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JJ, cartola difereeen-txe

Leia o post original por Antero Greco

Juvenal Juvencio foi personagem  marcante na história do São Paulo. Somados os cargos que ocupou – o de presidência, sobretudo –, a participação na administração do clube ultrapassou décadas. Teve atitudes interessantes, outras nem tanto (a última alteração de estatutos, por exemplo, foi decepcionante). Ganhou títulos, sofreu derrotas. Contratou bem, fez negócios ruins.

Enfim, a rotina de qualquer dirigente. Não foi extraordinário, mas foi “difereeeen-txe”, como gostava de frisar, em especial quando se referia ao clube. Era inteligente, bom articulador, irônico como poucos, provocava polêmicas.

Destoava, em certo sentido, da figura do cartola tradicional.

JJ saiu de cena de maneira forçada da vida política tricolor, por causa da saúde frágil. Mas acima de tudo por se sentir decepcionado ao romper com Carlos Miguel Aidar, a quem ajudara a eleger-se como sucessor. Aidar renunciou recentemente, se isso serviu de consolo…

Juvenal encerrou nesta quarta-feira a passagem pela terra, que havia iniciado em 1935.

Descanse em paz.

Veja como Juvenal Juvêncio cometeu todos os sete pecados capitais no comando do São Paulo e entenda como o mandatário conseguiu transformar uma Ferrari em um Fusquinha!

Leia o post original por Milton Neves

Você percebe que a fase de uma equipe está realmente ruim quando a mesma é derrotada em casa por 3 a 0 pelo SEGUNDO TIME DE MINAS GERAIS.

E isso com três gols de Luan, rejeitado pelo PALMEIRAS!

Sendo assim, amigo são-paulino, veja como Juvenal Juvêncio conseguiu cometer todos os sete pecados capitais no comando do São Paulo e entenda a péssima fase do Tricolor.

 

– O apetite de Juvenal pelo poder o impede de deixar a presidência do São Paulo. Será que ele vai esperar o barco afundar para “largar o osso”?

 

 

 

– Quer exemplo maior de alguém egoísta do que o presidente do São Paulo? O pior é que a avareza de Juvenal está conseguindo transformar a verdadeira Ferrari que era o São Paulo em um Fusquinha.

 

 

 

– Parece até que Juvenal Juvêncio sente um extremo prazer em “ferrar” o São Paulo…

 

 

 

 

– Sempre que as coisas estão dando errado, Juvenal desconta toda a sua raiva nos técnicos contratados pelo próprio. Só ele não percebe que o grande mal do clube é a sua permanência na presidência.

 

 

 

– O Corinthians, sempre humilhado pelos tricolores, acabou se tornando o principal alvo da inveja de Juvenal Juvêncio, que, assim, conseguiu consagrar Andrés Sanchez.

 

 

 

– O mandatário poderia arregaçar as mangas e promover uma grande reformulação no clube.

 

 

 

 

– Eu acho que este pecado dispensa qualquer tipo de comentário, não é mesmo?

 

 

 

Agora é a vez de vocês.

Relembre abaixo outros pecados de Juvenal e vamos debater sobre a pior fase do São Paulo em todos os tempos.

 

Como Juvenal Juvêncio tirou o SPFC do status de clube-modelo e o levou ao de exemplo a não ser seguido? E porque o dirigente tem tanta inveja do Timão?

Leia o post original por Milton Neves

Desde 2008, quando o São Paulo conquistou o tri do Brasileirão, seu último título importante, o são-paulino tem engolido a seco todo aquele soberbo papo de “soberano” adotado durante o período de conquistas.

A partir daí, o São Paulo se tornou um time como qualquer outro.

Um time que perde clássicos de goleada. Que vacila contra equipes de menos expressão. Que demite o técnico após qualquer revés. Que leva vaia de sua torcida…

E, claro, se o Tricolor se encontra nessa situação, não podemos eximir de culpa o homem que o preside.

É difícil entender como Juvenal Juvêncio tirou o SPFC do status de clube-modelo e o levou ao de exemplo a não ser seguido.

O pior é que o mandatário pensa que limpa a sua barra com entrevistas patéticas, como a da semana passada, quando, entre outras, citou a relação de técnicos que passaram pelo Corinthians desde 2003 para justificar as mudanças no comando do São Paulo.

Quanta inveja, Juvenal.

E justamente do Corinthians, que os são-paulinos tanto humilharam durante o glorioso período de 2005 a 2008.

Portanto, Juvenal: chega de conversa mole, de entrevistas patéticas ou de comparações com as administrações dos rivais.

Apenas trabalhe e devolva o poderoso São Paulo aos sempre tão exigentes são-paulinos.

Mas, se não quiser fazê-lo, pendure o boné e deixe que outro o faça.

No Morumbi, o que não falta é gente bem intencionada querendo consertar todo estrago que você causou!

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