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Alerta de Dunga para Gil e Renato Augusto

Leia o post original por Antero Greco

A lista de convocados por Dunga para os jogos contra Uruguai (dia 25, no Recife) e Paraguai (29, em Assunção) é composta praticamente por brasileiros que jogam no Exterior. Até aí nenhuma novidade, faz muito tempo que a rotina é essa. A turma que atua fora tem prioridade em relação aos que ficam por aqui.

Na relação de 22 para os compromissos pelas Eliminatórias da Copa de 2018, há até dois “chineses” – Renato Augusto e Gil, que trocaram o Corinthians recentemente pela grana do Oriente. Perfeito, ambos foram chamados em outras ocasiões.

Mas aí entra a diferença: o técnico da seleção deu a entender que a permanência da dupla está por um fio. Dunga admitiu que jogar numa liga pouco divulgada e competitiva como a da China implica riscos para os atletas.

Terão de manter o nível, avisou. Mas eis a questão: como Dunga saberá que todos vão manter o grau de esforço que apresentaram quando estavam no Brasil? Ao menos não afirmou que seguirá o Campeonato Chinês, o que é tarefa improvável no momento. A não ser que, logo mais, alguma tevê o transmita.

Mesmo assim, é de ficar com um pé atrás com o nível técnico. Os chineses chamaram a atenção porque despejaram caminhões de dinheiro para atrair profissionais para lá. A grana não significa que, de uma hora para outra, a qualidade venha junto. Demanda tempo.

Em resumo: Renato Augusto e Gil, pelas dicas de Dunga, são “dúvidas” para as próximas listas.

Uma dúvida: o campeonato de futebol dos EUA é tão forte assim? Só alta competitividade para justificar a frequência com que Kaká voltou a ser chamado. A MSL não é nenhuma maravilha.

Por falar em dúvidas: Jefferson despencou de titular, após a Copa de 14, para carta fora do baralho. Cássio teve a oportunidade dele, mal foi testado e fica atrás de Diego Alves, do Valencia. (Nada contra o moço que está na Espanha e muito a favor de Cássio, que mantém a regularidade).

Outra dúvida: Firmino, que pintou como a descoberta de Dunga, pelo visto virou jogador normal. Fora apresentado como o trunfo para o ataque, quando jogava na Alemanha. Veio a seleção, veio a transferência para a Inglaterra e… na sequência sumiram as convocações.

Se não viu ainda, confira a convocação.

Goleiros: Diego Alves (Valencia) Marcelo Grohe (Grêmio), Alisson (Inter); Zagueiros:David Luiz (PSG), Miranda (Inter de Milão), Marquinhos (PSG), Gil (Shandong Luneng); Laterais:Danilo (Real Madrid) Daniel Alves (Barcelona), Filipe Luis (Atlético de Madri), Alex Sandro (Juventus); Volantes: Luiz Gustavo (Wolfsburg), Fernandinho (Manchester City); Meias:Renato Augusto (Beijing Guoan), Douglas Costa (Bayern Munique), Lucas Lima (Santos), Willian (Chelsea), Coutinho (Liverpool), Oscar (Chelsea), Kaká (Orlando); Atacantes: Hulk (Zenit), Ricardo Oliveira (Santos) e Neymar (Barcelona).

 

Dunga e o grupo

Leia o post original por Rica Perrone

Dunga é gaúcho, um sujeito duro, firme em suas convicções e gostem dele ou não, sua filosofia é essa. Se querem mudar o conceito, mudem o treinador, não tentem mudar o Dunga. Dentro de suas certezas está e sempre esteve o grupo. Dunga não convoca jogadores que podem causar desconforto ao vestiário porque ele acredita …

Dunga, o alienado

Leia o post original por Quartarollo

Brasil fez dever de casa e despachou a Venezuela por 3 x 1. Não fez nada mais que a sua obrigação contra um dos piores times do mundo.

Não me digam de novo que a Venezuela melhorou muito. Melhorou taticamente, está melhor organizada em campo, mas tem jogadores medíocres.

Isso não tira o mérito da vitória brasileira. Era preciso primeiro vencer e depois pensar no espetáculo.

Na situação atual do futebol brasileiro o mais importante recuperar a confiança perdida.

É mais fácil ter confiança novamente com vitórias embora muitos queiram um futebol de Alemanha, Barcelona ou Bayern para a Seleção.

Não esperem, não vai acontecer. O que temos hoje é isso aí e com o que tem Dunga tem obrigação de fazer a Seleção jogar melhor.

Esse é problema dele. Dá para arrumar a Seleção e ainda tem a sorte de contar com a genialidade do ainda imaturo Neymar, mas sempre um jogador que impõe medo ao adversário.

O atacante volta na próxima convocação para os jogos com Argentina, em Buenos Aires, dia 13 de novembro, e Peru, em Salvador, dia 17 de novembro.

Todos os técnicos tem suas paixões. Até o grande Telê tinha, Guardiola tem, Mourinho tem também e assim por diante.

São escalações, ou no caso convocações inexplicáveis, mas eles sempre tentam explicar e não dão a mão a palmatória.

Telê treinou o Brasil para a Copa de 82 fazendo grande sucesso e mudou o time na estréia contra a União Soviética.

Botou Dirceu na ponta-direita e sacou o ótimo Paulo Isidoro que retornou ao time no intervalo. Pelo menos corrigiu o erro a tempo de virar o jogo.

Ambos, Dirceu e Isidoro, só jogaram porque Falcão estava suspenso na primeira partida e não podia entrar em campo contra os soviéticos.

Alguns técnicos parecem alienados. Ou enxergam mais que os outros ou pensam assim ou não enxergam nada mesmo.

Dunga continua teimando com Oscar que nunca foi o jogador que se esperava e que hoje vive fase péssima no Chelsea que está beirando a zona do rebaixamento inglesa.

Paradoxalmente no mesmo time, o ex-corintiano Willian atravessa a melhor fase da sua vida e nos dois jogos das Eliminatórias, tanto no Chile como ontem, em Fortaleza, foi o melhor da Seleção.

Ontem extrapolou. Foi mais móvel no meio-campo e ataque, foi incansável o tempo todo e arriscou chutar a gol e por isso acabou marcando por duas vezes.

Dunga capitulou no ataque e percebeu que a grande fase de Ricardo Oliveira poderia ajudar mais a seleção do que o esforço do bundudo Hulk. Menos mal, já é alguma coisa. Oliveira fez o terceiro gol brasileiro em mais uma falha gritante da defesa venezuelana.

Mas Dunga parece alienado ao extremo em algumas situações. Disse que é muito exigente, mas deu nota 8,5 para a atuação do Brasil.

Menos Dunga, bem menos Dunga. No máximo uma nota 6. O Brasil jogou para o gasto, fez o seu dever, mas não encantou e nem jogou um grande futebol.

Dunga disse que o Brasil entrou preocupado com a boa bola aérea do time venezuelano e por isso neutralizar esse tipo de jogada.

Parece que está falando de outro jogo. Praticamente todas as bolas lançadas na área do Brasil entraram com perigo.

Ora porque o goleiro Allison não tão entrosado com a defesa não saia bem, ora porque Miranda e Marquinhos também demonstraram desentrosamento total e chegaram a bater cabeça em alguns lances.

Aliás o gol da Venezuela nasceu de uma bola parada desviada por Viscarondo no primeiro pau quando Miranda não conseguiu chegar a tempo para pressionar o zagueiro contrário e Cristian Santos só tocou para o gol na frente de Allison.

A explicação para a mudança no gol também chamou a atenção de todos na coletiva pós jogo.

Por causa da bola alta da Venezuela, Dunga optou por um goleiro mais alto. Allison tem 1,93 contra 1,88 do fraquíssimo Jefferson, que não é fraco pelo tamanho, é porque é fraco mesmo.

Disse também que o goleiro do Internacional sabe jogar melhor que Jefferson com os pés. Sinceramente não foi o que pareceu até porque a comparação é com alguém que tem sérias dificuldades com os pés e também com as mãos.

Então convoca Rogério Ceni. Nenhum goleiro joga melhor que ele com os pés. Nem o decantado Neuer, o gênio que joga no gol da Alemanha.

Enfim, Dunga tem algumas incoerências que beiram mesmo a alienação. Essa de convocar Fabinho para a lateral-direita e ter medo de escala-lo também é incompreensível. Quando perguntamo responde que Fabinho tem idade olímpica.

Se é para a Olimpíada não devia estar no grupo das Eliminatórias. Toda vez que precisa de um titular para a lateral-direita, Dunga chama de volta Daniel Alves e Fabinho continua reserva.

Mas nem tudo merece crítica. A escalação de Filipi Luis na lateral-esquerda me parecia uma temeridade e ele acertou.

O veterano jogador foi bem melhor que o estabanado Marcelo que tem mais bola que ele, mas que tem sérias dificuldades quando atacam por seu lado.

Filipi jogou bem defensiva e ofensivamente. Participou ativamente da partida.

Quem foi mal daquele lado mais uma vez foi a promessa Douglas Costas, que é muito habilidoso, mas na Seleção não é nem a sombra do grande jogador que é no Bayern de Munique.

Elias desta vez foi liberado para chegar ao ataque e Lucas Lima devia ter entrado antes no lugar do insosso Oscar.

Luiz Gustavo faz um trabalho bem burocrático. Não é à toa que Guardiola chegou no Bayern e já o dispensou preferindo outro brasileiro que na verdade é espanhol chamado Thiago Alcantara, sua cria do Barcelona.

Alcântara, filho do excelente Mazinho campeão do mundo de 94 pelo Brasil, é um volante que sabe jogar e municia o time o tempo todo.

Até o campeão do mundo Schweinsteiger dançou nessa nova configuração do time de Munique.

Schweinsteiger é um volante de contenção com alguma técnica, mas só entrega bola curta, faz poucos gols como aconteceu em toda a sua vida profissional e joga mais de lado do que em profundidade. Não fez nenhuma falta a Guardiola.

Por isso, Dunga, solte o Elias e procure um substituto para Luiz Gustavo. Faça como Guardiola, procure e você acha. Estamos precisando.

Quem sabe Otávio, do Atlético Paranaense; Rafael Carioca, do Atlético Mineiro; Lucas Silva, abandonado pelo Real Madrid, no Paris Saint Germain, ou outros menos votados que a gente nem se lembrou agora.

Pense nisso, Dunga. Eu seu que você é exigente, esse é seu trabalho. Volante como você era não ajuda mais. Acaba sendo um a menos para o time.

O medroso Dunga joga para empatar, perde para o Chile e toma olé no fim do jogo

Leia o post original por Quartarollo

Claramente o técnico Dunga montou um esquema para tirar a bola do Chile e jogar pelo empate agora há pouco. em Santiago. Sem a bola, o Chile não teria como armar suas principais jogadas.

A ideia era boa, mas não durou os 90 minutos. Dunga também foi medroso quando podia tentar decidir o jogo.

Deu certo até certo ponto no primeiro tempo embora tenha levado uma bola na trave no finalzinho chutada por Sanchez.

O Brasil conseguia dominar o meio-campo, mas Elias por ordem do técnico jamais saiu da cabeça de área e na única vez que tentou não foi servido por Hulk que preferiu chutar e desperdiçou o lance.

David Luiz saiu contundido no primeiro tempo. Para variar sempre ansioso não conseguia chegar inteiro para cobrir as descidas de Isla nas costas de Marcelo. Acabou se machucando em uma dessas coberturas.

A virada de bola para Isla foi a principal jogada do Chile na Copa América e parece que Dunga não sabia que isso ia acontecer de novo.

Entrou no lugar de David, o baixinho ex-corintiano Marquinhos que tem mais fama que bola. Continua sendo uma boa promessa depois de tanto tempo.

Willian fez grande partida, mas faltou-lhe companhia no meio-campo. Oscar esteve muito enrolado o jogo todo apesar de alguns toques individuais de classe, mas falta-lhe coragem para chutar a gol.

Teve duas chances e ficou procurando alguém para passar a responsabilidade.

O gol chileno aconteceu depois de uma falta sem necessidade do estabanado Luiz Gustavo.

Na cobrança de Mathias Fernandez, que mais uma vez substituiu um Valdivia que joga só para ele em metade do jogo, Vargas apareceu e fez o gol.

Marquinhos não conseguiu marcar o atacante chileno. Ficou totalmente perdido na jogada e foi festa para o confiante Chile que já tinha metido outra bola na trave com Isla pouco antes.

O Brasil teve bons contra-ataques no segundo tempo como previa e como queria Dunga, mas o treinador não teve coragem de escalar já no intervalo um centro-avante de ofício.

Ficou especulando o empate e quando tomou o gol mandou Ricardo Oliveira se aquecer. Dunga demorou demais para mexer no time.

O artilheiro do Brasil na temporada só jogou 15 minutos e mesmo assim arriscou dois chutes fracos contra o gol de Bravo, coisa que a Seleção não tinha feito nenhuma vez no segundo tempo.

Depois para tentar aproveitar o entrosamento do Santos, Dunga botou em campo o meia Lucas Lima que nem teve tempo de esquentar. Praticamente nem tocou na bola.

O segundo gol chileno já estava pendurado há muito tempo e aconteceu através de Sanchez depois de mais uma bola perdida pelo Brasil no meio-campo.

O Brasil vai se classificar para a Copa-2018, mas vai sofrer e terá que ser mais corajoso em alguns jogos como o de hoje.

Jefferson continua sendo o goleiro que não passa confiança nenhuma na minha opinião.

Daniel Alves ainda é o melhor lateral-direito que nós temos e Miranda é titular absoluto na zaga.

Na lateral-esquerda não adianta discutir. Só tem Marcelo por enquanto.

Mas a partir daí dá para discutir alguns jogadores. Luiz Gustavo fez muitas faltas bobas e mereceu o amarelo que recebeu.

Elias precisa jogar saindo rápido como o elemento surpresa que é no Corinthians. Não pode ficar tão amarrado na cabeça de área, é um desperdício para a Seleção.

Oscar não é bom nem ruim. É o chamado bonzinho que todo mundo acha que é craque, mas não resolve.

Willian pelo menos quis a bola e tentou jogar o tempo todo, mas fica muito no lado do campo. Precisa entrar mais na área e chutar também de fora dela.

Douglas Costa mostra que é bom jogador, mas hoje foi muito marcado. Fez algumas jogadas individuais, mas precisa arriscar mais como no Bayern de Guardiola, mas será que Dunga deixa? Essa é a questão.

Hulk corre muito, é muito forte, é desprendido, joga para o time, mas……..

Nesse tipo de jogo em que não dá tempo de treinar, Dunga deveria aproveitar o entrosamento de alguns jogadores.

Tipo Elias e Renato Augusto no Corinthians e Lucas Lima e Ricardo Oliveira no Santos. Garanto que sairia coisa melhor.

Eles atravessam bom momento aqui no Campeonato Brasileiro e não tem medo de arriscar no gol adversário.

Jogam em times que estão fazendo gols e quem sabe com gols a Seleção não consiga vencer alguém, não é Dunga?

Hoje o Brasil bem que mereceu ouvir os gritos de olé no fim do jogo enquanto o Chile com categoria tocava a bola quase zombando da nossa Seleção.

 

Os teus ídolos são tantos…

Leia o post original por Rica Perrone

Canta orgulhosa a torcida do Fogão que tem no coração uma estrela cheia de história e grandes ídolos. Cada clube se vangloria de uma característica em especial, e o Botafogo é um dos que mais fala em “ídolos”. Não a toa, “teus ídolos são tantos”, Didi, Garrincha, Nilton Santos. Tulio, Zagallo, Heleno, Caju. Jairzinho, Amarildo […]

Jefferson no Tricolor? Não dá pra duvidar…

Leia o post original por Neto

Jefferson é titular do Botafogo e da Seleção Brasileira

Jefferson é titular do Botafogo e da Seleção Brasileira

É mais do que público a vontade do goleiro Rogério Ceni em parar de jogar no final desta temporada. Ele já está se preparando para essa aposentadoria. Na verdade boa parte da torcida do Tricolor está amargurada nessa contagem regressiva para se despedir de seu maior ídolo. Muita gente da direção do clube nega, mas é fato que o reserva Dênis não desperta toda essa confiança na comissão técnica. Dizem inclusive que vão dar um período de três meses para analisar o jogador em uma sequência de jogos.

Até por isso nada me tira da cabeça que esses caras já estão se calçando com algum nome forte para a posição. E pra mim esse nome é o de Jefferson, atual titular do Botafogo e da Seleção Brasileira. Aos 31 anos ele seria o candidato ideal para chegar e assumir o controle da situação. Não é um fazedor de gols (e nunca mais vai existir outro RC, diga-se de passagem!), mas é um baita de um goleiro seguro e com experiência.

Além dos fortes boatos, o que evidencia um pouco essa situação é o clima conturbado que o Jefferson está criando no clube carioca. Não manifestou interesse de jogar contra o Santos pela Copa do Brasil e já arrumou até bate-boca com o diretor Wilson Gottardo. Ah, claro, isso sem contar os vários meses de salários atrasados no Fogão. Portanto seria mais do que bom para os dois lados.

Não é informação nem nada, mas não estranharia ver o Jefferson no São Paulo no início do próximo Brasileirão. Marquem aí.

Um grande jogo

Leia o post original por RicaPerrone

Um grande jogo de futebol não tem necessariamente muitos gols, nem um equilíbrio técnico que nos leve a dúvida do favorito.  Tem um roteiro previamente determinado capaz de ser jogado no lixo num simples lance.

Quando este lance não muda o roteiro, porém, é ainda mais difícil esperar um grande jogo. Os dois sabem o que esperar, não serão surpreendidos e portanto dificilmente farão algo especial.

Mas é especial um time que não recebe salário há 5 meses conseguir parar o líder do Brasileirão.  Como é absolutamente gratificante assistir o futebol jogado pelo Cruzeiro mesmo num dia não tão inspirado.

Era previsível a tentativa de contra-atacar do Fogão e de pressionar do Cruzeiro. Um palpite fácil até.

A bola teimosa que não quis entrar no gol de Jefferson entrou fácil pro gol de Edílson, onde dizem que um escorregão é falha.  Eu não entendo assim, já que um escorregão num campo molhado é imponderável, não uma falta de qualidade do goleiro.

Era o Botafogo tentando transformar suor em pontos e o Cruzeiro fazendo o mesmo via futebol bem jogado.  Tem dos dois, por mais que um mereça mais que outro.

O que importa?

As vezes é tão digno e merecedor o esforço de quem nem tem motivos pra estar ali do que o ótimo futebol de quem faz o ingresso valer a pena.

O Cruzeiro merecia vencer. Até deveria.

Mas o Botafogo não podia perder.  Hoje não.

É óbvio que amanhã o Cruzeiro volta a vencer, e bem.  Só não é mais tão óbvio que o Botafogo volte a perder, e muito mal.

abs,
RicaPerrone

No dia do goleiro a constatação de que estamos a pé na posição

Leia o post original por Neto

Titular do Felipão, Júlio César está em má fase técnica

Titular do Felipão, Júlio César está em má fase técnica

Neste sábado, dia 26 de abril, celebramos o dia do goleiro. O dia do profissional do futebol que mais trabalha. Que mais transpira a camisa. E hoje gostaria de dizer que apesar de respeitar a opinião das pessoas, inclusive do técnico Felipão, tenho a convicção de que passaremos apuros nessa Copa do Mundo com o nosso atual camisa 1. Poxa vida! Não podemos ir para o Mundial com um goleiro em má fase técnica que atua no futebol do Canadá. Isso é ridículo!

Quer dizer, não dá pra negar que o Júlio César teve o seu momento especial. Foi um dos maiores goleiros do mundo defendendo a Internazionale de Milão. Mas essa fase já passou faz tempo. Tem outros goleiros em condições técnicas bem melhores. Pra mim o titular deveria ser o Fábio do Cruzeiro. Na cabeça do técnico da Seleção ele só pode ser japonês, não é possível! Mas ainda assim, dentre as opções dele, sou muito mais o Victor ou o Jefferson. Sobretudo o goleiro do Galo, que vem há muito tempo fazendo um excelente trabalho.

Mas o Felipão é cabeça dura. E ‘largo’ também! É bem capaz do Brasil levar o hexa com o protegido dele. Mas o fato é que mesmo assim trata-se de uma temeridade. Risco muito maior que na Copa passada onde o Júlio vinha bem. Poderia ser evitado. Depois não vai dizer que não avisei, hein?