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Justiça manda Peres pagar dívida por festa da vitória. Cartola nega calote

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José Carlos Peres foi condenado em primeira instância a pagar R$ 7.750, com correção monetária, referentes à conta em um bar na festa de sua vitória na eleição para presidente do Santos em 9 de dezembro de 2017. Ele também terá que arcar com juros de 1% ao mês a partir do momento de sua citação.

A ação foi movida por Básico Comércio de Alimentos. De acordo com a acusação, metade da despesa teria sido paga por Orlando Rollo, eleito como vice, mas que está rompido com  o presidente e licenciado do cargo.

Procurado pelo blog, Peres disse que vai recorrer da decisão, tomada na última quinta (7) pelo juiz Cláudio Teixeira Villar da 2ª Vara Cível de Santos. “Não fui eu que contratei a festa. Fui convidado quando já estava indo embora. Fiquei por volta de 40 minutos e fui embora. Os reais contratantes pagaram a metade e deixaram para eu pagar a outra metade. Não sou desonesto”, afirmou o presidente santista.

Por sua vez, Rollo contestou a versão do desafeto. “Paguei a minha parte à época. Ele que cumpra a decisão judicial e pague a dele. Coitado do comerciante que tomou calote”, disse Rollo. Ele também afirmou que “todos” contrataram a festa em comum acordo.

Na ação inicial do processo, um dos sócios do bar, Sidney Garcia, conselheiro santista e integrante da chapa vitoriosa. ofereceu a casa para a confraternização. Segundo sua versão, Peres e Rollo aceitaram a oferta e ficou acordado que ambos dividiriam as despesas. “Cabe informar que o valor gasto foi de R$ 15.500. O candidato a vice-presidente, Orlando Rollo, acertou sua parte logo ao final do evento, cumprindo com o combinado”, diz trecho da peça de acusação. O sócio do bar alega que tentou receber a outra metade de maneira amigável antes de acionar a Justiça, mas não obteve sucesso.

Com Eder Traskini, colaboração para o UOL, em Santos

Santos já esperava por cobranças de Sampaoli e justifica demora no mercado

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O discurso na diretoria do Santos é de que as cobranças públicas de Jorge Sampaoli por reforços já eram esperadas. Ao contratar o argentino, a direção conhecia seu perfil exigente e inquieto. Assim, entende que agora não pode reclamar.

Administrar a situação explicando as dificuldades encontradas pelo clube para atender imediatamente aos pedidos feitos pelo treinador é o caminho escolhido pelos santistas. Uma das justificativas é de que até agremiações que estão com boa saúde financeira demoram para conseguir alguns dos reforços almejados. Principal exemplo é o Flamengo, que sofreu para tirar Arrascaeta do Cruzeiro e não foi capaz de fazer o mesmo com Dedé.

Conhecido no clube por ter temperamento difícil como o de Sampaoli, o presidente José Carlos Peres tem conversado com o técnico e explicado a situação. Ele também assegura ao treinador que os reforços chegarão.

O argentino falou a respeito do tema depois do empate em um gol com o Corinthians no último domingo. “Sobre a insatisfação (pela demora nas contratações), quando eu vim, vim para uma equipe com muita história. Temos que estar à altura dessa história, Neymar, Pelé. Expressamos nosso desejo de manter esse alto nível e pedimos ao presidente para que nos ajude nisso. No curto prazo, esperamos que ele possa cumprir esse compromisso, até para que o Santos tenha a chance de competir com outros times já formados. Queremos um time competitivo para fazer jus à história. Tomara que o Santos tenha o que merece em breve”, disse ele em entrevista coletiva.

Internamente, a avaliação santista é de que o treinador não conhece o mercado brasileiro. Suas referências são atletas sul-americanos, especialmente os argentinos e jogadores do continente que atuaram na Europa. Nesse universo, o clube crê que as contratações são mais caras e difíceis. É o caso de Pablo Pérez, volante e capitão do Boca Juniors indicado por Sampaoli.

Há também o entendimento na direção do Santos que outros pedidos foram atendidos com rapidez. Foi assim com a demissão do gerente Sérgio Dimas e a substituição dele por Gabriel Andreata, brasileiro que trabalhou com Sampaoli no peruano Coronel Bolognesi.

Em relação ao trabalho do treinador, o amistoso com o Corinthians deixou boa impressão na cúpula santista. A análise é de que já foi possível identificar o estilo do técnico na equipe e que, com os futuros reforços, a tendência é brigar por títulos na temporada.

Estafe de Ferraz vê ida para SPFC como improvável e se irrita com Peres

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A transferência de Victor Ferraz para o São Paulo passou a ser considerada praticamente inviável pelo estafe do lateral por conta de uma suposta demora do Santos em responder à última oferta feita pelo São Paulo. A interpretação é de que José Carlos Peres não quer a negociação. Mas o presidente santista negou ao blog, por meio de sua assessoria de imprensa, que não tenha respondido ao clube paulistano. Só não revelou qual foi a resposta e ainda disse que a oferta são-paulina não foi enviada de maneira oficial, e sim por meio de uma carta proposta.

De acordo com um dos envolvidos no negócio, a mais recente tentativa tricolor foi de pagar 1 milhão de euros (cerca de R$ 4,2 milhões) pelos 40% dos direitos do atleta pertencentes ao alvinegro. O Coritiba possui outros 40% e o jogador 20%.

Inicialmente, foi avaliada a troca entre Ferraz e o são-paulino Trellez. Segundo Peres, a sugestão foi do São Paulo, já uma pessoa ligada ao lateral diz que o presidente do Santos teve a ideia e depois recuou.

O desenrolar das tratativas deixou o estafe do atleta irritado com o principal cartola santista. Um dos motivos de  insatisfação está relacionado a declarações dadas por Peres sobre o jogador pensar em “seu “futuro financeiro” ao estudar a transferência. A queixa é de que o dirigente estaria jogando Ferraz contra a torcida. E ainda de que esse cenário desvaloriza o lateral-direito, que terminou o ano como capitão santista.

Apesar do imbróglio em que se transformou a possibilidade de ida do atleta ao Morumbi, quem convive com Ferraz afirma que ele está motivado, principalmente por conta do pedido de Jorge Sampaoli para que ele permaneça na Vila Belmiro. O ex-volante Renato, agora dirigente santista, também tem tido papel fundamental conversando constantemente com o atleta.

O blog não conseguiu ouvir representantes do São Paulo sobre o tema nesta quarta (10) pouco antes da estreia do time na Flórida Cup.

Opinião: as piores frases do futebol brasileiro em 2018

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1 – “É difícil ser Neymar”.

Edu Gaspar, depois da eliminação da seleção brasileira diante da Bélgica na Copa da Rússia.

2 – “A festa que fiz foi com a sua mãe”. 

Neymar pai ao responder para a repórter da “Folha de S.Paulo”, Camila Mattoso, se teria feito festa no hotel da seleção em Sochi.

3 – “Vocês vão lá domingo. Esperem sentadinhos”.

Felipão provocando jogadores do Cruzeiro após eliminação palmeirense na Copa do Brasil.

4 – “Coloquei em Neymar o apoio e a responsabilidade. Ele conseguiu ler os dois. O apoio como jogador e a responsabilidade pela capitania.”

Tite, elogiando Neymar mesmo depois de ele receber cartão amarelo por simulação em jogo contra Ele Salvador.

5 – “Pelo menos o Corinthians tem taça de Mundial, duas, para penhorar, né?

Andrés Sanchez, ironizando o Palmeiras ao falar sobre decisão da Justiça que havia penhorado a taça de Campeão Mundial do Corinthians conquistada em 2012.

6 – “A Vila Belmiro é um estádio puxadinho”.

José Carlos Peres, presidente do Santos, sobre a casa do clube.

Opinião: as piores frases do futebol brasileiro em 2018

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1 – “É difícil ser Neymar”.

Edu Gaspar, depois da eliminação da seleção brasileira diante da Bélgica na Copa da Rússia.

2 – “A festa que fiz foi com a sua mãe”. 

Neymar pai ao responder para a repórter da “Folha de S.Paulo”, Camila Mattoso, se teria feito festa no hotel da seleção em Sochi.

3 – “Vocês vão lá domingo. Esperem sentadinhos”.

Felipão provocando jogadores do Cruzeiro após eliminação palmeirense na Copa do Brasil.

4 – “Coloquei em Neymar o apoio e a responsabilidade. Ele conseguiu ler os dois. O apoio como jogador e a responsabilidade pela capitania.”

Tite, elogiando Neymar mesmo depois de ele receber cartão amarelo por simulação em jogo contra Ele Salvador.

5 – “Pelo menos o Corinthians tem taça de Mundial, duas, para penhorar, né?

Andrés Sanchez, ironizando o Palmeiras ao falar sobre decisão da Justiça que havia penhorado a taça de Campeão Mundial do Corinthians conquistada em 2012.

6 – “A Vila Belmiro é um estádio puxadinho”.

José Carlos Peres, presidente do Santos, sobre a casa do clube.

Após impeachment negado, opositores de Peres falam em expulsão

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Opositores de José Carlos Peres no Conselho Deliberativo do Santos estudam novas maneiras para tentar afastar o presidente do clube. Os que tentam as articulações são conselheiros inconformados com o fato de os associados contrariarem o desejo da maioria do órgão votando contra o impeachment do cartola.

Uma das estratégias fomentadas pelos opositores é tentar a expulsão de Peres e seu vice, Orlando Rollo. A alegação é de que ambos teriam ferido o estatuto por supostamente denegrir a imagem do clube no auge da batalha entre ambos pela imprensa.

O artigo 16, em sua letra “b” diz que estará sujeito a eliminação do quadro associativo do Santos o associado que “atingir por ato público ou manifestação escrita ou verbal a reputação, integridade, o prestígio ou o conceito moral e o bom nome do Santos, de seus órgãos ou dos membros desses órgãos”.

O primeiro passo para colocar esse plano em prática é colher a assinatura de 20 c0nselheiros para encaminhar o pedido ao Conselho Deliberativo. Por enquanto, há apenas conversas a respeito da iniciativa.

De acordo com o estatuto, se ao mesmo tempo os cargos de presidente e vice ficarem vagos, em dez dias deve ser marcada nova eleição com voto dos associados. Isso se faltarem mais de 60 dias para o fim do mandato. Caso o prazo seja inferior, o Conselho Deliberativo escolhe os substitutos entre os membros do Comitê de Gestão.

Outra possibilidade aventada já foi colocada em prática, mas até agora não surtiu efeito. A ideia é convencer Rollo a renunciar à vice-presidência.

O argumento para tentar fazer o vice-presidente se afastar é de que ele teria muita rejeição entre os associados. Na avaliação de parte dos opositores de Peres, esse foi o motivo para os sócios recusarem o impeachment do presidente já que o vice assumiria.

Caso Rollo aceitasse sair, os descontentes com o presidente estudariam um novo pedido de impeachment, pois alegam ter outros elementos para isso.

Porém, o vice está irredutível. Afirma a quem tenta o convencer que não cometeu irregularidades para renunciar. O cartola já não faz parte da gestão. Peres tirou até sua sala. Rollo também devolveu o carro do clube que tinha o direito de usar.

Procurados, presidente e vice não quiseram se manifestar sobre o assunto.

 

 

Bryan Ruiz, 33, é jogador de futuro, segundo relato de presidente do Santos

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Bryan Ruiz, 33 anos e que ainda não decolou no Santos, é um jogador de futuro.  José Carlos Peres, presidente do clube, disse ter ouvido essa avaliação do técnico Cuca. A afirmação foi feita pelo cartola durante reunião do Conselho Deliberativo na última terça-feira (27).

“O Bryan Ruiz chegou no clube, tá sendo preparado. Ele tinha dois centímetros de um lado (sobre um desequilíbrio muscular nas pernas) e era recuperável. Tanto que o Cuca conversou comigo nessa semana e disse: ‘olha ele vai vai evoluir muito no ano que vem, é um jogador de futuro, agora ele tá com a saúde boa’. Tecnicamente ele é muito bom. É só ir ver os treinos do Santos”, declarou o dirigente.

Parte dos conselheiros reagiu com uma exclamação em tom irônico. O blog não localizou Cuca para falar sobre o assunto.

Peres também explicou que o Santos não precisou pagar pelos direitos econômicos do atleta. Entre os conselheiros há questionamentos sobre os valores desembolsados na transação, incluindo eventual pagamento de comissão.

O jogador da Costa Rica chegou ao Santos em julho, antes da 13ª rodada do Brasileirão e participou de 12 dos 24 jogos do time no Nacional desde então. Ele não marcou gols e tem contrato até o final de 2020.

Além de defender Bryan, Peres rebateu críticas ao desempenho do time no campeonato. Um dos membros do conselho classificou a campanha do time na competição de pífia.

“Não sei porque pífia a colocação do Santos. Faltou muito pouco pro Santos estar na Libertadores”, afirmou o cartola. De novo, alguns reagiram com ironia.

A reunião foi marcada por protestos de críticos da diretoria. Alguns pegaram o microfone para pedir a renúncia de Peres e de seu vice e desafeto Orlando Rollo, que na prática já não faz parte da gestão.

Colaborou Samir Carvalho, do UOL, em Santos

Opinião: missão de Peres agora é criar condições para administrar o Santos

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Após ver seu impeachment rejeitado pelos sócios do Santos, José Carlos Peres precisa trabalhar para criar condições para que consiga administrar o clube. O presidente enfrenta problemas no Comitê de Gestão (CG), no Conselho Deliberativo e com seu vice, Orlando Rollo.

O CG, que tem nove cadeiras, funciona hoje apenas com cinco membros após uma série de renúncias. Esse é o número mínimo de componentes para que o órgão possa trabalhar. Um dos integrantes é Rollo, que tem sua renúncia como vice-presidente desejada por Peres. Se ele deixar a vice-presidência, automaticamente sai do comitê, que ficaria, então sem condições de trabalhar.

Para recompor o CG, Peres precisa indicar novos membros e esperar que os conselheiros aprovem os nomes. Só que o conselho está dividido e nele dois pedidos de impeachment foram aprovados.

Além, disso, o principal dirigente santista entrou em rota de colisão com Marcelo Teixeira,  presidente do conselho, ao lutar contra a assembleia de sócios para votar o impeachment. Numa ação na Justiça, ele pediu indenização do desafeto por suposto erro no cálculo que aprovou seu afastamento no Conselho Deliberativo.

Ex-presidente do Santos, Teixeira é um forte líder na política alvinegra, o que indica a necessidade de Peres tentar desfazer o mal-estar criado.

Em relação a Rollo, a eventual renúncia não é garantia de paz. O vice se tornou um forte opositor e pode dificultar a gestão do presidente, com cobranças no conselho, por exemplo.

Há ainda uma legião barulhenta e furiosa de conselheiros, ex-funcionários e até empresário contrária à permanência de Peres.

Todos esses elementos têm potencial para fazer com que o presidente seja forçado a deixar de se concentrar na administração para se defender de ataques.

Assim, na opinião deste blogueiro, Peres precisa deixar seu estilo centralizador de lado e acionar o modo conciliador. Caso fique isolado e se preocupe em buscar uma revanche cega contra os mentores do impeachment, ele só irá aumentar sua dificuldade para administrar o clube. Ou seja, a paz que ele tento pede, não cairá em seu colo. É preciso trabalhar pela pacificação, o que passa por uma mudança em seu estilo de gestão.

Sócios votam sobre impeachment de Peres em clima de intimidações e ameaças

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Os sócios do Santos decidem neste sábado (29) se aprovam os pedidos de impeachment do presidente José Carlos Peres num clima de tensão marcado por acusações de intimidações e novas ameaças.

Entre os envolvidos nos casos que estouraram às vésperas da assembleia está Pedro Henrique Dória, membro do Comitê de Gestão santista. Ele é acusado de ameaçar o associado Márcio Meiato Veratti, diretor do movimento de sócios do clube Santos FC Tá No Sangue. O cartola nega a acusação.

Veratti registrou boletim de ocorrência na 23ª delegacia da capital alegando que Dória e uma funcionária do clube o ameaçaram de “causar-lhe mal injusto e grave”, conforme registro no documento policial.

“Fica esperto e toma cuidado”, disse ter ouvido o sócio no Pacaembu, na última quinta (27), onde estava para o jogo entre Santos e Fluminense. No boletim do ocorrência, no entanto, não está claro por qual dos dois acusados a frase teria sido dita. Ele também possui um vídeo em que é possível ver a funcionária do clube dizendo que vai desmascará-lo.

Ainda segundo o associado santista, as ameaças aconteceram por desentendimentos anteriores entre as partes causadas pelo processo de impeachment.

Por sua vez, Dória disse ao blog que só se apresentou e cumprimentou Veratti. E que, depois de ofender a funcionária do Santos, Veratti tramou a acusação juntamente com outras pessoas. Ele afirmou que também nesta sexta registrou boletim de ocorrência acusando o desafeto de calúnia. Segundo o dirigente, o associado o calunia no blog de seu movimento.

Esse não foi o único entrevero durante o jogo no Pacaembu. O clima estava tenso e outras discussões aconteceram por causa do impeachment de Peres.

Em outro episódio, Celso Leite, ex-membro da comissão fiscal do Santos, acusa o recebimento de mensagens intimidadoras em seu celular num grupo de sócios.  “Mermão, eu sou fiscal de urna, se eu ver seu voto pró impeachment vai dar ruim pro seu lado (sic)”, diz uma das mensagens. Leite será mesário na assembleia. “A gente vai trabalhar e ainda pode ser agredido”, disse ele ao blog.

O blog telefonou para o número que aparece junto com o texto, mas ninguém atendeu e nem respondeu o questionamento feito por texto sobre o tema.

A quantidade de acusações de ameaças disparou pouco depois de os conselheiros aprovarem o impeachment, que precisa ser referendado pelos associados. Por conta do clima de guerra, o clube pediu esquema de segurança reforçado para a Polícia Militar.

Leia também:

Acusações de ameaças de morte e ‘barracos’. A crise política no Santos

Sociedade em empresa para agenciar atletas faz Peres correr risco no Santos

Justiça suspende liminar que impedia votação de impeachment de Peres

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A 3ª Vara Cível de Santos suspendeu a liminar que havia considerado suspensa a assembleia de sócios para decidir sobre o impeachment de José Carlos Peres no próximo sábado (29).

A informação foi confirmada ao blog pelo juiz Frederico Santos Messias, que concedera a liminar. Ele explicou que pediu a redistribuição do caso para a 1ª Vara, pois lá já tramitava processo semelhante. “Consta daquele processo (na 1ª) vara outra liminar já indeferida”, disse Messias. Segundo ele, a 1ª Vara irá decidir sobre a liminar suspensa e todas as outras questões sobre o caso.

O juiz tinha concedido liminar para um conselheiro do Santos que alega falha na forma como foram calculados os votos na reunião do Conselho Deliberativo do Santos que aprovou dois pedidos de impeachment do presidente do clube. Peres e seus aliados acreditam que o número mínimo de votos não foi tecnicamente atingido. O afastamento precisa ser referendado pelos sócios.

Com Marcello De Vico, do UOL, em Santos