…

O novo encontro Bauza x Aguirre. Será um jogo feio de novo?

Leia o post original por Quartarollo

O encontro Bauza x Aguirre. Será um jogo feio de novo?

O São Paulo parece ter reaprendido a disputar Libertadores, mas fez um jogo feio contra o Atlético Mineiro, no Morumbi, para mais de 61 mil espectadores, um novo recorde nacional.

Agora depois das disputas das Arenas, como diz com propriedade o colega Menon, também tem a disputa de público. Meu time leva mais gente que o seu e assim por diante como se isso valesse título.

O tricolor venceu por 1 x 0 e joga por empate, em Belo Horizonte, no acanhado estádio Independência que não teria capacidade suficiente para as quartas da Libertadores, mas foi liberado pela”rigorosa” Conmebol a pedido do Galo mineiro.

O jogo do Morumbi foi feio, marcado por faltas, alguma violência, poucas chances de gols e a queda da grade do camarote onde estavam os convidados da Conmebol. 20 pessoas se feriram e o São Paulo pode ser punido por conta disso.

Na saída do Morumbi ouvi que o tricolor pode ser punido como retaliação porque o presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, criticou a indicação do árbitro colombiano Roldán para esse jogo por conta de expulsões sãopaulinas em anos anteriores.

O árbitro foi bem, tentou conter a violência com muitas cartões e tirou da próxima partida os bons Rafael Carioca e Júnior Urso que estavam pendurados e levaram cartões amarelos.

O Atlético reclama que a pressão sãopaulina deu certo e orientou o árbitro nessa direção. Não vi assim, foi mesmo um jogo feio mais ponteado por violência do que por lances espetaculares.

O melhor em campo foi o ótimo zagueiro Erazo, do Atlético, secundado por Rodrigo Caio, do São Paulo.

Os ataques pararam nas defesas. O São Paulo conseguiu um gol de bola parada e conseguiu conter as bolas aéreas atleticanas nos escanteios e faltas ofensivas já que Erazo e Leonardo Silva são muito altos e se a bola chegar à cabeça deles é quase impossível detê-los.

É um problema que perdura para o jogo da volta quarta-feira próxima, em Belo Horizonte, onde a pressão será muito maior e o Atlético dificilmente perde.

A vitória foi super importante para o São Paulo. Não tomou gols e pode tentar administrar, mas se ficar plantado lá atrás perde feio e acaba saindo da Libertadores.

O jeito é tentar ter mais posse de bola e fustigar também o Galo quando puder.

Edgardo Bauza sabe jogar esse tipo de jogo, mas Aguirre também sabe. Mas Levir Culpi e Cuca em anos passados sabiam mais e tornaram o Atlético imbatível no Horto.

Com Aguirre, o Atlético perdeu muito do seu belo toque de bola. Com a possível volta de Dátolo ao meio-campo isso pode ser corrigido, mas não se sabe se ele vai se recuperar a tempo de jogar.

Robinho saiu contundido do Morumbi, mas enquanto esteve em campo não mexeu na bola. Não é mais o mesmo atacante de antes, hoje é só um bom jogador.

Bauza confessa que o jogo de Minas será igual o do Morumbi. Dois times tentando neutralizar um ao outro com poucas opções de jogo.

Esse é trabalho para o técnico e ambos, Bauza e Aguirre, tem um medo medonho da derrota e por isso se esquecem de atacar de vez em quando.

Aguirre confessou que o empate era uma das metas do seu time e perder de pouco era outra. Conseguiu pelo menos a segunda, mas agora terá que atacar com tudo, mas não vai.

Vai estar preocupado de novo. Tem um medo enorme de sair para o jogo ou para propô-lo.

Bauza, bem ao seu estilo, vai se defender e se levar para os pênaltis, não reclamará.

Enfim, são dois treinadores parecidos até nas explicações. Gosto do trabalho de Bauza, acho mais completo do que Aguirre.

Pra lavar a alma

Leia o post original por Rica Perrone

O Atlético MG foi melhor em tudo! Ele trocou mais passes, chutou mais no gol, teve mais posse de bola, acertou mais passes, cometeu menos faltas, entrou na área adversária o dobro de vezes do que o Cruzeiro e…. enfim, perdeu! E aí você pergunta: Mas cansamos de ver o Cruzeiro melhor e dar Galo […]

O favorito

Leia o post original por Rica Perrone

Elevado a condição de favorito pelo passado recente, o Galo e seu torcedor entraram no Independência pra jogar uma partida que hoje não podem jogar. O time fraco tecnicamente, sem referência, correndo pra todo lado sem idéia do que fazer e claramente sem confiança. A torcida, que foi trunfo nos últimos anos, não percebeu que […]

O Galo é “mau”

Leia o post original por Rica Perrone

Olho pro Cruzeiro e vejo um time de futebol notável, competente, regular, merecedor de tudo que tem conseguido.  Olho pro outro lado e vejo um time menos organizado, menos planejado, com futuro muito mais incerto, porém, com um brilho nos olhos que o Cruzeiro não tem. E não digo isso sugerindo apatia ou algo do […]

Reação pra ontem

Leia o post original por JC

Contra o Vitória, o Vasco seguiu à risca seu método para perder partidas fáceis: jogou bem o primeiro tempo, deixou o futebol no vestiário e tomou a virada no segundo. Já contra o Atlético, a receita foi a das derrotas em partidas contra adversários mais qualificados: gol logo no início, zaga batendo cabeça e falta total articulação de jogadas.

No primeiro tempo, o Galo precisou de menos de 20 minutos para abrir dois gols de vantagem, mais uma vez com uma grande ajuda da nossa zaga. No primeiro gol, vacilo conjunto de Abuda, Rafael Vaz e Cris; no segundo, gol contra do Vaz depois de cobrança de falta do Ronaldinho Gaúcho. Com 18 minutos de bola rolando, o Vasco já estava completamente prostrado em campo por conta do placar. Se o Atlético não tivesse puxado o freio de mão, poderíamos ter sofrido outra daquelas goleadas ridículas que já viraram rotina diante de times mais tradicionais.

No segundo tempo, era preciso mudar e Dorival deixou o time ainda mais aberto do que estava: tirou Abuda e Wendel e colocou Willie e Yotun em campo. Alterações temerárias, já que o Vasco pena com suas falhas de marcação e com as mexidas ficaria sem um volante de combate sequer em campo. Mas contrariando as expectativas, o Vasco passou a dominar as ações do jogo, ter mais posse de bola e criar algumas chances de gol. Ainda não havia jogadas que envolvessem o adversário, tudo o que foi produzido foi muito mais na base da “vamo-lá-que-dá” que por conta da qualidade, mas foi uma apresentação bem melhor que a da primeira etapa.

O goleiro Victor passou a ser o melhor jogador do Galo, até o frangaço que aceitou após cobrança de falta do Dakson. Mas após o gol, o Atlético voltou a jogar com um pouco mais de seriedade e esperando os contra-ataques ainda teve as chances mais claras para marcar. O Vasco ainda mantinha a bola no campo adversário, mas não conseguiu levar mais perigo até o fim do jogo.

Em outro momento, perder para o Atlético no Independência não seria um resultado a se considerar terrível. Com o time que temos, perder pela diferença mínima poderia ser até um feito. Mas na situação que estamos, nada disso serve para amenizar a derrota. Seguimos no Z4, segurando a lanterna do segundo turno e completando quatro derrotas seguidas. Já passou da hora do time reagir, mesmo que os adversários diretos na luta contra o rebaixamento não tenham, ainda, desgarrado.

Dorival: mesmo não sendo nem de longe o culpado por tudo – e efetivamente não é, pois não foi você quem fez as contratações, nem quem contundiu jogadores importantes para o time e muito menos é responsável pelos atrasos salariais – está nas suas mãos mudar a situação do Vasco em campo. Ainda “buscar a melhor formação para o meio de campo”, como você declarou após a partida, dois meses depois de assumir o time é complicado, até porque nem há tantas peças aproveitáveis assim no elenco. No meio da semana temos a Copa do Brasil, que infelizmente não pode mais ser prioridade. Se ainda é preciso fazer experiências para se encontrar uma equipe que nos tire dessa situação terrível no Brasileirão, que sejam feitas na partida contra o Goiás.

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Quem quiser ler mais a respeito dos temas desse post podem visitar a fanpage do Blog da Fuzarca no Facebook e acessar os links das matérias que tratam desses assuntos. O link também está no meu twitter: @jc_CRVG. Há mais sobre a partida de ontem numa coluna já publicada no site Torcida Carioca. E para os que não viram ontem, tem uma coluna no site “Ao Vasco Tudo!” cuja leitura acabou ficando ainda mais importante após mais uma derrota.

Torcida e fé

Leia o post original por JC

Na sua luta para fugir do Z4, o Vasco tem o Atlético Mineiro como adversário hoje, no Independência. Por mais que se tente, e até se deva, manter um certo otimismo, é complicado ter uma postura positiva diante de um oponente que é o atual campeão do continente jogando em seus domínios. Principalmente depois de termos perdido três partidas (duas jogando em São Januário), todas para times com risco de rebaixamento.

Podemos, com muita boa vontade, nos apegar ao fato de que o Galo está com a cabeça voltada para a disputa do Mundial da Fifa e que não está tão focado no Brasileirão como deveria. Mas aí vemos o Cuca falar que ainda dá pra tentar o título, que planeja uma arrancada e que o alvinegro mineiro terá todos os titulares em campo.  É ou não é muita sorte pro Vasco?

Diferente do nosso adversário, nós estamos em crise e desfalcados. André não pode jogar pois está emprestado pelo próprio Atlético. Dorival não abriu a escalação, mas deve escalar Tenorio no lugar do artilheiro do time. Sem definir uma escalação, o treinador vascaíno deve fazer várias alterações no time que perdeu para o Vitória: Yotun foi barrado e Wendel pode ser improvisado na lateral esquerda. No meio, Abuda disputa uma vaga com Baiano. No ataque, a dúvida é entre Willie e Marlone. Ou seja, nem os que entram, nem o que ficarão de fora empolgam.

Mas o que parece ser certo é que o Dorival, mais uma vez, colocará um time mais ofensivo em campo, com apenas um volante de combate e Pedro Ken mais recuado. Curiosamente, o treinador resolve ser mais ousado agora, quando parece que nos decidimos a ter a pior defesa do campeonato e justo contra um adversário que costuma ser muito ofensivo jogando em casa. Talvez a intenção seja acionar os contra-ataques com mais qualidade, com Dakson e Juninho. A questão é saber se a defesa suportará a pressão do Atlético por muito tempo.

Podemos vencer, claro. Futebol se ganha no campo e tudo pode acontecer. Mas isso passa necessariamente por uma entrega total do Vasco durante os 90 minutos. Se repetirmos o que fizemos contra o Vitória, quando jogamos bem o primeiro tempo e abandonamos a partida nos 45 minutos finais, o resultado tem tudo para ser o mesmo da última rodada. Tanto o treinador quanto os jogadores devem entender o que conquistar três pontos representa hoje: além da possível saída da zona de rebaixamento, um ganho de motivação gigantesco por vencermos um adversário muito difícil fora de casa. Já uma derrota aumentará a pressão sobre a equipe e deixará a torcida ainda mais desacreditada.

A única alternativa para o Vasco é suar a camisa e se entregar totalmente em campo. A nós, torcedores, resta torcer e ter fé de que as coisas vão dar certo. Quem sabe o Jô não acorda gripado e o Alecsandro não vira o centroavante do Galo?

 ATLÉTICO-MG X VASCO 
Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Junior Cesar; Pierre, Josué, Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli e Fernandinho; Jô. Michel Alves, Fagner, Cris, Rafael Vaz e Wendel; Abuda (Baiano), Pedro Ken, Juninho e Dakson; Marlone (Willie) e Tenorio.
Técnico: CucaTécnico: Dorival Jr.
Estádio: Independência. Data: 22/09/2013. Horário: 18h30. Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro (GO). Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva  (GO) e Carlos Augusto Nogueira Junior (SP).
O canal SporTV transmite a partida. O canal Premiere exibe para todo o Brasil no sistema pay-per-view.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos.

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Quem quiser ler mais respeito dos temas desse post podem visitar a fanpage do Blog da Fuzarca no Facebook e acessar os links das matérias que tratam desses assuntos. O link também está no meu twitter: @jc_CRVG.

Update: também tem coluna nova no site Ao Vasco Tudo!

O futebol lamenta

Leia o post original por RicaPerrone

Lamenta por Euricos, Juvenais, Dualibs e tantos outros. Lamenta por algumas trocas, por algumas “novidades” e especialmente pela falta de sensibilidade ao “evoluir” com ele. O Galo foi jogar no Independência, o Cruzeiro ficou no Mineirão. Numa lamentável queda de braço entre rivais que deveria ser meramente coisa de torcedor, perdeu a bola. O melhor […]

É o jogo de Luís Fabiano, de Ganso, de Rogério Ceni, de Ney Franco e de muitos outros

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fabiano

fabianoSão Paulo precisa dos gols de Luís Fabiano, das enfiadas de bola de Paulo Henrique Ganso, das defesas de Rogério Ceni, das táticas de Ney Franco e de um time como um todo para ganhar bem do Atlético Mineiro e … Continuar lendo