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Opinião: SampaoIi arrisca ao pedir contratação de goleiro

Leia o post original por Perrone

SampaoIi brinca com fogo ao pedir para o Santos contratar o goleiro Martin Campaña, do Independiente, da Argentina.

Indicar um jogador para a mesma posição do principal ídolo da torcida neste momemto é no mínimo um  grande risco.

Vanderlei é um dos melhores goleiros do Brasil. Não é fácil encontrar alguém melhor do que ele. Ou seja, a indicação do treinador pode fazer o Santos gastar numa posição que não precisa.

Caso seja contratado, o uruguaio chegará pressionado. Certamente a torcida não terá paciência em eventuais falhas.

E se Vanderlei for negociado com um clube brasileiro, o alvinegro ajudará um concorrente a conseguir reforço de peso.

Os riscos são tantos que dá pra desconfiar que Sampoli não conheça direito a competência de Vanderlei.

Por tudo isso, na opinião deste blogueiro, a diretoria santista não deveria atender ao pedido do técnico.

 

 

 

Opinião: onze episódios mostram decadência do futebol brasileiro

Leia o post original por Perrone

Abaixo confira 11 fatos que mostram o futebol brasileiro em profunda decadência.

1- Jogadores empurrando ambulância em campo até pegar no tranco.

2 – Gramado do Maracanã, palco de duas finais de Copa do Mundo, em péssimas condições.

3 – Um clube do tamanho do Santos sendo eliminado na Libertadores após tomar 3 a O nos tribunais por escalar jogador suspenso diante do Independiente.

4  – Cenas de vandalismo protagonizadas por torcedores do Santos no Pacaembu para protestar contra a punição na Libertadores.

5 – Guerra pública entre presidente e vice do Santos, acusações de ameaça de morte e barracos na Vila Belmiro.

6 – Times grandes assumidamente jogando como pequenos.

7 – Jogador (Deyverson, do Palmeiras), comemorando falta recebida.

8 – Felipão tentando e não conseguindo fazer substituição no último minuto dos acréscimos para ganhar tempo.

9 – O técnico do Palmeiras sendo questionado em entrevista coletiva se escondeu Bruno Henrique e Borja na chegada ao Allianz Parque para confundir o Cruzeiro em jogo vencido pelo rival. Ele nega.

10 – Dirigentes pressionando a arbitragem sem constrangimento.

11 – A CBF calada diante de todas as queixas contra ela.

 

Como no Palmeiras, Cuca estressa Santos, mas Gomes age para acalmar técnico

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Como aconteceu no Palmeiras, Cuca já ganhou no Santos a fama de “reclamão” e gerador de stress. Porém, a cúpula santista aposta no diretor executivo Ricardo Gomes para acalmar o treinador e evitar uma saída precoce.

A confiança vem principalmente da conversa que o dirigente remunerado teve com o técnico no dia seguinte à eliminação do Santos na Libertadores diante do Independiente.

Gomes revelou em entrevista coletiva que se reuniu com Cuca e disse ao treinador que considerou um erro ele criticar a diretoria na noite anterior.

Apesar da reprovação, o tom do dirigente na conversa foi conciliador e no sentido de aconselhar o técnico a evitar futuras polêmicas no ambiente conturbado da política santista. O presidente José Carlos Peres é alvo de dois pedidos de impeachment.

Desde a conversa, a cúpula do clube está confiante de que o técnico irá evitar comentários que deixem a direção em situação constrangedora.

A direção trabalha com a informação de que o treinador admitiu para Gomes que poderia ter se expressado de outra forma, sendo menos contundente. O blog não conseguiu entrar em contato com o técnico.

Depois da queda santista na Libertadores, Cuca afirmou: “eu posso ser mandado embora, mas vou falar. O Santos tem que melhorar muito profissionalmente, internamente, muito, não é pouca coisa, não. Isso que ocorreu é um erro muito grave e muito grande, é ‘beabá’ do futebol’, de situações.

O treinador se referia ao fato de o clube ser punido por ter escalado Carlos Sánchez suspenso, no entender da Conmebol. Por conta disso, o empate sem gols do primeiro jogo com o Independiente foi transformado em vitória de 3 a 0 para os argentinos.

A declaração imediatamente virou munição contra Peres. Gomes, então, passou a trabalhar no sentido de conscientizar o treinador sobre a necessidade de se preservar em meio à guerra política.

A tarefa é especialmente complicada porque Peres também tem temperamento difícil. Tanto que na última quinta o dirigente rebateu Cuca publicamente.

“O Cuca toca a parte técnica e nós tocamos a parte administrativa e financeira. Ele reconheceu que exagerou”, afirmou o presidente alvinegro ao comparecer para votar na eleição da Federação Paulista.

A estocada aumenta a importância de Gomes agir como algodão entre os cristais para assegurar a permanência do treinador pelo menos até o final do ano.

Apesar de o estilo irrequieto de Cuca gerar desconforto na diretoria, a avaliação é de que ele está fazendo a equipe evoluir e uma eventual saída agora seria desastrosa.

Opinião: Santos falhou feio em ‘caso Sánchez’. Mas Conmebol errou mais

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O Santos foi extremamente amador ao permitir a escalação de Carlos Sánchez contra o Independiente pelo primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores estando suspenso.

O clube deveria, como alega a Conmebol, entrar em contato com a entidade para ter segurança jurídica sobre a situação.

Faltou cuidado. Foi um desleixo que aumenta a avalanche de problemas enfrentados pela direção santista e consolida o atual momento do clube como um dos piores de sua história.

O presidente José Carlos Peres encara dois pedidos de impeachment. Uma série de denúncias assola a sua administração e as anteriores.

E agora o alvinegro tem que lidar com a punição da Conmebol que transformou o empate sem gols na Argentina em vitória do Independiente por 3 a 0.

Mesmo com tudo isso, na opinião deste blogueiro, a Conmebol é mais culpada pela lambança do que o Santos.

Como de praxe, um representante da entidade verificou a escalação santista antes do jogo e se calou diante da presença de Sánchez. Caberia a ele saber da suspensão e impedir a presença do jogador. Em seguida, o clube brasileiro mereceria alguma punição administrativa pela tentativa de utilizar um atleta suspenso. Mas nada que alterasse o resultado em campo.

Isso teria evitado todo o imbróglio que pode se arrastar nos tribunais da vida a partir de um recurso santista.

Infelizmente, é comum em muitas competições a entidade responsável só se atentar para usos irregulares de jogadores depois de o estrago feito.

Sendo assim, essa não é a maior pisada de bola da Conmebol no caso. O problema maior é ter deixado o julgamento para esta terça, mesmo dia do segundo confronto entre as equipes na Vila Belmiro.

Ou seja, além de precisar ganhar por 3 a 0 para levar a disputa para os pênaltis ou por uma vantagem de quatro gols para se classificar diretamente, o Santos não terá tempo de preparar uma estratégia para missão tão difícil.

A confederação sul-americana tinha a obrigação de ser mais célere. O julgamento deveria ter ocorrido já na última sexta para Cuca ter um tempo mínimo de preparo tático e emocional de seu time.

O julgamento na data do jogo só aumenta a sensação de que a Libertadores é mesmo um torneio de segunda linha. Uma competição marcada pela repetição de falhas estruturais, episódios bizarros e pouca evolução.

Santos teme efeito de “traição” de Coronel Nunes na Conmebol

Leia o post original por Perrone

Diretoria e conselheiros do Santos temem que o julgamento do caso “Sánchez” na Conmebol, na próxima segunda, tenha componente político.

Os santistas avaliam que a CBF está enfraquecida na entidade por conta do voto de seu presidente, Coronel Nunes, no Marrocos como sede para a Copa de 2026. Os países da entidade sul-americana tinham combinado votar em bloco na candidatura tripla de Canadá, México e Estados Unidos, que saiu vencedora.

O gesto do dirigente foi visto como traição e gerou duas críticas de cartolas da Conmebol à CBF.

Na diretoria do Santos, assim como no conselho do clube, há quem acredite que pode haver má vontade com os argumentos do clube como forma de retaliação à confederação brasileira.

O receio aumenta porque Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista, foi afastado de seu posto na entidade sul-americana pela CBF. O afastamento aconteceu depois de ele tentar, sem sucesso, lançar candidatura de oposição a Rogério Caboclo, que assumirá a presidência em abril do ano que vem.

Bastos era visto pelos clubes paulistas como único representante de seus anseios na Conmebol e conhecedor dos meandros da entidade.

Desde que estourou a denúncia de que Carlos Sánchez teria jogado suspenso contra o Independiente pela Libertadores, Peres buscou apoio da CBF e também de Bastos para tentar minimizar o cenário considerado hostil nos bastidores.

Outra preocupação é em relação à influência do clube argentino. Os santistas consideram o Independiente forte nos bastidores. Um dos argumentos usados como suposta prova dessa força é a rapidez com que a confederação sul-americana abriu investigação contra o Santos.

O discurso da direção santista é de que se o julgamento for técnico, o clube está seguro, pois acredita ter argumentos convincentes.

O alvinegro contratou o advogado Mário Bittencourt, responsável por salvar no “tapetão” o Fluminense do rebaixamento para a série B em 2013.

O Santos corre o risco de ser declarado derrotado por 3 a 0 na partida na Argentina, que terminou com empate sem gols.

Time cascudo da PORRA!

Leia o post original por Craque Neto

Não vou mentir aqui para o torcedor e dizer que o time do Corinthians é um primor de técnica…. Ou exaltar a turma do técnico Fábio Carille como um baita timaço! Não é verdade. Qualquer pessoa que entenda um pouquinho de bola percebe isso. O jogo corrido é meio feio e com poucas alternativas ofensivas. Lance bonito de efeito? Quase nenhum. Uma ‘penteada’ ou outra do Clayson pela ponta ou uma enfiada do Jadson na armação das jogadas. Agora o que não dá pra negar é a ENTREGA desses caras. Pelo amor de Deus! Taticamente o Corinthians hoje é a […]

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Donos mostra lado curioso do Independiente da Argentina

Leia o post original por Craque Neto

O repórter Fernando Fernandes mostrou como a educação escolar é tratada no clube argentino, que enfrenta o Corinthians pela Libertadores nesta quarta-feira, 18 de abril.

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Eles fingem que sofrem

Leia o post original por Rica Perrone

É tudo mentira.  Eu estive lá algumas vezes em 2016 e 2017 e lhes afirmo: é uma farsa.

Esse drama que eles fazem, a cara de medo enquanto o jogo acontece e a lamentação por ter sido sofrido, tudo mentira.

Eles sabem que vão ganhar. E se pudessem escolher como, escolheriam exatamente como hoje.   O baile de Lanus é maneiro, mas eles gostam é da porra da Batalha dos Aflitos.

Se fosse 4×0 hoje eles sairiam de lá felizes. Sendo nos pênaltis um perrengue do cacete, eles sairam de lá de alma lavada.

Ao final, pelas rampas da Arena ou nos bares na frente do estádio, se abraçam e dizem artisticamente que “quase morreram”  de nervoso. Mentirosos! Eles sabiam.

Eles sempre sabem.

O ritual pré jogo, a tensão do jogo, o desespero na prorrogação. Tudo combinado. Eu tenho alguma convicção que gremista se reune antes do jogo e combina a cena.

E segue tudo como sempre foi. Copeiro, guerreiro, sofrido e campeão.

Renato, Grohe, a calma do Luan, as maravilhosas entradas no limite do duro e violento do Geromel.  O Grêmio tem seu ritual.

E como todo ritual, sabemos o final.

abs,
RicaPerrone

Punir o clube é punir o futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Eu nunca entendi bem a relação segurança/clube no futebol.  O clube é responsável pelo jogo mas a segurança é feita pela polícia, logo, não é dele. E embora ele seja o organizador, a parte fundamental de logística de segurança ele não determina.

Então de quem cobrar?

Vou usar exemplos simples:  Quando o Grêmio é expulso da Copa do Brasil por racismo, comete-se um erro brutal.  Se dá o poder a 20 elementos de eliminar o sonho de milhões e o trabalho honesto de um clube, grupo, elenco, diretoria, etc.  Se há o vídeo, se há como saber de onde partiu, porque eliminar 3 milhões de torcedores e não procurar os 20 ou 30 elementos?

“Pra dar exemplo”.

Que bosta de exemplo! Punimos todos porque somos incapazes de identificar e prender aqueles que todos nós sabemos quem são. Exemplo de incompetencia do estado. É o único que foi dado.

Quando acontece dentro do gramado, aí é um problema mais ligado a organização do evento. Ok. Vamos relevar problemas como Boca x River, por exemplo.  Até cabe a discussão de punir o clube.

Mas quem é que cuida da segurança de uma possível invasão ao estádio? A polícia, até onde sei. E então como você pune 30 milhões de pessoas porque 300 das quais sabemos de onde vem, que roupa usam, onde combinaram e até onde ficam na arquibancada, invadiram um local?

Até que página o Corinthians é responsável por um torcedor levar um sinalizador e soltar na Bolívia?

“Ah mas se punir o clube esses marginais vão ter que parar porque está prejudicando o time deles”.

Jura que vocês acham que esses caras tem algum critério de amor a clube que possa fazer dele um “não marginal”?  Essas regras são aplicadas há decadas. Se tira mando, torcida, pune, multa, elimina…. e?  Nada.

Porque diabos não se usa a primeira a simples opção: identifica uns 40, prende e não solta. Jogo seguinte, prende mais 5 que fizeram merda no estádio e não solta.  Quer ver como eles param rapidinho?

São como deputados. Roubam porque tem mil formas de escapar. O problema é social e atrelado a impunidade. Não a Flamengo, Vasco, Santos, Gremio… Eles só usam o futebol e a multidão para esconderem seus crimes.

Quando você dá uma punição esportiva a eles, você dá o direito de que 200 marginais representem e tomem de sequestro uma entidade esportiva que carrega milhões de pessoas de boa índole. É a vitória maior deles.

O que aconteceu é absurdo, lamentável, etc. Mas me diz: Como o clube poderia evitar que 300 marginais sem ingresso invadissem o Maracanã além de avisar a polícia que aconteceria?

Eu honestamente não entendo essa relação. São todos liberados, a polícia dá porrada pra todo lado sem o menor critério e tudo bem, os bandidos respondem em bando e ficam todos livres e o clube perde mandos.  Resolvido!

Mas que puta solução idiota.

E segue o enterro. Ou você acha que o futebol é capaz de se blindar de um problema social? Num estado em guerra, uma cidade onde há aplicativos para avisar onde tem tiroteio, a polícia mal recebe, os moradores de comunidade pedem ajuda a traficante e não a polícia por segurança, e você espera que o Maracanã esteja livre de invasão de marginais?

Meus caros, eles vão fazer mais 300 vezes até que a justiça os torne João, Pedro, Rogério, Marcos, e não mais “a torcida do….”.

Punir clube é punir a gente que ama futebol. E seja você um doente torcedor rival louco pra ver o Flamengo “se fuder”, não seja bobo, amanhã 30 marginais da sua organizada atiram uma pedra num dirigente e quem tá fora do campeonato é você.

Eles só mudam a camisa.  O que a justiça no Brasil não consegue entender é que eles USAM o futebol pra cometer crimes e não os cometem por serem amantes do futebol. Punir o futebol não atinge esses caras.

Mas atinge a nós, torcedores de bem.

abs,
RicaPerrone