Arquivo da categoria: Ituano

Metamorfose: SPFC troca lentidão por velocidade e desespero por esperança

Leia o post original por Perrone

Contra o Ituano, neste domingo (24), pelas quartas de final do Paulista, no Morumbi, o São Paulo trocou…

… a lentidão inofensiva pela velocidade agressiva.

… a falta de apetite no ataque pela fome de gols.

…  o distanciamento da área por penetrações constantes.

… a marcação frouxa pela pressão no adversário.

… a insegurança pela confiança.

… o desespero que provocava na torcida pela esperança.

O resultado dessa metamorfose foi a vitória por 2 a 1. Os principais responsáveis pela transformação foram…

… Liziero, que melhorou a saída de bola no meio-campo e deu mais velocidade na transição ofensiva.

… Igor Gomes, que invadiu a área adversária com frequência e fez dois gols.

…. Hudson, bem na lateral, tanto na defesa como no apoio ao ataque com cruzamentos e tabelas com Antony.

… Antony, responsável por criar espaços com seus lances individuais.

… Reinaldo, autor de bela assistência no primeiro gol.

… Vagner Mancini, que acertou na escalação e na forma de o time jogar. De repetido, só a falha da defesa no gol de cabeça marcado por Morato, após cobrança de escanteio.

 

 

 

Queixa de Felipão pressiona direção a resolver problema com preparo físico

Leia o post original por Perrone

Oficialmente o discurso da diretoria do Palmeiras é de que o tema preparação física deve ser tratado apenas entre Felipão e sua comissão técnica. Porém, na opinião deste blogueiro, as críticas do treinador ao preparo físico do time são graves e exigem atuação da direção.

Scolari deixou claro depois da vitória sobre o Ituano, por 3 a 2, na última quarta, que acredita que o time caiu de rendimento no segundo tempo porque cansou.

A queixa expõe publicamente Omar Feitosa, coordenador de preparação física e seus comandados.

Um dos treinadores mais experientes do país, Felipão não dá ponto sem nó. Deve ter avaliado bem as consequências que sua fala teria antes de decidir meter a boca no trombone.

Difícil imaginar que o técnico tenha falado apenas pelo que viu na partida com o Ituano. Sua atitude foi de quem está cansado de ver um problema se repetir e resolve chutar o balde.

Ou seja não se trata de um probleminha. Mudar o rendimento físico do time depende de uma alteração mais profunda no planejamento do departamento de preparação física.

Interpreto a declaração de Felipão como pressão para a diretoria intervir com o objetivo de resolver o problema. E logo.

No Santos, Sampaoli escapa ileso de vexame diante do Ituano

Leia o post original por Perrone

Praticamente nada mudou na avaliação da diretoria do Santos sobre Jorge Sampaoli com a humilhante derrota por 5 a 1 para o Ituano, em Itu, no último domingo (3), pelo Campeonato Paulista. A análise é de que o treinador e os jogadores cometeram falhas, mas é cedo para crucificar o técnico.

O principal argumento é o de que o argentino ainda não tem o elenco fechado. Faltam reforços e isso precisa ser levado em consideração. Uma das prioridades é trazer um meio-campista. O clube tenta a contratação do peruano Cueva.

Há o entendimento na Vila Belmiro de que assim como é cedo para endeusar o argentino, seria precipitado massacrá-lo por conta da vexatória derrota no interior. Até parte da oposição, naturalmente mais feroz, compartilha essa ideia.

Opositores, porém, criticam a direção por lentidão nas contratações, queixa que Sampaoli também chegou a fazer. Por sua vez, os dirigentes argumentam que as dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube tornam as negociações mais complexas. Alegam que até clubes com mais recursos enfrentam problemas para contratar.

Pesa a favor de Sampaoli o fato de a torcida estar a seu lado. A queda em Itu foi a primeira derrota do Santos sob o comando do argentino. Até então, a equipe havia vencido suas quatro partidas na competição e empatado um amistoso com o Corinthians.

 

No Santos, Sampaoli escapa ileso de vexame diante do Ituano

Leia o post original por Perrone

Praticamente nada mudou na avaliação da diretoria do Santos sobre Jorge Sampaoli com a humilhante derrota por 5 a 1 para o Ituano, em Itu, no último domingo (3), pelo Campeonato Paulista. A análise é de que o treinador e os jogadores cometeram falhas, mas é cedo para crucificar o técnico.

O principal argumento é o de que o argentino ainda não tem o elenco fechado. Faltam reforços e isso precisa ser levado em consideração. Uma das prioridades é trazer um meio-campista. O clube tenta a contratação do peruano Cueva.

Há o entendimento na Vila Belmiro de que assim como é cedo para endeusar o argentino, seria precipitado massacrá-lo por conta da vexatória derrota no interior. Até parte da oposição, naturalmente mais feroz, compartilha essa ideia.

Opositores, porém, criticam a direção por lentidão nas contratações, queixa que Sampaoli também chegou a fazer. Por sua vez, os dirigentes argumentam que as dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube tornam as negociações mais complexas. Alegam que até clubes com mais recursos enfrentam problemas para contratar.

Pesa a favor de Sampaoli o fato de a torcida estar a seu lado. A queda em Itu foi a primeira derrota do Santos sob o comando do argentino. Até então, a equipe havia vencido suas quatro partidas na competição e empatado um amistoso com o Corinthians.

 

Palmeiras sofre derrota para servir de alerta

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras não jogou nada contra o Ituano. Fato. Como também é fato que se trata de início de temporada. Ou seja: reconheça-se a jornada ruim, na derrota por 1 a 0, neste domingo, mas sem pânico. Por enquanto. Há espaço e tempo para ajustes.

O campeão brasileiro foi confuso, de cabo a rabo, na segunda rodada do Paulistão. No primeiro tempo, em Itu,  ainda esboçou alguma coisa. Nada, porém, de extraordinário, que levasse o torcedor a suspirar ou a imaginar outra vitória no Estadual. Atuação comum, normal.

No segundo, em muitos momentos pareceu um catadão e não um time que se supõe candidato a brigar por títulos em todas as competições de que participar. Tomou o gol, marcado por Guly aos 6 minutos, e até os 51 minutos, quando Raphael Claus deu a última soprada, ciscou, girou, errou passes e não assustou Fábio, goleiro adversário. Foi um festival de horrores, uma bagunça generalizada.

Eduardo Baptista veio com Guerra como novidade, além de Jean no meio-campo, para suprir a ausência de Tchê Tchê. Com isso, Fabiano entrou na direita. Com poucos minutos de bola a rolar, o lateral se machucou e teve de sair. Jean recuou para a defesa e Thiago Santos ocupou vaga no meio, ao lado de Felipe Melo, Roger Guedes e Dudu. À frente, Willian Bigode.

No papel, bom time. Na prática, não aconteceu coisa alguma. O Ituano marcou bem, fechou espaços e o Palmeiras zanzou de um lado para o outro. Dois ou três chutes de praxe.

O panorama ficou feio na etapa final, sobretudo depois do gol. Quando se esperava reação, o que se viu foi equipe sonolenta, com uma autoconfiança ainda injustificável. Parecia que os jogadores tinham convicção de que chegaram ao empate na hora em que quisessem.

O tempo passou, não acontecia coisa digna de registro. Eduardo apostou em Keno (no lugar de Roger Guedes) e depois, na tentativa de ser ousado, trocou Edu Dracena por Alecsandro. No papel, ficariam três jogadores ofensivos, além de Dudu e Guerra, os mais habilidosos.

Sabe no que resultou? Em nenhuma jogada perigosa. Nenhuma. Chutões, cruzamentos inúteis e chutes travados – foi a isso que se limitou a pressão verde. Criatividade zero. Para não dizer que não houve um aspecto positivo, fica o registro dos bons toques de Guerra no primeiro tempo. No segundo, ele sucumbiu à desordem total.

O jogo só terá valor didático, se Eduardo fizer uma análise fria e chegar à conclusão de que precisa tirar mais, muito mais, do elenco. Por justiça, merece crédito, pois não se pode esperar time pronto em três ou quatro partidas. O torcedor, também, precisa ter uma dose de paciência. Não é hora de pedir Cuca. Mas uma coisa é certa: o jovem técnico já percebeu o tamanho da responsabilidade que é dirigir o Palmeiras.

 

 

Corinthians sobra no Paulista

Leia o post original por Antero Greco

A primeira fase do Campeonato Paulista embica na reta final e uma constatação pode ser feita: o Corinthians sobra. A equipe de Tite é a que mais pontuou até agora, garantiu classificação com antecedência e supera desafios com naturalidade. Nem parece que está sendo remontada após desmanche.

A escalação que esteve em campo em Itaquera, na noite deste sábado, é a que apresenta força máxima. Só faltou Elias, em fase final de recuperação. No mais, é o grupo que tem atuado com frequência também na Libertadores. Tite parece ter definido, e bem antes do previsto, o grupo titular. E os resultados aparecem.

O placar contra o Ituano aponta 1 a 0, magro, básico e clássico. Conseguido aos 42 minutos da etapa final, em cabeçada de Felipe, comandante da zaga e convocado por Dunga para a seleção. Mas as traves evitaram que o estrago fosse maior: quatro bolas beijaram os postes. Sinal de que o Corinthians criou, e isso é o que conta.

Tite consegue ajustar o elenco com torneios em andamento. Mas, seja por competência dele, qualidade dos jogadores, uma pitada de sorte (que é necessária em tudo na vida), as vitórias se acumulam com rapidez. Isso torna o trabalho de refinamento muito mais fácil. A tarefa dele tem sido mais amena do que a de seus colegas, Bauza, Cuca e Dorival Júnior porque saiu quase de terra arrasada para a construção de uma nova equipe.

Até agora, tudo flui com tranquilidade. Os testes maiores virão a partir da segunda fase das duas competições. Mas até lá, pelo visto, o Corinthians estará ainda mais afinado.

Vai sair estátua pra Tite no Parque São Jorge?

 

Tem um “ministro” em cada um de nós

Leia o post original por Rica Perrone

Um momento “divertido” de Ituano 1×1 São Paulo, tratado evidentemente com naturalidade num Brasil que clama por honestidade, mas que no fundo é “malandro” por inteiro. Thiago leva o segundo amarelo. O juiz não nota num primeiro momento e então Ganso, que percebeu, grita pro treinador para “tira-lo” e manter o time com 11. Como …

Sonolência tricolor e o empate em Itu

Leia o post original por Antero Greco

Nem em Itu o time do São Paulo voltou a ser grande. Na cidade onde tudo se agiganta, o tricolor mostrou um futebol de time pequeno e só empatou com o Ituano, por 1 a 1.

A equipe de Edgardo Bauza completou assim a quinta partida consecutiva sem vencer e vai completar  um mês de jejum, pois o último resultado positivo aconteceu no dia 24 de fevereiro, quando bateu o Novorizontino.

O jogo de Itu foi de uma indolência sem igual. Tudo bem: estava muito calor e o árbitro Flávio Rodrigues de Souza até optou pela parada técnica aos 30 minutos do primeiro tempo. Mas a impressão que se tinha é que os jogadores estavam com os pés presos ao gramado, saídos de um almoço daqueles de restaurantes da própria região ituana, onde um filé à parmegiana alimenta até três pessoas famintas.

O São Paulo teve como novidades João Schmidt e Daniel, mas o ritmo continuou lento, como nos últimos tempos. E restava a sensação de que, se algo de bom acontecesse, viria da inteligência e dos pés de Paulo Henrique Ganso. Mas ele também jogava em câmera lenta e só nos últimos cinco minutos do primeiro tempo o que ocorria dentro do Estádio Novelli Júnior lembrou uma partida de futebol.

O Ituano teve duas chances: uma com Fernando Viana, que mandou na trave, depois de uma falha incrível do zagueiro Maicon, e outra com a bola chegando ao fundo do gol de Denis, mas com o juiz acertou ao dar impedimento. A resposta tímida dos são-paulinos veio na última jogada, com Daniel, mas o goleiro Fábio impediu a abertura do placar.

Pior do que o primeiro tempo seria impossível. E assim, pelo menos, no segundo houve gols e lances de técnica refinada protagonizados por Ganso, que muitas vezes se acende e mostra por que já foi considerado um dos melhores meias do País. Aos 17 minutos, ele entrou na área e recebeu o passe perfeito de Calleri, para desviar sutilmente do goleiro Fábio: 1 a 0 para o São Paulo. Foi o 22.º gol de Ganso em 204 jogos pelo tricolor. Logo depois, mais uma vez ele fez uma jogada de craque e bateu com categoria, tirando a chance de defesa do goleiro ituano. Só que a bola se chocou contra a trave.

Como o Ituano parecia conformado com o resultado, o São Paulo não se sentia ameaçado. E, justo na hora em que Paton Bauza trocou Ganso pelo jovem Lucas Fernandes (promessa da base), Thiago Mendes foi expulso. Então o Ituano ganhou coragem e, numa cobrança de falta para a área, o zagueiro Léo apareceu sozinho para empatar.

O final foi 1 a 1 e mostrou que não será a saída de Ataíde Gil Guerreiro como vice de futebol que fará o São Paulo jogar de novo como time grande.

A próxima oportunidade de vitória virá no meio de semana contra o Botafogo. Até lá, Paton quebra a cabeça para encontrar alguma fórmula mágica.

(Com reportagem de Roberto Salim.)

São Paulo desperdiça talento de Ganso em Itu

Leia o post original por Perrone

Eternamente questionado, Paulo Henrique Ganso jogou o fino contra o Ituano. Serviu com classe os companheiros, mostrou boa movimentação, chegou a se colocar na área como centroavante para finalizar, abrindo o placar, e ainda ajudou na marcação no campo de defesa.

Ganso foi completo, mas de nada adiantou. Aos 43 minutos do segundo tempo, depois de ele ser substituído, a defesa tricolor falhou e levou o gol que decretou o empate.

É preocupante quando uma equipe como São Paulo não consegue vencer um adversário que não está entre os grandes do Estado nem com uma atuação de gala de seu principal jogador. A sensação é de talento desperdiçado.

O time até que mostrou evolução, mas abusou de novo de erros individuais em trocas de passes e na marcação. Não houve Ganso ou técnico que desse jeito. Chegou a hora de Edgardo Bauza começar a ser cobrado, pois já teve tempo para acabar com falhas que se repetem a cada partida. Afinal, a diretoria já criticou atletas publicamente e o vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro foi afastado. Enquanto isso, o treinador tem sido poupado.

Vitória (sofrida) e prejuízo

Leia o post original por Odir Cunha

No campo, o Santos venceu por 2 a 1, com gol de pênalti cobrado por Ricardo Oliveira no finzinho do jogo, mas o time se cansou muito no segundo tempo e o Ituano, que perdia por 1 a 0, só não virou o marcador porque a arbitragem anulou erradamente um gol do time de Itu. Agora, nas arquibancadas a derrota foi profunda: apenas 5.501 pessoas pagaram para ver o jogo – que, como muitos anteriores, poderia ter sido realizado no Pacaembu.

Como o São Paulo só jogaria na Capital à noite, não haveria objeção da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, da Sociedade Protetora dos Animais, ou de qualquer outra entidade, para que o Alvinegro Praiano jogasse em São Paulo e arrecadasse, no mínimo, 300 mil reais líquidos a mais do que arrecadou jogando na Vila.

Mas o Santos está nadando em dinheiro e não precisa melhorar suas arrecadações, já que o santista da Baixada lota a Vila Belmiro em todos os jogos. Lota tanto que agora terá dois estádios idênticos, um ao lado do outro. A ideia é jogar meio tempo em cada um. A concorrência do público é tanta que se pagará para ver apenas meio tempo. Quem quiser ver o jogo inteiro, terá de pagar dobrado e estar disposto a sair da Vila e ir para o arena Portuários. Genial.

O mesmo presidente Modesto Roma que joga para outros a responsabilidade que é só dele na hora de definir local e horário dos jogos do Santos, escolheu as 11 horas da manhã deste verão infernal para a partida contra o encardido Ituano. No final, Ricardo Oliveira queria matar o responsável por fazer o time jogar naquela canícula. Mal ele sabia que foi seu próprio chefe quem deu o palpite infeliz. Em São Paulo, a 700 metros acima do nível do mar, no esverdeante Pacaembu, ao menos teríamos alguns graus a menos.

O jogo

Contra um time que se defendeu com afinco e se revezou na pancadaria, até que o Santos, mesmo sem ser empolgante, controlou o primeiro tempo e saiu na frente com um gol de cabeça de Gustavo Henrique após o primeiro escanteio que Lucas Lima bateu bem.
Na segunda etapa, o time começou a tocar a bola para trás e o Ituano empatou, com Marcão, mas o árbitro Douglas Marques das Flores assinalou impedimento. Aos 37 minutos, porém, não teve jeito. O zagueiro Naylhor pulou sozinho em um escanteio e fulminou Vanderlei: 1 a 1.

Dorival Junior já tinha iniciado as suas substituições. Ronaldo Mendes entrou com disposição no lugar de Paulinho e deveria receber mais passes; Elano entrou mal no lugar de Gabriel e só começou a acertar os passes nos últimos minutos de jogo, e Victor Bueno substituiu bem a Renato, que já estava exausto.

O pênalti, bem marcado, surgiu em cima do participativo Ronaldo. O artilheiro Ricardo Oliveira, que voltou a ter uma atuação apagadíssima, cobrou e deu a vitória ao Santos. O curioso é que o time jogou mal em suas duas partidas na Vila Belmiro neste ano, e mostrou melhor futebol justamente na partida fora de casa, contra a Ponte Preta. Será que em 2016 teremos o avesso de 2015?

Santos 2 x 1 Ituano
Vila Belmiro, 11 horas da manhã
Público pagante: 5.501 pessoas.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Zeca; Renato (Victor Bueno), Thiago Maia e Lucas Lima; Paulinho (Ronaldo Mendes), Gabriel (Elano) e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Ituano: Diego; Raul Prata, Naylhor Luiz Felipe e Peri; Jonatan Lima, Wellington Simião, Marcelinho (Fernando Viana) e Claudinho; Edinho (Marcão) e Ruan (Igor). Técnico: Tarcísio Pugliese.
Gols: Gustavo Henrique, aos 48 do primeiro tempo; Naylhor, aos 37 e Ricardo Oliveira aos 52 minutos do segundo.
Arbitragem: Douglas Marques das Flores, auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa.
Cartões amarelos: Raul Prata, Luiz Felipe, Peri, Claudinho (Ituano) e Lucas Lima (Santos).
Cartão vermelho: Raul Prata.

E você, o que acha disso?