Arquivo da categoria: João Doria

Clubes de SP e federação fazem tuitaço por volta de cerveja aos estádios

Leia o post original por Perrone

Os quatro principais clubes de São Paulo, alguns do interior e a Federação Paulista de Futebol promovem nesta sexta (28) um tuitaço a favor da volta da venda de bebidas alcoólicas, especificamente cerveja nos estádios paulistas.

A partir das 12h, eles passaram a promover em seus perfis no Twitter a hasthag #LiberaBrejaSP. A ideia é pressionar o governador João Doria (PSDB) a sancionar a lei que autoriza a volta da comercialização das bebidas alcoólicas nas arenas estaduais.

“Estádio de futebol é o único local onde é proibido beber cerveja em São Paulo. A Assembleia Legislativa já liberou, agora está nas mãos do governador para sancionar. É hora de mudar isso! #LiberaBrejaSP”, diz mensagem padrão do movimento.

Apesar de o projeto ter sido aprovado pela Assembleia Legislativa, o governador antecipou que iria vetá-lo por considerar a medida inconstitucional. A PGE (Procuradoria Geral do Estado), como faz com todos os projetos aprovados, analisou o texto. Nesse caso, indicou a Doria sua inconstitucionalidade. O entendimento é de que o Estatuto do Torcedor veta a venda. Assim, uma lei estadual passaria por cima de outra federal, o que seria inconstitucional.

Porém, deputados favoráveis ao projeto, a FPF, dirigentes de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos e de pelo menos parte das agremiações do interior defendem a constitucionalidade dele. Entre outros pontos, afirmam que o Estatuto do Torcedor não veta a venda claramente.

Os cartolas enxergam um enorme potencial para aumentar a arrecadação em seus estádios com a eventual liberação da venda de bebidas alcoólicas. Por limitações no teor alcoólico é provável que apenas cerveja seja comercializada caso a lei seja sancionada. O projeto também permite a publicidade de fabricantes da bebida nas arenas.

Se Doria mantiver o veto, a assembleia ainda pode tentar derrubá-lo. Porém, passar por cima do governador seria uma atitude radical e que geraria desgastes inclusive entre aliados dele. Por isso, deputados defensores do projeto passaram os últimos dias tentando o diálogo.

 

Corinthians contrata empresa de ‘marqueteiro digital’ de Doria

Leia o post original por Perrone

O Corinthians contratou a empresa Social QI, que tem como dono Daniel Braga, responsável pelas famosas mídias sociais de João Doria (PSDB) como prefeito, para fazer estudo sobre as plataformas digitais do clube.

Atualmente, Braga atua nas campanhas de Doria ao governo de São Paulo e de Henrique Meirelles (MDB) à presidência. Ele também trabalhou no governo de Michel Temer (MDB).

De acordo com a direção alvinegra, a contratação foi feita depois da indicação de uma empresa especializada.

Segundo Caio Campos, executivo do marketing corintiano, no entanto, a equipe que trabalha para a agremiação é diferente da que atua na política.

A Social QI analisa os perfis do clube nas redes sociais com o objetivo de ajudar a diretoria a definir suas estratégias de comunicação com os torcedores. “O trabalho deles vai servir como bússola para nós. Eles vão dar subsídios e nós decidiremos o que vamos fazer”, afirmou Caio.

Segundo ele, o estudo faz parte do projeto de ampliar a profissionalização nas diferentes áreas do clube. “Estamos deixando de ter palpite para ter embasamento técnico”, afirmou.

Hoje, o Corinthians tem 5,83 milhões de seguidores no Twitter, cerca de 11,1 milhões no Facebook e 2,6 milhões no Instagram.

 

Santos é o melhor parceiro para o Pacaembu

Leia o post original por Odir Cunha

Por Lucas Otero, cientista social

Dando vazão às promessas de campanha do prefeito, foi anunciado hoje um projeto de concessão por no mínimo 10 anos do complexo do Pacaembu, por 9 milhões anuais. Não é só o estádio que está em jogo: são quadras poliesportivas, piscinas, quadras de tênis. A meta desse texto é discutir o valor cultural do complexo, além de cifras financeiras e discussões partidárias.

Não é novidade para ninguém que o Pacaembu passa por uma crise. Sem os jogos que o Corinthians costumava mandar no local, os custos parecem proibitivos para a Prefeitura. Além disso, a maior ameaça é o esquecimento: com menos jogos no ano, o estádio vai perdendo seu significado histórico como lugar de confrontos esportivos.

Na área de patrimônio histórico, sabemos o que isso pode acarretar: menos gente se lembra de sua importância, menos verbas são destinadas para o local, num ciclo de degradação que pode destruir até os lugares que nos parecem mais intocáveis. Sem sensacionalismos, mas cabe colocar os pontos nos is.

É principalmente por isso que é interessante?—?para o Pacaembu!?—?que o Santos o assuma como sua segunda casa e mande regularmente jogos lá. É assim que se manterá sua importância, a mesma que justificou a proteção por órgãos de patrimônio como o CONPRESP e o CONDEPHAAT.

Pense em time com o histórico que o Santos possui, jogando em um lugar tão relevante quanto o Pacaembu. É uma conjunção de forças que as novas arenas, com seus mármores e alumínios, nunca alcançarão. Também seria impossível pensar que essa cena seria tão forte se fosse um time movido por investimento ou empresários de longínquos lugares.

Além de recolocar o Pacaembu no circuito esportivo da cidade, com a regularidade de jogos, o Santos também poderia trazer uma nova vitalidade para o uso do complexo esportivo. Já há programas interessantes acontecendo no local, mas que podem ser complementados por um fluxo maior de sócios do clube. Difícil imaginar que, com facilidades para sócios do Santos, o uso de um complexo tão completo e central não aumentaria. Poderia, até mesmo, ser um atrativo para mais santistas da capital se tornarem sócios, inclusive.

Também cabe falar das famosas dificuldades devido ao tombamento. Creio que a maior dificuldade é o costume de renegar a história das cidades brasileiras, devastando totalmente para depois criar planejamentos que parecem perfeitos.

Para quem costuma lidar com o campo do patrimônio, sabemos que a aparente dificuldade de manter o que já existe é, na verdade, um grande benefício. E, no caso do Pacaembu, as restrições de alteração física são poucas. No fundo, basta respeito à história construída no local para adequar as instalações às demandas atuais.

Caso seja concretizada a parceria entre o Pacaembu e o Santos, a oportunidade que se apresenta é única, pelo tamanho das duas instituições envolvidas. A história do futebol brasileiro, do estádio e do clube seria relembrada e continuada. Enfim, mais um capítulo marcante na história do Paulo Machado de Carvalho?—?o seu, o meu, o nosso Pacaembu.

E você, o que acha da opinião do Lucas Otero?

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Dória constrange o bom senso

Leia o post original por Rica Perrone

Passa longe de mim querer indicar alguém, sequer insinuar que este ou aquele seria um bom prefeito para São Paulo.  O que passa na nossa cara e não podemos aceitar é a presença do Dória ser condenada pela sua condição. Assisti aos debates, tenho visto alguma coisa de propaganda política e me sinto um brasileiro ofendido …

Empresa do chefe da delegação da seleção organiza pelada no Allianz Parque

Leia o post original por Perrone

O judiado gramado da arena Palmeiras recebe nesta sexta, a partir das 19 horas, o evento Futebol Empresarial, com quatro jogos de 20 minutos cada e equipes formadas por 15 empresários. As informações são da assessoria de imprensa de uma das organizadoras das partidas, a Lide, do Grupo Doria, comandado por João Doria, chefe da delegação da seleção brasileira na Copa América do Chile.

Os jogos acontecem em péssima hora para o Palmeiras, pois o campo está em estado lamentável e tem sido alvo de críticas de jogadores e do dirigente remunerado Alexandre Mattos.

Nesta semana, a equipe que cuida do campo do Allianz Parque fez um intensivo tratamento de recuperação. Na terça fera foi plantada grama nova. A iluminação artificial foi reforçada para ajudar na fotossíntese. As novas sementes só devem germinar no domingo, por isso não correm o risco de serem danificadas pelos empresários, segundo o estafe responsável pelo gramado.

O ideal seria a grama descansar nos próximos dias, mas a equipe que trabalha no campo não sabe avaliar ser o evento vai de fato prejudicar as recentes ações. Terá que examinar o local no sábado.

No episódios, o Palmeiras está de mãos atadas por causa do contrato com a WTorre, que tem o direito de alugar o estádio para eventos. Por sua vez, a assessoria de imprensa da Lide disse que o contrato para utilizar a arena alviverde foi assinado faz tempo.