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Hipocrisia ou bola fora?

Leia o post original por Craque Neto 10

No final do ano passado o técnico Tite foi extremamente crítico com o fato do presidente Jair Bolsonaro ter entregado a taça ao Palmeiras de campeão do Brasileirão. Segundo ele o futebol NUNCA deveria se misturar com a política. Achei uma opinião forte na época, não concordei, mas não quis aprofundar muito o assunto por causa dessa polarização exagerada que está havendo no nosso País. Só que pra minha surpresa quem foi entregar a taça de campeão da Copa América para a nossa Seleção? Ele! Bolsonaro. Sinceramente naquele momento senti falta daquele treinador de personalidade forte. Ué? Por que ele […]

Caboclo se descola de falhas de copa e ganha com Bolsonaro e beijo em Tite

Leia o post original por Perrone

Perto dos integrantes da seleção brasileira e de Jair Bolsonaro, porém, mantendo distância regulamentar dos muitos problemas de organização da Copa América. Com essa fórmula, Rogério Caboclo aproveitou a competição vencida pelo Brasil para transformar pontos fracos em fortes.

O cartola terminou o torneio com uma coleção de fotos ao lado do presidente brasileiro, de Tite e dos jogadores, incluindo a comemoração da conquista do título. Contudo, mesmo sendo o CEO do COL (Comitê Organizador Local) da Copa América, ele praticamente não teve seu nome ligado às falhas de organização. Caboclo foi discreto na função, mas ativo como presidente da Confederação Brasileira. Pouco se viu o cartola no papel de explicar problemas de logísticas e gramados ruins, por exemplo.

Já a aproximação com Bolsonaro poderá facilmente ser usada por ele como uma conquista de sua gestão. Mesmo organizando uma Copa do Mundo, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, seus antecessores, não conseguiram se aproximar de Lula e Dilma Rousseff, enquanto os petistas estavam no poder. Quando Caboclo sentou na cadeira mais cobiçada da CBF, em abril deste ano, a entidade era criticada por dirigentes de clubes e federações por estar distante do governo federal. A realidade parece ser diferente agora.

Assim que o atual presidente foi eleito, antes da Copa da Rússia, para assumir em 2019, uma de suas claras fragilidades era não ser boleiro. Por outros cartolas era descrito como alguém que pouco falava sobre jogos e que não tinha intimidade com atletas.

Caboclo começou a trabalhar contra essa imagem na Copa da Rússia. Apesar de não ficar em período integral com a seleção como chefe da delegação, ele assistiu a treinos e começou a conhecer os atletas. Neste domingo (7), durante a premiação dos campeões, exibiu sua nova versão. Ficou à vontade com jogadores e comissão técnica. Cumprimentou Tite trocando beijinhos e deu até tapinhas nas mãos de atleta parecendo um “parça”.

Mas havia outro ponto a ser atacado. A ausência de Del Nero em reuniões da Conmebol e da Fifa desde que cartolas começaram a ser presos fora do país sob a acusação de corrupção, fizeram o Brasil perder força nos bastidores. Dirigentes de clubes brasileiros reclamavam principalmente de falta de prestígio na entidade sul-americana dizendo-se constantemente prejudicados nas competições continentais.

Hoje, não dá pra saber exatamente quanto Caboclo progrediu nos gabinetes da Conmebol. No entanto, a reclamação da associação argentina para a entidade de suposto favorecimento ao Brasil pode ser usada pelo dirigente brasileiro como demonstração de que pelo menos o Brasil teria anulado uma suposta desvantagem nos bastidores. Mas, claro, o episódio também pode ser interpretado como vergonhoso, como fazem os argentinos.

Nesse cenário, assim como Tite fez levantando a taça, Caboclo sai da Copa América fortalecido nos bastidores. Entretanto, parece longe de conquistar algo que foi impossível para os outros que ocuparam sua posição: a simpatia do torcedor.

Autor de tributo a golpe militar diz ter festejado democracia corintiana

Leia o post original por Perrone

Osmar Stabile, conselheiro oposicionista do Corinthians, não quer dar entrevistas neste momento sobre a iniciativa de financiar vídeo de apoio ao golpe militar de 1964 e que acabou sendo divulgado pelo Planalto no último domingo (31). Porém, o blog apurou que nos bastidores ele argumenta não ter ido na contramão do clube, que no primeiro jogo contra o Santos pelas semifinais do Paulista resgatou faixa a favor da democracia. Sua narrativa longe dos microfones também é de que ele tem dúvidas sobre a ocorrência de tortura durante o regime militar.

Ao UOL Esporte, Edna Murad, vice-presidente do Corinthians, criticou Stabile dizendo que credita seu posicionamento a uma visão rasa da história do país e do alvinegro. Classificou como absurda a defesa de um regime acusado de praticar tortura. A apuração do blog é de que Stabile afirma ter apoiado e celebrado a volta da democracia nos anos 1980 e a Democracia Corintiana, simbolizada por Sócrates, por entender que a ditatura se estendeu demais. Ele também se diz um democrata, apesar do apoio ao golpe, e que por isso não está numa linha contrária à do clube.

A pelo menos um interlocutor, no entanto, o ex-vice-presidente de esportes terrestres na gestão de Alberto Dualib declarou não poder afirmar que ocorreram torturas durante o regime militar. Alega não ter tido parentes ou amigos torturados. Na nota em que escreveu sobre o vídeo, ele sustentou que não teve a intenção de mexer com os sentimentos daqueles que “se dizem perseguidos pelas forças do Estado” na ocasião. Ao mesmo interlocutor ele afirmou que seu vídeo se refere à intervenção em 1964, não entrando no mérito do que aconteceu durante o regime militar.

Longe dos microfones, o ex-candidato à presidência do Corinthians, também tem dito que concorda com Antonio Roque Citadini, assim como ele conselheiros de oposição no Corinthians. Seu colega se manifestou em rede social afirmando que a maioria esmagadora dos membros do Conselho Deliberativo, o que inclui a atual diretoria, votou em Jair Bolsonaro para a presidência do país.

Críticas de Raí a Bolsonaro e silêncio do SPFC chateam parte do conselho

Leia o post original por Perrone

As críticas disparadas por Raí contra Jair Bolsonaro em recente entrevista ao jornal francês “L’Equipe” e o silêncio do São Paulo em relação a elas incomodaram parte dos conselheiros tricolores.

Um dos motivos de insatisfação é o fato de o clube ter se manifestado oficialmente depois de Diego Souza comemorar seu gol contra o Flamengo no último domingo (4) homenageando o presidente eleito e ter se calado diante das declarações de Raí.

De acordo com a “Folha de S. Paulo”, o clube afirmou que a posição do jogador não reflete à da agremiação e que não se vê no direito de cercear a opinião alheia.

Entre os insatisfeitos está um eleitor do atual presidente tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Ele procurou o blog para falar sobre o caso em tom de desabafo. O conselheiro incomodado disse, sob a condição de anonimato, que os insatisfeitos entendem que a atual direção é mais tolerante com as manifestações contrárias ao presidente eleito.

Outros dois membros do conselho são-paulino confirmaram a versão de que há insatisfação com o episódio no qual Raí criticou Bolsonaro.

Também faz parte das queixas o fato de o diretor executivo de futebol do São Paulo estar envolvido com a elaboração do código de conduta e de ética do clube. Como mostrou o blog, o documento deve vetar manifestações políticas de funcionários, incluindo jogadores e dirigentes remunerados.

O argumento é de que Raí teria agido de maneira contraditória em relação ao futuro código ao fazer comentários políticos publicamente. Na entrevista, o ex-jogador chegou a chamar de absurdos e repugnantes os valores defendidos por Bolsonaro e seus eleitores.

O blog procurou a assessoria de imprensa do São Paulo para tentar ouvir Raí sobre o assunto e segue aguardando uma resposta oficial.

De acordo com pessoas próximas a Leco, o posicionamento sobre Diego Souza foi feito porque o jogador se manifestou vestindo a camisa do clube e ainda fez gesto imitando uma arma. Mesmo assim, o atleta não chegou a ser repreendido. As mesmas fontes questionam a relevância da insatisfação de alguns conselheiros num universo de cerca de 240 cartolas.

Um membro do conselho que confirma haver colegas insatisfeitos com as críticas de Raí é o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu.

Ele disse que acredita ter sido procurado por sócios e torcedores, além de membros do conselho, insatisfeitos com o diretor executivo por ter feito campanha por votos para Bolsonaro.

Mas, ao escrever em rede social sobre essa insatisfação de parte dos são-paulinos, ele defendeu Raí. “Obviamente, tenho uma posição contrária à dele, porém vivemos em um estado democrático, e o depoimento do Raí foi como cidadão brasileiro, não falou representando o São Paulo”, escreveu Newton no dia 1º de novembro. O opositor deixou claro não fazer parte do grupo que está aborrecido com o ex-jogador.

Tréllez

Um dos conselheiros que conversaram com o blog disse estranhar o fato de entre o primeiro e o segundo turnos da eleição presidencial a numeração de Tréllez ter mudado de 17, número de Bolsonaro no pleito, para 7.

O blog também aguarda resposta da assessoria de imprensa sobre essa mudança.

 

SPFC elabora código de ética. Ato político está entre temas abordados

Leia o post original por Perrone

O São Paulo prepara um código de conduta e ética para ser seguido por seus funcionários, incluindo jogadores e comissão técnica. A ideia é apresentar a eles o documento em janeiro de 2019.

O objetivo principal é deixar clara para quem trabalha no clube a identidade e os valores da agremiação e como agir de acordo com esses ideais.

Um tema atual que será abordado pelo código é o comportamento em relação a manifestações políticas. Desde a última campanha para a presidência do Brasil, elas têm sido comuns entre jogadores que apoiam o presidente eleito Jair Bolsonaro.

No último domingo, Diego Souza comemorou seu gol contra o Flamengo homenageando o capitão. Parte da torcida criticou o atleta alegando que com o uniforme do clube ele não poderia se manifestar já que correria o risco de passar uma imagem diferente dos valores defendidos pela instituição.

O texto do novo código ainda não está fechado. Ele não deve se aprofundar em relação ao comportamento político dos funcionários já que não é considerado um tema central por seus idealizadores.

A tendência é de que a questão receba tratamento parecido ao dado no estatuto tricolor. O conjunto de regras do clube diz que é vedado aos associados promover manifestações de caráter político estranho ao São Paulo ou atos discriminatórios nas dependências do clube.

Para ser coerente com o estatuto, o código deve orientar jogadores e demais colaboradores a evitarem atos políticos como o feito por Diego Souza.

Uma comissão que tem a participação de Raí, diretor executivo de futebol, cuida do documento há cerca de três meses. Ou seja, a criação do código não foi motivada pela celebração de Diego Souza.

O documento também não é tratado como uma cartilha de comportamento. Na visão da diretoria se trata de peça fundamental para uma boa gestão e eficiente política administrativa.

Trabalhar a identidade do São Paulo para dentro e fora da instituição mostrando o que norteia suas decisões e o diferencia de outras agremiações é um dos principais conceitos da iniciativa.

O código também abordará governança corporativa, relação de funcionários, como jogadores, com associados, torcedores, fornecedores, imprensa, poder público, entidades esportivas e entre os colaboradores.

Entre outros assuntos, ainda cuidará de conflitos de interesse, assédio moral, violência psicológica, respeito à diversidade e definirá diretrizes sobre como agir em casos de desvio de conduta.

Com Bolsonaro, times devem ser pouco ouvidos e ter saia justa com torcidas

Leia o post original por Perrone

Pouca representatividade no Governo Federal e uma saia justa com torcidas organizadas. Em primeira análise, esse é o cenário desenhado para os clubes brasileiros especializados no futebol com a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição presidencial brasileira.

Em seu programa do governo, o agora presidente eleito não listou propostas para o futebol. Ele deve incluir o Ministério do Esporte no programa de fusões ministeriais. A tendência é de que a pasta se junte a outras como Educação e Cultura.

A fusão por si só já demonstra que o futebol não terá a relevância dos tempos de Lula e Dilma Rousseff. Por conta da realização da Copa do Mundo, a modalidade ganhou destaque no Governo Federal.

Aldo Rebelo e Orlando Silva, ex-ministros do Esporte no governo petista, mantinham linha direta com dirigentes de clubes brasileiros. Costumavam frequentar os eventos promovidos pelas agremiações. Também sustentavam diálogo com a CBF. Não há expectativa de relação tão estreita agora.

Em termos comparativos, o candidato petista Fernando Haddad planejava liderar a discussão por um calendário unificado para o futebol brasileiro que contemplasse as necessidades dos clubes que não fazem parte das Séries A, B e C.

Em resposta à pergunta feita pelo blog, ainda durante a disputa eleitoral, a assessoria de imprensa da campanha de Haddad afirmou que o futebol seria a grande prioridade do governo em termos de esporte. E que lançaria o Programa de Gestão do Futebol. Por meio dele, o BNDES liberaria recursos para as agremiações que cumprissem metas de eficiência e sustentabilidade financeira, transparência, mecanismos de participação de sócios e torcedores e compromisso social. Os clubes deveriam exigir que entidades de administração, como a CBF, seguissem as regras do programa.

O blog tentou contato pelo canal de comunicação da campanha de Bolsonaro disponível em seu site para falar sobre o mesmo tema, mas não obteve resposta.

Torcidas organizadas

Uma situação delicada que o novo governo deve criar para os dirigentes é a relação com as uniformizadas. Major Olímpio, senador eleito pelo partido de Bolsonaro em São Paulo, pretende extinguir as organizadas.

E elas têm histórico de pressão sobre as diretorias da maioria dos clubes brasileiros. Ou seja, devem pressionar os dirigentes de seus clubes para ajudar a combater a proposta do senador eleito.

Como deputado federal, Olímpio já apresentou projeto para a extinção dessas instituições. No momento, ele aguarda análise na  Comissão de Esporte da Câmara.

Mas o simples fechamento das organizadas foi considerado como ato que fere a constituição no que diz respeito à liberdade de associação. Esse foi o entendimento de deputado federal Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), relator do projeto na Comissão de Segurança Pública e Combate ao crime de organizado.

Ele sugeriu e a comissão aprovou a substituição da redação que previa o fim das torcidas apenas pela volta de um artigo no estatuto do torcedor que havia sido revogado e que facilita punições individuais aos torcedores violentos independentemente de eventuais penalidades às suas torcidas.

Como Major Olímpio é um dos principais apoiadores de Bolsonaro, esse tema deve ser o primeiro ligado ao futebol levantado pelo novo governo.

Assim, a previsão é de uma situação nada confortável para os dirigentes de clubes a partir da posse de Bolsonaro.

Eleição marca falta de engajamento de dirigentes e jogadores

Leia o post original por Perrone

A eleição presidencial no Brasil, que tem hoje seu segundo turno, marcou a falta de engajamento político de dirigentes de clubes e de seus jogadores.

Durante todo o processo, praticamente não houve debate entre as agremiações e também entre jogadores sobre o candidato que melhor pudesse representar seus interesses.

Foram apenas manifestações pontuais e na maioria das vezes superficiais, como as declarações de voto em Jair Bolsonaro feitas por Felipe Melo, Lucas Moura e Jadson.

Um caso emblemático é o de Mário Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR. O cartola fez campanha por Bolsonaro e estimulou o clube a realizar ações que remetiam ao candidato do PSL. Porém, procurado pelo blog para falar sobre se conhecia as propostas do deputado federal para o futebol, o dirigente disse que não falaria sobre o assunto.

Apesar de existirem temas a serem discutido na esfera do Governo Federal, não houve mobilização dos clubes e de jogadores sobre suas necessidades.

Tópicos como qual o posicionamento de  Bolsonaro e Fernando Haddad a respeito das questões trabalhistas envolvendo jogadores e clubes não foram levantadas.

Outros agentes da sociedade reviraram intensamente o caldeirão político em busca de respostas para suas demandas, como artistas, universitários e torcidas organizadas. Mas os envolvidos diretamente com o futebol brasileiro seguiram superficiais ou alienados.

CBF e federações, que poderiam ter convidado os candidatos para falar sobre o que pensam para o futebol e ouvir seus anseios, não o fizeram.

Com esse distanciamento político, o futebol brasileiro perdeu a chance de debater, reivindicar e se posicionar.

Repúdio a Bolsonaro gera discórdia na Gaviões da Fiel

Leia o post original por Perrone

Provavelmente você faz ou já fez parte de um grupo de troca de mensagens que entrou em colapso por conta das próximas eleições no Brasil. Nesta quarta-feira, foi a vez de a Gaviões da Fiel amargar a discórdia entre seus integrantes por causa de divergências políticas.

O estopim para a cizânia foi um texto escrito por Rodrigo Gonzales Tapia, o Digão, presidente da maior torcida organizada do Corinthians. O comentário foi reproduzido pelo “Blog do Juca Kfouri” com um título didático: “Gavião não vota em Bolsonaro”.

Nele, o dirigente diz que as ideias do candidato do PSL à presidência são contrárias aos ideais democráticos da uniformizada. Em seguida, afirma que os apoiadores de Jair Bolsonaro devem repensar suas caminhadas na torcida. E, para ser mais claro, sugere que quem estiver na Gaviões por interesses pessoais e não por afinidade com a filosofia da torcida deve deixar a entidade.

A reação foi imediata. Associados passaram a cobrar outros diretores sobre a posição do presidente. Torcedores influentes ameaçaram entregar suas carteirinhas.

Digão foi “alvejado” por críticas internas e nas redes sociais, onde também recebeu apoio dos que não querem Bolsonaro como presidente.

Ao blog, a assessoria de imprensa da Gaviões afirmou que o presidente fez comentários pessoais em um perfil dele nas redes sociais. Informou ainda que não havia uma posição oficial da Gaviões sobre o tema.

Entre os que criticaram o papo reto de Digão está Ronaldo Pinto, ex-presidente da Gaviões. Ele publicou um textão em sua conta no Facebook para comentar o assunto. Disse que a mensagem do presidente da Gaviões contraria a democracia existente no país e que o comunicado não o representa.

O torcedor afirmou ainda que no primeiro turno votará em João Amoedo (Novo), mas apoiará Bolsonaro se ele chegar ao segundo com um candidato de esquerda.

Membro da velha guarda da torcida, Vladimir Magal Leite escreveu que deixa sua sua carteirinha de sócio à disposição da diretoria por discordar da mensagem do presidente.

Entre veteranos da Gaviões há o entendimento de que a entidade tem muitos assuntos para enfrentar em seu universo e no Corinthians (como cobranças à diretoria). Desta forma, precisa de união. Porém, o gesto do presidente pode provocar uma divisão que enfraqueça a torcida nessas batalhas.

Indagada sobre a turbulência provocada pela manifestação de Digão, a assessoria de imprensa negou que ela tenha acontecido. Assim como disse não ter havido movimento de sócios para entregar suas carteirinhas. Completou afirmando que o presidente não disse que quem votar em Bolsonaro tem que deixar a torcida, mas sim quem estiver na uniformizada para comprar ingressos entre outras metas pessoais. O blog mantém as informações publicadas.