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Vai ser difícil segurar o Atlético MG !

Leia o post original por Nilson Cesar

O Atlético Mg está evoluindo a cada rodada. Mostrando de verdade um bom futebol . Jorge Sampaoli é fator fundamental nesse desempenho da equipe . Conseguiu montar um time bastante competitivo e que tem intensidade o tempo todo. Joga de forma objetiva , sempre buscando o gol . A importância de um bom treinador vem se tornando cada vez maior . O cara faz o seu time jogar pra valer.

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Atlético-MG absorve pedidos de Sampaoli e prevê até dois reforços

Leia o post original por Perrone

Com Thiago Fernandes, do UOL, em Belo Horizonte

A diretoria do Atlético-MG não se sente pressionada pelos pedidos de Jorge Sampaoli por reforços.

O discurso da cúpula atleticana é de que a decisão de contratar mais é efeito de um entendimento entre direção e treinador sobre ser necessário reforçar o time. E que o argentino não colocou a “faca no pescoço” dos cartolas para fortalecer o elenco.

Isso apesar do alto investimento para a atual temporada e das vitórias nas duas primeiras rodadas do Brasileirão.

Internamente, a conversa na cúpula do Atlético-MG é de que dirigentes e comissão técnica entendem que ainda cabem um ou dois reforços.

Assim, a diretoria fala em contratar até dois jogadores, mas permanecendo atenta para oportunidades de mercado que podem resultar em mais contratações.

Apesar de dos dois lados o discurso não ser de confronto, conforme apurou o UOL Esporte, o argentino espera por pelo menos três novos comandados.

O técnico pediu para encorpar o plantel em cinco posições: goleiro, lateral-direito (em caso de saída de Guga), meio-campista e dois atacantes. No entanto, ele sabe que é difícil a chegada de nomes para todos os setores.

Depois da vitória por 3 a 2 sobre o Corinthians, na última quarta (12), Sampaoli explicou em entrevista coletiva que entende ser preciso contratar jogadores experientes para ajudar no amadurecimento dos atletas mais novos. A média de idade do elenco é de 25,02 anos.

“Uma equipe muito jovem. Consolidar com experiência em algumas das linhas seria o ideal para que esta juventude cresça mais segura. Com o plantel que temos, neste projeto seria o ideal”, afirmou o técnico.

Além da juventude do grupo, o argentino considera o número de jogadores escasso para disputar o Brasileirão. São 28 atletas à disposição dele no momento.

Quatro motivos para Galo festejar vinda de Sampaoli. E 4 para se preocupar

Leia o post original por Perrone

O Atlético-MG deve comemorar a contratação de Jorge Sampaoli por ter trazido um técnico…

… competente. Se havia dúvidas em relação sua fase atual, o vice-campeonato brasileiro com o Santos reforçou sua imagem de bom treinador.

… com experiência internacional e agora já adaptado ao futebol brasileiro.

… que obriga seus times a buscarem a vitória sempre. Seja dentro ou fora de casa.

… que prioriza o futebol ofensivo, sem desproteger a defesa. O equilíbrio entre esses dois setores foi uma marca do Santos de Sampaoli. Os santistas terminaram o Brasileirão do ano passado com o quarto maior número de gols marcados: 60. Ao mesmo tempo, a defesa do time paulista foi a quarta menos vazada, sofrendo 33 gols. Segundo o site Footstats, o Santos teve a segunda melhor média de finalizações certas  do último Brasileirão: 6,1 por jogo. O time de Sampaoli ainda registrou a segunda melhor média de desarmes certos por partida, empatado com o  Internacional: 17,1.

Porém, o Galo também tem motivos para se preocupar porque Sampaoli é um técnico que…

… exige reforços para fazer com que seus times tenham elencos em condições de disputar títulos. É preciso fazer investimentos altos em contratações para agradá-lo. O argentino não é do tipo de treinador que se vira com o que tem. E ele cobra os dirigentes em público, se for preciso, por eventuais promessas de contratações não cumpridas. Isso aconteceu várias vezes no Santos.

… Acerta, mas também erra ao indicar jogadores. Na Vila Belmiro, o principal acerto foi a indicação de Soteldo. No entanto, fez uma aposta de risco em Cueva, que rapidamente se transformou em fracasso.

… tem temperamento difícil. Os relatos no Santos são de convivência conflituosa com funcionários que cometiam algo que o desagradasse profissionalmente.

… quer o controle de quase tudo no departamento de futebol. Gosta de ter carta branca em todos os setores. Para a parceria com o técnico dar certo, a diretoria terá que aceitar esse estilo centralizador.

 

Análise: o lado de Sampaoli que assusta clubes

Leia o post original por Perrone

Livre no mercado, Jorge Sampaoli é objeto de desejo de praticamente todo grande clube brasileiro que fica sem treinador neste momento. Porém, há um  lado do argentino que tem potencial para assustar pretendentes.

O estilo centralizador e a imagem de celebridade sugerem um técnico personalista, mais preocupado com seu sucesso pessoal do que em construir um legado para seus clubes.

A exigência de reforços de peso para ficar no Santos reforçam essa ideia. Nesse caso, investir pesado em contratações atropelaria o projeto de redução de despesas do clube. Ou seja, o interesse pessoal do treinador teria ficado acima da vontade da instituição.

É preciso lembrar que Sampaoli alega ter cobrado o que o presidente do Santos, José Carlos Peres, teria prometido em termos de reforços. Além disso, o argentino ajudou a valorizar o elenco santista com o segundo lugar no Brasileirão.

No Santos, Sampaoli ficou marcado como um treinador que controla todas as áreas ligadas ao futebol. Isso incluiu pedir demissões de funcionários.

Tal maneira de trabalhar destoa de projetos de alguns clubes brasileiros que entendem o treinador como protagonista, mas encaixado na hierarquia da agremiação. Nesse modelo o técnico tem menos autonomia e é obrigado a se encaixar nos processos estabelecidos pela diretoria.

Filosofia semelhante à essa o Palmeiras tenta implantar desde que demitiu o poderoso executivo Alexandre Mattos.

O alviverde negociou com Sampaoli, mas não entrou em acordo com o treinador. Em seu lugar, chegou Luxemburgo para substituir Mano Menezes. Luxa não terá os mesmos poderes que se acostumou a ter no auge de sua carreira.

Esse estilo que coloca o treinador como parte de um processo desenhado pela direção é comum em clubes que buscam uma gestão empresarial.

Isso, na opinião deste blogueiro, deixa  Sampaoli numa situação curiosa. Se em campo ele apresenta um futebol considerado moderno para os padrões brasileiro, fora dele age de uma forma  vista como defasada por alguns dos gestores mais modernos do futebol nacional.

 

Ataque, experiência e apoio da velha guarda ajudaram Luxa a ganhar vaga

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Assim que Maurício Galiotte, chegou à conclusão de que deveria demitir Mano Menezes, o presidente do Palmeiras e seus diretores mais próximos avaliaram que o time precisava de um treinador experiente e com traquejo para lidar com medalhões, características ostentadas por Jorge Sampaoli. Outra análise era sobre a necessidade de resgatar o que os cartolas chamam de “DNA” ofensivo da agremiação. O gosto pelo ataque se perdeu, na opinião desses dirigentes, com técnicos como Felipão, Cuca e Mano Menezes.

Na lista para o perfil ideal também estava ter a simpatia da torcida. Mano enfrentou resistência desde que chegou. Parte dos torcedores vinculava a imagem dele ao rival Corinthians, clube no qual teve passagem vitoriosa.

Olhando cada item, os cartolas alviverdes logo viram que Jorge Sampaoli preenchia esses requisitos. A ofensividade costuma ser a essência de suas equipes. Como treinador das seleções de Chile e Argentina, o trabalho com medalhões faz parte do currículo do ex-santista. Ele já teve até Messi sob seu comando.

Apesar de não ter vínculo com o Palmeiras, é fácil perceber a simpatia da maioria dos torcedores brasileiros pelo trabalho de Sampaoli, principalmente graças ao estilo ofensivo. Logo a conclusão foi de que o argentino deveria ser o primeiro alvo. Mas já existia uma quedinha por Vanderlei Luxemburgo. Não deu certo com Sampaoli. Então, uma nova olhada na lista de características desejadas para o novo técnico fortaleceu o ex-vascaíno.

Porém, havia uma ala no clube que queria Miguel Angél Ramírez. O treinador do Independiente del Valle passou no teste da ofensividade e chegou a ganhar ares de favorito. No entanto, o espanhol de 35 anos está em começo de carreira. Nesse quesito perdeu pontos em relação a Luxemburgo, de 67 anos e dono de um dos currículos mais extensos e vitoriosos do futebol brasileiro. Vanderlei também levou vantagem na comparação por ter trabalhado com inúmeros medalhões, muitos deles no alviverde e até no Real Madrid.

Galiotte, que já via com simpatia a ideia de trazer o ex-técnico do Vasco, foi encorajado por pessoas próximas com outros argumentos que remetem ao perfil traçado inicialmente para o substituto de Mano Menezes. Além da experiência, Luxa é famoso por montar times ofensivos. Fez isso no próprio alviverde. Nesse ponto ganhou força o argumento de que ele é capaz de fazer florescer novamente a ofensividade palmeirense.

Conselheiros que trabalharam com Luxemburgo em passagens antigas pelo clube também ajudaram na decisão. A velha guarda falou maravilhas do técnico, ainda que às vezes fosse feita a ressalva de que “ele precisa estar focado”.

Os troféus levantados por Luxa como treinador do Palmeiras sustentam um relação de carinho com a torcida. Porém, nas redes sociais, parcela significativa da torcida demonstrou rejeição ao retorno dele. Nesse aspecto, Galiotte chegou a ouvir o argumento de que a opinião pública foi importante para a decisão de demitir Mano e Alexandre Mattos porque a pressão era enorme para isso. Mas que o presidente deveria se preocupar menos no momento da contratação porque nenhum nome seria unanimidade na torcida e no conselho. Por fim, Luxemburgo foi contratado.

Santos planeja ir à Justiça para cobrar multa de Sampaoli na próxima semana

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O Santos pretende entrar na próxima semana com ação na Justiça cobrando multa de cerca de R$ 10 milhões de Jorge Sampaoli por suposto rompimento contratual. Os advogados santistas trabalham na elaboração da petição inicial.

Desde a última segunda, após desastrosa reunião entre o argentino e o presidente do clube, José Carlos Peres, o alvinegro encara a relação com sua comissão técnica como uma guerra. Os passos seguintes da direção foram cuidadosamente calculados. Praticamente toda a estratégia girou em torno da multa rescisória prevista no contrato de trabalho do treinador.

Na reunião com Peres, Sampaoli não assinou um pedido de demissão, mas deixou claro que não ficaria no clube. Peres disse ao Comitê de Gestão que o treinador queria a liberação de quatro integrantes de sua comissão técnica sem pagar multa. No dia seguinte, o presidente avisou ao treinador que o CG, que ele preside, determinou que o clube cobrasse todas as multas. Eles superam R$ 3 milhões.

No final da noite da última terça (10), o Santos anunciou em seu site que Sampaoli havia pedido demissão no dia anterior. Foi um movimento tático. A divulgação do comunicado aconteceu pouco antes de se encerrar o prazo de validade da multa rescisória prevista no contrato do argentino. Assim que a quarta-feira começasse ele estaria livre para deixar o clube sem nada ter que pagar. Então, o alvinegro registrou publicamente sua versão de que a demissão teria ocorrido ainda durante a vigência da penalidade contratual.

Na outra trincheira, Sampaoli formalizou sua saída no dia 11, quando a multa já tinha caído. O treinador também fez questão de registrar publicamente sua decisão quando a penalidade não existia mais. Ele divulgou uma carta de agradecimento ao Santos. Os documentos produzidos pelas duas partes provavelmente serão usados na disputa judicial.

A reunião em que o Santos alega ter ouvido o pedido demissão aconteceu na segunda de manhã. Mas o clube só publicou a nota quase no final da terça-feira. Nesse intervalo, Peres já comandava suas tropas em direção ao combate com a comissão técnica estrangeira. Entre as primeiras decisões estava a medida de tratar os quatro integrantes da comissão trazidos por Sampaoli como funcionários sem vínculo empregatício com o técnico. A ideia era dizer que o trabalho deles continuava interessando ao alvinegro, mesmo após a saída do comandante. Isso os obrigava a pagarem suas multas rescisórias para poderem seguir o chefe, desejado pelo Palmeiras.

Por sua vez, o batalhão argentino também avançou no campo de batalha. Foi à Justiça para tentar a liberação contratual sem ter que pagar a multa. Na manhã da última quinta (12), a Justiça do Trabalho negou pedido de liminar feito por Sampaoli para se livrar do vínculo alegando que o Santos não depositou por quatro meses valores referentes ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). A Justiça entendeu que não há motivo para a concessão e que o treinador deve aguardar a tramitação do processo. Os assistentes do técnico também não obtiveram sucesso. Uma audiência foi marcada para 3 de fevereiro.

 

Análise: Santos lamenta menos saída de Sampaoli do que você imagina

Leia o post original por Perrone

Olhando de fora fica a impressão de que Jorge Sampaoli ganhou status de intocável no Santos por conta da campanha que culminou com o vice-campeonato no Brasileirão. Não é bem assim. Claro que o desejo no clube era de que ele permanecesse. Porém, várias críticas pontuam a passagem do argentino, que teve pedido de demissão anunciado, pela Vila Belmiro. Confira abaixo.

1 – Erros

É consenso no Santos de que o time terminou o Brasileirão com uma exibição de gala na vitória por 4 a 0 sobre o Flamengo. Porém, pelo menos parte da diretoria, dos conselheiros e da torcida não esquece o que são consideradas falhas de Sampaoli na escalação do time. As principais queixas são as partidas em que ele escalou três zagueiros e as vezes em que deixou Sánchez no banco.

2 – Falta de títulos

Existe uma corrente no Santos que entende que o elenco alvinegro não é tão fraco como aponta parcela da imprensa. Há o reconhecimento de que é um feito alcançar o vice-campeonato brasileiro, porém, o sentimento é de que faltou uma taça na era Sampaoli. A principal reclamação é a eliminação diante do River Plate do Uruguai, clube com investimento bem menor, na primeira fase Sul-Americana, com portões fechados.

3 – Reforços que não funcionaram

As contratações de Cueva e Uribe são colocadas na conta de Sampaoli e usadas como exemplo de grandes erros que ele teria cometido no Santos. Cueva já tinha histórico de indisciplina quando foi contratado. Repetiu os problemas, foi afastado do time e o clube tem que pagar cerca de R$ 26 milhões por sua contratação a partir do ano que vem. Por sua vez, Uribe foi defendido pelo treinador após suas primeiras partidas ruins, mas perdeu espaço para Sasha, indicado por Jair Ventura, ex-técnico do time. Os críticos admitem que o argentino também teve seus acertos na indicação de reforços, como com Soteldo.

4 – Últimas exigências

A cobrança por reforços de peso para 2020 irritou o presidente José Carlos Peres. O cartola sustenta que nunca prometeu investimentos pesados para o segundo ano de Sampaoli na Vila Belmiro e que sempre foi transparente sobre as dificuldades financeiras. No entorno do dirigente há quem acredite que o técnico foi tão incisivo nas cobranças porque queria uma justificativa para deixar o clube. Ele é o preferido do Palmeiras para a vaga de Mano Menezes. Porém, boa parte do Comitê de Gestão santista não concorda com a tese. Avalia que essa é a forma de trabalhar do técnico. No entanto, a ideia geral é de que o Santos não poderia gastar mais do que planeja para satisfazer o argentino. Assim, entre endividar ainda mais a instituição e perder o treinador a segunda opção era a preferida.

Clássico sem gols e sem graça

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A mídia passou a semana toda dizendo que o clássico entre Santos e Corinthians seria o duelo entre o jeito ofensivo do gringo e a retranca assumida do comandante corintiano. Aliás, o próprio Carille deu declarações dizendo que não iria arriscar mais a vaga no G-4 fazendo a equipe fugir de suas características defensivas. No final das contas vi uma partida de poucas variações táticas e pouquíssimas chances de gols. Na verdade a partida melhorou um pouco quando o Marinho entrou no Peixe. Ele é meio doido na resenha, mas é ofensivo e vai pra cima do adversário. Tanto é […]

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Veteranos brigam por título do Brasileirão, e novatos lutam contra queda

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Veteranos mais perto do título e uma série de técnicos menos rodados, com exceção de Oswaldo de Oliveira, entre os mais ameaçados pelo rebaixamento. Essa é a fotografia atual da tabela do Brasileirão.

Aos 57 anos, Mano Menezes, vice-líder com o Palmeiras, é o mais jovem entre os três primeiros colocados do campeonato. Ele herdou o time  de Felipão, 70. Do trio mais bem classificado, o mais velho é o líder, Jorge Jesus, 65, comandante do Flamengo. O português assumiu a vaga deixada por Abel Braga, 67 anos. Na terceira posição do Brasileirão está o Santos de Jorge Sampaoli, 59. A trinca de técnicos tem media de idade de 60,3 anos.

O treinador com menos de 50 anos mais bem colocado é Odair Hellmann,42, que está em quarto lugar com Internacional. Ele é seguido na tabela por outro “sub 50”, o corintiano Fábio Carille, que completará 46 anos na próxima quinta-feira. Na sexta posição já aparece outro time comandado por um técnico com mais de 50 anos, o São Paulo de Cuca, 56.

Parte dos treinadores da geração de Hellmann e Carille atualmente está na briga para não cair para a Série B.  Último colocado com o Avaí, Alberto Valentim tem 44 anos e substituiu um dos profissionais da área mais experientes do Brasil, Geninho, 71. Penúltima colocada, a Chapecoense é comandada por Marquinhos Santos, 40.

Em apenas seu terceiro trabalho na carreira, Rogério Ceni, 46,  tenta salvar o Cruzeiro da degola. O time mineiro, antes comandado por Mano, é o 18º colocado do Brasileirão. O trio de treinadores que ocupa do 18° ao 20º lugar do Brasileirão ostenta média de 43,6 anos.

Dos seis últimos colocados do Nacional só o Fluminense, 17º, não é treinado por um quarentão. Seu técnico é Oswaldo de Oliveira, 68, que entrou no lugar de Fernando Diniz, 45. O CSA, 16º na tabela, tem sua prancheta nas mãos de Argel, 45. Em 15º está o Fortaleza, de José Ricardo, 48. A 14ª posição, é ocupada pelo Ceará, de Enderson Moreira, que vai completar 48 anos no próximo sábado. Vanderlei Luxemburgo, 67, vem conseguindo diminuir o risco de rebaixamento do Vasco (13º)

 

Primeiro turno do Brasileirão termina com defesa valendo menos do que antes

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O primeiro turno do Brasileirão terminou com os donos das duas melhores defesa longe da disputa pelo título, desafiando a tendência dos últimos anos. Desde 2015 quem leva menos gols na competição levanta a taça.

A equipe menos vazada neste momento é o Corinthians, que levou 12 gols, ocupa a quinta posição e está a 10 pontos do líder, o Flamengo. A segunda melhor defesa é a do São Paulo, que viu sua rede ser balançada 13 vezes. A equipe de Cuca é a sexta colocada, também com uma desvantagem de 10 pontos para o primeiro colocado.

Entre os donos das quatro melhores defesas, só o Palmeiras, vice-líder, a três pontos do Fla, está neste momento na briga pela primeira posição. A equipe que trocou Felipão por Mano Menezes levou 14 gols. O quarto time menos vazado é o Bahia, com 16 tentos sofridos. Os comandados de Roger Machado estão na sétima posição, a 11 pontos do primeiro colocado do campeonato.

De 2015 pra cá, o campeão nacional sempre teve a melhor defesa. Foi assim com Palmeiras em 2018 e 2016 (empatado em gols tomados com o Athletico) e Corinthians em 2017 e 2015.

Na metade do campeonato deste ano, o primeiro colocado tem apenas a sexta melhor defesa. O Flamengo levou 18 gols no primeiro turno. São oito a menos do que o Palmeiras, campeão do ano passado, sofreu naquela competição toda. Terceiro na classificação, o Santos divide a sétima posição do ranking de menos vazados com Botafogo e Athletico, 10º e 11º colocados respectivamente. Cada um tomou 19 gols.

Por outro lado, a liderança do Flamengo valoriza o ataque.  Ninguém marcou mais gols do que o rubro-negro, agora comandado por Jorge Jesus. Foram 42 gols em 19 jogos. São impressionantes 12 tentos de diferença para o segundo e o terceiro colocados da competição. De 2014 para cá, só o Corinthians de 2017 terminou em primeiro sem ter o melhor ataque. Porém, só o Cruzeiro de 2014 foi campeão sem a defesa menos vazada. Ou seja, atualmente, o time de Jorge Jesus não segue a escrita de ser o mais eficiente tanto no ataque como na defesa para ganhar Brasileirão.