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Não é só ele que faz falta, a bola que não chega, ué?!

Leia o post original por Craque Neto

Após o empate sem gols do Corinthians no clássico diante do Santos e a óbvia constatação que o time tem dificuldades para fazer gols, muito comentarista tem creditado essa situação a ausência do Gustagol na equipe. Vale lembrar que o centroavante sofreu uma pancada no tornozelo na partida diante o São Bento e vem sendo poupado dos últimos jogos para não agravar a lesão. O que mais se vê por aí são esses estatísticos ‘chatos’ da imprensa publicando dados impactantes, como por exemplo o fato do Timão ter marcado apenas um gol sem o camisa 19 em campo. Poxa vida! […]

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Opinião: insistência em jogadas aéreas marca derrota corintiana em Campinas

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Abusando das bolas cruzadas na área, o Corinthians perdeu por 2 a 1 para o Guarani, nesta quarta (23) em Campinas, pelo Campeonato Paulista. O alvinegro saiu na frente com um gol de cabeça marcado por Gustavo, tomou a virada ainda no primeiro tempo e viu as chances de reação escaparem ao abusar da bola aérea.

A repetição da busca das finalizações pelo alto, principalmente com Gustavo, foi tanta que nem parecia que Fábio Carille voltou. Características como triangulações e jogadas pelo meio do ataque, tão presentes na passagem anterior do treinador pelo clube, foram abandonadas. O técnico sempre gostou de apostar num centroavante cabeceador, mas costuma exibir uma cardápio mais variado de jogadas, o que não aconteceu nesta noite.

Gustavo não tem culpa pelo resultado. Pelo contrário, fez seu segundo gol em três jogos no retorno ao Corinthians. O outro foi no amistoso com o Santos. O problema maior foi a falta de criatividade no meio-campo. Tudo bem que estamos no começo de temporada, mas Sornoza, principalmente, já deveria ter dado mais contribuição criativa à equipe. Sem sua colaboração, ganhou força o chuveirinho.

Neste momento de início de trabalho, pelo menos três coisas ficam claras no alvinegro: Sornoza precisa dividir a responsabilidade pela criação com Jádson, a defesa tem que finalmente se acertar nas bolas aéreas e Carille deve combater ferozmente o vício do time de cruzar praticamente todas as bolas no ataque.

Opinião: cinco fatores dificultam missão de Carille no Corinthians

Leia o post original por Perrone

A maior parte da torcida do Corinthians comemorou o anúncio da volta de Fábio Carille como um gigantesco reforço. Por seu currículo vencedor no alvinegro, o treinador tem praticamente o status de salvador da pátria. Porém, na opinião deste blogueiro, uma série de fatores torna a missão do técnico mais difícil em relação a seus feitos anteriores. Leia a seguir.

1 – Qualidade do elenco

Em seu retorno, Carille encontra um elenco de qualidade inferior ao que teve durante o maior tempo de sua passagem anterior pelo clube.

Do time que venceu o Palmeiras na final do Paulista de 2018, Balbuena, Sidicley, Rodriguinho e Maycon saíram e não foram substituídos no mesmo nível.

Claro que a diretoria pode trazer reforços de bom nível para a próxima temporada. O problema é a falta de dinheiro para isso.

2- Novidades

Um dos trunfos de Carille para conquistar dois estaduais e um Brasileirão foi conhecer a fundo o grupo de jogadores do clube. O domínio, inclusive das categorias de base, facilitou a remontagem da equipe para o início de 2018, por exemplo.

Neste momento, o elenco já tem nove jogadores novos em relação à última vez em que o treinador comandou o time. Hoje, esse número corresponde a mais de 25% do time.

Quase todas as caras novas são de atletas que não foram escolhidos por ele, pois o técnico já havia deixado o Corinthians quando essa leva foi contratada. Danilo Avelar é exceção. O lateral tinha sido indicado por Carille.

As primeiras contratações para 2019 (Gustavo Mosquito, Michel Macedo e André Luis) foram feitas antes de o retorno do treinador se concretizar.

3 – Base

Arana e Maycon são exemplos de como os jogadores vindos das categorias de base foram importantes na passagem anterior de Carille pelo clube.

No retorno, porém, ele deve ter dificuldades para garimpar jovens cem casa. As principais promessas dos últimos anos do popular “terrão” corintiano já foram negociadas ou estão no time principal (Pedrinho e Léo Santos).

No Parque São Jorge, quem conhece bem as categorias de base diz que a próxima safra não é animadora.

4 – Vendas

Carille corre o risco de perder jogadores antes mesmo de a próxima temporada começar. Com pouco dinheiro para contratar, o clube não deve recusar ofertas interessantes por seus atletas.

Pedrinho interessa ao Borussia Dortumund, da Alemanha. Há outros caras valorizados no grupo, principalmente Fágner e Cássio, que estiveram com a seleção brasileira na Copa da Rússia.

5 – Salário acima do teto

Indiscutivelmente, Carille é querido pela maior parte dos atletas que trabalharam com ele no clube. Porém, em tese, o fator financeiro, pode complicar a relação com alguns.

O treinador deve ganhar R$ 500 mil mensais, sem contar eventuais luvas. A quantia supera o teto salarial estipulado pela diretoria de R$ 400 mil. Jadson, por exemplo, aceitou reduzir seus ganhos para se enquadrar nessa política. A dúvida é como ele e outros profissionais que não puderam ganhar mais vão reagir ao salário superior do chefe.

Sofrido como SEMPRE! Até quando?

Leia o post original por Craque Neto

Fim de jogo em Itaquera! Depois de muito sofrimento o Corinthians venceu de virada o Sport Recife por 2 a 1. Posso falar? Às vezes me cansa falar mal do time que torço, viu?! Nunca neguei que sou corintiano, mas ainda assim sempre critiquei todo mundo. Sem distinção. O que acho errado no futebol desço a lenha sem dó. Faz parte do meu jeito crítico de ser. Mas agora fica difícil analisar o Timão nesse restinho de 2018. Veja bem, já disse aqui que o principal responsável pela má fase do time na temporada é o Andrés Sanchez. Não tem […]

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Timão dá show em provável despedida de Carille

Leia o post original por Craque Neto

A dificuldade do povo venezuelano é comovente. Por mais que tenha muita gente metida a socialista negando, realmente tem muita gente passando necessidade por lá. De qualquer forma tinha muita gente presente ao estádio Metropolitano em Capudare. E o Corinthians fez o certo! Não fez gracinha, nem ficou com dó do Deportivo Lara e partiu pra cima. Abriu 2 a 0 até com certa facilidade. Até porque a facilidade que o time do Carille tinha para entrar na defesa dos caras era impressionante. A todo instante Rodriguinho e Jadson apareciam na cara do gol. Rodriguinho, artilheiro do Timão na temporada […]

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Sheik salvou! Mas Timão continua limitado taticamente…

Leia o post original por Craque Neto

Acabou o jogo do Corinthians contra o Mirassol na Arena de Itaquera e o time do Fábio Carille sofreu para vencer por 1 a 0. Belo gol do Emerson Sheik no finalzinho, diga-se de passagem! Com o resultado o Timão está garantido para a disputa da fase final do Paulistão. Entretanto, posso falar? Apesar do treinador ter encaixado e acertado uma nova forma da equipe jogar, isso fez com que a engrenagem ofensiva dependa muito dos meias Jadson e Rodriguinho. Ou seja, quando um ou os dois não funcionam bem, a coisa não anda como o esperado. Antes o Jô […]

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Corinthians e SP repetem roteiros

Leia o post original por Antero Greco

O primeiro clássico do Paulistão de 2018 acabou agora há pouco, no Pacaembu, com vitória do Corinthians por 2 a 1 sobre o São Paulo. E mostrou algo que o torcedor mais ou menos já imaginava: ambos tendem a repetir roteiros do ano passado.

Como assim?! Explico.

Resultado à parte, os corintianos revelaram coesão maior, continuidade da trajetória que atingiu o auge com o título brasileiro. Mesmo com modificações em relação a 2017 (saíram Pablo, Arana e Jô), a equipe de Carille passa a sensação de que atingirá com maior rapidez um bom nível de competitividade.

A base se manteve, os jogadores sabem o que fazer, conhecem as intenções e estratégias do técnico, e isso facilita a tarefa de atingir objetivos. Falta acertar o substituto de Jô na frente. Kazim começou de novo como titular, negou fogo e cedeu lugar para Júnior Dutra. Que deu mais velocidade, mas ainda não atingiu entrosamento, o que é normal.

Já o São Paulo passa por mudança mais acentuada, também sofreu baixas significativas (Hernanes, Pratto) e está emperrado. Ok, vários nomes são os mesmos de antes e, portanto, deveria estar num nível semelhante ao do adversário. Concordo; porém, o jogo não flui.

A zaga precisa de ajustes, o meio-campo carece de velocidade e criação e o ataque desta vez não funcionou. Diego Souza, Marcos Guilherme, Brenner (autor do gol) incomodaram pouco Cássio & Cia. Chover no molhado constatar que Dorival Júnior vai suar um bocado para colocar a casa em ordem. Quem sabe melhore com Nenê e Trellez. E ainda é preciso ver qual rumo tomará a carreira de Cueva.

O placar foi definido na etapa inicial, com os gols de Jadson (pouco mais de um minuto), Brenner (no empate) e Balbuena (aos 32). Nessa fase, houve ritmo bom de ambos os lados. No segundo tempo, caiu, pois tanto corintianos como tricolores sentiram o desgaste.

A diferença está no aproveitamento: o Corinthians, que jogou quatro vezes seguidas no Pacaembu – um absurdo na tabela -, tem 9 pontos e sobra no grupo dele. O São Paulo, com 4, por ora está na ponta na chave, mas com desempenho irregular, com 2 derrotas, 1 vitória e 1 empate.

Mas ficou mesmo no ar um jeito de filme já visto, para um lado e outro… Com o que tem de bom e, sobretudo, de preocupante…

Corinthians ainda de ressaca da Flórida

Leia o post original por Antero Greco

Fábio Carille fez o certo: na rodada inaugural do Paulistão, colocou em campo o Corinthians que mais deve aproximar-se do titular. O resultado não foi animador: derrota por 1 a 0 para a Ponte Preta, no Pacaembu. A largada em 2018 não foi entusiasmante.

A noite quente em São Paulo não ajudou o campeão estadual e brasileiro. Ainda meio sonado, depois da semana passada na Flórida, teve dificuldade diante de uma Ponte firme na marcação. Carille optou pelo retorno do 4-1-4-1, que não empolgou.

Não foi apresentação abaixo da crítica; nada disso. Apenas o Corinthians não teve desempenho que se espera de um grupo parecido com o do ano passado e que teve duas grandes conquistas. Por mais que se dê desconto por viagem, início de trabalho, etc, etc, claro que o torcedor “mal-acostumado” sempre deseja divertir-se – com vitória.

No primeiro tempo, houve movimentação interessante dos dois lados, com bola na trave a favor dos corintianos e expulsão do ponte-pretano Felipe Cardoso, por acúmulo de amarelos (o segundo um pé no peito de Cássio!).

Os alvinegros da capital tiveram escalação muito parecida com aquela que terminou 2017. Claro, com três mudanças importantes: Pablo, Arana e Jô bateram asas. Pedro Henrique já havia sido muito utilizado no ano passado e não destoou na zaga. Romão não foi bem e ainda tomou vermelho no segundo tempo. Kazim, já da casa, mostrou que, no máximo, é opção. Não tem estofo para ser o dono da posição no comando do ataque.

Na segunda parte, bateu cansaço no Corinthians, até natural pelo desgaste dos últimos dias. O jogo ficou em ritmo lento e só melhorou após o gol, decisivo, de Felipe Saraiva, aos 23 minutos. Houve chance do empate, em pênalti desperdiçado por Jadson. Dali em diante, as jogadas de ataque eram na base do chutão, lançamentos longos e cruzamentos para a área.

Para repetir imagem usada anteriormente no comentário que fiz sobre o jogo do São Paulo, foi somente um tira-gosto, uma entradinha no cardápio corintiano – e não teve sabor. No entanto, ainda é muito cedo, cedo demais, para achar que o prato principal desagradará.

Corinthians, sem dúvida

Leia o post original por Antero Greco

Título tem de vir de forma incontestável, sem choro nem vela. Com autoridade, com vitória, que é pra ninguém botar defeito. Quer dizer, os outros torcedores chiam, reclamam, desdenham, mas isso faz parte do futebol…

Pois bem, o Corinthians fechou com antecedência, e em grande estilo, a caminhada rumo ao sétimo título do Brasileiro, ao lascar 3 a 1 no Fluminense, na noite deste 15 de novembro. Fez a festa em casa, em Itaquera, mesmo sem a presença da taça.

(Ah, a CBF não quis levar o troféu, porque o clássico acabou tarde e iria prejudicar a volta do torcedor pra casa. Conta outra… Por que não marcaram o jogo para a tarde?)

Deixa pra lá. O que importa é que, com ou sem medalha, taça e rococós, o Corinthians consolidou campanha vitoriosa com resultado incontornável. Com uma ligeira pitada de ansiedade, na forma do gol sofrido com um minuto, em cabeçada de Henrique.

A vantagem tricolor deixou apenas o jogo mais elétrico e fez com que o Corinthians se lançasse à frente desde o início. Encontrou dificuldade no primeiro tempo, ao não encaixar com frequências jogadas de ataque. O Flu, que precisava ganhar, ficou ali, a se segurar.

A história mudou em três minutos, na etapa final. Tempo suficiente para Jô fazer os dois gols que iniciaram a virada. Duas arrancadas, dois vacilos do Flu e a euforia no estádio. Dali em diante só deu Corinthians, com a certeza de que não seria mais surpreendido. E, para não dar sopa pro azar, veio o gol de Jadson, para fechar a conta.

O Corinthians é campeão nacional de 2017 por merecimento. Superou os demais pela regularidade, pela eficiência, pela simplicidade. Nem as turbulências no returno foram suficientes para tirá-lo do prumo.

Os outros não tiveram competência sequer para fazer cócegas no líder. Ah, o nível não é dos melhores? Sim, e daí? Por acaso foi nos últimos anos? A decadência surgiu agora? Assim como houve reconhecimento para as conquistas de São Paulo, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, Palmeiras, para ficar na história recente, o mesmo vale agora para o Corinthians.

Papo de apito amigo, de pouco empenho de outros concorrentes, são apenas amenidades para os torcedores “inimigos”. Zoeira é do futebol, assim como a taça de 2017 é do Corinthians. E vida que segue.

Parabéns aos corintianos!

 

E aí Jadson, então era você o problema do Timão???

Leia o post original por Craque Neto

Olha, espero sinceramente que seja só uma coincidência daquela das bravas. Mas é fato que foi só o técnico Fábio Carille ser macho e tirar o meia Jadson do time titular para o Corinthians crescer radicalmente de produção. O futebol apresentado pela equipe nesse clássico diante do Palmeiras é um milhão de vezes superior àquela bolinha que vinha jogando nas últimas rodadas do Brasileirão. Veja bem, o Jadson é bom jogador? Pelo amor de Deus! Tecnicamente talvez seja o melhor do elenco alvinegro. É um ídolo dentro do clube até pela bola redonda que apresentou na campanha do Hexa em […]

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