Arquivo da categoria: Jaílson

Canhão: não renovar com Jaílson por causa da mãe é JUMENTICE

Leia o post original por Craque Neto

O narrador Rogério Assis criticou a suposta atitude de alguns conselheiros do Palmeiras, que estão questionando a renovação do goleiro Jaílson por causa da mãe corintiana do atleta.

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Das coisas que o dinheiro não comprou

Leia o post original por Rica Perrone

O Palmeiras tem um investidor porque dá retorno. É simples, incontestável, de clara inveja alheia a quem contesta. Talvez alguém tenha feito um estádio pra ele com recursos privados e comprado um timaço pela logica simples dele ser um bom negócio. Talvez seu clubismo não veja assim.

De tudo que o Palmeiras pode comprar, algumas coisas não estão a venda. E veja você, é quase sempre o que o torcedor mais gosta.

Ele gosta de criar em casa. Ou de achar dentro dela alguém de quem pouco se esperava. Ela gosta de Jesus, de Jailson, de esperar mais pelo investimento e menos pelo mesmo motivo.

Quem colocou o Palmeiras na final antes do jogo foram jornalistas irresponsáveis. Não o clube. Ele não foi arrogante, o tom veio de fora. Em campo,  jogou menos do que pode, mas ignorar o fator do clássico para cobrar desempenho por mero investimento é chamar Palmeiras de Chelsea.  Não, não é o caso.

Falamos aqui de um time com investimento e camisa. Camisa que ajuda cá e lá. Por isso o Santos venceu o jogo hoje. Porque não se joga só com a grana. Há mais do que isso por trás de um clássico.

Mas nem mesmo se pudesse o investidor poderia comprar a noite de hoje. Pelo que investiu esperava vencer por 3×0 com gols dos seus reforços caríssimos. O futebol é mágico, e o nosso não está a venda numa prateleira.

Prova disso é que a noite de hoje será eternizada na memória de cada palmeirense pelo não retorno do investimento em campo. Ou seja, pelo fato de não haver garantias. Dos badalados, outra vez salvou um não comprado. E do esperado passeio veio mais um drama nos pênaltis e história pra contar.

Pudesse comprar com esse roteiro, o Palmeiras compraria. Mas não se vende história, se faz. E mais uma vez o Verdão dramatizou um roteiro de final até previsível, mas nunca garantido de véspera.

Salve Jailson, o velho Pacaembu, os penaltis sem favorito e o peso da camisa. As vezes a vaga vem sem nenhum centavo pra explicar.

abs,
RicaPerrone

Pitacos – Jaílson garante vantagem do Verdão e Tricolor aproveita MISTÃO do Timão

Leia o post original por Craque Neto

No sábado o clássico entre Santos e Palmeiras, no primeiro jogo das semifinais do Paulistão, dava toda pinta pra mim que iria ser um baile alviverde. Afinal tecnicamente o elenco do técnico Roger Machado é bem superior ao santista. A favor do Peixe tinha o retrospecto positivo jogando no Pacaembu. Mas com a bola rolando o que pude ver foi o time da Baixada bem mais bem ajustado taticamente. Foi pra cima por diversas vezes e por pouco não abre o placar. Por pouco porque o Jaílson estava em tarde inspirada. Impressionante a bola que o goleirão do Verdão jogou. […]

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Três falhas do Santos no mesmo ataque palmeirense definem clássico

Leia o post original por Perrone

O surrado bordão “clássico se decide nos detalhes” explica a vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Santos neste sábado pelo Campeonato Paulista. Três falhas de marcação da defesa alvinegra em um só ataque adversário resultaram no gol do triunfo alviverde.

Os erros permitiram que Bruno Henrique, Dudu e Willian, responsável por estufar as redes, recebessem a bola livres até a abertura do placar, após jogada iniciada pelo Keno.

Depois da sequência de vacilos do Santos no mesmo ataque palmeirense, o que aconteceu de mais relevante foi um show de Jaílson. O goleiro alviverde fez quatro defesas importantes. A cada uma delas, a bobeada coletiva da defesa santista pesava mais para a equipe do litoral.

No segundo tempo, enquanto Jaílson brilhava, seus colegas de time pouco conseguiam fazer no campo de ataque. Na etapa final, o santista Vandarlei praticamente só teve trabalho numa falta cobrada por Willian aos 44 minutos.

Se não foi suficiente para evitar a derrota, a superioridade do Santos nos 45 minutos derradeiros indica que a vaga para final estadual está longe de ser decidida. Um empate jogando no mesmo Pacaembu, mas só com sua torcida, na próxima terça, basta para colocar a equipe alviverde na decisão. Pelo que se viu na abertura das quartas de final, a tendência é de um jogo equilibrado.

 

Chega de discurso moralista! Clubismo existe no mundo inteiro!!!

Leia o post original por Craque Neto

Viram a polêmica que deu o fato da mãe do goleiro Jaílson, assumidamente corintiana, ir ao clássico de Itaquera torcer contra o time do filho, o Palmeiras? Pelo amor de Deus! Tiveram até conselheiros do clube alviverde defendendo que o jogador levasse dura da diretoria por causa da paixão da mãe pelo rival. Posso falar o que penso? Vivemos em um País onde tem muita roubalheira e pouco investimento na educação. Então se a molecada não estuda a bola de neve aumenta cada vez mais e formamos uma cambada de ‘Zé Ruela’. A verdade é essa! E no futebol esse quadro […]

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Opinião: por que o Palmeiras gasta alto e não consegue bater o Corinthians?

Leia o post original por Perrone

Desde novembro de 2017, quando amargou a terceira derrota seguida para o Corinthians, o Palmeiras se reforçou com mais nomes de peso, como Lucas Lima, Gustavo Scarpa e Marcos Rocha. Já o rival sofreu duros golpes nas saídas de Pablo, Guilherme Arana e Jô. E teve que se contentar com contratações mais modestas. Juninho Capixaba, Júnior Dutra e Renê Júnior, por exemplo. Alex Teixeira, a principal novidade, acaba de chegar e nem estreou. Mesmo com investimento verde maior para a temporada, o primeiro clássico do ano entre as duas equipes terminou do mesmo jeito que os três anteriores: com o alvinegro vencendo.

E por que, de novo, a gastança palmeirense (desta vez maior com salários e luvas do que em compra de direitos econômicos) não foi suficiente para ganhar o dérbi? Na opinião deste blogueiro, principalmente por causa das constantes mudanças estruturais sofridas pelo alviverde nos últimos tempos. Na quadra de derrotas para os corintianos, os palestrinos foram comandados por quatro técnicos diferentes: Eduardo Baptista, Cuca, Alberto Valentim (interino) e Roger Machado. As vitórias alvinegras acabaram saboreadas pelo mesmo comandante. No banco sempre esteve Fábio Carille.

A vitória do Corinthians por 2 a 0 no último sábado ilustra bem  a desvantagem palmeirense por conta da rotina de troca de treinadores. Apesar da derrota, a campanha do time de Roger no Paulista é excelente, mas ele está apenas em seu segundo mês no comando da equipe, ainda conhecendo o elenco.

Já Carille segura a prancheta alvinegra desde o final de 2016, mas começou a atuar na comissão técnica da equipe em 2011. Assim, enquanto Roger ainda está conhecendo clube e elenco, que também se adapta ao treinador, o corintiano sabe onde pisa. A ambientação do ex-auxiliar alvinegro foi fundamental, por exemplo, para ele superar a ausência de um centroavante no clássico. Seu conhecimento do elenco e o entendimento dos jogadores em relação ao que ele quer facilitaram o sucesso do esquema com dois volantes e quatro jogadores mais à frente. O sistema é o mesmo utilizado por Tite em parte da conquista da Libertadores de 2012. Carille era auxiliar do treinador na ocasião.

O tempo de casa dá facilidade ao técnico para encontrar soluções como esta. E para acertar em improvisações iguais à de Maycon na lateral esquerda.

Os 29 passes trocados antes do gol de Rodriguinho no clássico também resultaram da afinidade entre treinador e jogadores. O fato de o alvinegro ter tido 55,9% de posse de bola contra 44,1% do rival também passa por aí.

Quem chega para vestir a camisa corintiana já encontra uma estrutura de jogo montada e atletas afinados com o técnico. A adaptação tende a ser mais suave, ainda que a campanha neste estadual seja irregular. Já do lado verde, os reforços são praticamente tão frescos no clube quanto o treinador, o sistema de jogo e suas variações.

Obviamente que Roger precisa de tempo para atingir a mesma sintonia com o grupo alviverde. A diretoria palestrina crê que o elenco passou por mudanças necessárias até aqui. E que a partir deste ano elas serão menores. As contratações de 2018 foram chamadas de pontuais ou de oportunidades de mercado. E é preciso que seja assim para que o time consiga tirar essa desvantagem em relação ao seu principal adversário.

Borja também é importante para explicar porque a gastança palmeirense não se reflete neste momento no confronto com seu maior rival. Ele serve para o Palmeiras refletir se, com a ajuda da Crefisa, não pagou mais do que alguns atletas valem. O atacante de aproximadamente R$ 33 milhões só acertou uma finalização no jogo e errou duas, segundo números do Footstats. Ele foi o palmeirense que mais vezes perdeu a bola: 5.

Para completar, falar da arbitragem como fator decisivo na última derrota no clássico parece desculpa esfarrapada. Jailson deveria ficar constrangido ao dizer que não fez pênalti em Renê Júnior. A altura atingida por sua chuteira encerra a discussão, tingida com o sangue do colega de profissão. A demora na marcação não muda o acerto dela.

Os jogadores do Palmeiras também deveriam forçar a memória antes de dizerem que sempre são prejudicados pela arbitragem em Itaquera. Afinal, faz só cerca de um ano que Gabriel foi expulso erradamente no lugar de Maycon num clássico pelo Paulista na Zona Leste, o primeiro da sequência de quatro triunfos corintianos.

A nova vitória mosqueteira se deve muito mais ao que aconteceu nos dois clubes nas últimas temporadas do que a noventa e tantos minutos de arbitragem.

 

 

Previsível e muito bom

Leia o post original por Rica Perrone

O que eu espero de um clássico? (Sim, porque Derby é viadagem)

Espero tensão, apoio de torcida, mobilização, seriedade, jogo duro, nenhum pé fora de dividida e uma história foda pra contar ao final do jogo. Espero polêmica, choro do perdedor no final, alegria e deboche do vencedor. É pra isso que vejo futebol.

Convenhamos, independente de chegarmos à analise da razão ou não nas reclamações, tivemos tudo isso. Então, feliz estou.

Começa pela incrível presença de 10 mil pessoas num treino pra apoiar na sexta-feira. Passa pela memorável e honesta cena de Clayson e Felipe Melo não se dando as mãos pra agradar comentarista de terno e gravata.  Simples: não se gostam, não se cumprimentam.

O pedido pela hipocrisia e pelo teatro não é uma questão de educação. É uma questão de achar que o mundo é melhor quando se finge. Eu prefiro como ele é.

O jogo tenso, pegado, Romero alucinado.  Um golaço merecido pelo que apresentaram os times no primeiro tempo. E depois disso o jogo se entrega à polêmica.

Seria o mesmo sem a expulsão? Claro que não! Perdendo e com 10 é foda até pro Real Madrid contra o Getafe. Imagina um clássico. Foi justo? Hum….

Perguntei na rede social após o jogo pra sentir o tamanho do clubismo e do que de fato viram ali. Tirando os palmeirenses que juram não ter sido nada e os corintianos que acham que o Jailson tinha que ser preso, notei que os demais não envolvidos no jogo ficaram bem divididos.

Não é uma característica do goleiro do Palmeiras agredir ninguém. De fato ele estica a perna e usa pra tirar a bola. E faz isso inclusive porque um jogador impedido do Corinthians confunde sua saida do gol, o que pouca gente está notando. O fato dela tocar – e não ser chutada por ele –  no palmeirense antes tira o impedimento que aconteceu na origem do lance? Honestissimamente, não sei. Acho que não, mas posso estar errado.

Eu não daria o pênalti na hora. Como ele não deu. Avisado sei lá por quem, resolveu dar. Pelo VT há uma pernada. Mas se ela foi por maldade ou sequencia do lance, é de lascar a alma adivinhar.

Pontos que eu levantaria: se o jogador do Corinthians impedido vai no lance antes do choque, está impedido antes do pênalti, não?

E sendo assim, não marcaria pênalti.

Mas passo longe de achar roubo. É absolutamente difícil o lance.

Dali pra frente, tensão, Palmeiras sem ter muito o que fazer, outro pênalti, 2×0, fim de papo.

O Corinthians queria mais, precisava mais e merecia mais. Jogou mais. O Palmeiras aposta todo seu argumento numa polêmica, porque sabe que jogou menos que o adversário.

Amanhã só se discutirá esse lance. E portanto o clássico fez seu papel.

abs,
RicaPerrone

HUMILDE e merecedor do SUCESSO!

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Quando o Palmeiras acertou a contratação do goleiro Jaílson no final de 2014 eu particularmente fiquei com uma pulga atrás da orelha. Afinal, vamos falar bem a verdade? O cara era reserva do Ceará que nem na primeira divisão estava. Um goleiro de 34 que vinha pela PRIMEIRA vez na vida integrar uma equipe da elite do futebol brasileiro. Não resta nenhuma dúvida que 99,9% dos torcedores pensava a mesma coisa que eu. Mas incrível como o futebol prega peças na gente e faz com que eu queime a língua. Pelo amor de Deus! Desde que teve a primeira oportunidade […]

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Quem deve jogar no gol do Verdão?

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O Palmeiras tem vivido uma disputa natural e sadia pela titularidade no gol. Fernando Prass, ídolo do clube e considerado titular do time desde o início de 2013, vem perdendo espaço graças a algumas falhas individuais. Já o até então reserva Jaílson, que desembarcou no Verdão em 2015, só foi ter oportunidade pra valer com a lesão do colega no Brasileirão do ano passado. E aproveitou para brilhar! Não só foi decisivo como conseguiu se manter invicto na campanha do pentacampeonato alviverde do clube. Prass recém completou 39 anos e só trabalhou em times grandes ao longo da carreira. Jaílson […]

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